Questões de Concurso
Sobre flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) em português
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Previsões de Nostradamus: asteroide e fim de todo o mundo
Astrólogo e médico francês, segundo dizem, Nostradamus predisse alguns dos eventos mais importantes dos últimos séculos. Suas previsões foram assustadoramente precisas.

Fonte: Pixabay© Fornecido por Tech Break.
Diz-se até que ele sabia que John F. Kennedy seria assassinado e que os ataques terroristas de 11 de setembro no World Trade Center, em Nova York, aconteceriam.
E Nostradamus tem algumas profecias terríveis para os tempos atuais.
Aqui, estão suas principais profecias sobre o que os próximos tempos podem nos reservar.
Ele acredita que a Terra será atingida por uma fome de proporções bíblicas. Esta é outra de suas previsões sobre o fim do mundo, que começa com o aumento dos terremotos e a disseminação de vírus - algo que todos nós sabemos muito sobre estes anos. Outro indicador, de acordo com Nostradamus, é uma fome massiva, de um tamanho que o mundo nunca viu antes.
Ele disse: "Depois de um grande problema para a humanidade, um maior está preparado. O Grande Motor renova as eras: chuva, sangue, leite, fome, aço e peste são o fogo do céu visto, uma longa faísca correndo."
Enormes danos serão causados ao nosso planeta por agora, afirma Nostradamus, por enormes tempestades solares. O horóscopo anual afirma que ele disse: "Veremos a água subindo e a terra caindo sob ela." Conforme a devastação se manifesta em todo o mundo, o médico diz que haverá migração em massa e as pessoas que vivem na Terra começarão a lutar pelos poucos recursos naturais restantes. Isso também levará à guerra em todo o planeta.
Não apenas o mundo sofrerá o impacto de um cometa. Nostradamus também disse que isso poderia causar um grande número de desastres naturais. Ele escreveu: "No céu, vê-se fogo e uma longa trilha de faíscas."
Depois de 2020, a última coisa de que precisamos é outro desastre natural; no entanto, ele prevê más notícias se você mora na Califórnia. Nostradamus afirma que um grande terremoto atingirá os Estados Unidos e a Califórnia é o local descrito como o alvo.
A ascensão da tecnologia no século XXI é algo a que todos estamos nos acostumando com a Inteligência Artificial na maioria de nossas casas e minúsculos computadores em nossos bolsos.
Mas, de acordo com Nostradamus, isso realmente aumentará a partir de agora com os soldados tendo chips implantados em seus cérebros.
Aparentemente, esses novos super soldados serão necessários para salvar a raça humana e liderarão as forças armadas.
(Disponível em: Previsões de Nostradamus: Asteroide e 'fim de todo o
mundo' (msn.com). Adaptado)
"E Nostradamus tem algumas profecias terríveis para os tempos atuais".
Conjugando o verbo no pretérito mais que perfeito do indicativo, assinale a alternativa CORRETA.
Texto CB1A2-I
O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia. Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado, o discurso procura sempre produzir um impacto sobre seu público. Esforça-se, frequentemente, para fazê-lo aderir a uma tese: ele tem, então, uma visada argumentativa. Mas o discurso também pode, mais modestamente, procurar modificar a orientação dos modos de ver e de sentir: nesse caso, ele tem uma dimensão argumentativa. Como o uso da palavra se dota do poder de influenciar seu auditório? Por quais meios verbais, por quais estratégias programadas ou espontâneas ele assegura a sua força?
Essas questões, das quais se percebe facilmente a importância na prática social, estão no centro de uma disciplina cujas raízes remontam à Antiguidade: a retórica. Para os antigos, a retórica era uma teoria da fala eficaz e também uma aprendizagem ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir. Com o passar do tempo, entretanto, ela tornou-se, progressivamente, uma arte do bem dizer, reduzindo-se a um arsenal de figuras. Voltada para os ornamentos do discurso, a retórica chegou a se esquecer de sua vocação primeira: imprimir ao verbo a capacidade de provocar a convicção. É a esse objetivo que retornam, atualmente, as reflexões que se desenvolvem na era da democracia e da comunicação.
Ruth Amosy. A argumentação no discurso.
São Paulo: Editora Contexto, 2018, p. 7 (com adaptações).
Julgue o item subsequente, relativos aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I.
O emprego do presente do indicativo no primeiro parágrafo
tem a finalidade de aproximar o leitor do exato momento em
que a autora escrevia o texto.
Com relação a aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o seguinte item.
No segundo parágrafo, depreende-se do emprego de “tem se
mostrado” que a capacidade do sistema democrático de
“aproveitar nossas imperfeições” remonta ao passado e
permanece no presente.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados na questão.



(Disponível em: https://climainfo.org.br/2022/11/22 – texto especialmente adaptado para esta prova).
( ) O uso da forma verbal ‘podem’ atribui à frase a ideia de possibilidade.
( ) Em lugar de ‘podem’ poderíamos utilizar ‘devem’ sem que houvesse qualquer alteração semântica no período.
( ) A forma verbal ‘podem’ atribui ao sujeito da frase a ideia de obrigação quanto a se comprometerem.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
"O corpo do ganhador do Nobel da Paz Desmond Tutu, falecido aos 90 anos, será reduzido a cinzas por 'aquamação', um novo método de cremação que combinará água e altas temperaturas e se apresentará como alternativa ecológica aos sepultamentos tradicionais".
(Disponível em: https://istoe.com.br/aquamacao-um-metodo-funerario-mais-verde/. Adaptado.)
Os verbos destacados, no pretérito mais que perfeito, assumirão as seguintes conjugações:

As formas verbais “possa” (linha 17) e “serem” (linha 22) estão conjugadas, respectivamente, no presente do modo subjuntivo e no futuro do modo subjuntivo.
O emprego predominante do pretérito perfeito no texto tem o propósito de apresentar fatos já ocorridos em determinado momento no passado e cujos efeitos, além de ainda serem sentidos no momento atual, afetam o tempo presente.
Disponível em: https://viagemegastronomia.cnnbrasil.com.br/gastronomia/catedral -da-se-em-sao-paulo-oferece-brunch-com-visita-a-areas-exclusivas/.
Marque a alternativa cuja frase encontra-se no pretérito mais que perfeito do indicativo.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/quase-25-da-populacaomundial-conviveu-com-recorde-de-calor-em-2021-diz-estudo/.
Assinale a opção CORRETA.
A questão a seguir refere-se ao texto abaixo:


Adaptado de: MORENO, C. Despiorando. Disponível em:
I - vaiavam (l. 07) está flexionado no pretérito imperfeito do indicativo.
II - ousaríamos (l. 47) está flexionado no futuro do pretérito do indicativo.
III - vinham (l. 53) está flexionado no pretérito imperfeito do indicativo.
Quais estão corretas?
Analise as afirmativas a seguir:
I. Os pronomes ESSE, ESSES, ESSA, ESSAS e ISSO são usados apenas para indicar um momento futuro mencionado no presente, como pode ser observado no exemplo seguinte: nesse ano, conheci minha atual esposa.
II. Do ponto de vista morfológico, o verbo marca voz (ativa, passiva e reflexiva), tempo (pretérito, presente ou futuro), pessoa (1ª, 2ª ou 3ª), número (singular ou plural) e modo (indicativo, subjuntivo ou imperativo).
Marque a alternativa CORRETA:
I. O modo subjuntivo é o modo verbal que expressa uma ordem, uma exigência ou um pedido que se espera ser realizado.
II. O tempo verbal indica quando ocorre a ação em relação ao enunciado, podendo ser essencialmente passado/pretérito (junto com o enunciado), presente (após o enunciado) e futuro (antes do enunciado).
Marque a alternativa CORRETA:
Leia o texto, para responder à questão.
O escritor argentino Jorge Luis Borges, que não era muito simpático à etimologia, apontou a inutilidade de saber que a palavra cálculo veio do latim “calculus”, pedrinha, em referência aos pedregulhos usados antigamente para fazer contas.
Tal conhecimento, argumentou o genial autor de “A Biblioteca de Babel”, não nos permite “dominar os arcanos da álgebra”. Verdade: ninguém aprende a calcular estudando etimologia.
O que Borges não disse é que o estudo da história das palavras abre janelas para como a linguagem funciona, como produz seus sentidos, que de outro modo permaneceriam trancadas. É pouco?
Exemplo: a história de “calculus” não ensina ninguém a fazer contas, mas a do vírus ilustra muito bem o mecanismo infeccioso que opera dentro dos – e entre os – idiomas.
O latim clássico “virus”, empregado por Cícero e Virgílio, é a origem óbvia da palavra sob a qual se abriga a apavorante covid-19. Ao mesmo tempo, é uma pista falsa.
Cícero e Virgílio não faziam ideia da existência de um troço chamado vírus. Este só seria descoberto no século 19, quando o avanço das ciências e da tecnologia já tinha tornado moda recorrer a elementos gregos e latinos para cunhar novas expressões para novos fatos.
Contudo, a não ser pelo código genético rastreável em palavras como visgo, viscoso e virulento, fazia séculos que o “virus” latino hibernava. Foi como metáfora venenosa que, já às portas do século 20, saiu do frigorífico clássico para voltar ao quentinho das línguas.
Em 1898, o microbiologista holandês Martinus Beijerink decidiu batizar assim certo grupo de agentes infecciosos invisíveis aos microscópios de então, com o qual o francês Louis Pasteur tinha esbarrado primeiro ao estudar a raiva.
O vírus nasceu na linguagem científica, mas era altamente contagioso. Acabou se tornando epidêmico no vocabulário comum de diversas línguas. O vírus da palavra penetrou no vocabulário da computação em 1972, como nome de programas maliciosos que se infiltram num sistema para, reproduzindo-se, colonizá-lo e infectar outros.
No século 21, com o mundo integrado em rede, deu até num verbo novo, viralizar. Foi a primeira vez que um membro da família ganhou sentido positivo, invejável: fazer sucesso na internet, ser replicado em larga escala nas redes sociais.
Mesmo essa acepção, como vimos, tinha seu lado escuro, parente de um uso metafórico bastante popular que a palavra carrega há décadas. No século passado, tornou-se possível falar em “vírus do fascismo”, por exemplo. Ou “vírus da burrice”.
Antigamente, quando se ignorava tudo sobre os vírus, uma receita comum que as pessoas usavam para se proteger do risco de contrair as doenças provocadas por eles era rezar. Está valendo.
(Sérgio Rodrigues. O vírus da linguagem. Folha de S.Paulo, 12.03.2020.
Adaptado)
Em 1898, o microbiologista holandês Martinus Beijerink decidiu batizar assim certo grupo de agentes infecciosos invisíveis aos microscópios de então, com o qual o francês Louis Pasteur tinha esbarrado primeiro ao estudar a raiva.
A expressão tinha esbarrado exprime a noção de
I. Na tipologia textual, é formado pelo texto injuntivo, também chamado de texto instrucional.
II. Indica ordem, persuasão, orientação.
III. O modo verbal utilizado nos textos injuntivos, incluindo o gênero guia, é o futuro do pretérito.
Estão corretas as afirmativas.


I. Trata-se de verbo pertencente à primeira conjugação, posto tratar-se de verbo cuja vogal temática é a letra “a”.
II. O verbo está conjugado na primeira pessoa do singular do pretérito mais-que-perfeito do indicativo.
III. Esse mesmo verbo, conjugado no futuro do pretérito, seria “descobriria”.
Quais estão corretas?
"A.I. - Inteligência Artificial", do diretor Steven Spielberg, ______ às telas do cinema na adaptação de uma versão que ________ a pena conferir.
(Disponível em: https://durasletras.com/2021/01/06/5-contos-classicos-
de-ficcao-cientifica-para-se-apaixonar-pelo-genero/. Adaptado.)
Assinale a alternativa em que a frase acima foi reescrita no futuro do pretérito do indicativo:
Leia a tirinha abaixo para responder à questão.

A respeito dos tempos e modos verbais que aparecem na
tirinha, assinale a alternativa correta.
