Questões de Concurso Sobre flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) em português

Foram encontradas 4.106 questões

Q4122925 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Tomar chuva faz bem?

O som relaxante

    Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol, induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.

  "Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan.

    "Quando esse sistema é ativado, podemos observar efeitos fisiológicos como a diminuição da frequência cardíaca e a redução das respostas ao estresse."

    Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente a uma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis de estresse em até 65%.

    Uma chuva intensa, que se situa em uma frequência ainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode ser mais envolvente e proporcionar uma maior sensação de acolhimento, além de mascarar ruídos incômodos e favorecer o sono, diz Sarow.

    Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes, tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.

    "Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como uma âncora para a atenção e o relaxamento."

    Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente.

    Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.

    Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o -fragmento-adaptado 
"...pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena."
O emprego da forma verbal 'pode' indica: 
Alternativas
Q4122746 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tomar chuva faz bem?

O som relaxante


Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol, induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.


"Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan.


"Quando esse sistema é ativado, podemos observar efeitos fisiológicos como a diminuição da frequência cardíaca e a redução das respostas ao estresse."


Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente a uma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis de estresse em até 65%.


Uma chuva intensa, que se situa em uma frequência ainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode ser mais envolvente e proporcionar uma maior sensação de acolhimento, além de mascarar ruídos incômodos e favorecer o sono, diz Sarow. Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes, tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.


"Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como uma âncora para a atenção e o relaxamento."


Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente.


Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.


Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o -fragmento-adaptado 

"...pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena."
O emprego da forma verbal 'pode' indica:
Alternativas
Q4122547 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tomar chuva faz bem?


O som relaxante


Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol, induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.


"Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan.


"Quando esse sistema é ativado, podemos observar efeitos fisiológicos como a diminuição da frequência cardíaca e a redução das respostas ao estresse."


Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente a uma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis de estresse em até 65%.


Uma chuva intensa, que se situa em uma frequência ainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode ser mais envolvente e proporcionar uma maior sensação de acolhimento, além de mascarar ruídos incômodos e favorecer o sono, diz Sarow.


Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes, tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.


"Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como uma âncora para a atenção e o relaxamento."


Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente.


Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.


Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o -fragmento-adaptado 

"...pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena."
O emprego da forma verbal 'pode' indica:
Alternativas
Q4121648 Português
Leia o texto 1 para responder à questão.

Texto 1 

Captura_de tela 2026-06-17 184012.png (662×488)

Captura_de tela 2026-06-17 184025.png (657×397)

Disponível em: https://www.migalhas.com.br/depeso/454094/superendividamento-a-lei-que-protege-quem-nao-consegue-pagar. Acesso em 01 maio 2026 (Adaptado).
Sobre os vocábulos e expressões destacados a seguir, extraídos do texto 1, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) No trecho: “O aposentado recebe ligações [...]” (linha 22), o termo destacado é um pronome demonstrativo.
( ) Os verbos “elimina” (linha 18), “cria” (linha 19) e “recebe” (linha 22) estão no presente do subjuntivo, indicando uma hipótese ou desejo do autor.
( ) No trecho: “[...] ofertas agressivas, renovações sucessivas [...]” (linha 19), os adjetivos destacados estão flexionados no feminino plural para concordar com os substantivos a que se referem.
( ) No fragmento: “O desconto automático [...] elimina o risco de inadimplência” (linha 18), o verbo destacado é transitivo direto, tendo “o risco de inadimplência” como seu objeto direto.
( ) No trecho: “[...] o dinheiro da renda vai embora antes de qualquer despesa com dignidade” (linhas 23-24), a expressão destacada apresenta linguagem figurada, ou seja, uma personificação.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é 
Alternativas
Q4121485 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tomar chuva faz bem?

O som relaxante


Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol, induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.


"Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan.


"Quando esse sistema é ativado, podemos observar efeitos fisiológicos como a diminuição da frequência cardíaca e a redução das respostas ao estresse."


Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente a uma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis de estresse em até 65%. Uma chuva intensa, que se situa em uma frequência ainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode ser mais envolvente e proporcionar uma maior sensação de acolhimento, além de mascarar ruídos incômodos e favorecer o sono, diz Sarow. Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes, tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.


"Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como uma âncora para a atenção e o relaxamento."


Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente.


Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.


Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o -fragmento-adaptado

"...pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena."
O emprego da forma verbal 'pode' indica:
Alternativas
Q4121237 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tomar chuva faz bem?

O som relaxante


Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol, induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.


"Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan.


"Quando esse sistema é ativado, podemos observar efeitos fisiológicos como a diminuição da frequência cardíaca e a redução das respostas ao estresse." Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente a uma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis de estresse em até 65%.


Uma chuva intensa, que se situa em uma frequência ainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode ser mais envolvente e proporcionar uma maior sensação de acolhimento, além de mascarar ruídos incômodos e favorecer o sono, diz Sarow.


Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes, tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.


"Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como uma âncora para a atenção e o relaxamento."


Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente. Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.


Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o -fragmento-adaptado

"...pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena."
O emprego da forma verbal 'pode' indica:
Alternativas
Q4121172 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

'David da Vinci', o menino gênio mexicano com QI superior ao de Einstein

 

David Camacho provavelmente não irá gostar do título desta reportagem.

Primeiramente, porque não se identifica com a descrição de "menino gênio", embora seu quociente de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130 fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado.

"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

Em segundo lugar, porque ele admite que não lhe agrada muito ser comparado com outras mentes brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI estimado de 160.

"Tenho 10 anos e estou apenas começando", prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida, certo?"

Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David da Vinci".

"Minha professora do jardim da infância me ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.

"Fiquei impressionado com a sua história, até que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."

Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México, conta casualmente que oferece conferências em universidades e para organismos internacionais. E está a ponto de publicar um livro.

David Camacho também teve a "grandiosa oportunidade" de ser selecionado para visitar a sede da Nasa em Houston, no Estado americano do Texas. Ele participou de um programa de treinamento espacial, pilotou um voo simulado e vivenciou a gravidade zero.

Seu futuro poderá levá-lo em direção à Nasa, mas ele não quer fechar nenhuma porta.

"Gostaria de fazer a primeira cirurgia no espaço", ele conta. "Criar a próxima SpaceX, ser o próximo Elon Musk, algo assim. Combinando tudo com os negócios, com as ciências humanas... tenho toda a vida pela frente!"

Atualmente, David Camacho estuda em uma escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês, francês e alemão e começou a estudar russo, português e italiano.

Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.

"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.

Mas ele acredita que nem todos entendem o que é ser um menino gênio.

"Muitas pessoas pensam que devemos saber tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do universo."

"Muitas vezes, eles me desafiam, dizendo: 'Se você é um menino gênio, diga a raiz quadrada não sei do quê, multiplique por tanto...' Espere, se eu não aprendi, não vou saber!", ele conta, rindo.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8937lee8v5o

Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos."
O vocábulo 'talvez' pertence à classe _______, indicando _______, e seu emprego nesse trecho justifica o uso da forma verbal 'seja' no tempo e modo do_______.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas: 
Alternativas
Q4121142 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tomar chuva faz bem?


O som relaxante


Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol, induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.


"Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan.


"Quando esse sistema é ativado, podemos observar efeitos fisiológicos como a diminuição da frequência cardíaca e a redução das respostas ao estresse."


Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente a uma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis de estresse em até 65%.


Uma chuva intensa, que se situa em uma frequência ainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode ser mais envolvente e proporcionar uma maior sensação de acolhimento, além de mascarar ruídos incômodos e favorecer o sono, diz Sarow.


Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes, tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.


"Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como uma âncora para a atenção e o relaxamento."


Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente.


Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.


Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o -fragmento-adaptado 

"...pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena."


O emprego da forma verbal 'pode' indica:

Alternativas
Q4121009 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tomar chuva faz bem?


O som relaxante


Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol,induzindo uma sensação de calma, além de mascararruídos incômodos.


"Os sons da água têm sido associados à ativação dosistema nervoso parassimpático, o ramo do sistemanervoso responsável pelo relaxamento e pelarecuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínicaque atua em um centro ambulatorial em Southfield, noEstado americano do Michigan.


"Quando esse sistema é ativado, podemos observarefeitos fisiológicos como a diminuição da frequênciacardíaca e a redução das respostas ao estresse."


Um estudo recente revelou que o som da chuva foi maiseficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente auma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis deestresse em até 65%.


Uma chuva intensa, que se situa em uma frequênciaainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode sermais envolvente e proporcionar uma maior sensação deacolhimento, além de mascarar ruídos incômodos efavorecer o sono, diz Sarow.


Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes,tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.


"Se alguém escuta esses sons de forma intencionalcomo parte de uma rotina de relaxamento, a experiênciapode começar a se assemelhar a práticas de atençãoplena ou meditação, nas quais o som atua como umaâncora para a atenção e o relaxamento."


Embora minha tempestade não tenha me colocadoexatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazersentir melhor e mais conectada ao momento presente.


Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicarum pouco mais de tempo para me envolver nessaexperiência.


Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva,pense em se sintonizar com essa experiência. Vocêpode se surpreender agradavelmente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o-fragmento-adaptado


"...pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena."
O emprego da forma verbal 'pode' indica: 
Alternativas
Q4120856 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Tomar chuva faz bem?

O som relaxante


    Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol, induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.

  "Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan.

    "Quando esse sistema é ativado, podemos observar efeitos fisiológicos como a diminuição da frequência cardíaca e a redução das respostas ao estresse."

    Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente a uma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis de estresse em até 65%.

    Uma chuva intensa, que se situa em uma frequência ainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode ser mais envolvente e proporcionar uma maior sensação de acolhimento, além de mascarar ruídos incômodos e favorecer o sono, diz Sarow.

    Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes, tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.

    "Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como uma âncora para a atenção e o relaxamento."

    Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente.

    Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.

    Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o -fragmento-adaptado 

"...pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena."


O emprego da forma verbal 'pode' indica:

Alternativas
Q4120559 Português
Texto CG6A1

        A consolidação de um Estado comprometido com a boa governança, a eficiência e a integridade exige o reconhecimento de que a incorporação de tecnologias digitais avançadas, entre elas, a inteligência artificial (IA), deixou de representar mera inovação administrativa para se firmar como exigência estrutural da administração pública contemporânea.

       Assim como os direitos fundamentais sociais dependem de políticas públicas adequadamente formuladas, os instrumentos de fiscalização demandam novas capacidades analíticas capazes de lidar com a complexidade crescente da gestão estatal. A IA, nesse sentido, emerge como ferramenta auxiliar indispensável para ampliar a capacidade do Estado de identificar riscos, interpretar dados massivos e orientar decisões estratégicas.

        No âmbito do controle externo, os tribunais de contas assumem protagonismo natural nesse processo de transformação. O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN), guardião da legalidade e da racionalidade das políticas públicas, encontra-se diante do desafio de produzir uma atuação que seja, simultaneamente, tecnicamente sofisticada e constitucionalmente orientada. Isso implica compreender que a adoção de IA não se limita à implementação de ferramentas, mas exige a formação de servidores capazes de interagir criticamente com esses sistemas, avaliando seus limites, seus vieses e seus impactos. Trata-se, em última análise, de reconhecer que o exercício contemporâneo da fiscalização depende de agentes públicos dotados de letramento digital específico, condição indispensável para assegurar uma atuação estatal responsável e alinhada aos valores constitucionais.

Leonardo Medeiros Junior. O TCE do futuro: IA que ajuda, humanos que decidem.
In: Revista do TCE, Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte,
v. 27, n.º 1, dez./2025, p. 26 (com adaptações). 

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos e discursivos do texto CG6A1, julgue o item a seguir.


No texto, há predominância do emprego de verbos no presente do indicativo, o que reforça a atualidade e a firmeza das argumentações.

Alternativas
Q4120435 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

'David da Vinci', o menino gênio mexicano com QI superior ao de Einstein

 

David Camacho provavelmente não irá gostar do título desta reportagem.

Primeiramente, porque não se identifica com a descrição de "menino gênio", embora seu quociente de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130 fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado.

"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

Em segundo lugar, porque ele admite que não lhe agrada muito ser comparado com outras mentes brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI estimado de 160.

"Tenho 10 anos e estou apenas começando", prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida, certo?"

Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David da Vinci".

"Minha professora do jardim da infância me ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele. "Fiquei impressionado com a sua história, até que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."

Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México, conta casualmente que oferece conferências em universidades e para organismos internacionais. E está a ponto de publicar um livro.

David Camacho também teve a "grandiosa oportunidade" de ser selecionado para visitar a sede da Nasa em Houston, no Estado americano do Texas. Ele participou de um programa de treinamento espacial, pilotou um voo simulado e vivenciou a gravidade zero. Seu futuro poderá levá-lo em direção à Nasa, mas ele não quer fechar nenhuma porta.

"Gostaria de fazer a primeira cirurgia no espaço", ele conta. "Criar a próxima SpaceX, ser o próximo Elon Musk, algo assim. Combinando tudo com os negócios, com as ciências humanas... tenho toda a vida pela frente!"

Atualmente, David Camacho estuda em uma escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês, francês e alemão e começou a estudar russo, português e italiano.

Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.

"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.

Mas ele acredita que nem todos entendem o que é ser um menino gênio. "Muitas pessoas pensam que devemos saber tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do universo."

"Muitas vezes, eles me desafiam, dizendo: 'Se você é um menino gênio, diga a raiz quadrada não sei do quê, multiplique por tanto...' Espere, se eu não aprendi, não vou saber!", ele conta, rindo.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8937lee8v5o

Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos."
O vocábulo 'talvez' pertence à classe _______, indicando _______, e seu emprego nesse trecho justifica o uso da forma verbal 'seja' no tempo e modo do_______.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas: 
Alternativas
Q4119362 Português
Uma Copa com temperaturas altas já era algo de se esperar neste ano, a julgar pelo calor que caracterizou as duas edições mais recentes do torneio realizadas na região na mesma época do ano − no México em 1986 e nos Estados Unidos em 1994. A diferença é que, desde então, a humanidade continuou acelerando a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera, aumentando a temperatura média do planeta e agravando a crise climática, que tem aumentado a frequência e a intensidade de ondas de calor e tempestades. [...]

Os riscos que as condições climáticas trazem para a Copa vêm sendo alardeados pelo menos desde novembro de 2024. Um estudo publicado na revista Scientific Reports, assinado por um grupo de cinco cientistas da Polônia e da Alemanha, avaliou se o calor e outros parâmetros climáticos poderiam representar uma ameaça aos atletas, levando em conta as condições meteorológicas das cidades que sediarão jogos do torneio. A análise mostrou que 10 dos 16 estádios da Copa "têm risco muito alto de apresentar condições de estresse térmico extremo", a depender do horário do dia, conforme concluiu o estudo.

O perigo é mais elevado no período entre 14 e 17 horas, quando a radiação solar e as temperaturas são mais intensas. De acordo com o estudo, as condições climáticas mais extremas apareceram nas cidades de Arlington (na Grande Dallas) e Houston, ambas no Texas, e de Monterrey, no México. Nessas cidades, o índice de estresse térmico usado pelos cientistas − que leva em conta o calor, a umidade, a radiação solar e o esforço físico dos atletas − pode alcançar um patamar que os autores consideram inaceitável. Nessas condições, os jogadores têm a sensação térmica equivalente a uma temperatura de 49,5 °C e podem perder uma quantidade muito grande de água durante a partida. Mas o trabalho foi criticado por não levar em conta que alguns estádios − incluindo os de Arlington e Houston − têm cobertura retrátil e sistemas de climatização, o que deve reduzir o risco de estresse térmico para os atletas.


(Disponível em: https://l1nk.dev/k6uq9gq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
No uso da língua, o emprego dos tempos e dos modos verbais não acontece de modo fixo, por exemplo: passado para indicar fatos apenas já concluídos ou modo subjuntivo para indicar apenas o que é suposto, possível, incerto. A língua é dinâmica e, nesse sentido, é possível usar o presente do indicativo para exprimir outros sentidos para além de indicar que o fato acontece no instante da enunciação. Isso posto, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os usos do presente do indicativo (verbos em destaque)  a seus respectivos sentidos:

Primeira coluna: usos do presente do indicativo

1.A Terra realiza um movimento em torno de seu próprio eixo, cuja duração é de aproximadamente 24 horas.
2.No próximo dia 21 de junho, entramos no inverno, mas já faz frio em algumas partes do hemisfério sul.
3.Se você quer uma vida longa e ativa, precisa mudar seus hábitos agora.
4.Se, durante a viagem de férias, eu me levanto todos os dias às 5h para correr, minha irmã se aborreceria demais.

Segunda coluna: sentidos

(__)Usa-se o presente do indicativo em referência a algo que ainda acontecerá e tem-se certeza.
(__)Usa-se o presente do indicativo para indicar uma condição futura, possível de acontecer, mas incerta.
(__)Usa-se o presente do indicativo para declarar algo que acontece habitualmente, que é atemporal.
(__)Usa-se o presente do indicativo para indicar uma ação possível de ter acontecido no passado, como condição para outra ação acontecer.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4119232 Português
Uma Copa com temperaturas altas já era algo de se esperar neste ano, a julgar pelo calor que caracterizou as duas edições mais recentes do torneio realizadas na região na mesma época do ano − no México em 1986 e nos Estados Unidos em 1994. A diferença é que, desde então, a humanidade continuou acelerando a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera, aumentando a temperatura média do planeta e agravando a crise climática, que tem aumentado a frequência e a intensidade de ondas de calor e tempestades. [...]

Os riscos que as condições climáticas trazem para a Copa vêm sendo alardeados pelo menos desde novembro de 2024. Um estudo publicado na revista Scientific Reports, assinado por um grupo de cinco cientistas da Polônia e da Alemanha, avaliou se o calor e outros parâmetros climáticos poderiam representar uma ameaça aos atletas, levando em conta as condições meteorológicas das cidades que sediarão jogos do torneio. A análise mostrou que 10 dos 16 estádios da Copa "têm risco muito alto de apresentar condições de estresse térmico extremo", a depender do horário do dia, conforme concluiu o estudo.

O perigo é mais elevado no período entre 14 e 17 horas, quando a radiação solar e as temperaturas são mais intensas. De acordo com o estudo, as condições climáticas mais extremas apareceram nas cidades de Arlington (na Grande Dallas) e Houston, ambas no Texas, e de Monterrey, no México. Nessas cidades, o índice de estresse térmico usado pelos cientistas − que leva em conta o calor, a umidade, a radiação solar e o esforço físico dos atletas − pode alcançar um patamar que os autores consideram inaceitável. Nessas condições, os jogadores têm a sensação térmica equivalente a uma temperatura de 49,5 °C e podem perder uma quantidade muito grande de água durante a partida. Mas o trabalho foi criticado por não levar em conta que alguns estádios − incluindo os de Arlington e Houston − têm cobertura retrátil e sistemas de climatização, o que deve reduzir o risco de estresse térmico para os atletas.


(Disponível em: https://l1nk.dev/k6uq9gq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
No uso da língua, o emprego dos tempos e dos modos verbais não acontece de modo fixo, por exemplo: passado para indicar fatos apenas já concluídos ou modo subjuntivo para indicar apenas o que é suposto, possível, incerto. A língua é dinâmica e, nesse sentido, é possível usar o presente do indicativo para exprimir outros sentidos para além de indicar que o fato acontece no instante da enunciação. Isso posto, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os usos do presente do indicativo (verbos em destaque) a seus respectivos sentidos:
Primeira coluna: usos do presente do indicativo
1.A Terra realiza um movimento em torno de seu próprio eixo, cuja duração é de aproximadamente 24 horas.
2.No próximo dia 21 de junho, entramos no inverno, mas já faz frio em algumas partes do hemisfério sul.
3.Se você quer uma vida longa e ativa, precisa mudar seus hábitos agora.
4.Se, durante a viagem de férias, eu me levanto todos os dias às 5h para correr, minha irmã se aborreceria demais.
Segunda coluna: sentidos
(__)Usa-se o presente do indicativo em referência a algo que ainda acontecerá e tem-se certeza.
(__)Usa-se o presente do indicativo para indicar uma condição futura, possível de acontecer, mas incerta.
(__)Usa-se o presente do indicativo para declarar algo que acontece habitualmente, que é atemporal.
(__)Usa-se o presente do indicativo para indicar uma ação possível de ter acontecido no passado, como condição para outra ação acontecer.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4119113 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Uma Copa com temperaturas altas já era algo de se esperar neste ano, a julgar pelo calor que caracterizou as duas edições mais recentes do torneio realizadas na região na mesma época do ano − no México em 1986 e nos Estados Unidos em 1994. A diferença é que, desde então, a humanidade continuou acelerando a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera, aumentando a temperatura média do planeta e agravando a crise climática, que tem aumentado a frequência e a intensidade de ondas de calor e tempestades. [...]


Os riscos que as condições climáticas trazem para a Copa vêm sendo alardeados pelo menos desde novembro de 2024. Um estudo publicado na revista Scientific Reports, assinado por um grupo de cinco cientistas da Polônia e da Alemanha, avaliou se o calor e outros parâmetros climáticos poderiam representar uma ameaça aos atletas, levando em conta as condições meteorológicas das cidades que sediarão jogos do torneio. A análise mostrou que 10 dos 16 estádios da Copa "têm risco muito alto de apresentar condições de estresse térmico extremo", a depender do horário do dia, conforme concluiu o estudo.


O perigo é mais elevado no período entre 14 e 17 horas, quando a radiação solar e as temperaturas são mais intensas. De acordo com o estudo, as condições climáticas mais extremas apareceram nas cidades de Arlington (na Grande Dallas) e Houston, ambas no Texas, e de Monterrey, no México. Nessas cidades, o índice de estresse térmico usado pelos cientistas − que leva em conta o calor, a umidade, a radiação solar e o esforço físico dos atletas − pode alcançar um patamar que os autores consideram inaceitável. Nessas condições, os jogadores têm a sensação térmica equivalente a uma temperatura de 49,5 °C e podem perder uma quantidade muito grande de água durante a partida. Mas o trabalho foi criticado por não levar em conta que alguns estádios − incluindo os de Arlington e Houston − têm cobertura retrátil e sistemas de climatização, o que deve reduzir o risco de estresse térmico para os atletas.



(Disponível em: https://l1nk.dev/k6uq9gq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

No uso da língua, o emprego dos tempos e dos modos verbais não acontece de modo fixo, por exemplo: passado para indicar fatos apenas já concluídos ou modo subjuntivo para indicar apenas o que é suposto, possível, incerto. A língua é dinâmica e, nesse sentido, é possível usar o presente do indicativo para exprimir outros sentidos para além de indicar que o fato acontece no instante da enunciação. Isso posto, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os usos do presente do indicativo (verbos em destaque) a seus respectivos sentidos:

Primeira coluna: usos do presente do indicativo

1.A Terra realiza um movimento em torno de seu próprio eixo, cuja duração é de aproximadamente 24 horas.
2.No próximo dia 21 de junho, entramos no inverno, mas já faz frio em algumas partes do hemisfério sul.
3.Se você quer uma vida longa e ativa, precisa mudar seus hábitos agora.
4.Se, durante a viagem de férias, eu me levanto todos os dias às 5h para correr, minha irmã se aborreceria demais.

Segunda coluna: sentidos

(__)Usa-se o presente do indicativo em referência a algo que ainda acontecerá e tem-se certeza.
(__)Usa-se o presente do indicativo para indicar uma condição futura, possível de acontecer, mas incerta.
(__)Usa-se o presente do indicativo para declarar algo que acontece habitualmente, que é atemporal.
(__)Usa-se o presente do indicativo para indicar uma ação possível de ter acontecido no passado, como condição para outra ação acontecer.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FAMGOV Prova: FURB - 2026 - FAMGOV - Biólogo |
Q4118982 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Uma Copa com temperaturas altas já era algo de se esperar neste ano, a julgar pelo calor que caracterizou as duas edições mais recentes do torneio realizadas na região na mesma época do ano − no México em 1986 e nos Estados Unidos em 1994. A diferença é que, desde então, a humanidade continuou acelerando a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera, aumentando a temperatura média do planeta e agravando a crise climática, que tem aumentado a frequência e a intensidade de ondas de calor e tempestades. [...]

Os riscos que as condições climáticas trazem para a Copa vêm sendo alardeados pelo menos desde novembro de 2024. Um estudo publicado na revista Scientific Reports, assinado por um grupo de cinco cientistas da Polônia e da Alemanha, avaliou se o calor e outros parâmetros climáticos poderiam representar uma ameaça aos atletas, levando em conta as condições meteorológicas das cidades que sediarão jogos do torneio. A análise mostrou que 10 dos 16 estádios da Copa "têm risco muito alto de apresentar condições de estresse térmico extremo", a depender do horário do dia, conforme concluiu o estudo.

O perigo é mais elevado no período entre 14 e 17 horas, quando a radiação solar e as temperaturas são mais intensas. De acordo com o estudo, as condições climáticas mais extremas apareceram nas cidades de Arlington (na Grande Dallas) e Houston, ambas no Texas, e de Monterrey, no México. Nessas cidades, o índice de estresse térmico usado pelos cientistas − que leva em conta o calor, a umidade, a radiação solar e o esforço físico dos atletas − pode alcançar um patamar que os autores consideram inaceitável. Nessas condições, os jogadores têm a sensação térmica equivalente a uma temperatura de 49,5 °C e podem perder uma quantidade muito grande de água durante a partida. Mas o trabalho foi criticado por não levar em conta que alguns estádios − incluindo os de Arlington e Houston − têm cobertura retrátil e sistemas de climatização, o que deve reduzir o risco de estresse térmico para os atletas.

(Disponível em: https://l1nk.dev/k6uq9gq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

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No uso da língua, o emprego dos tempos e dos modos verbais não acontece de modo fixo, por exemplo: passado para indicar fatos apenas já concluídos ou modo subjuntivo para indicar apenas o que é suposto, possível, incerto. A língua é dinâmica e, nesse sentido, é possível usar o presente do indicativo para exprimir outros sentidos para além de indicar que o fato acontece no instante da enunciação. Isso posto, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os usos do presente do indicativo (verbos em destaque) a seus respectivos sentidos:

Primeira coluna: usos do presente do indicativo
1. A Terra realiza um movimento em torno de seu próprio eixo, cuja duração é de aproximadamente 24 horas.
2. No próximo dia 21 de junho, entramos no inverno, mas já faz frio em algumas partes do hemisfério sul.
3. Se você quer uma vida longa e ativa, precisa mudar seus hábitos agora.
4. Se, durante a viagem de férias, eu me levanto todos os dias às 5h para correr, minha irmã se aborreceria demais.

Segunda coluna: sentidos
(__) Usa-se o presente do indicativo em referência a algo que ainda acontecerá e tem-se certeza.
(__) Usa-se o presente do indicativo para indicar uma condição futura, possível de acontecer, mas incerta.
(__) Usa-se o presente do indicativo para declarar algo que acontece habitualmente, que é atemporal.
(__) Usa-se o presente do indicativo para indicar uma ação possível de ter acontecido no passado, como condição para outra ação acontecer.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FAMGOV Prova: FURB - 2026 - FAMGOV - Geógrafo |
Q4118932 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Uma Copa com temperaturas altas já era algo de se esperar neste ano, a julgar pelo calor que caracterizou as duas edições mais recentes do torneio realizadas na região na mesma época do ano − no México em 1986 e nos Estados Unidos em 1994. A diferença é que, desde então, a humanidade continuou acelerando a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera, aumentando a temperatura média do planeta e agravando a crise climática, que tem aumentado a frequência e a intensidade de ondas de calor e tempestades. [...]

Os riscos que as condições climáticas trazem para a Copa vêm sendo alardeados pelo menos desde novembro de 2024. Um estudo publicado na revista Scientific Reports, assinado por um grupo de cinco cientistas da Polônia e da Alemanha, avaliou se o calor e outros parâmetros climáticos poderiam representar uma ameaça aos atletas, levando em conta as condições meteorológicas das cidades que sediarão jogos do torneio. A análise mostrou que 10 dos 16 estádios da Copa "têm risco muito alto de apresentar condições de estresse térmico extremo", a depender do horário do dia, conforme concluiu o estudo.

O perigo é mais elevado no período entre 14 e 17 horas, quando a radiação solar e as temperaturas são mais intensas. De acordo com o estudo, as condições climáticas mais extremas apareceram nas cidades de Arlington (na Grande Dallas) e Houston, ambas no Texas, e de Monterrey, no México. Nessas cidades, o índice de estresse térmico usado pelos cientistas − que leva em conta o calor, a umidade, a radiação solar e o esforço físico dos atletas − pode alcançar um patamar que os autores consideram inaceitável. Nessas condições, os jogadores têm a sensação térmica equivalente a uma temperatura de 49,5 °C e podem perder uma quantidade muito grande de água durante a partida. Mas o trabalho foi criticado por não levar em conta que alguns estádios − incluindo os de Arlington e Houston − têm cobertura retrátil e sistemas de climatização, o que deve reduzir o risco de estresse térmico para os atletas.

(Disponível em: https://l1nk.dev/k6uq9gq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

.
No uso da língua, o emprego dos tempos e dos modos verbais não acontece de modo fixo, por exemplo: passado para indicar fatos apenas já concluídos ou modo subjuntivo para indicar apenas o que é suposto, possível, incerto. A língua é dinâmica e, nesse sentido, é possível usar o presente do indicativo para exprimir outros sentidos para além de indicar que o fato acontece no instante da enunciação. Isso posto, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os usos do presente do indicativo (verbos em destaque) a seus respectivos sentidos:

Primeira coluna: usos do presente do indicativo
1. A Terra realiza um movimento em torno de seu próprio eixo, cuja duração é de aproximadamente 24 horas.
2. No próximo dia 21 de junho, entramos no inverno, mas já faz frio em algumas partes do hemisfério sul.
3. Se você quer uma vida longa e ativa, precisa mudar seus hábitos agora.
4. Se, durante a viagem de férias, eu me levanto todos os dias às 5h para correr, minha irmã se aborreceria demais.

Segunda coluna: sentidos
(__) Usa-se o presente do indicativo em referência a algo que ainda acontecerá e tem-se certeza.
(__) Usa-se o presente do indicativo para indicar uma condição futura, possível de acontecer, mas incerta.
(__) Usa-se o presente do indicativo para declarar algo que acontece habitualmente, que é atemporal.
(__) Usa-se o presente do indicativo para indicar uma ação possível de ter acontecido no passado, como condição para outra ação acontecer.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4118882 Português
Uma Copa com temperaturas altas já era algo de se esperar neste ano, a julgar pelo calor que caracterizou as duas edições mais recentes do torneio realizadas na região na mesma época do ano − no México em 1986 e nos Estados Unidos em 1994. A diferença é que, desde então, a humanidade continuou acelerando a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera, aumentando a temperatura média do planeta e agravando a crise climática, que tem aumentado a frequência e a intensidade de ondas de calor e tempestades. [...]

Os riscos que as condições climáticas trazem para a Copa vêm sendo alardeados pelo menos desde novembro de 2024. Um estudo publicado na revista Scientific Reports, assinado por um grupo de cinco cientistas da Polônia e da Alemanha, avaliou se o calor e outros parâmetros climáticos poderiam representar uma ameaça aos atletas, levando em conta as condições meteorológicas das cidades que sediarão jogos do torneio. A análise mostrou que 10 dos 16 estádios da Copa "têm risco muito alto de apresentar condições de estresse térmico extremo", a depender do horário do dia, conforme concluiu o estudo.

O perigo é mais elevado no período entre 14 e 17 horas, quando a radiação solar e as temperaturas são mais intensas. De acordo com o estudo, as condições climáticas mais extremas apareceram nas cidades de Arlington (na Grande Dallas) e Houston, ambas no Texas, e de Monterrey, no México. Nessas cidades, o índice de estresse térmico usado pelos cientistas − que leva em conta o calor, a umidade, a radiação solar e o esforço físico dos atletas − pode alcançar um patamar que os autores consideram inaceitável. Nessas condições, os jogadores têm a sensação térmica equivalente a uma temperatura de 49,5 °C e podem perder uma quantidade muito grande de água durante a partida. Mas o trabalho foi criticado por não levar em conta que alguns estádios − incluindo os de Arlington e Houston − têm cobertura retrátil e sistemas de climatização, o que deve reduzir o risco de estresse térmico para os atletas.


(Disponível em: https://l1nk.dev/k6uq9gq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
No uso da língua, o emprego dos tempos e dos modos verbais não acontece de modo fixo, por exemplo: passado para indicar fatos apenas já concluídos ou modo subjuntivo para indicar apenas o que é suposto, possível, incerto. A língua é dinâmica e, nesse sentido, é possível usar o presente do indicativo para exprimir outros sentidos para além de indicar que o fato acontece no instante da enunciação. Isso posto, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os usos do presente do indicativo (verbos em destaque)  a seus respectivos sentidos:

Primeira coluna: usos do presente do indicativo

1.A Terra realiza um movimento em torno de seu próprio eixo, cuja duração é de aproximadamente 24 horas.
2.No próximo dia 21 de junho, entramos no inverno, mas já faz frio em algumas partes do hemisfério sul.
3.Se você quer uma vida longa e ativa, precisa mudar seus hábitos agora.
4.Se, durante a viagem de férias, eu me levanto todos os dias às 5h para correr, minha irmã se aborreceria demais.

Segunda coluna: sentidos

(__)Usa-se o presente do indicativo em referência a algo que ainda acontecerá e tem-se certeza.
(__)Usa-se o presente do indicativo para indicar uma condição futura, possível de acontecer, mas incerta.
(__)Usa-se o presente do indicativo para declarar algo que acontece habitualmente, que é atemporal.
(__)Usa-se o presente do indicativo para indicar uma ação possível de ter acontecido no passado, como condição para outra ação acontecer.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4118832 Português
Uma Copa com temperaturas altas já era algo de se esperar neste ano, a julgar pelo calor que caracterizou as duas edições mais recentes do torneio realizadas na região na mesma época do ano − no México em 1986 e nos Estados Unidos em 1994. A diferença é que, desde então, a humanidade continuou acelerando a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera, aumentando a temperatura média do planeta e agravando a crise climática, que tem aumentado a frequência e a intensidade de ondas de calor e tempestades. [...]

Os riscos que as condições climáticas trazem para a Copa vêm sendo alardeados pelo menos desde novembro de 2024. Um estudo publicado na revista Scientific Reports, assinado por um grupo de cinco cientistas da Polônia e da Alemanha, avaliou se o calor e outros parâmetros climáticos poderiam representar uma ameaça aos atletas, levando em conta as condições meteorológicas das cidades que sediarão jogos do torneio. A análise mostrou que 10 dos 16 estádios da Copa "têm risco muito alto de apresentar condições de estresse térmico extremo", a depender do horário do dia, conforme concluiu o estudo.

O perigo é mais elevado no período entre 14 e 17 horas, quando a radiação solar e as temperaturas são mais intensas. De acordo com o estudo, as condições climáticas mais extremas apareceram nas cidades de Arlington (na Grande Dallas) e Houston, ambas no Texas, e de Monterrey, no México. Nessas cidades, o índice de estresse térmico usado pelos cientistas − que leva em conta o calor, a umidade, a radiação solar e o esforço físico dos atletas − pode alcançar um patamar que os autores consideram inaceitável. Nessas condições, os jogadores têm a sensação térmica equivalente a uma temperatura de 49,5 °C e podem perder uma quantidade muito grande de água durante a partida. Mas o trabalho foi criticado por não levar em conta que alguns estádios − incluindo os de Arlington e Houston − têm cobertura retrátil e sistemas de climatização, o que deve reduzir o risco de estresse térmico para os atletas.


(Disponível em: https://l1nk.dev/k6uq9gq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
No uso da língua, o emprego dos tempos e dos modos verbais não acontece de modo fixo, por exemplo: passado para indicar fatos apenas já concluídos ou modo subjuntivo para indicar apenas o que é suposto, possível, incerto. A língua é dinâmica e, nesse sentido, é possível usar o presente do indicativo para exprimir outros sentidos para além de indicar que o fato acontece no instante da enunciação. Isso posto, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os usos do presente do indicativo (verbos em destaque) a seus respectivos sentidos:
Primeira coluna: usos do presente do indicativo
1.A Terra realiza um movimento em torno de seu próprio eixo, cuja duração é de aproximadamente 24 horas.
2.No próximo dia 21 de junho, entramos no inverno, mas já faz frio em algumas partes do hemisfério sul.
3.Se você quer uma vida longa e ativa, precisa mudar seus hábitos agora.
4.Se, durante a viagem de férias, eu me levanto todos os dias às 5h para correr, minha irmã se aborreceria demais.
Segunda coluna: sentidos
(__)Usa-se o presente do indicativo em referência a algo que ainda acontecerá e tem-se certeza.
(__)Usa-se o presente do indicativo para indicar uma condição futura, possível de acontecer, mas incerta.
(__)Usa-se o presente do indicativo para declarar algo que acontece habitualmente, que é atemporal.
(__)Usa-se o presente do indicativo para indicar uma ação possível de ter acontecido no passado, como condição para outra ação acontecer.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4118783 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Uma Copa com temperaturas altas já era algo de se esperar neste ano, a julgar pelo calor que caracterizou as duas edições mais recentes do torneio realizadas na região na mesma época do ano − no México em 1986 e nos Estados Unidos em 1994. A diferença é que, desde então, a humanidade continuou acelerando a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera, aumentando a temperatura média do planeta e agravando a crise climática, que tem aumentado a frequência e a intensidade de ondas de calor e tempestades. [...]


Os riscos que as condições climáticas trazem para a Copa vêm sendo alardeados pelo menos desde novembro de 2024. Um estudo publicado na revista Scientific Reports, assinado por um grupo de cinco cientistas da Polônia e da Alemanha, avaliou se o calor e outros parâmetros climáticos poderiam representar uma ameaça aos atletas, levando em conta as condições meteorológicas das cidades que sediarão jogos do torneio. A análise mostrou que 10 dos 16 estádios da Copa "têm risco muito alto de apresentar condições de estresse térmico extremo", a depender do horário do dia, conforme concluiu o estudo.


O perigo é mais elevado no período entre 14 e 17 horas, quando a radiação solar e as temperaturas são mais intensas. De acordo com o estudo, as condições climáticas mais extremas apareceram nas cidades de Arlington (na Grande Dallas) e Houston, ambas no Texas, e de Monterrey, no México. Nessas cidades, o índice de estresse térmico usado pelos cientistas − que leva em conta o calor, a umidade, a radiação solar e o esforço físico dos atletas − pode alcançar um patamar que os autores consideram inaceitável. Nessas condições, os jogadores têm a sensação térmica equivalente a uma temperatura de 49,5 °C e podem perder uma quantidade muito grande de água durante a partida. Mas o trabalho foi criticado por não levar em conta que alguns estádios − incluindo os de Arlington e Houston − têm cobertura retrátil e sistemas de climatização, o que deve reduzir o risco de estresse térmico para os atletas.



(Disponível em: https://l1nk.dev/k6uq9gq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

No uso da língua, o emprego dos tempos e dos modos verbais não acontece de modo fixo, por exemplo: passado para indicar fatos apenas já concluídos ou modo subjuntivo para indicar apenas o que é suposto, possível, incerto. A língua é dinâmica e, nesse sentido, é possível usar o presente do indicativo para exprimir outros sentidos para além de indicar que o fato acontece no instante da enunciação. Isso posto, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os usos do presente do indicativo (verbos em destaque) a seus respectivos sentidos:

Primeira coluna: usos do presente do indicativo

1.A Terra realiza um movimento em torno de seu próprio eixo, cuja duração é de aproximadamente 24 horas.
2.No próximo dia 21 de junho, entramos no inverno, mas já faz frio em algumas partes do hemisfério sul.
3.Se você quer uma vida longa e ativa, precisa mudar seus hábitos agora.
4.Se, durante a viagem de férias, eu me levanto todos os dias às 5h para correr, minha irmã se aborreceria demais.

Segunda coluna: sentidos

(__)Usa-se o presente do indicativo em referência a algo que ainda acontecerá e tem-se certeza.
(__)Usa-se o presente do indicativo para indicar uma condição futura, possível de acontecer, mas incerta.
(__)Usa-se o presente do indicativo para declarar algo que acontece habitualmente, que é atemporal.
(__)Usa-se o presente do indicativo para indicar uma ação possível de ter acontecido no passado, como condição para outra ação acontecer.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Respostas
41: D
42: A
43: B
44: B
45: D
46: C
47: D
48: C
49: D
50: A
51: C
52: B
53: C
54: E
55: D
56: C
57: B
58: C
59: A
60: A