Questões de Concurso Sobre figuras de linguagem em português

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Q2483400 Português
Silêncio interior: a arte de escutar a própria essência

Alessandra Aragão | 11/04/2024
 


        Em um mundo saturado de barulhos, o silêncio se torna um refúgio cada vez mais raro e precioso. No entanto, para muitos, ele também pode ser um terreno árido, desconfortável e até mesmo assustador.


          Por que nos sentimos tão desconfortáveis com o silêncio? Uma das razões pode ser o medo do que ele pode revelar. O silêncio nos confronta com nossa própria solidão, com nossas inseguranças e com nossas emoções mais profundas. É no silêncio que nos deparamos com quem realmente somos, sem máscaras ou disfarces.


        É importante reconhecer que o silêncio nem sempre é um espaço vazio ou pacífico. Embora pareça contraditório, o silêncio pode ser recheado de barulhos internos. Pensamentos intrusivos, medos, dúvidas e angústias podem ecoar em nossa mente quando nos encontramos em quietude. Esse "barulho do silêncio" pode ser intimidante e até assustador, levando-nos [a] buscar distrações para evitar enfrentar nossos próprios pensamentos e sentimentos.


        Quantas vezes você se viu recorrendo [a] TV, mesmo sem assistir, apenas para preencher o vazio do silêncio? Ou pegando seu telefone e mergulhando nas redes sociais para escapar do desconforto de estar sozinho com seus pensamentos?


        Essas são estratégias comuns para evitar o silêncio, mas elas nos privam da oportunidade de explorar quem realmente somos, que emoções estamos sentindo, de encontrar nossas respostas e do crescimento pessoal que pode surgir desse processo.

      Convido você [a] abraçar o silêncio como uma ferramenta para a sua transformação pessoal. Permita-se mergulhar nesse espaço e descobrir [a]s infinitas possibilidades que ele oferece:


• Conscientize-se do seu relacionamento com o silêncio: Reserve um momento para refletir sobre como você se sente em relação ao silêncio. Você o evita ou o busca? O que isso revela sobre suas necessidades emocionais e mentais?

• Pratique a observação sem julgamento: quando se encontrar no silêncio, permita-se simplesmente observar seus pensamentos e emoções sem tentar controlá-los ou julgá-los. Apenas observe e esteja presente com o que surgir.

• Crie momentos de silêncio intencional: reserve tempo em sua rotina diária para estar em silêncio, seja através da meditação, caminhadas na natureza ou simplesmente sentando-se em quietude. Permita-se ficar confortável com o silêncio e descubra o que ele tem a lhe oferecer.

• Explore o que o silêncio revela: pergunte a si mesmo: o que os pensamentos e emoções que surgem no silêncio estão tentando me dizer? Existe algum padrão ou tema recorrente que merece minha atenção?

• Pratique a autocompaixão: se o silêncio desencadear emoções desconfortáveis, seja gentil consigo mesmo. Reconheça que é natural sentir-se desconfortável às vezes e que isso faz parte do processo de crescimento pessoal.



        Ao abraçar o silêncio e enfrentar o "barulho" que ele pode conter, você pode descobrir uma fonte inestimável de clareza e de autoconhecimento.

       Lembre-se de que a transformação pessoal muitas vezes começa no silêncio, ________ podemos encontrar a coragem e a sabedoria necessárias para crescer e evoluir como pessoa.

      Então o que está esperando? Silencie-se hoje mesmo e escute o que o seu silêncio quer lhe dizer. 



ARAGÃO, Alessandra. Silêncio interior: a arte de escutar a própria
essência. Estado de Minas, 11 de abril de 2024. Disponível em:
https://www.em.com.br/colunistas/alessandraaragao/2024/04/6835972-silencio-interior-a-arte-de-escutar-a-propriaessencia.html. Acesso em: 11 abr. 2024. Adaptado.

Na afirmação de que o silêncio “se torna um refúgio cada vez mais raro e precioso”, mas que, para muitas pessoas, “também pode ser um terreno árido, desconfortável e até mesmo assustador” (1º parágrafo), a autora emprega a seguinte figura de linguagem: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Londrina - PR Provas: FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Auditor Fiscal de Tributos - Serviço de Auditoria Fiscal de Tributos | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Promotor de Saúde Pública - Serviço de Fonoaudiologia | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Contador - Serviço de Contabilidade | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Analista de Sistemas - Serviço de Análise em Informática | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Gestor Cultural - Serviço de Arquivista | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Gestor Cultural - Serviço de Programação Cultural | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Gestor Cultural - Serviço de Biblioteconomia | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Analista de Proteção e Defesa do Consumidor - Serviço de Proteção e Defesa do Consumidor - Serviço de Proteção e Defesa do Consumidor | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Administrador - Serviço de Administração | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Promotor de Saúde Pública - Serviço de Farmacêutica Bioquímica | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Promotor de Saúde Pública - Serviço de Farmacêutica | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Promotor de Saúde Pública - Serviço de Enfermagem | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Gestor Territorial - Serviço de Geologia | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Gestor Social - Serviço de Gestão de Esporte, Da Educação Física e do Lazer | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Gestor Social - Serviço de Pedagodia | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Gestor Social - Serviço de Sociologia | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Gestor de Engenharia e Arquitetura - Serviço de Engenharia Química | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Gestor de Engenharia e Arquitetura - Serviço de Engenharia Elétrica | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Gestor de Engenharia e Arquitetura - Serviço de Arquitetura Urbanista | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Gestor de Engenharia e Arquitetura - Serviço de Engenharia Agronômica | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Gestor de Engenharia e Arquitetura - Serviço de Engenharia Ambiental | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Promotor de Saúde Pública - Serviço de Nutrição | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Londrina - PR - Promotor de Saúde Pública - Serviço de Psicologia |
Q2483284 Português
Em “Os bons alimentos ficam calados nessa hora” (l. 27-28), é empregada pela autora a figura de linguagem:
Alternativas
Q2483188 Português
Silêncio interior: a arte de escutar a própria essência

Alessandra Aragão | 11/04/2024
 


        Em um mundo saturado de barulhos, o silêncio se torna um refúgio cada vez mais raro e precioso. No entanto, para muitos, ele também pode ser um terreno árido, desconfortável e até mesmo assustador.


          Por que nos sentimos tão desconfortáveis com o silêncio? Uma das razões pode ser o medo do que ele pode revelar. O silêncio nos confronta com nossa própria solidão, com nossas inseguranças e com nossas emoções mais profundas. É no silêncio que nos deparamos com quem realmente somos, sem máscaras ou disfarces.


        É importante reconhecer que o silêncio nem sempre é um espaço vazio ou pacífico. Embora pareça contraditório, o silêncio pode ser recheado de barulhos internos. Pensamentos intrusivos, medos, dúvidas e angústias podem ecoar em nossa mente quando nos encontramos em quietude. Esse "barulho do silêncio" pode ser intimidante e até assustador, levando-nos [a] buscar distrações para evitar enfrentar nossos próprios pensamentos e sentimentos.


        Quantas vezes você se viu recorrendo [a] TV, mesmo sem assistir, apenas para preencher o vazio do silêncio? Ou pegando seu telefone e mergulhando nas redes sociais para escapar do desconforto de estar sozinho com seus pensamentos?


        Essas são estratégias comuns para evitar o silêncio, mas elas nos privam da oportunidade de explorar quem realmente somos, que emoções estamos sentindo, de encontrar nossas respostas e do crescimento pessoal que pode surgir desse processo.

      Convido você [a] abraçar o silêncio como uma ferramenta para a sua transformação pessoal. Permita-se mergulhar nesse espaço e descobrir [a]s infinitas possibilidades que ele oferece:


• Conscientize-se do seu relacionamento com o silêncio: Reserve um momento para refletir sobre como você se sente em relação ao silêncio. Você o evita ou o busca? O que isso revela sobre suas necessidades emocionais e mentais?

• Pratique a observação sem julgamento: quando se encontrar no silêncio, permita-se simplesmente observar seus pensamentos e emoções sem tentar controlá-los ou julgá-los. Apenas observe e esteja presente com o que surgir.

• Crie momentos de silêncio intencional: reserve tempo em sua rotina diária para estar em silêncio, seja através da meditação, caminhadas na natureza ou simplesmente sentando-se em quietude. Permita-se ficar confortável com o silêncio e descubra o que ele tem a lhe oferecer.

• Explore o que o silêncio revela: pergunte a si mesmo: o que os pensamentos e emoções que surgem no silêncio estão tentando me dizer? Existe algum padrão ou tema recorrente que merece minha atenção?

• Pratique a autocompaixão: se o silêncio desencadear emoções desconfortáveis, seja gentil consigo mesmo. Reconheça que é natural sentir-se desconfortável às vezes e que isso faz parte do processo de crescimento pessoal.



        Ao abraçar o silêncio e enfrentar o "barulho" que ele pode conter, você pode descobrir uma fonte inestimável de clareza e de autoconhecimento.

       Lembre-se de que a transformação pessoal muitas vezes começa no silêncio, ________ podemos encontrar a coragem e a sabedoria necessárias para crescer e evoluir como pessoa.

      Então o que está esperando? Silencie-se hoje mesmo e escute o que o seu silêncio quer lhe dizer. 



ARAGÃO, Alessandra. Silêncio interior: a arte de escutar a própria
essência. Estado de Minas, 11 de abril de 2024. Disponível em:
https://www.em.com.br/colunistas/alessandraaragao/2024/04/6835972-silencio-interior-a-arte-de-escutar-a-propriaessencia.html. Acesso em: 11 abr. 2024. Adaptado.


Qual figura de pensamento se faz presente na expressão “barulho do silêncio” (3º parágrafo)?
Alternativas
Q2478858 Português
Imagem associada para resolução da questão


No 2º quadro da tirinha acima um dos personagens fala “Meu amor é uma caravana de rosas vagando num deserto inefável de paixão”.
Nessa fala temos um exemplo de: 
Alternativas
Q2477456 Português

Leia os Textos 2, 3 e 4 para responder à questão.


Texto 2


Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

BÍBLIA SAGRADA. 1ª Coríntios: 13.



Texto 3


Amor é um fogo que arde sem se ver,

É ferida que dói, e não se sente,

É um contentamento descontente,

É dor que desatina sem doer.

Trecho do soneto “O amor é fogo que arde sem se ver”, de Camões.


Texto 4


Ainda que eu falasse a língua dos homens

E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.


É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade;

O amor é bom, não quer o mal;

Não sente inveja ou se envaidece.


O amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer.


Ainda que eu falasse a língua dos homens

E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.


É um não querer mais que bem querer;

É solitário andar por entre a gente;

É um não contentar-se de contente;

É cuidar que se ganha em se perder

Trecho da música “Monte Castelo”, de Legião Urbana.


Nosso sistema linguístico disponibiliza as figuras de linguagem como mecanismos de produção de sentidos. Podemos reconhecer tal recurso semântico no trecho 
Alternativas
Q2475386 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1 

Chega de saudade

Tom Jobim

Vai, minha tristeza

E diz a ela que sem ela não pode ser

Diz-lhe, numa prece, que ela regresse

Porque eu não posso mais sofrer

Chega de saudade

A realidade é que sem ela não há paz

Não há beleza, é só tristeza e a melancolia

Que não sai de mim, não sai de mim, não sai


Disponível em: <https://www.letras.mus.br/tom-jobim/49028/>. Acesso em: 05 abr. 2024

A interpretação da letra da música aponta para a construção do sentido um eu-lírico que interage com a tristeza como mensageira de seu sentimento pela mulher amada, por meio de uma
Alternativas
Q2474661 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 04




Disponível em: https://br.pinterest.com/. Acesso em: 10 mar. 2024.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de composição do texto 04.

I. O uso da letra maiúscula nas palavras “Saudade”, “Esperança”, “Presente”, “Passado” e “Futuro” reforçam a personificação desses termos.
II. O uso dos travessões intercalando o trecho “como seria lógico” indica a inserção de uma oração interferente, que traz uma observação adicional.
III. O uso do termo “seu moço”, que é um termo de chamamento (vocativo), indica a presença de um interlocutor a quem o eu poético fala.
IV. O uso dos travessões iniciais, nas duas últimas frases, assinala a presença de um diálogo.
V. O uso das vírgulas intercalando o trecho “a Saudade e a Esperança” se justifica pelo fato de esse trecho ser um aposto explicativo.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2474655 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

A cultura do exemplo inspira

Luciana Pianaro
[...] Pode apostar, se alguém for influenciado positivamente no trabalho, levará esse estímulo para casa. O compromisso com o bem-estar ou com a gentileza, que pode ter começado com os colegas da empresa, passa, então, a ser compartilhado com seus entes queridos, incentivando hábitos saudáveis e cuidados com a saúde física e mental. Gosto de pensar que a cultura do bom exemplo na empresa, na família ou na escola é como uma pedra jogada em um lago, criando ondas que reverberam muito além de seu ponto de origem. Ela molda não apenas o lugar onde estamos, mas também a esfera pessoal daqueles que estão por perto.
Portanto, ao construir e manter essa cultura, as empresas e as organizações não apenas promovem um espaço de produtividade e convivência construtivo, mas também contribuem para comunidades mais equilibradas e relações familiares mais leves e harmoniosas. O poder do bom exemplo é fascinante, pois se estende além do que podemos imaginar, tornando o mundo um lugar melhor, o local de trabalho mais agradável e nossas vidas mais enriquecedoras.

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 10 mar. 2024. Adaptado.
A alternativa em que se verifica o uso da figura de linguagem comparação como recurso de expressão é
Alternativas
Q2474654 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

A cultura do exemplo inspira

Luciana Pianaro
[...] Pode apostar, se alguém for influenciado positivamente no trabalho, levará esse estímulo para casa. O compromisso com o bem-estar ou com a gentileza, que pode ter começado com os colegas da empresa, passa, então, a ser compartilhado com seus entes queridos, incentivando hábitos saudáveis e cuidados com a saúde física e mental. Gosto de pensar que a cultura do bom exemplo na empresa, na família ou na escola é como uma pedra jogada em um lago, criando ondas que reverberam muito além de seu ponto de origem. Ela molda não apenas o lugar onde estamos, mas também a esfera pessoal daqueles que estão por perto.
Portanto, ao construir e manter essa cultura, as empresas e as organizações não apenas promovem um espaço de produtividade e convivência construtivo, mas também contribuem para comunidades mais equilibradas e relações familiares mais leves e harmoniosas. O poder do bom exemplo é fascinante, pois se estende além do que podemos imaginar, tornando o mundo um lugar melhor, o local de trabalho mais agradável e nossas vidas mais enriquecedoras.

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 10 mar. 2024. Adaptado.
Considere a passagem do texto:

“Pode apostar, se alguém for influenciado positivamente no trabalho, levará esse estímulo para casa.”

Analise os itens a seguir tendo em vista os termos de uso formal que poderiam substituir a expressão coloquial “Pode apostar”, sem alterar o sentido da passagem.

I. Com certeza.
II. Por certo.
III. Possivelmente.
IV. Indubitavelmente.
V. Quem sabe.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2474653 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

A cultura do exemplo inspira

Luciana Pianaro
[...] Pode apostar, se alguém for influenciado positivamente no trabalho, levará esse estímulo para casa. O compromisso com o bem-estar ou com a gentileza, que pode ter começado com os colegas da empresa, passa, então, a ser compartilhado com seus entes queridos, incentivando hábitos saudáveis e cuidados com a saúde física e mental. Gosto de pensar que a cultura do bom exemplo na empresa, na família ou na escola é como uma pedra jogada em um lago, criando ondas que reverberam muito além de seu ponto de origem. Ela molda não apenas o lugar onde estamos, mas também a esfera pessoal daqueles que estão por perto.
Portanto, ao construir e manter essa cultura, as empresas e as organizações não apenas promovem um espaço de produtividade e convivência construtivo, mas também contribuem para comunidades mais equilibradas e relações familiares mais leves e harmoniosas. O poder do bom exemplo é fascinante, pois se estende além do que podemos imaginar, tornando o mundo um lugar melhor, o local de trabalho mais agradável e nossas vidas mais enriquecedoras.

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 10 mar. 2024. Adaptado.
Considere a seguinte passagem do texto:

“[...] como uma pedra jogada em um lago, criando ondas que reverberam muito além de seu ponto de origem.”

Nessa passagem, o termo “reverberam” foi usado com valor semântico de
Alternativas
Q2474356 Português
Qual dos seguintes mecanismos de produção de sentido é frequentemente utilizado em piadas e trocadilhos, destacando a diferença entre o significado literal das palavras e o significado pretendido pelo autor?
Alternativas
Q2474301 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 04



Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/questoes-classicas/. Acesso em: 16 fev. 2024.

Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos de expressão usados na construção da tira. 


I. Ambiguidade.


II. Intertextualidade.


III. Personificação.


IV. Sarcasmo.


IV. Ironia.


Estão CORRETOS os recursos de expressão

Alternativas
Q2474209 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 03



Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/394698354833272096/. Acesso em: 3 mar. 2024. 

Analise as afirmativas a seguir tendo em vista os recursos de expressão usados na composição do texto.



I. A ambiguidade presente na palavra “vergonha” é um dos recursos de expressão usado na construção do texto.


II. A expressão “de vergonha” foi usada para expressar uma circunstância de causa.


III. A expressão “matar o sujeito de vergonha” constitui um recurso expressivo denominado hipérbole.


IV. A expressão “sem matar” foi usada para expressar uma circunstância de modo.


V. A expressão “de vergonha” foi usada para caracterizar o substantivo “sujeito”.



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q2473846 Português
Trabalho é dignidade, e não exploração

Número de denúncias de trabalho análogo à escravidão bate recorde em 2023. O próximo passo é punir com rigor uma das práticas mais cruéis da história da humanidade.

       O Brasil registrou o maior número de denúncias de trabalho análogo à escravidão da história em 2023. A quantidade de notificações cresce a cada ano, à medida que mais pessoas se conscientizam sobre esse crime e os canais de denúncia são difundidos. O passo seguinte deve ser a maior fiscalização e a punição severa dos autores.
          Foram 3.422 denúncias em 12 meses em todo o país, 61% a mais do que em 2022. Minas Gerais é o segundo Estado com o maior número de pessoas resgatadas no ano passado, com 632 vítimas.
         O trabalho análogo à escravidão é objetivamente definido pelo Código Penal brasileiro, em seu artigo 149. Caracteriza-se pela condição degradante de trabalho, em que há a restrição da locomoção do indivíduo em razão de dívida contraída com seu empregador.
        Mesmo com a clara tipificação legal, os perpetradores aproveitam do desconhecimento de grande parte dos cidadãos sobre seus direitos trabalhistas. A falta de instrução aliada à condição de pobreza e fome contribuem para que milhares de pessoas se tornem presas fáceis para os chamados “gatos”, responsáveis por aliciar as vítimas.
       A prática é facilitada ainda pelas brechas na fiscalização. Auditores denunciam constantemente a falta de estrutura, de valorização e de articulação entre os órgãos no combate ao trabalho análogo à escravidão.
      Por fim, deve haver avanço na punição dos infratores. Nada repara a dignidade nem devolve o tempo perdido por uma vítima que teve a liberdade cerceada. Porém, é preciso fazer doer no bolso dos autores. Lamentavelmente, as multas aplicadas muitas vezes não correspondem à gravidade do trabalho análogo à escravidão, uma das práticas mais bárbaras da humanidade.
      Há casos em que as indenizações são menores do que as pagas a um passageiro que teve a mala extraviada por uma companhia aérea.
       Cabe ainda debater a expropriação de terras onde for comprovado esse tipo de exploração. Acima de tudo, o combate ao trabalho análogo à escravidão passa por uma mudança de mentalidade colonial, que persiste no país.

(Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/. Acesso em: 20/01/2024.)
As figuras de linguagem são recursos utilizados para gerar efeitos no discurso e dar mais expressividade ao que é dito no texto dando um significado que vai além do sentido literal. A partir do exposto, assinale a alternativa que é constituída por expressão no sentido conotativo.
Alternativas
Q2473573 Português
O primeiro livro de cada uma das minhas vidas

         Perguntaram-me uma vez qual fora o primeiro livro de minha vida. Prefiro falar do primeiro livro de cada uma das minhas vidas. Busco na memória e tenho a sensação quase física nas mãos ao segurar aquela preciosidade: um livro fininho que contava a história do patinho feio e da lâmpada de Aladim. Eu lia e relia as duas histórias, criança não tem disso de só ler uma vez: criança quase aprende de cor e, mesmo quase sabendo de cor, relê com muito da excitação da primeira vez. A história do patinho que era feio no meio dos outros bonitos, mas quando cresceu revelou o mistério: ele não era pato e sim um belo cisne. Essa história me fez meditar muito, e identifiquei-me com o sofrimento do patinho feio – quem sabe se eu era um cisne?
        Quanto a Aladim, soltava minha imaginação para as lonjuras do impossível a que eu era crédula: o impossível naquela época estava ao meu alcance. A ideia do gênio que dizia: pede de mim o que quiseres, sou teu servo – isso me fazia cair em devaneio. Quieta no meu canto, eu pensava se algum dia um gênio me diria: “Pede de mim o que quiseres”. Mas desde então revelava-se que sou daqueles que têm que usar os próprios recursos para terem o que querem, quando conseguem.
      Tive várias vidas. Em outra de minhas vidas, o meu livro sagrado foi emprestado porque era muito caro: Reinações de Narizinho. Já contei o sacrifício de humilhações e perseveranças pelo qual passei, pois, já pronta para ler Monteiro Lobato, o livro grosso pertencia a uma menina cujo pai tinha uma livraria. A menina gorda e muito sardenta se vingara tornando-se sádica e, ao descobrir o que valeria para mim ler aquele livro, fez um jogo de “amanhã venha em casa que eu empresto”. Quando eu ia, com o coração literalmente batendo de alegria, ela me dizia: “Hoje não posso emprestar, venha amanhã”. Depois de cerca de um mês de venha amanhã, o que eu, embora altiva que era, recebia com humildade para que a menina não me cortasse de vez a esperança, a mãe daquele primeiro monstrinho de minha vida notou o que se passava e, um pouco horrorizada com a própria filha, deu-lhe ordens para que naquele mesmo momento me fosse emprestado o livro. Não o li de uma vez: li aos poucos, algumas páginas de cada vez para não gastar. Acho que foi o livro que me deu mais alegria naquela vida.
       Em outra vida que tive, eu era sócia de uma biblioteca popular de aluguel. Sem guia, escolhia os livros pelo título. E eis que escolhi um dia um livro chamado O lobo da estepe, de Herman Hesse. O título me agradou, pensei tratar-se de um livro de aventuras tipo Jack London. O livro, que li cada vez mais deslumbrada, era de aventura sim, mas outras aventuras. E eu, que já escrevia pequenos contos, dos 13 aos 14 anos fui germinada por Herman Hesse e comecei a escrever um longo conto imitando-o: a viagem interior me fascinava. Eu havia entrado em contato com a grande literatura.
       Em outra vida que tive, aos 15 anos, com o primeiro dinheiro ganho por trabalho meu, entrei altiva porque tinha dinheiro, numa livraria, que me pareceu o mundo onde eu gostaria de morar. Folheei quase todos os livros dos balcões, lia algumas linhas e passava para outro. E de repente, um dos livros que abri continha frases tão diferentes que fiquei lendo, presa, ali mesmo. Emocionada, eu pensava: mas esse livro sou eu! E, contendo um estremecimento de profunda emoção, comprei-o. Só então vim a saber que a autora não era anônima, sendo, ao contrário, considerada um dos melhores escritores de sua época: Katherine Mansfield.

(LISPECTOR, Clarice. O primeiro livro de cada uma de minhas vidas. A descoberta do mundo, Rio de Janeiro: Rocco. 1999.)
Conforme definição da Novíssima Gramática da Língua Portuguesa, a metonímia “consiste em usar uma palavra por outra, com a qual se acha relacionada. Essa troca se faz não porque as palavras são sinônimas, mas porque uma evoca a outra”. Dentre os fenômenos que caracterizam essa figura de linguagem, estão os empregos do efeito pela causa, do autor pela obra, do continente pelo conteúdo etc. Um exemplo de metonímia no texto se dá em:
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Q2472513 Português
A vingança de uma Teixeira


      A troca da bola de meia para a bola de borracha foi uma importante evolução técnica do association em nossa rua. Nossa primeira bola de borracha era branca e pequena; um dia, entretanto, apareceu um menino com uma bola maior, de várias cores, belíssima, uma grande bola que seus pais haviam trazido do Rio de Janeiro. Um deslumbramento; dava até pena de chutar. Admiramo-la em silêncio; ela passou de mão em mão; jamais nenhum de nós tinha visto coisa tão linda.

       Era natural que as Teixeiras não gostassem quando essa bola partiu uma vidraça. Nós todos sentimos que acontecera algo de terrível. Alguns meninos correram; outros ficaram a certa distância da janela, olhando, trêmulos, mas apesar de tudo dispostos a enfrentar a catástrofe. Apareceu logo uma das Teixeiras, e gritou várias descomposturas. Ficamos todos imóveis, calados, ouvindo, sucumbidos. Ela apanhou a bola e sumiu para dentro de casa. Voltou logo depois e, em nossa frente, executou o castigo terrível: com um grande canivete preto furou a bola, depois cortou-a em duas metades e jogou-a à rua. Nunca nenhum de nós teria podido imaginar um ato de maldade tão revoltante. Choramos de raiva; apareceram mais duas Teixeiras que davam gritos e ameaçavam descer para nos puxar as orelhas. Fugimos.

       A reunião foi junto do cajueiro do morro. Nossa primeira ideia de vingança foi quebrar outras vidraças a pedradas.

       Alguém teve um plano mais engenhoso: dali mesmo, do alto do morro, podíamos quebrar as vidraças com atiradeiras, e assim ninguém nos veria. – Mas elas vão logo dizer que fomos nós! Alguém informou que as Teixeiras iam todas no dia seguinte para uma festa na fazenda, um casamento ou coisa que o valha. O plano de assalto à casa foi traçado por mim. A casa das Teixeiras dava os fundos para o rio e uma vez, em que passeava de canoa, pescando aqui e ali, eu entrara em seu quintal para roubar carambolas. Havia um cachorro, mas era nosso conhecido, fácil de enganar.

      Falou-se muito tempo dos ladrões que tinham arrombado a porta da cozinha da casa das Teixeiras. Um cabo de polícia esteve lá, mas não chegou a nenhuma conclusão. Os ladrões tinham roubado um anel sem muito valor, mas de grande estimação, com monograma, e tinham feito uma desordem tremenda na casa; havia vestidos espalhados pelo chão, um tinteiro e uma caixa de pó-de-arroz entornados em um quarto, sobre uma cama. Falou-se que tinha desaparecido dinheiro, mas era mentira; lembro-me vagamente de uma faca de cozinha, um martelo, uma lata de goiabada; isso foi todo o nosso botim.

       O anel foi enterrado em algum lugar no alto do morro; mas alguns dias depois caiu um temporal e houve forte enxurrada; jamais conseguimos encontrar o nosso tesouro secretíssimo, e rasgamos o mapa que havíamos desenhado.

      Durante algum tempo as famílias da rua fecharam com mais cuidado as portas e janelas, alguns pais de família saltaram assustados da cama a qualquer ruído, com medo dos ladrões; mas eles não apareceram mais.

       Nosso terrível segredo nos deu um grande sentimento de importância, mas nunca mais jogamos futebol diante da casa das Teixeiras. Deixamos de cumprimentar a que abrira a bola com o canivete; mesmo anos depois, já grandes, não lhe dávamos sequer bom dia. Não sei se foi feliz na existência, e espero que não; se foi, é porque praga de menino não tem força nenhuma.


(BRAGA, Rubem. A traição das elegantes. Editora Moderna. 9ª edição.)
No texto, algumas ideias são expostas através de uma linguagem conotativa. Dentre as transcrições a seguir, apenas uma demonstra o uso do recurso metafórico; assinale-a. 
Alternativas
Q2472494 Português
LINGUÍSTICA



       Carta Educação: Há como mensurar o início das fake news? Vivemos uma ascensão das notícias falsas?

        Pollyana Ferrari: “As fake news sempre existiram. No meu livro eu cito relatos e resumos de jornais fake desde Roma Antiga. Então não é que a gente não tinha, sempre tivemos a imprensa marrom, o próprio Cidadão Kane, de 1941, é um exemplo, bem como a Guerra dos Mundos, de Orson Welles. Não estamos diante de um fenômeno novo, que começa em 2016. O que temos de considerar é a questão da escala.

         Com as redes sociais, basicamente as temos há 14 anos, todo mundo ganhou voz, temos produção de conteúdo via celulares, blogs, influenciadores digitais. E, veja, eu não sou contra esse movimento, é positivo termos outras vozes para além da grande mídia. A questão é que nos grandes veículos há etapas de apuração de informação, um mínimo de checagem, independentemente da linha editorial que sigam. Não estou falando de viés político, mas de etapas de apuração. Com a pulverização, isso se perde. E, sim, estamos em um momento de ascensão das fake news, o que é muito preocupante.

            Carta Educação: Qual a relação entre fake news e pós-verdade?

        Pollyana Ferrari: A pós-verdade aponta para uma sociedade informacional que compartilha personas digitais, desejos que não tem lastro com o real. Vejo que às vezes as pessoas até têm dimensão de que determinada informação é falsa, mas como isso vai ao encontro do seu desejo, ela compartilha.

       Carta Educação: Como isso ganha força e pode ser prejudicial no contexto digital da Internet e das redes sociais?

      Pollyana Ferrari: Vamos imaginar duas situações. Um jovem, adaptado à presença nessas plataformas e que acredita mais nos seus amigos e na sua timeline do que nos veículos e até em seu professor. Agora, o idoso que, por sua vez, não está acostumado com a presença digital e que vinha de uma relação com a informação em que se preservava uma checagem mínima. Isso parece inofensivo, mas quando consideramos que só no Facebook há dois bilhões de pessoas, é preocupante. Isso sem contar os aplicativos de mensagens instantâneas, como o Whatsapp, um dos mais utilizados pelos brasileiros e um dos disseminadores de fake news em potencial. O que estou querendo dizer é que, geralmente, o dedo é mais rápido que o cérebro, se compartilha muita coisa sem checar informação,sem questionar de onde vem a foto, o vídeo. É preciso ter senso crítico e questionar o que se recebe.


(Ana Luiza Basílio, Carta Capital. 2018.)
Considerando as construções semânticas estabelecidas a partir do contexto apresentado, é possível reconhecer expressões empregadas que produzem sentido figurado, demonstrando o uso de figuras de linguagem como recurso da linguagem. Assinale o trecho destacado a seguir em que tal ocorrência não pode ser identificada: 
Alternativas
Q2472106 Português
Analise as orações e assinale a alternativa correta:

1- “A vida é uma nuvem que voa.”
2- “Com aqueles olhos frios, disse que ela estava demitida.”
Alternativas
Q2472103 Português
Na oração “Eu, parece que estou ficando tonto”, é possível identificar a seguinte figura de sintaxe:
Alternativas
Q2472099 Português

Leia o poema “Eu, Etiqueta”, de Carlos Drummond de Andrade:



Em minha calça está grudado um nome

que não é meu de batismo ou de cartório,

um nome... estranho.

Meu blusão traz lembrete de bebida 

que jamais pus na boca, nesta vida.

Em minha camiseta, a marca de cigarro

que não fumo, até hoje não fumei.

Minhas meias falam de produto

que nunca experimentei,

mas são comunicados a meus pés.

Meu tênis é proclama colorido

de alguma coisa não provada

por este provador de longa idade.

Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

minha gravata e cinto e escova e pente,

meu copo, minha xícara,

minha toalha de banho e sabonete,

meu isso, meu aquilo,

desde a cabeça ao bico dos sapatos,

são mensagens,

letras falantes,

gritos visuais,

ordens de uso, abuso, reincidência,

costume, hábito, premência,

indispensabilidade,

e fazem de mim homem-anúncio itinerante,

escravo da matéria anunciada.

Estou, estou na moda.

É doce estar na moda,

ainda que a moda seja negar minha identidade,

trocá-la por mil, açambarcando

todas as marcas registradas,

todos os logotipos do mercado.

Com que inocência demito-me de ser

eu que antes era e me sabia

tão diverso de outros, tão mim mesmo,

ser pensante, sentinte e solidário

com outros seres diversos e conscientes

de sua humana, invencível condição.

Agora sou anúncio,

ora vulgar ora bizarro,

em língua nacional ou em qualquer língua

(qualquer, principalmente).

E nisto me comprazo, tiro glória

de minha anulação.

Não sou — vê lá — anúncio contratado.

Eu é que mimosamente pago

para anunciar, para vender

em bares festas praias pérgulas piscinas,

e bem à vista exibo esta etiqueta

global no corpo que desiste

de ser veste e sandália de uma essência

tão viva, independente,

que moda ou suborno algum a compromete.

Onde terei jogado fora

meu gosto e capacidade de escolher,

minhas idiossincrasias tão pessoais,

tão minhas que no rosto se espelhavam,

e cada gesto, cada olhar,

cada vinco da roupa

resumia uma estética?

Hoje sou costurado, sou tecido,

sou gravado de forma universal,

saio da estamparia, não de casa,

da vitrina me tiram, recolocam,

objeto pulsante mas objeto

que se oferece como signo de outros

objetos estáticos, tarifados.

Por me ostentar assim, tão orgulhoso

de ser não eu, mas artigo industrial,

peço que meu nome retifiquem.

Já não me convém o título de homem.

 Meu nome novo é coisa.

 Eu sou a coisa, coisamente.


(https://www.escritas.org/pt/t/54265/eu-etiqueta)

Assinale a alternativa incorreta, de acordo com a obra acima: 
Alternativas
Respostas
1001: C
1002: E
1003: B
1004: B
1005: D
1006: D
1007: E
1008: C
1009: A
1010: E
1011: C
1012: D
1013: C
1014: A
1015: D
1016: A
1017: B
1018: C
1019: C
1020: D