Questões de Concurso
Sobre flexão verbal de número (singular, plural) em português
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“O vidro _________ com a queda do móvel.”
“A maioria das mulheres __________ por melhores condições de vida.”
Em relação à frase acima, analise cada afirmativa a seguir e assinale a alternativa que apresenta todas as corretas:
I. Preenchendo a lacuna com “lutamos”, subentende-se que a autora da frase se inclui na afirmação, num uso especial de concordância.
II. No presente do indicativo, a lacuna pode ser preenchida com “luta” ou “lutam”, estando ambas corretas.
III. No presente do indicativo, a lacuna pode ser preenchida somente com “lutamos” ou “luta”.
IV. No presente do indicativo, a lacuna pode ser preenchida somente com “lutamos” ou “lutam”.
V. A lacuna pode ser preenchida com formas em diferentes tempos verbais.
“Havia alguma coisa errada com o rei”
(RPM)
Assinale a alternativa em que as duas formas reescritas do trecho destacado acima, no plural, estão totalmente corretas.

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Analise os verbos destacados quanto à concordância verbal:
I.Eu sou a pessoa que escreve as legendas.
II.Eu sou a pessoa que escrevo as legendas.
III.Nossos filhos são iguais a nós, que não gostam de filmes violentos.
IV.Nossos filhos são iguais a nós, que não gostamos de filmes violentos.
É correta a concordância verbal em:
Analise os verbos destacados quanto à concordância verbal:
I.Eu sou a pessoa que escreve as legendas.
II.Eu sou a pessoa que escrevo as legendas.
III.Nossos filhos são iguais a nós, que não gostam de filmes violentos.
IV.Nossos filhos são iguais a nós, que não gostamos de filmes violentos.
É correta a concordância verbal em:
Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.
Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.
O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?
Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.
O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.
Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.
Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025.
Internet:
Em relação às ideias veiculadas no texto precedente, bem como a seus aspectos linguísticos, julgue o seguinte item.
No trecho “ou chegar a conclusões após uma análise” (segundo período do quarto parágrafo), o verbo “chegar” poderia ser flexionado no plural — chegarem — sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto.
Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã — ou depois — um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.
Brasileiros já podem solicitar autorização de viagem para o Reino Unido

Por Julia Buckley
(Disponível em: www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/brasileiros-ja-podem-solicitar-autorizacaode-viagem-para-reino-unido-veja-como/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A diferença entre solitude e solidão
A solidão é uma "emoção subjetiva e desagradável" que surge quando você sente "uma baixa qualidade nos relacionamentos sociais em relação ao que gostaria de ter", explica Andrea Wigfield, diretora do Centro de Estudos da Solidão da Universidade Sheffield Hallam, no Reino Unido.
Especialistas sugerem que a solidão aparece quando você sente que a qualidade de seus relacionamentos pessoais é pior do que deseja.
Ou, ao comparar os relacionamentos que tem com os de colegas, se sente insatisfeito porque as suas amizades parecem mais fracas e desinteressantes.
Enquanto uma pessoa isolada pode rapidamente se tornar solitária, também é verdade que é possível se sentir sozinho no meio de uma multidão.
A sensação de que você não pertence — ou de que a qualidade de suas conexões não é forte o suficiente — pode rapidamente levar a essa emoção subjetiva e desagradável, alerta a professora Wigfield.
Embora seja um problema antigo, a solidão se tornou um desafio para milhões durante os lockdowns prolongados e o distanciamento social obrigatório da pandemia de covid-19. Isso deixou muitas pessoas isoladas em casa.
Já a solitude, por outro lado, é mais um estado temporário e pode trazer um momento bem-vindo de tranquilidade.
Trata-se de um período em que você está fisicamente só e não interage com ninguém nas redes sociais, explica a psicóloga Thuy-Vy Nguyen, pesquisadora do Laboratório de Solitude da Universidade de Durham, no Reino Unido.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx28lv8ppxgo#:~:text)
"A solidão é uma emoção subjetiva e desagradável."
No enunciado, o verbo 'ser' está concordando com o sujeito. Mas nem sempre isso ocorre. Em alguns casos, sua concordância depende do tipo de palavra que forma o sujeito e o predicativo do sujeito.
A seguir, são apresentados enunciados com diferentes formas de concordância do verbo 'ser'. Identifique aquele que apresenta um erro.

