Questões de Concurso Sobre flexão verbal de número (singular, plural) em português

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Q3274107 Português

Texto 03




Disponível em: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-2063729898-placa-decorativa-quadro-regras-da-casa. Acesso em: 3 fev. 2025.

As formas verbais “arrume”, “feche”, “limpe”, “apague”, “guarde”, “reponha”, “pergunte” encontram-se flexionadas na
Alternativas
Q3259968 Português
Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem


    A cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, ganhou um memorial para homenagear as 272 vítimas do rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, que ocorreu em 2019. Com assinatura do escritório de arquitetura Gustavo Penna Arquitetos Associados (GPAA), o espaço no local da tragédia está aberto ao público desde janeiro deste ano e tem entrada gratuita.

    A ideia do Memorial Brumadinho, segundo o arquiteto responsável pelo projeto, nasceu a partir da mobilização das famílias das vítimas, que desenvolveram o memorial em parceria com o escritório. Por meio da reflexão e do aprendizado, o objetivo do espaço é preservar as histórias e ressignificar o local da tragédia. “É um memorial para ser conhecido e visitado como um gesto de superação”, disse o arquiteto Gustavo Penna ao CNN Viagem&Gastronomia.

    Com 1.220 metros quadrados, o Memorial Brumadinho foi construído sob a gestão da Fundação Memorial de Brumadinho e abriga diferentes espaços dedicados às vítimas, como uma área retorcida e fragmentada, que representa o impacto do rompimento. Logo em seguida, é possível observar uma drusa de cristais, um monumento que faz referência à maneira como os familiares das vítimas se referem a elas: “joias”. Em cada aniversário do desastre, às 12h28 do dia 25 de janeiro, um feixe de luz ilumina as pedras, “simbolizando a escuridão que marcou aquele momento trágico”.

    O espaço apresenta uma fenda escavada nas paredes laterais, com os nomes das vítimas gravados nelas. Com vista limitada apenas para o horizonte distante, essa seção do percurso, que se estende por 230 metros, tem como propósito induzir à introspecção e à reflexão sobre a fragilidade humana diante de tragédias. “Não é uma construção colocada em um único lugar: o memorial é um território, onde tem o bloco central de recepção. Depois, estende-se pela fenda que aponta o local do rompimento”, explicou Penna.

    Ao final da fenda, os visitantes encontram os espaços Memória e Testemunho, que homenageiam às vítimas por meio de fotos e objetos pessoais. A área é criação da cenógrafa Júlia Peregrino. Além disso, o Memorial Brumadinho conta com um mirante e um bosque, por onde a lama passou. No local, foram plantados 272 ipês amarelos — um para cada vítima. “É um parque para passeio, mas também um território de memória”, concluiu o arquiteto.

Fonte: Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem | CNN Brasil
Assinale a alternativa correta, com todas as adequações necessárias, se passarmos o termo em destaque no período para o singular: “O espaço apresenta uma fenda escavada nas paredes laterais, com os nomes das vítimas gravados nelas”.
Alternativas
Q3259965 Português
Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem


    A cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, ganhou um memorial para homenagear as 272 vítimas do rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, que ocorreu em 2019. Com assinatura do escritório de arquitetura Gustavo Penna Arquitetos Associados (GPAA), o espaço no local da tragédia está aberto ao público desde janeiro deste ano e tem entrada gratuita.

    A ideia do Memorial Brumadinho, segundo o arquiteto responsável pelo projeto, nasceu a partir da mobilização das famílias das vítimas, que desenvolveram o memorial em parceria com o escritório. Por meio da reflexão e do aprendizado, o objetivo do espaço é preservar as histórias e ressignificar o local da tragédia. “É um memorial para ser conhecido e visitado como um gesto de superação”, disse o arquiteto Gustavo Penna ao CNN Viagem&Gastronomia.

    Com 1.220 metros quadrados, o Memorial Brumadinho foi construído sob a gestão da Fundação Memorial de Brumadinho e abriga diferentes espaços dedicados às vítimas, como uma área retorcida e fragmentada, que representa o impacto do rompimento. Logo em seguida, é possível observar uma drusa de cristais, um monumento que faz referência à maneira como os familiares das vítimas se referem a elas: “joias”. Em cada aniversário do desastre, às 12h28 do dia 25 de janeiro, um feixe de luz ilumina as pedras, “simbolizando a escuridão que marcou aquele momento trágico”.

    O espaço apresenta uma fenda escavada nas paredes laterais, com os nomes das vítimas gravados nelas. Com vista limitada apenas para o horizonte distante, essa seção do percurso, que se estende por 230 metros, tem como propósito induzir à introspecção e à reflexão sobre a fragilidade humana diante de tragédias. “Não é uma construção colocada em um único lugar: o memorial é um território, onde tem o bloco central de recepção. Depois, estende-se pela fenda que aponta o local do rompimento”, explicou Penna.

    Ao final da fenda, os visitantes encontram os espaços Memória e Testemunho, que homenageiam às vítimas por meio de fotos e objetos pessoais. A área é criação da cenógrafa Júlia Peregrino. Além disso, o Memorial Brumadinho conta com um mirante e um bosque, por onde a lama passou. No local, foram plantados 272 ipês amarelos — um para cada vítima. “É um parque para passeio, mas também um território de memória”, concluiu o arquiteto.

Fonte: Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja letra s final da palavra não represente o seu plural:
Alternativas
Q3248046 Português
Leia o texto a seguir:

Internet virou "campo minado" para crianças e jovens, diz especialista

        Por Luiz Claudio Ferreira - As crianças já vulnerabilizadas socialmente estão mais suscetíveis a riscos no ambiente digital depois de decisão da empresa Meta de redução das normas de moderação das plataformas. A avaliação é do pesquisador Pedro Hartung, diretor de Políticas e Direitos das Crianças do Instituto Alana.

        "A internet aumenta as vulnerabilidades que já existem no ambiente offline", explicou em entrevista à Agência Brasil.

Ele identifica que a internet se transformou em um "campo minado" para crianças e adolescentes. E reitera que, quando as plataformas não são pensadas para sobrepor ou superar essas violências, acabam reforçando e ampliando as desigualdades.

        "Crianças negras, periféricas e meninas estão muito mais sujeitas a essas violências no mundo digital não só pela reprodução dessa violência social, mas pelo aumento dessa violência", afirmou Pedro Hartung.

        O pesquisador lamenta a falta de participação das grandes empresas em debates, como o que ocorreu nesta semana, em uma audiência pública na Advocacia-Geral da União (AGU) com pesquisadores e representantes da sociedade civil para elencar argumentos sobre o tema.

        Ele sublinha que o ano de 2025 marca os 35 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o país se vê em desafi os para enfrentar o que ele chama de "colonialismo digital". E alerta para o fato de que o afrouxamento da moderação das redes Instagram e Facebook, da Meta, por exemplo, eleva a chance de crimes nas redes. "A gente não está falando somente de dimensões ligadas a uma manifestação de uma opinião".

         Como saída, ele identifica a necessidade de o Estado aplicar a lei e também da implantação de uma política de educação digital.

Confira abaixo os principais trechos da entrevista.

Nesta semana, houve uma audiência pública com a participação de pesquisadores e representantes de diferentes áreas da sociedade civil. O governo está recolhendo subsídios e argumentos nesse embate com as plataformas digitais. Mas os representantes das empresas não foram. O que você pensa sobre isso?

        Lamentavelmente, as empresas e as plataformas digitais que operam no Brasil não estiveram na audiência. Escolheram não estar e contribuir para o debate com a perspectiva delas, com as informações que elas têm, para a gente criar um espaço de busca de soluções. Sem dúvida alguma, como está agora, não podemos admitir. O Congresso Nacional já vem trabalhando há alguns anos, na verdade, em projetos de lei para clarifi car e detalhar a proteção e a segurança de todos nós, inclusive de crianças no ambiente digital. O STF, recentemente, estava julgando o marco legal da internet, especialmente a constitucionalidade do artigo 19 [que aponta que a empresa somente poderá ser responsabilizada por danos se, após ordem judicial específi ca, não tomar providências]. Agora chegou a vez do Executivo assumir a sua responsabilidade de monitorar e fiscalizar o cumprimento da legislação que já existe e que garante, no caso de crianças e adolescentes, prioridade absoluta na proteção dos seus direitos.

Antes da decisão da Meta de alterar a moderação de conteúdo, as crianças já estavam vulnerabilizadas, certo?

        Esse problema de moderação de conteúdo é uma falha da indústria como um todo, de todas as plataformas, de maior ou menor grau. É um verdadeiro campo minado para crianças e adolescentes, de exposição a conteúdos indevidos e muitas vezes ilegais e criminosos.

A internet pode ser mais perigosa para crianças e adolescentes?

        O que era ruim vai ficar ainda pior. Porque a Meta, por mais que ela tenha respondido que essas mudanças não chegaram ainda ao Brasil, sem dúvida alguma é uma mensagem do setor e é um posicionamento ideológico dessas empresas do entendimento de que o espaço da internet não teria lei. É uma mensagem muito ruim para todo o setor e, na verdade, para todos nós como sociedade.

Quais são os principais riscos que nossas crianças e adolescentes estão submetidos?

        Infelizmente, a internet que hoje a gente utiliza não foi a pensada pelos criadores da rede. Essa internet de hoje representa o verdadeiro campo minado para crianças e adolescentes no mundo, especialmente no Brasil, onde regras protetivas são menos aplicadas pelas mesmas empresas. O que já era ruim vai fi car muito pior. Vai fi car muito semelhante ao Discord, onde não tem uma moderação ativa de conteúdo e abre possibilidades para uma distribuição de informação que pode ser muito prejudicial para a saúde e integridade de crianças e adolescentes. Nós estamos falando aqui, por exemplo, de um crescimento de imagens advindas de violência contra a criança, que podem ser utilizadas, inclusive, para ameaçar crianças e adolescentes. Um crescimento, por exemplo, de cyberbullying, e também a exposição não autorizada da imagem em informações pessoais de crianças e adolescentes, ou conteúdos que ou representam ou são mesmo tratamento cruel e degradante, discurso de ódio, incitação e apologia a crimes.

Então não estamos falando de liberdade de expressão?

        Aqui a gente não está falando somente de dimensões ligadas a uma manifestação de uma opinião. A gente está falando aqui de crime muito severo que crianças e adolescentes estão submetidos por uma internet não regulada. Já vi casos de plataformas sem moderação ativa de conteúdo em que cenas advindas de violência pessoal, que a gente chamaria de pornografia infantil e de violência, circulando livremente. A plataforma sem moderação de conteúdo gera muito mais riscos para a violência contra a criança e o adolescente. E os nossos filhos e filhas, netos, sobrinhos, sobrinhas, vão estar muito mais sujeitos a esses perigos e violências.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/educacao/2025/01/1054036-internet-viroucampo-minado-para-criancas-e-jovens-diz-especialista.html. Excertos. Acesso em 27/01/2025
“O pesquisador lamenta a falta de participação das grandes empresas em debates” (5º parágrafo). O verbo em destaque está fl exionado na:
Alternativas
Q3234206 Português
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, um verbo na 3ª pessoa singular do pretérito imperfeito e um verbo na 3ª pessoa plural do futuro do presente. 
Alternativas
Q3228810 Português

A questão se refere ao texto abaixo.


Protejam as crianças da literatura


Wilson Gomes


    "Eu sou a favor da suspensão, porque não é certo o ensinamento desse livro", afirmou uma jovem mãe mineira, ao ser indagada sobre o que achava de o "Menino Marrom", de Ziraldo, ter tido o seu uso didático temporariamente suspenso em Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais. Essa convicção se repete na voz de um jovem pai, que acrescenta que é preciso estar alerta aos livros escolares, sim, e já tinha até planejado ir à Secretaria de Educação "com relação a alguns livros" de leitura obrigatória. Notem o plural.


    Fatos dessa natureza têm recebido enorme cobertura da mídia e inundado o debate público nacional a partir dos ambientes digitais. Não é claro para mim se foi a cobertura que aumentou ou se realmente houve um incremento nas ações de pais e autoridades para restringir o acesso de crianças e jovens a determinados livros. De todo modo, é notável como esses episódios continuam a se repetir.


    Há quem salte para grandes conclusões, atribuindo ao avanço da extrema direita uma onda de moralismo inquisitorial e uma temporada de caça a livros e a outras bruxarias artísticas e literárias no país. E há quem diga claramente que a paixão por censurar se restringe a obras antirracistas ou com temáticas relacionadas à cultura africana no Brasil. As evidências, contudo, não autorizam saltos tão grandes.


    Primeiro, se é verdade que a ultradireita acredita que o mal pode residir em livros e representações artísticas, identitários de esquerda compartilham o mesmo temor e idêntica vontade de proibir, cancelar e punir. A única diferença real entre as duas posições reside na definição do que exatamente constitui o mal. Para identitários, livros ofendem minorias, oferecem "gatilhos" que acionam sofrimentos em certas pessoas, induzem ao racismo, à misoginia, à homofobia e à transfobia e colonizam o pensamento. Para os ultraconservadores, a literatura ensina ideias religiosas falsas, induz à homossexualidade, faz doutrinação ideológica, promove a ideologia de gênero e o comunismo, além de expor crianças à violência e ao sexo.


    Em ambos os casos, há a convicção comum de que as crianças, quando não todas as pessoas, precisam ser protegidas dos livros. E, se possível, que se deem alguns passos mais, que variam desde a reescrita "politicamente correta" — alô, Lobato — ou "de acordo com a sã doutrina" de obras literárias, até a criação de listas de livros e de autores proibidos e a emissão de condenações públicas contra autores, eventualmente, até enquadrando-os em algum tipo penal.


    A rapidez com que se passa do julgamento moral de alguém que se sente ofendido — e o "sentir-se ofendido" é considerado motivo suficiente para a decisão de que um livro não presta — até o pedido de censura e punição ao autor é a mesma nos dois grupos. O identitário grita "racismo religioso" ou "transfobia" com a mesma celeridade com que o conservador conclui que "não é certo o ensinamento desse livro".


    Em segundo lugar, ao examinar as razões enunciadas por quem considera que a obra faz mal, notamos que a censura é invariavelmente vista como um ato de amor e zelo, pois o censor está sempre protegendo alguém vulnerável — crianças, jovens, membros de minorias, pessoas ignorantes, a massa ingênua. Na bibliografia sobre o tema, já se constatou, há anos, que três variáveis são importantes — o quão protetora é a pessoa que pede por censura, o quão vulnerável ela julga ser a pessoa ou grupo que quer proteger e a magnitude do mal que ela julga ver no objeto que deseja censurar.


    A estimativa do nível do mal depende de muitos fatores, inclusive do grau de conhecimento da obra julgada. Grandes leitores raramente têm medo de livros. Quem joga games eletrônicos não vê os danos que os não jogadores imaginam. Os extremamente protetores tendem a querer censurar tudo — celulares, games, televisão, YouTube, livros —, enquanto os que acham que todo mundo sabe se virar no mundo não querem censurar nada. Quem considera os outros muito ingênuos, estúpidos ou influenciáveis fica aflito com o que eles leem ou veem. Quem acha que todo mundo é mais ou menos como ele acredita que todos são suficientemente sagazes para driblar manipulações.


    Curiosamente, as mesmas pessoas que consideram patéticas e absurdas as alegações de que o livro de Ziraldo incentivaria a violência, que é um fato, consideram altamente sofisticado acreditar que smartphones e plataformas digitais vão tornar seus filhos estúpidos, que games os tornarão violentos, que a televisão... Ah, desculpem, as crianças não veem mais televisão. Deve ser, por isso, que estamos melhores.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas. Acesso em: 07 nov. 2024. [Adaptado]

Considere o parágrafo abaixo para responder à questão.


Em ambos os casos, há a convicção comum de que as crianças, quando não todas as pessoas, precisam ser protegidas dos livros. E, se possível, que se deem alguns passos mais, que variam desde a reescrita "politicamente correta" — alô, Lobato — ou "de acordo com a sã doutrina" de obras literárias, até a criação de listas de livros e de autores proibidos e a emissão de condenações públicas contra autores, eventualmente, até enquadrando-os em algum tipo penal.


O verbo “haver” encontra-se no singular, porque

Alternativas
Q3226782 Português
Assinalar a alternativa que apresenta, respectivamente, um verbo na 3ª pessoa singular do pretérito imperfeito e um na 3ª pessoa plural do futuro do presente.
Alternativas
Q3218844 Português
Texto I

Chineses encontram depósito de ouro avaliado em R$ 483 bilhões

Embora a China já seja o maior produtor de ouro do mundo, responsável por cerca de 10% da produção global em 2023, sua demanda supera amplamente a produção interna 

Por Thamila Soares
Rio de Janeiro, 28/11/2024 04h01 

    Pesquisadores chineses do Geological Bureau of Hunan Province (GBHP) anunciaram para a mídia estatal, em 21 de novembro, que descobriram um depósito de minério de ouro de alta qualidade escondido em Wangu, no nordeste da província de Hunan. O local pode abrigar o maior reservatório restante no planeta e é avaliado em mais de US$ 83 bilhões (cerca de R$ 483 bilhões na cotação atual).
    “Muitos dos núcleos de rocha perfurados apresentaram ouro visível”, disse Chen Rulin, um especialista em prospecção de minério do Escritório Geológico da Província de Hunan (GBHP), à mídia estatal.
    Outras quantidades também foram achadas em perfurações de teste em “áreas periféricas” no mesmo local, o que, de acordo com a mídia chinesa, indica a existência de grandes depósitos a serem explorados no fundo.
    Em 2022, a mina South Deep, localizada na África do Sul, possuía as maiores reservas conhecidas de ouro, estimadas em 1.025 toneladas (930 toneladas métricas), segundo a Mining Technology. Isso indica que o novo depósito descoberto na China pode representar o maior estoque natural de ouro já registrado no planeta.

Disponível em: <https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/11/28/oito-vezes-o-peso-da-estatua-da-liberdade-chineses-encontram-deposito-de-ouro-avaliadoem-r-483-bilhoes.ghtml>. Acesso em: 01 dez. 2024. Adaptado. 
Leia o fragmento “Pesquisadores chineses do Geological Bureau of Hunan Province (GBHP) anunciaram para a mídia estatal” (1º§) e analise as assertivas que seguem.

I- Aforma verbal “anunciaram” está conjugada no presente.
II- Aforma verbal “anunciaram” está conjugada no pretérito.
III- Há apenas um verbo no fragmento.
IV- Há três verbos no fragmento.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3216464 Português
"Na medida do possível"


   Nada mais elegante que dizer "na medida do possível". Que sería de nós sem a medida do possível? Sem a sensatez do senso de medida? Nada melhor do que viver - viver na medida do possível. "Você me ama?" "Na medida do possível". "Você é honesto?" "Na medida do possível." "Você quer viver eternamente?" "Na medida do possível". "Você está me dando o fora?" "Na medida do possível".

   Falando agora mais a sério, essa expressão é também um Indice da maturidade modesta: pode indicar o cuidado realista de quem prefere não exagerar em nada e contar com os imprevistos, com os grandes obstáculos que surgem inopinadamente. Ela será mais comumente utilizada por adultos, por pessoas já experientes; dificil imaginar jovens dizendo "na medida do possível", quando a tendência deles é contar com medidas radicais.

   Entre as correntes filosóficas, talvez a do estoicismo seja a que melhor absorva a força dessa expressão. Um estoico não desafia as forças do destino: ele as respeita e conta sempre com a possibilidade de deparar com um desafio invencível, diante do qual ele manterá uma reação sóbria de quem resiste, sim, mas na medida do possível. Na linguagem comum, um estoico seria aquele que se recusa a dar murro em ponta de faca. Ele buscará se conter, na medida do possível.


(Alcino Martinez, a editar)
O verbo indicado entre parenteses deverá flexionar-se no plural para integrar corretamente a frase:
Alternativas
Q3213392 Português
Texto CG1A1

        Observando os mineiros trabalharem, você percebe, por um breve instante, como são diferentes os universos habitados por diferentes pessoas. Os subterrâneos onde se escava o carvão são uma espécie de mundo à parte, e é fácil viver toda uma vida sem jamais ouvir falar dele. É provável que a maioria das pessoas até prefira não ouvir falar dele. E, contudo, esse mundo é a contraparte indispensável do nosso mundo da superfície. Praticamente tudo que fazemos, desde tomar um sorvete até atravessar o Atlântico, desde assar um filão de pão até escrever um romance, envolve usar carvão, direta ou indiretamente. Para todas as artes da paz, o carvão é necessário; e, se a guerra irrompe, é ainda mais necessário. Em épocas de revolução, o mineiro precisa continuar trabalhando, do contrário a revolução tem que parar, pois o carvão é essencial tanto para a revolta como para a reação. Seja lá o que for que aconteça na superfície, as pás e picaretas têm que continuar escavando sem trégua — ou fazendo uma pausa de algumas semanas, no máximo. Porém, de modo geral, não temos consciência disso; todos sabemos que “precisamos de carvão”, mas raramente, ou nunca, nos lembramos de tudo o que está envolvido no processo para se obter carvão.

        Aqui estou eu escrevendo, sentado diante da minha confortável lareira a carvão. De quinze em quinze dias, a carroça de carvão para na porta e uns homens de blusão de couro trazem o carvão para dentro de casa em sacos robustos, cheirando a piche, e o despejam no depósito de carvão embaixo da escada. É só muito raramente, quando faço um esforço mental bem definido, que estabeleço a conexão entre esse carvão e o penoso trabalho realizado lá longe, nas minas. É apenas “carvão”, algo que eu preciso ter, uma coisa escura que chega misteriosamente, vinda de nenhum lugar em especial, como o maná, só que devemos pagar por ele.

        Seria fácil atravessar de carro todo o norte da Inglaterra sem lembrar, nem uma só vez, que, dezenas de metros abaixo da estrada, os mineiros estão atacando o carvão com suas picaretas. E, contudo, são eles que estão fazendo seu carro andar. O mundo deles lá embaixo, iluminado por suas lâmpadas, é tão necessário para o mundo da superfície, da luz do dia, como a raiz é necessária para a flor.

George Orwell. O caminho para Wigan Pier. Trad. Isa Mara Lando.
São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (com adaptações). 

Julgue o item subsequente, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1.


No último período do primeiro parágrafo, a flexão da forma verbal “sabemos” na primeira pessoa do plural expressa um tipo de concordância ideológica, em que essa forma verbal concorda com um elemento implícito, no qual se inclui o próprio autor do texto.

Alternativas
Q3209060 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego dos verbos no singular e no plural. 
Alternativas
Q3206243 Português
        Atualmente, a mulher madura enfrenta enormes desafios. Um deles é a carreira. Hoje, no Brasil, há mais de 55 milhões de pessoas com 50 anos ou mais de idade, dos quais a maioria são mulheres. Nessa fase da vida, boa parte das pessoas enfrenta dificuldade de ingresso — ou reingresso — no mercado de trabalho.

        A despeito das políticas afirmativas nas empresas para a população mais madura, há uma lacuna crescente entre a necessidade de recolocação e o apetite das organizações para contratar pessoas pertencentes a esse segmento da sociedade. No caso das mulheres, o cenário é ainda mais desafiador, dado que a renda feminina, ao longo da vida profissional, é historicamente menor que a do homem, o que requer da mulher esforço adicional para o equilíbrio orçamentário e resulta em menor capacidade de poupança no longo prazo.

         No mundo dos investimentos, o cenário é igualmente crítico. Pesquisa da Associação dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA), mostra que atualmente 65% das mulheres com mais de 45 anos de idade não têm nenhum investimento financeiro. Quando pensam sobre aposentadoria, 18% delas desejam se aposentar antes dos 60 anos e a metade, entre 60 e 70 anos. Porém, impressiona o fato de 12% delas acreditarem que, com a aposentadoria, os recursos que as sustentarão virão do trabalho ativo. 65% dessas mulheres depositam as esperanças no INSS.

         Esses números mostram que a independência financeira da mulher madura está longe de ser alcançada. Na equação em que as variáveis tempo e dinheiro são fundamentais, a escassez da primeira vai obrigatoriamente onerar a segunda.

Ana Leoni. A vida financeira na menopausa.
Internet:<valorinveste.globo.com> (com adaptações)

Considerando as ideias, a estrutura linguística e o vocabulário do texto precedente, julgue o próximo item.


A correção gramatical do texto seria preservada caso a forma verbal “enfrenta” (quarto período do primeiro parágrafo) fosse flexionada no plural — enfrentam. 

Alternativas
Q3195252 Português
Para responder à questão, considere a frase “os primeiros colonizadores dos EUA faziam cerveja de milho”, retirada do texto-base.

Analise as assertivas abaixo sobre a frase apresentada:



I. O verbo “faziam” está conjugado no plural.


II. “primeiros” é classificado como numeral.


III. A frase contém duas preposições.



Quais estão corretas? 

Alternativas
Q3195021 Português
Minha terra tão formosa,
Cheia de tantos encantos.
Onde a infância descuidosa
Vive sem dores nem prantos!

Cravinhos! Linda terra,
De pujantes cafezais,
Que se perdem no horizonte
como imensos matagais!

As manhãs de minha terra,
Fartas de luz, de perfume,
Como nenhuma outra encerra,
Bem podem cantar os numes!

E as noites enluaradas
De um céu coalhado de estrelas
Tais como contos de fadas
Nunca mais hei de esquecê-las!

Oh! Meu Cravinhos tão querido!
Tão meigo e belo torrão!
Oh! Recanto estremecido
Que guardo em meu coração!


<Disponível em
https://cravinhos.sp.gov.br/?menu=noticia_detalhe&id=1
0302. Acesso em 20/01/2025>
Os versos abaixo foram retirados do texto e colocados no plural. Assinale a alternativa em que há ao menos um erro gramatical (ortografia, acentuação, concordância etc.):
Alternativas
Q3194493 Português
O que são anabolizantes e quais os seus efeitos na saúde

Por André Biernath


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/fitness/o-que-sao-anabolizantes-e-quais-seus-efeitos-na-saude – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise o trecho abaixo, retirado do texto-base:

Antes de entender os riscos do consumo dessas drogas, veja como elas agem no organismo para que o corpo fique bombado: administradas por meio de injeções intramusculares ou comprimidos, essas drogas geralmente imitam a estrutura química da testosterona, hormônio que atua no vigor físico e na potência sexual.

Caso o termo destacado “dessas drogas” fosse substituído por sua forma singular, quantas outras palavras necessitariam de ajustes para atender às regras de concordância verbo-nominal?
Alternativas
Q3194492 Português
O que são anabolizantes e quais os seus efeitos na saúde

Por André Biernath


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/fitness/o-que-sao-anabolizantes-e-quais-seus-efeitos-na-saude – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta palavra que é pluralizada da mesma forma que “tendões” e “articulações”.
Alternativas
Q3191830 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Meu Desejo 

 
Meu desejo? era ser a luva branca
Que essa tua gentil mãozinha aperta:
A camélia que murcha no teu seio,
O anjo que por te ver do céu deserta.... 


Meu desejo? era ser o sapatinho
Que teu mimoso pé no baile encerra....
A esperança que sonhas no futuro,
As saudades que tens aqui na terra....


Meu desejo? era ser o cortinado
Que não conta os mistérios do teu leito;
Era de teu colar de negra seda
Ser a cruz com que dormes sobre o peito. 


Meu desejo? era ser o teu espelho
Que mais bela te vê quando deslaças
Do baile as roupas de escomilha e flores
E mira-te amoroso as nuas graças!
Meu desejo? era ser desse teu leito
De cambraia o lençol, o travesseiro
Com que velas o seio, onde repousas,
Solto o cabelo, o rosto feiticeiro....


Meu desejo? era ser a voz da terra
Que da estrela do céu ouvisse amor!
Ser o amante que sonhas, que desejas
Nas cismas encantadas de languor!


Álvares de Azevedo
O poema utiliza-se de alguns recursos típicos de uma carta ao dirigir-se de forma direta à hipotética interlocutora, objeto de desejo do eu-lírico. Para isso, usa o tratamento em segunda pessoa do singular, comum às cartas pessoais da época em que o poema foi escrito. Na quarta estrofe, caso o tratamento utilizado fosse alterado para a terceira pessoa do singular, quantas alterações morfológicas seriam realizadas?
Alternativas
Q3189627 Português
O plural do verbo COMPÕE é:  
Alternativas
Q3184007 Português

Texto para o item.





   Internet: <www.gov.br> (com adaptações)

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

A correção gramatical do texto seria mantida caso a forma verbal “pode” (linha 13) fosse flexionada no plural, concordando com o trecho “bolachas recheadas, salgadinhos de amido de milho, balinhas, pirulitos e chicletes” (linhas de 11 a 13), da seguinte forma: podem.
Alternativas
Q3180541 Português
Leia a frase abaixo e assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas da frase.

"A menina e seu cachorro _________ pela rua, observando as casas _________ e os jardins floridos." 
Alternativas
Respostas
221: E
222: E
223: D
224: A
225: A
226: A
227: A
228: D
229: B
230: C
231: B
232: C
233: E
234: D
235: D
236: D
237: C
238: D
239: E
240: B