Questões de Concurso Sobre flexão verbal de número (singular, plural) em português

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Q2361115 Português
Texto CB1A1

        Hoje, a crise hídrica é política — o que significa dizer não inevitável ou necessária, nem além da nossa capacidade de consertá-la — e, logo, opcional, na prática. Esse é um dos motivos para ser, não obstante, terrível como parábola climática: um recurso abundante torna-se escasso pela falta de infraestrutura, pela poluição e pela urbanização e desenvolvimento descuidados. A crise de abastecimento de água não é inevitável, mas presenciamos uma, de um modo ou de outro, e não estamos fazendo muita coisa para resolvê-la. Algumas cidades perdem mais água por vazamentos do que a que é entregue nas casas: mesmo nos Estados Unidos da América (EUA), vazamentos e roubos respondem por uma perda estimada de 16% da água doce; no Brasil, a estimativa é de 40%. Em ambos os casos, assim como por toda parte, a escassez se desenrola tão patentemente sobre o pano de fundo das desigualdades entre pobres e ricos que o drama resultante da competição pelo recurso dificilmente pode ser chamado, de fato, de competição; o jogo está tão arranjado que a escassez de água mais parece um instrumento para aprofundar a desigualdade. O resultado global é que pelo menos 2,1 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso a água potável segura, e 4,5 bilhões não dispõem de saneamento.

David Wallace-Wells. A terra inabitável: uma história do futuro.
São Paulo: Cia das Letras, 2019. (com adaptações). 

Em relação a aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o próximo item.


A substituição da forma verbal “têm” (último período) por tem preservaria a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q2358716 Português
Memes é um recurso textual que usa a linguagem mista e informal pontuando muitas vezes, de forma humorada, o cotidiano do ser humano. No memes abaixo é possível verificar a conjugação verbal que se reproduz na oralidade coloquial. 

Imagem associada para resolução da questão


Diferentemente da linguagem informal, a conjugação verbal, quanto ao uso formal, presente no memes acima está corretamente empregada, exceto em:
Alternativas
Q2357557 Português
O verbo ‘levar’ presente na linha 20 apresenta a desinência número pessoal que possui a função de indicar o número e a pessoa a qual se refere à ação verbal. Tal função se repete no conteúdo da alternativa: 
Alternativas
Q2356477 Português
Estudo aponta para vitamina que reduz risco de câncer de intestino



Um estudo recente lançou uma nova perspectiva sobre a prevenção do câncer de intestino, ou colorretal, destacando que a vitamina B9, também conhecida como folato, pode desempenhar um papel significativo na redução do risco da doença.


A descoberta foi publicada no The American Journal of Clinical Nutrition. A pesquisa é de cientistas do Imperial College London.


A pesquisa, a maior desse tipo até o momento, analisou dados de mais de 70 mil indivíduos para identificar variantes genéticas relacionadas à forma como o folato, seus suplementos e o folato total podem influenciar o risco de câncer colorretal.


Resultados
Os resultados revelaram que para aqueles que mantêm uma dieta rica em folato, presente em vegetais de folhas verdes como espinafre, repolho e brócolis, o risco de desenvolver câncer de intestino diminuiu em até 7% para cada 260 microgramas de aumento no consumo de folato. Isso corresponde a 65% da quantidade diária recomendada, que é de 400 microgramas.


Quais são os benefícios do folato para a saúde?
Além de sua contribuição na prevenção do câncer colorretal, o folato desempenha um papel essencial na produção de glóbulos vermelhos, sendo particularmente crucial para mulheres grávidas ou que estão tentando engravidar.


O estudo também explorou interações genéticas comuns e o folato, assim como o uso de ácido fólico em relação ao risco de câncer colorretal. Os pesquisadores concluíram que uma região específica do genoma pode modificar a relação entre os suplementos de folato e o risco de câncer, embora seja necessário realizar mais pesquisas para identificar os genes envolvidos e sua influência.


O estudo enfatiza a relevância dos alimentos ricos em folato como parte de uma dieta saudável e sugere promissores indícios de como o folato pode influenciar o risco de câncer através de diferentes genes, abrindo espaço para futuras investigações. 




https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/estudo-aponta-para-vitamina-quereduz-risco-de-cancer-de-intestino/
Considerando o trecho: “O estudo enfatiza a relevância dos alimentos ricos em folato como parte de uma dieta saudável e sugere promissores indícios de como o folato pode influenciar o risco de câncer através de diferentes genes, abrindo espaço para futuras investigações”, assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Q2352151 Português


Fonte: https://pt.quora.com/Qual-a-sua-opini%C3%A3o-sobre-o-final-dastirinhas-Calvin-e-Haroldo


Veja como ele respira com dificuldade” (2º quadrinho). O verbo destacado foi conjugado:
Alternativas
Q4112414 Português
Assinale a alternativa que apresenta o plural CORRETO da frase, deixando a palavra prefeitura no singular: “O capitão trouxe o troféu e irá expô-lo na prefeitura”. 
Alternativas
Q4112136 Português
Observe a acentuação e grafia dos verbos sublinhados.
1- Os que têm espírito de observação sabem quantos capítulos contém este livro.
2- À noite, os pais leem belas histórias para os filhos.
3- A professora falou que minhas provas contêem muitos erros.
4- Palavras têm poder para modificar fatos.
5- Os moradores vem protestar em frente à prefeitura.
6- Depois de muito calor vêm as tempestades.
7- Alguém se detém demais e mantém a fila parada.
Em todos os períodos, os verbos sublinhados estão corretos quanto à acentuação e grafia, EXCETO: 
Alternativas
Q4111365 Português
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do seguinte texto, observando a correta grafia das palavras, crase e concordância verbal. Vencer a preguiça e resistir ____ tentações ______ apenas algumas das exigências para quem quer ter uma vida saudável! Isso exige dedicação e ____________, manifestadas ______ cada dia, capazes de transformar uma nova atividade em um ___________.
Alternativas
Q4109878 Português
Analise as regras de concordância nominal e verbal apresentadas a seguir e assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4109704 Português
Analise as regras de concordância nominal e verbal apresentadas a seguir e assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4102897 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1


“Essa palavra já (ainda não) foi aportuguesada?” Muitos de nós já fizemos ou ouvimos uma pergunta semelhante. Apesar de muita gente se referir ao aportuguesamento como sendo a adaptação de uma palavra à ortografia do português, muitas vezes formalizado e finalizado com a admissão da forma adaptada a um dicionário da língua, esse fenômeno é muito mais corriqueiro do que imaginamos, pois ocorre também (e principalmente) na pronúncia. Na maior parte das vezes, a pronúncia é, na verdade, a referência para a adaptação ortográfica. A maioria dos falantes de uma língua tende a fazer algum tipo de adaptação a itens lexicais vindos de outra língua, e isso não é diferente para nós, falantes de português do Brasil (PB). Esses pequenos reparos são decorrentes de exigências próprias da língua materna do falante, muitas vezes distintas das encontradas na língua da qual se pega a palavra emprestada, como um som (vogal ou consoante) ou um tipo de sílaba inexistente em sua língua. Chamamos de “nativização” esse conjunto de reparos que modifica, na pronúncia, palavras estrangeiras, deixando-as com características sonoras da língua nativa. Esses reparos se dão, sobretudo, através da substituição de sons e da modificação de sílabas (e do número de sílabas). Apenas para facilitar a exposição, referimo-nos ao processo de adaptação na ortografia como “aportuguesamento” e, na pronúncia, como “nativização” (mesmo que pudéssemos dizer que o aportuguesamento é a nativização típica de falantes de português, às vezes acompanhada pela adaptação ortográfica).


Fonte: DAMULAKIS, Jean Nunes. Como escrevemos e pronunciamos palavras emprestadas no português brasileiro (adaptado). Revista Roseta, dez. 2020.
Observe a concordância verbal no segmento: “A maioria dos falantes de uma língua tende a fazer algum tipo de adaptação a itens lexicais vindos de outra língua, e isso não é diferente para nós, falantes de português do Brasil (PB)”. Acerca da concordância verbal desse segmento, apresentam-se as seguintes proposições:

I. O verbo “tende” concorda com “maioria”, uma das formas possíveis de concordância nesse arranjo sintático.
II. O verbo “é” encontra-se no singular porque não tem sujeito.
III. “Falantes” pode levar o verbo “tende” para o plural, numa nova proposta de concordância.

São corretas as proposições apresentadas em: 
Alternativas
Q4050692 Português
De acordo com a norma culta da língua portuguesa, assinale concordância verbal a está alternativa cuja incorretamente empregada.
Alternativas
Q3374400 Português

ANDRADE, Carlos Drummond de. Para gostar de ler. v. 2. Crônicas.
São Paulo: Ática, 1995, pp. 54-7, com adaptações.

Com base nas informações do texto e nas estruturas morfossintáticas que o constituem, julgue (C ou E) o item a seguir. 


Na oração “a garotada respondeu em coro” (linha 7), a forma verbal sublinhada deveria, de acordo com a norma-padrão, estar empregada na terceira pessoa do plural. 

Alternativas
Q3045383 Português
Censo atrasa e IBGE prevê divulgar resultado definitivo em abril.

Instituto tenta reduzir recusas para concluir contagem da população, marcada por atrasos.

Leonardo Vieceli

02/02/23


RIO DE JANEIRO - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) afirmou nesta quinta-feira (2) que pretende divulgar resultados definitivos do Censo Demográfico 2022 no próximo mês de abril.


Para finalizar o levantamento, marcado por atrasos, o instituto tenta reduzir as recusas de parte da população em receber os recenseadores.


"Após seis meses em campo, um dos principais desafios para a conclusão do Censo 2022 é o número alto de recusas para responder ao questionário. No país, a taxa média chega a 2,43%, em dados atualizados no último dia de janeiro", afirmou o IBGE.


"Esse percentual é consideravelmente maior em localidades onde há maior concentração populacional. Em São Paulo, que lidera o ranking entre os estados, a taxa de recusas é de 4,49%, o que equivale a cerca de 720 mil domicílios em que o morador se recusou a prestar informações ao IBGE", completou.


O órgão já relatou em outras ocasiões que há previsão de multa para quem negar o fornecimento dos dados, protegidos por sigilo. Segundo o IBGE, uma das dificuldades é o acesso dos recenseadores a condomínios de bairros de renda alta.


"Para o recenseador conseguir abordar um apartamento, é preciso passar por uma portaria ou ter autorização do síndico, do porteiro ou da administração do prédio. Uma situação que ocorre em áreas mais nobres, como na zona sul do Rio ou alguns bairros de classe alta em São Paulo e de outros estados, é o impedimento da entrada dos recenseadores", disse o coordenador técnico do Censo, Luciano Duarte.


Para tentar reverter a situação, o instituto elaborou um protocolo que deve ser seguido por suas equipes. Há um ofício a ser entregue aos síndicos ou à representação dos condomínios.


Conforme o instituto, quando o documento não traz efeito prático, o recenseador é instruído a recorrer à polícia local. O IBGE aponta que, segundo a legislação, ninguém pode impedir uma unidade habitacional de responder ao Censo.


Iniciada em agosto, a coleta das informações estava prevista para ser concluída em três meses, até outubro do ano passado. O trabalho, porém, já levou o dobro da estimativa inicial. O IBGE associou a situação a dificuldades para contratar e manter em campo os recenseadores.


Parte desses trabalhadores, contratados de maneira temporária, reclamou de atrasos em pagamentos e de valores em nível abaixo do esperado. Houve desistências e ameaça de greve durante a coleta.


Nesta quinta, o IBGE disse que a cobertura dos setores censitários (espaços de divisão do território) foi praticamente concluída em janeiro.


O instituto planeja seguir com o processo de revisão, controle de qualidade e apuração do Censo em fevereiro e março. Nessa etapa, estão previstas, por exemplo, tentativas de reversão de recusas e revisitas a domicílios com moradores ausentes.


"A previsão é de que o IBGE divulgue os resultados definitivos do Censo referentes à população dos municípios em abril de 2023", afirmou o órgão. Em dezembro, o instituto havia sinalizado que pretendia publicar os dados em março.



[...]

https://www1.folha.uol.com.br
No título “Censo atrasa e IBGE prevê divulgar resultado definitivo em abril.”, o verbo sublinhado na forma plural é:
Alternativas
Q3015653 Português
Assinale a alternativa em que há vocábulos com flexão de número em desacordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3014552 Português
Assinale a alternativa em que apresenta o período com flexão de número inadequada.
Alternativas
Q2762373 Português
1. Existem muitas histórias do seu Justinho.

2. Uma vez o Alaor, que era um grande gozador, recebeu o seu Justinho no escritório, de manhã, com uma pergunta.

3. — Seu Justinho, o senhor abotoa a camisa de cima para baixo ou de baixo para cima?

4. - O seu Justinho pensou um pouco. depois respondeu: .

5. — De baixo para cima, como todo mundo.

6. — Epa - protestou o Simas. — Como todo mundo não. Eu abotõo de cima para baixo.

7. O Alaor propôs um plebiscito no escritório. .

8. — Quantos abotoam a camisa de cima para baixo e quantos abotoam de baixo para cima?

9. Curiosamente, fora o seu Justinho e o Simas, ninguém se lembrava como abotoava a camisa. Alguns começaram a tirar a camisa ali mesmo, para ver como as recolocariam. já que nunca tinham reparado naquilo. Mas o seu Justinho os deteve. Tirar a camisa no escritório, onde já se vira? Todos ao trabalho antes que aparecesse o chefe.

10. Mas durante todo o dia o seu Justinho ficou preocupado. No fim do expediente, dirigiu-se ao Alaor.

11. — Não gostei disso que você começou.

12. — Que foi que eu comecei?

13. — Essa história das camisas.

14. — Por que, seu Justinho?

15. — É desagregadora. Vai criar confusão.

16. E, realmente, no dia seguinte não foram poucos os que se declararam perplexos com a questão. Naquela manhã, pela primeira vez em suas vidas, tinham prestado atenção na forma como abotoavam a camisa. Era uma coisa banal, uma ação cotidiana e corriqueira, e, no entanto, todos tinham vivido até então sem saber se abotoavam a camisa de baixo para cima ou de cima para baixo. Era como se não se conhecessem. Um funcionário, inclusive, não compareceu ao trabalho e no outro dia deu a razão: simplesmente ficara paralisado no momento de aboioar a camisa, sem saber se começava por baixo ou por cima. À mulher até pensara que ele estivesse tendo alguma coisa.

17. — Que foi?

18. — Eu não consigo vestir a minha camisa. Eu não consigo vestir a minha camisa!

19. — Deixa que eu ajudo.

20. — Não! Você não vê? Eu é que tenho que vestir. E não consigo decidir se começo a abotoar por baixo ou por cima!

21. Como ele resolvera o problema, para vir trabalhar um dia depois? Botara uma camisa sem botão.

22. Seu Justinho não estava gostando nada daquilo. E nos dias seguintes passou a gostar ainda menos. Notou que todos estavam abalados com a experiência. De repente, por causa dos botões de suas camisas, estavam todos às voltas com graves indagações existenciais, sobre a gratuidade de todas as coisas, sobre os limites do livre arbitro e o lugar do homem num universo aleatório. E aquilo estava prejudicando o serviço. 

23. — Viu o que você fez? — perguntou o seu Justinho, brabo, para o Alaor.

24, — Mas era só uma brincadeira!

25. A brincadeira deixara todos angustiados. Até que seu Justinho decidiu tomar uma atitude. Como bom burocrata, baixou uma norma, gue mandou afixar no quadro de avisos.

26. “Neste escritório, todos os homens abotoam a camisa de baixo para cima, revogadas as disposições em contrário.”

27. Houve um certo alívio no ambiente, o que seu Justinho tomou como mais um triunfo da burocracia que afinal não passava de um método para pôr ordem no caos, segundo ele.

28. Mal sabia o seu Justinho que, depois de ler a sua determinação no quadro, todos tinham começado a abotoar a camisa de cima para baixo. A questão não era mais a extensão da liberdade humana num universo indiferente, a questão era contrariar o seu Justinho. Quem ele pensava que era, mandando até nas suas camisas?


(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Pai não entende nada. Porto Alegre: L&PM, 1996)
A expressão sublinhada deve sua flexão ao verbo em negrito em:
Alternativas
Q2634755 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 10.


Lei estadual garante suspensão de contrato de

fidelização por má prestação de serviço


O Procon de João Pessoa divulgou, neste sábado (9), o alerta de que a Lei Estadual 11.879/2021 garante ao consumidor paraibano a inclusão de cláusulas liberando a fidelização contratual junto às empresas de telefonia em suas várias modalidades (fixa, móvel e de banda larga), sem nenhum ônus ao cliente, caso fique constatada a má qualidade do serviço nos contratos de adesão a esses serviços.

O assunto costuma gerar dúvidas entre os clientes, conforme aponta o secretário de Proteção e Defesa do Consumidor, Rougger Guerra. Segundo ele, o Procon-JP é acionado com frequência para tratar da execução da lei.

“A lei prevê que o cliente pode questionar o contrato de fidelização caso haja a constatação da má prestação de serviço por parte da empresa concessionária, inclusive com a liberação da fidelização”, crava.

De acordo com a legislação, o atendimento insatisfatório ficará caracterizado quando houver o expresso descumprimento de quaisquer das cláusulas contratuais ou de regras estabelecidas pela agência reguladora competente, no caso a Anatel, para esse tipo de serviço.

A lei diz, textualmente, que a empresa deverá incluir cláusula de rescisão contratual, sem ônus, por má qualidade do serviço, independente dos prazos de fidelização’. A Lei também prevê que caberá às prestadoras de serviços o ônus da prova pelo não descumprimento de qualquer obrigação prevista no contrato ou pela não frustração das legítimas expectativas do contratante quanto à qualidade de prestação do serviço.

Rougger Guerra explica que, apesar da legislação federal considerar que a fidelização por desistência por parte do consumidor é legal e que pode até gerar multa para o cliente caso esteja previsto no contrato, a legislação estadual de 2021 regula que, se houver a constatação de má prestação do serviço, o cliente pode requerer o fim do contrato sem arcar com nenhum ônus.

A legislação estadual também regula as penalidades para a empresa que descumprir o contrato junto ao cliente, indicando o que está previsto na lei 8.078/1999 (Código de Defesa do Consumidor – CDC), pode ir de multas à suspensão temporária dos serviços.


https://portalcorreio.com.br. Em 09/09/2023.

“... o contrato de fidelização caso haja a constatação da má prestação de serviço por parte da empresa concessionária...”


Sobre o verbo haja, analise as assertivas a seguir e coloque (V) para VERDADEIRO e (F) para FALSO.


( ) É um verbo impessoal.

( ) É um verbo regular.

( ) Pode ser substituído por “existir” sem alterar o sentido do texto.

( )Está conjugado na 3ª pessoa do singular.

( ) Indica tempo já decorrido e está flexionado no subjuntivo, modo verbal que expressa certeza.


A sequência CORRETA é:

Alternativas
Q2627572 Português

Como a qualidade de sono afeta a sua saúde?


  1. Durante __ sono, é possível repor energias e regular o metabolismo, fatores essenciais
  2. para manter corpo e mente saudáveis. Dormir bem é um hábito que deve ser incluído na rotina
  3. de todos Especialistas recomendam em média 8 horas de sono por dia, sem interrupções. Esse
  4. número pode variar de acordo com a idade de cada indivíduo e as necessidades de
  5. desenvolvimento de seu corpo, de acordo com o indicado.
  6. A longo prazo, a má qualidade do sono pode ter efeitos de maior alcance em sua saúde
  7. geral: aumenta o risco cardiovascular, colocando você em maior risco de ter problemas como
  8. derrames e infartos. Noites mal dormidas também estão associadas a pressão alta, diabetes e
  9. obesidade. Além dos problemas de saúde física, a má qualidade do sono é um fator que contribui
  10. para os problemas de saúde mental, como depressão, cansaço emocional, falta de concentração
  11. e mudanças de humor. Não faz mal repetir e insistir: dormir bem é o segredo da boa saúde e da
  12. felicidade.
  13. Abaixo, veja alguns hábitos que podem ajudar você a criar uma boa noite de sono.
  14. Pratique a boa “higiene do sono”: tenha um horário definido para ir dormir e acordar e não deixe
  15. de segui-lo.
  16. Evite os dispositivos eletrônicos pelo menos 2 horas antes de ir dormir. Também é bom diminuir
  17. as luzes da casa nesse período. Isso ajudará a dizer para o seu cérebro que está perto da hora
  18. de dormir.
  19. Faça exercícios físicos diariamente, mas não muito tarde.
  20. Prepare um jantar leve ao entardecer, pois muito tarde pode interferir no sono.


(Disponível em: https://www.hospitalanchieta.com.br/como-a-qualidade-de-sono-afeta-a-sua-saude/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta flexão de plural escrita de forma INCORRETA.

Alternativas
Q2626718 Português

Papos


- Me disseram...

- Disseram-me.

- Hein?

- O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”.

- Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”?

- O quê?

- Digo-te que você...

- O “te” e o “você” não combinam.

- Lhe digo?

- Também não. O que você ia me dizer?

- Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?

- Partir-te a cara.

- Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.

- É para o seu bem.

- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu...

- O quê?

- O mato.

- Que mato?

- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?

- Eu só estava querendo…

- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é elitismo!

- Se você prefere falar errado...

- Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?

- No caso... não sei.

- Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?

- Esquece.

- Não. Como “esquece”? Você prefere falar errado? E o certo é "esquece" ou “esqueça”? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.

- Depende.

- Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-loias se o soubesses, mas não sabes-o.

- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.

- Agradeço-lhe a permissão para falar errado que me dás. Mas não posso mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia.

- Por quê?

- Porque, com todo este papo, esqueci-lo.


Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Considere o excerto: “E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara.” Neste contexto, a personagem se utiliza de formas pronominais diferentes para se referir à mesma pessoa do discurso. Na verdade, os pronomes “te”, “lhe” e “sua” se referem, respectivamente, à:

Alternativas
Respostas
461: E
462: A
463: A
464: E
465: C
466: C
467: C
468: C
469: A
470: D
471: E
472: C
473: E
474: A
475: D
476: B
477: C
478: E
479: B
480: B