Questões de Concurso Sobre flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) em português

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Ano: 2008 Banca: FGV Órgão: PC-RJ Prova: FGV - 2008 - PC-RJ - Oficial de Cartório |
Q297483 Português
Ao dizer que o papel da polícia tem sido o de impor o medo, o autor do texto, com o emprego do tempo verbal sublinhado, mostra que essa ação:

Alternativas
Ano: 2008 Banca: FGV Órgão: PC-RJ Prova: FGV - 2008 - PC-RJ - Oficial de Cartório |
Q297475 Português
“Se interviessem, implodiriam as contas públicas” ( L.17).


Assinale a alternativa que apresente erro em uma das formas verbais.

Alternativas
Ano: 2008 Banca: FGV Órgão: PC-RJ Prova: PC-RJ - 2008 - PC-RJ - Inspetor de Polícia |
Q219587 Português
A forma verbal dispôs (L.77) foi grafada corretamente. Assinale a alternativa em que se tenha indicado incorretamente uma forma do verbo dispor.
Alternativas
Q206916 Português
“Sentou-se, pensando que se alguém chegasse por ali, poderia dar uma informação”. O uso do futuro do pretérito, nesse segmento, tem valor de:

Alternativas
Q192461 Português
Ninguém ______________ a inundação; era necessário que todos ______________ a calma.

Completam corretamente a frase as formas verbais
Alternativas
Q174657 Português
Nas linhas 37 e 38, ocorrem duas formas verbais do verbo “intervir”: interviesse e interveio, corretamente flexionadas.

Assinale a alternativa em que não haja correspondência entre as formas verbais.
Alternativas
Q165628 Português
Atenção: As questões de números 8 a 15 baseiam-se no
texto apresentado abaixo.

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... respeite pai e mãe... (último parágrafo)

O verbo flexionado de modo idêntico ao do grifado acima está também grifado na frase:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: FCC Órgão: MPE-RS Prova: FCC - 2008 - MPE-RS - Assessor - Direito |
Q164829 Português
Ética de princípios
As duas éticas: a que brota da contemplação das estrelas perfeitas, imutáveis e mortas, a que os filósofos dão o nome de ética de princípios, e a que brota da contemplação dos jardins imperfeitos e mutáveis, mas vivos – a que os filósofos dão o nome de ética contextual.
Os jardineiros não olham para as estrelas. Eles nada sabem sobre as estrelas que alguns dizem já ter visto por revelação dos deuses. Como os homens comuns não vêem essas estrelas, eles têm de acreditar na palavra dos que dizem já as ter visto longe, muito longe... Os jardineiros só acreditam no que seus olhos vêem. Pensam a partir da experiência: pegam a terra com as mãos e a cheiram.
Vou aplicar a metáfora a uma situação concreta. A mulher está com câncer em estado avançado. É certo que ela morrerá. Ela suspeita disso e tem medo. O médico vai visitá-la. Olhando, do fundo do seu medo, no fundo dos olhos do médico, ela pergunta: “Doutor, será que eu escapo desta?”
Está configurada uma situação ética. Que é que o médico vai dizer?
Se o médico for adepto da ética estelar de princípios, a resposta será simples: “Não, a senhora não escapará desta. A senhora vai morrer.” Respondeu segundo um princípio invariá-vel para todas as situações. A lealdade a um princípio o livra de um pensamento perturbador: o que a verdade irá fazer com o corpo e a alma daquela mulher? O princípio, sendo absoluto, não leva em consideração o potencial destruidor da verdade.
Mas, se for um jardineiro, ele não se lembrará de nenhum princípio. Ele só pensará nos olhos suplicantes daquela mulher. Pensará que a sua palavra terá que produzir a bondade. E ele se perguntará: “Que palavra eu posso dizer que, não sendo um engano (a senhora breve estará curada...), cuidará da mulher como se a palavra fosse um colo que acolhe uma criança?” E ele dirá: “Você me faz essa pergunta porque você está com medo de morrer. Também tenho medo de morrer...”Aí , então, os dois conversarão longamente – como se estivessem de mãos dadas – sobre a morte que os dois haverão de enfrentar. Como sugeriu o apóstolo Paulo, a verdade está subordinada à bondade.
Pela ética de princípios, o uso da camisinha, a pesquisa das células-tronco, o aborto de fetos sem cérebro, o divórcio, a eutanásia são questões resolvidas que não requerem decisões: os princípios universais os proíbem. Mas a ética contextual nos obriga a fazer perguntas sobre o bem ou mal que uma ação irá criar. O uso da camisinha contribui para diminuir a incidência da Aids? As pesquisas com células-tronco contribuem para trazer a cura para uma infinidade de doenças? O aborto de um feto sem cérebro contribuirá para diminuir a dor de uma mulher? O divórcio contribuirá para que homens e mulheres possam recomeçar suas vidas afetivas? A eutanásia pode ser o único caminho para libertar uma pessoa da dor que não a deixará? Duas éticas. A única pergunta a se fazer é: “Qual delas está mais a serviço do amor?”

(Rubem Alves, Folha de S. Paulo, 04/03/2008)
Há falta de correlação entre os tempos e os modos verbais na frase:
Alternativas
Q164739 Português
Na oração “Todos os momentos em que deveríamos usar ‘em que’ (L.6), o verbo está empregado no
Alternativas
Q162125 Português
Em “...para me manter honesto,” (l. 5-6), o verbo destacado é conjugado do mesmo modo que o verbo ter. O verbo que NÃO se flexiona com base na conjugação do verbo ter é
Alternativas
Q154345 Português
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Com base na organização do texto acima, julgue os seguintes
itens.

Na linha 1, o tempo verbal empregado em “não tem sido” enfatiza a idéia processual, a continuidade, até o presente, do “crescimento urbano”.
Alternativas
Q150701 Português
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Com base no texto Inteligência artificial, julgue os itens a
seguir.

No segmento “se a IA era capaz desse exercício intelectual ou se apenas fazia uma imitação da inteligência humana” (L.19-21), as formas verbais poderiam ser corretamente substituídas por seria e faria, respectivamente.
Alternativas
Q149186 Português
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Julgue os seguintes itens, a respeito das estruturas lingüísticas do texto acima..

O emprego do modo subjuntivo em “inventasse” (L.2) e “permitisse” (L.2) demonstra ser o invento apenas uma hipótese, que as informações das orações seguintes, apoiadas no indicativo em “levou” (L.4) e “criou” (L.5), mostram como realizada.
Alternativas
Q113354 Português
Considere o emprego das formas verbais nas frases não produzem riqueza e que produzam riqueza.
É correto afirmar que:
Alternativas
Q113238 Português
A forma verbal em negrito NÃO está conjugada corretamente em
Alternativas
Q101392 Português
A correção das estruturas do texto será prejudicada caso se substitua
Alternativas
Q99018 Português
Os tempos verbais usados nas perguntas apresentadas nas linhas de 1 a 3 indicam que, na visão do entrevistador, as respostas a essas perguntas independem do entrevistado e são atemporais.
Alternativas
Q97923 Português

Drummond, C.A. Antologia Poética, Rio de Janeiro: José Olympio,1983.


O verso que contém forma verbal empregada no lugar do presente do Indicativo é
Alternativas
Q97908 Português
Os textos desta prova se referem a cenas e cenários cariocas.

Texto I

A Fábula da Cidade

      Uma casa é muito pouco para um homem; sua verdadeira casa é a cidade. E os homens não amam as cidades que os humilham e sufocam, mas aquelas que parecem amoldadas às suas necessidades e desejos, humanizadas e oferecidas – uma cidade deve ter a medida do homem.
     É possível que, pouco a pouco, os lugares cordiais da cidade estejam desaparecendo, desfigurados pelo progresso e pela técnica, tornados monstruosos pela conspiração dos elementos que obrigam as criaturas a viver como se estivessem lutando, jungidas a um certo número de rituais que as impedem de parar no meio de uma calçada para ver uma criança ou as levam a atravessar uma rua como se estivessem fugindo da morte.
      Em cidades assim, a criatura humana pouco ou nada vale, porque não existe entre ela e a paisagem a
harmonia necessária, que torna a vida uma coisa digna. E o habitante, escravizado pelo monstro, vai-se repetindo diariamente, correndo para as filas dos alimentos, dos transportes, do trabalho e das diversões, proibido de fazer
algo que lhe dê a certeza da própria existência.
       Não será excessivo dizer que o Rio está correndo o perigo de incluir-se no número das cidades desumanizadas, devoradas pela noção da pressa e do combate, sem rostos que se iluminem em sorrisos e lugares que convidem à permanência.
       Mal os seus habitantes podem tomar cafezinho e conversar sentados; já não se pode passear nem sorrir nem sonhar, e as pessoas andam como se isso fosse um castigo, uma escravidão que as leva a imaginar o refúgio das casas onde as tardes de sábado e os domingos as insulam, num temor de visitas que escamoteiam o descanso e a intimidade familiar. E há mesmo gente que transfere os sonhos para a velhice, quando a aposentadoria, triunfante da morte, facultar dias inteiros numa casa de subúrbio, criando canários, decifrando palavras cruzadas, sonhando para jogar no bicho, num mister que justifique a existência. E outras pessoas há que esperam o dia em que poderão fugir da cidade de arranha-céus inamistosos, de atmosferas sufocantes, de censuras e exigências, humilhações e ameaças, para regressar aos lugares de onde vieram, iludidas por esse mito mundial das grandes cidades. E ainda existem as que, durante anos e anos, compram terrenos a prestações ou juntam dinheiro à espera do dia em que se plantarão para sempre num lugar imaginário, sem base física, naquele sítio onde cada criatura é um Robinson atento às brisas e delícias de sua ilha, ou o síndico ciumento de um paraíso perdido.
        Para que se ame uma cidade, é preciso que ela se amolde à imagem e semelhança dos seus munícipes,
possua a dimensão das criaturas humanas. Isso não quer dizer que as cidades devam ser pequenas; significa
apenas que, nas mudanças e transfigurações, elas crescerão pensando naqueles que as habitam e completam, e
as tornam vivas. Pois o homem é para a cidade como o sangue para o corpo – fora disso, dessa harmoniosa
circulação, há apenas cadáveres e ruínas.
       O habitante deve sentir-se livre e solidário, e não um guerreiro sozinho, um terrorista em silêncio. Deve encontrar na paisagem os motivos que o entranham à vida e ao tempo. E ele não quer a paisagem dos turistas, onde se consegue a beleza infensa dos postais monumentalizados; reclama somente os lugares que lhe estimulem a fome de viver, sonegando-o aos cansaços e desencantos. Em termos de subúrbio, ele aspira ao bar debaixo de árvores, com cervejinha gelada e tira-gosto, à praça com “playground” para crianças, à retreta coroada de valsas.
        Suprimidas as relações entre o habitante e seu panorama, tornada incomunicável a paisagem, indiferente a cidade à fome de simpatia que faz alguém preferir uma rua à outra, um bonde a um ônibus, nada há mais que fazer senão alimentar-se a criatura de nostalgia e guardar no fundo do coração a imagem da cidade comunicante, o reino da comunhão humana onde se poderia dizer “bom dia” com a convicção de quem sabe o que isso significa.
         E esse risco está correndo o Rio, cidade viva e cordial. Um carioca dos velhos tempos ia andando pela avenida, esbarrou num cidadão que vinha em sentido contrário e pediu desculpas. O outro, que estava transbordante de pressa, indignou-se:
       O senhor não tem o que fazer? Esbarra na gente e ainda se vira para pedir desculpas?
       Era a fábula da cidade correndo para a desumanização.

Ledo Ivo. Crônicas – Antologias Escolares Edijovem – organizada por Herbert Sale. Rio de Janeiro: EditoraTecnoprint SA, s/d.

Em relação à estrutura morfossintática do texto, pode-se afirmar que há
Alternativas
Q97244 Português
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Julgue os itens que se seguem, relativos ao texto acima.


A forma verbal “Seria” (L.8) está no futuro do pretérito e indica uma ação que provavelmente poderia ter acontecido no passado.
Alternativas
Respostas
4621: A
4622: B
4623: E
4624: A
4625: D
4626: D
4627: C
4628: B
4629: D
4630: D
4631: C
4632: C
4633: C
4634: B
4635: E
4636: B
4637: E
4638: C
4639: C
4640: E