Questões de Concurso Sobre flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) em português

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Q2034427 Português
TEXTO I 

Nunca imaginei um dia 

text.png (788×519) 

MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 43ed. – Porto Alegre, RS: LP&M, 2012.
O uso do pretérito imperfeito na oração “Até alguns anos atrás, eu costumava dizer frases como ‘eu jamais vou fazer isso’ ou ‘nem morta eu faço aquilo’...” (l. 1) indica 
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Q2033281 Português
Considere o seguinte fragmento, retirado do texto “Como a esperança pode manter você mais saudável e feliz em tempos de vírus”, publicado em https://www.revistaplaneta.com.br/como-a-esperanca-pode-manter-voce-maissaudavel-e-feliz-em-tempos-de-virus/, em 19/03/2020, com algumas adaptações.

    Independentemente do quanto tentemos, não podemos eliminar as ameaças à esperança. Coisas ruins acontecem. Mas existem os pontos finais da esperança persistente: nos tornamos mais saudáveis e nossos relacionamentos ficam mais felizes. Podemos alcançar essa esperança, aumentando nossa força de vontade, reforçando nossa persistência, encontrando caminhos para nossos objetivos e sonhos e procurando heróis da esperança. E apenas talvez, um dia, nós também possamos ser heróis assim.
No fragmento acima, as formas verbais tentemos, acontecem e possamos estão flexionadas, respectivamente, nos seguintes tempos e modos verbais:
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Q2006967 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


AS DINÂMICAS OCORRÊNCIAS DA VIDA


Acontece com todo mundo. Um dia você descobre que não vale a pena revidar ofensas, que elogiar não é se mostrar inferior e que ser humilde faz um bem danado a alma.


E um dia você também aprende a enorme diferença entre amigos e colegas, e você percebe que há colegas que se fazem de amigos. Um dia você compreende que, não importa o que você faça, as pessoas sempre vão criticá-lo. Então, você passa a ignorar as críticas.


E você passa a ser o que é, sem ligar pros sorrisinhos irônicos, olhares reprovadores, ou indiretas medíocres. Tudo se torna pequeno demais para lhe abalar.


E você descobre, no fim das contas, que o fato de você amar demais a si mesmo é o que incomoda os outros.


E você acredita mesmo? Pense e responda!


(Renata Stuart)


Acesso em: (https://www.pensador.com/textos_ felicidade/9/) - (Adaptado)

Marque o que NÃO se comprova na composição do período transcrito a seguir:
"E você descobre¹ , no fim das contas, que o fato de você amar² , demais a si mesmo é o que incomoda³, os outros".
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Q1999136 Português
...”mandeis” no mais-que-perfeito composto do indicativo, conservando a mesma pessoa e o mesmo número, assume a seguinte forma: 
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Q1945331 Português
Dada a finalidade do texto, é correto afirmar que nele predomina o emprego de verbos no
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Q1883184 Português

Para responder à questão, considere o fragmento de texto abaixo.




Bechara diz que: “Acentuação é o modo de proferir um som ou grupo de sons com mais relevo do que outros. Este relevo se denomina acento”. Considerando o uso de acento gráfico em determinadas palavras do fragmento e o que nos diz Bechara, avalie as assertivas que seguem:


I. Caso de fizessem alterações no contexto de ocorrência e fosse necessário flexionar a forma verbal ‘propõem’ (linha 04) na terceira pessoa do singular do mesmo tempo e modo verbais, deveríamos suprimir o -m e trocar o til pelo acento agudo, visando atender às regras de acentuação gráfica.

II. Os vocábulos trará e dá (linhas 05 e 06) são acentuadas por serem, respectivamente, oxítono terminado em -a, e monossílabo terminado na vogal tônica aberta -a.

III. Os vocábulos porém (linha 07) e contrário (linha 09) são acentuados por distintas regras. Ambos, em outro contexto, poderiam ser grafados sem o acentuado gráfico, alterando-se, pois, a classe gramatical a que pertencem.


Quais estão corretas?

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Q1882219 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



As lições das árvores que perdem as folhas no outono





(Disponível em: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/lira-neto/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 


Assinale a alternativa que indica uma ação terminada no passado.
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Q1880158 Português

Em relação à tipologia do texto, às ideias nele expressas e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Em “Veja essa que linda” (linha 17), a produtora do texto emprega a forma verbal na 3.ª pessoa do singular do modo indicativo para aproximar-se do público leitor. 

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Q1880110 Português

FUGA

        Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

        — Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar.

       Com três anos, já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

        — Pois então para de empurrar a cadeira.

        — Eu vou embora — foi a resposta.

        Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

        A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

       — Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra, do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

       — Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele.

      Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa prevenido — uma moeda de um cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o passinho e abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia à distância.

         — Meu filho, cuidado!

      O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como um animalzinho:

          — Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito comovido.

         — Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.

         Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

          — Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.

        — Me larga. Eu quero ir embora. Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

          — Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

          — Fico, mas vou empurrar esta cadeira.

           E o barulho recomeçou.

Fonte: SABINO, Fernando. Fuga. In: Os melhores contos. Rio de Janeiro: Record, 1986. p.122-123. 

Em “(...) saíra de casa prevenido (...)”, a forma verbal sublinhada poderia ser substituída por: 
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Q1877162 Português
Considere o fragmento abaixo, retirado da obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos para responder à questão.


    “E, pensando bem, ele não era homem: era apenas um cabra ocupado em guardar coisas dos outros. Vermelho, queimado, tinha os olhos azuis, a barba e os cabelos ruivos; mas como vivia em terra alheia, cuidava de animais alheios, descobria-se, encolhia-se na presença dos brancos e julgava-se cabra.” (2009, p.18)
Caso o fragmento apontado fosse usado, em aula de Língua Portuguesa, para discutir o emprego dos tempos verbais, a escolha do pretérito imperfeito do indicativo deveria ser justificada por representar em alguns momentos:
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Q1877155 Português
Embora o aluno aprenda que o modo imperativo é, essencialmente, a forma empregada para indicar “ordem”, “convite” ou “pedido”, como usuário da língua, é igualmente importante que ele perceba que há outras construções linguísticas que também cumprem esse papel. Dentre as frases listadas abaixo, assinale a única que não evidencia, exclusivamente, esse valor “imperativo”.
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Q1876423 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Vida


Não coma a vida com garfo e faca. Lambuze-se!

Muita gente guarda a vida para o futuro.

Mesmo que a vida esteja na geladeira, se você não a viver, ela se deteriorará.

É por isso que tantas pessoas se sentem emboloradas na meia-idade. Elas guardam a vida, não se entregam ao amor, ao trabalho, não ousaram, não foram em frente.

Depois chega o momento em que se conscientizam: "Puxa, passei fome para guardar essas batatas e elas apodreceram."

Não deixe sua vida ficar muito séria.

Viva como se estivesse num jogo, saboreie tudo o que conseguir, as derrotas e as vitórias, a força do amanhecer e a poesia do anoitecer.

Você não faz a diferença para ninguém se não fizer para si mesmo. Trate-se como você trataria um grande amor.


Roberto Shinyashiki.

https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias.html
No trecho, "Muita gente GUARDA a vida para o futuro." a forma verbal "GUARDA", está conjugada no:
Alternativas
Q1876421 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Vida


Não coma a vida com garfo e faca. Lambuze-se!

Muita gente guarda a vida para o futuro.

Mesmo que a vida esteja na geladeira, se você não a viver, ela se deteriorará.

É por isso que tantas pessoas se sentem emboloradas na meia-idade. Elas guardam a vida, não se entregam ao amor, ao trabalho, não ousaram, não foram em frente.

Depois chega o momento em que se conscientizam: "Puxa, passei fome para guardar essas batatas e elas apodreceram."

Não deixe sua vida ficar muito séria.

Viva como se estivesse num jogo, saboreie tudo o que conseguir, as derrotas e as vitórias, a força do amanhecer e a poesia do anoitecer.

Você não faz a diferença para ninguém se não fizer para si mesmo. Trate-se como você trataria um grande amor.


Roberto Shinyashiki.

https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias.html
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está no modo imperativo:
Alternativas
Q1874512 Português
Texto CG1A1-II

   Rejeito as doutrinas do arbítrio; abomino as ditaduras de todo gênero, militares, ou científicas, coroadas, ou populares; detesto os estados de sítio, as suspensões de garantias, as razões de estado, as leis de salvação pública; odeio as combinações hipócritas do absolutismo dissimulado sob as formas democráticas e republicanas; oponho-me aos governos de seitas, aos governos de facção, aos governos de ignorância; e, quando esta se traduz pela abolição geral das grandes instituições docentes, isto é, pela hostilidade radical à inteligência do país nos focos mais altos de sua cultura, a estúpida selvageria dessa fórmula administrativa impressiona-me como o bramir de um oceano de barbaria ameaçando as fronteiras de nossa nacionalidade. 

Rui Barbosa. Discursos, Orações e Conferências.
Livraria e Editora Iracema: São Paulo, p. 95-96.
No texto CG1A1-II, os termos “Rejeito”, “abomino”, “detesto”, “odeio” e “oponho-me” (que iniciam as cinco primeiras orações, respectivamente) 
Alternativas
Q1864456 Português
A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


As formas verbais existisse (l. 09), seria (l. 09) e inclui (l.15) estão conjugadas, respectivamente, no
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Q1864310 Português
Em “Quão boas lembranças haveria, se não tivessem chegado aqueles tempos duros e rudes", o verbo destacado encontra-se no seguinte tempo verbal:
Alternativas
Q1863441 Português
Texto CB1A1-II

    De um dia para o outro, parecia que a peste se tinha instalado confortavelmente no seu paroxismo e incorporava aos seus assassinatos diários a precisão e a regularidade de um bom funcionário. Em princípio, segundo a opinião de pessoas competentes, era bom sinal. O gráfico da evolução da peste, com sua subida incessante, parecia inteiramente reconfortante ao Dr. Richard. Daqui em diante, só poderia decrescer. E ele atribuía o mérito disso ao novo soro de Gastei, que acabava de obter, com efeito, alguns êxitos imprevistos. As formas pulmonares da infecção, que já se tinham manifestado, multiplicavam-se agora nos quatro cantos da cidade. O contágio tinha agora probabilidade de ser maior, com essa nova forma de epidemia. Na realidade, as opiniões dos especialistas tinham sempre sido contraditórias sobre esse ponto. Havia, no entanto, outros motivos de inquietação em consequência das dificuldades de abastecimento, que cresciam com o tempo. A especulação interviera e oferecia, a preços fabulosos, os gêneros de primeira necessidade que faltavam no mercado habitual. As famílias pobres viam-se, assim, em uma situação muito difícil. A peste, que, pela imparcialidade eficaz com que exercia seu ministério, deveria ter reforçado a igualdade entre nossos concidadãos pelo jogo normal dos egoísmos, tornava, ao contrário, mais acentuado no coração dos homens o sentimento da injustiça. Restava, é bem verdade, a igualdade irrepreensível da morte, mas, esta, ninguém queria. Os pobres que sofriam de fome pensavam, com mais nostalgia ainda, nas cidades e nos campos vizinhos, onde a vida era livre e o pão não era caro. Difundira-se uma divisa que se lia, às vezes, nos muros ou se gritava à passagem do prefeito: “Pão ou ar”. Essa fórmula irônica dava o alarme de certas manifestações logo reprimidas, mas cuja gravidade todos percebiam.

Albert Camus. A peste. Internet: (com adaptações). 
Os sentidos do texto CB1A1-II seriam mantidos caso, no trecho “De um dia para o outro, parecia que a peste se tinha instalado confortavelmente no seu paroxismo”, a locução “tinha instalado” fosse substituída por
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Q1862277 Português
Assinale a alternativa em que o sentido indicado NÃO corresponde ao sentido veiculado pela perífrase verbal destacada no respectivo exemplo.
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Q1861851 Português
Texto 2

“ e repente, um índio jovem, neto do tuxaua Senembi, o Camaleão, que integrava a expedição de Carrasco, se aproxima de um dos cativos (que estava preso pela muçurana), bate nele brandamente, várias vezes, com a mão espalmada, e reivindica a sua posse, alegando que fora ele, neto de Senembi, quem primeiro tocara aquele inimigo, durante a luta – circunstância que lhe garantia o direito de executá-lo.” (Alberto Mussa, A primeira história do mundo, p. 129)
No texto 2 há um problema de construção, que é:
Alternativas
Q1861850 Português
Texto 2

“ e repente, um índio jovem, neto do tuxaua Senembi, o Camaleão, que integrava a expedição de Carrasco, se aproxima de um dos cativos (que estava preso pela muçurana), bate nele brandamente, várias vezes, com a mão espalmada, e reivindica a sua posse, alegando que fora ele, neto de Senembi, quem primeiro tocara aquele inimigo, durante a luta – circunstância que lhe garantia o direito de executá-lo.” (Alberto Mussa, A primeira história do mundo, p. 129)
“...que integrava a expedição de Carrasco...” (texto 2); a forma verbal sublinhada está no pretérito imperfeito do indicativo, tempo verbal que indica uma ação:
Alternativas
Respostas
1461: C
1462: B
1463: C
1464: D
1465: C
1466: E
1467: E
1468: E
1469: C
1470: A
1471: C
1472: D
1473: B
1474: D
1475: C
1476: B
1477: A
1478: D
1479: A
1480: E