Questões de Concurso Comentadas sobre figuras de linguagem em português

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Q3740020 Português


                                                         Imagem associada para resolução da questão Disponível em <https://brainly.com.br/tarefa/56372911>.  

Na charge acima, a expressão “produtora de biografias orais não autorizadas”, por substituir “fofoqueira”, é caracterizada pela figura de linguagem conhecida como: 
Alternativas
Q3734898 Português
No contexto das figuras de linguagem, assinale a alternativa que apresenta um exemplo de perífrase:
Alternativas
Q3707275 Português
Considerando a estrofe a seguir, do poema Retrato, de Cecília Meireles, assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem empregada na construção do trecho sublinhado.

Q40.png (260×80)
Alternativas
Q3707153 Português

O trecho abaixo serve de base para responder à questão.



A fila das gerações anda, embora os rótulos, marcas e conceitos, às vezes, se embolem. (1º parágrafo)

No trecho “a fila das gerações anda”, é possível identificar o recurso linguístico expresso em:
Alternativas
Q3706833 Português
Na oração "Ele chorava rios de lágrimas", a figura de linguagem presente é:
Alternativas
Q3698850 Português

Analise o texto abaixo:



É proibida a circulação de cães e gatos nas áreas comuns a todos, principalmente para fazerem suas necessidades fisiológicas na praça do condomínio.



No texto ocorrem, respectivamente, as seguintes figuras de linguagem:

Alternativas
Q3691586 Português
A figura de linguagem definida como quebra ou interrupção do fio da frase, ficando termos sintaticamente desligados do resto do período, sem função é a(o): 
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Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690488 Português
ESTÁ TUDO ACABADO
— Está tudo acabado.

        A frase foi dita em uma terça‑feira banal. Ele foi da fé ao desespero setenta vezes sete num curto período: correu, nadou, jejuou e orou, murmurou ao céu, ouviu a discografia de vários artistas, emagreceu de dieta e de má saúde, ceifou‑lhe a vida e também a de várias pessoas, suicidou‑se e renasceu, reinventou‑se. Quando voltou a si e à razão simples da vida, ela estava no mesmo lugar, convocando‑o à luta diária e incessante de não saber o que se quer e, mesmo assim, entender que está tudo bem.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações). 
No trecho “Ele foi da fé ao desespero setenta vezes sete num curto período”, é possível identificar a figura de linguagem conhecida como
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Q3683390 Português
Tente Outra Vez
(Raul Seixas)

Veja
Não diga que a canção está perdida
Tenha fé na vida
Tente outra vez
Beba

Pois a água viva ainda está na fonte
Você tem dois pés para cruzar a ponte
Nada acabou, não não não não

Tente
Levante sua mão sedenta e recomece a andar
Não pense que a cabeça aguenta se você parar,
não não não não
Há uma voz que canta,
uma voz que dança,
uma voz que gira
Bailando no ar

Queira
Basta ser sincero e desejar profundo
Você será capaz de sacudir o mundo, vai
Tente outra vez

Tente
E não diga que a vitória está perdida
Se é de batalhas que se vive a vida
Tente outra vez

Internet:<www.vagalume.com.br>  (com adaptações).

Com base no texto e nos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


No verso “Levante sua mão sedenta e recomece a andar”, a relação metonímica estabelecida é partitiva e auxilia a criação imagética que ilustra o incentivo ao recomeço fomentado pelo eu lírico.

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Q3683280 Português
O emprego de pronomes, sinônimos e elipses em um texto está diretamente vinculado ao mecanismo de:
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Q3671608 Português
Associe cada frase abaixo à figura de linguagem que nela se encontra. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta obtida.

(I) Estou com uma ferida bem no céu da boca.
(II) Nós garantimos o pão de cada dia com o suor do nosso rosto.
(III) O bem e o mal são duas faces de uma mesma moeda.
(IV) Tal coisa só vai acontecer se eu passar desta para melhor.

(a) Eufemismo
(b) Metonímia
(c) Disfemismo
(d) Catacrese
(e) Prosopopeia
(f) Antítese
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Q3662023 Português
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo da figura de linguagem antítese.
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Q3654702 Português
Falando-se de versificação, leia os itens e assinale a alternativa correta.

I- Quanto às combinações as rimas podem ser emparelhadas, alternadas ou cruzadas, interpoladas ou opostas, mistas.
II- Quanto à posição do acento tônico as rimas podem ser agudas ou masculinas, graves ou femininas, esdrúxulas.
III- Quanto à coincidência de sons as rimas podem ser perfeita, soante ou consoante; rima imperfeita, toante ou assonante.
IV- Quanto ao valor as rimas podem ser pobres; ricas; raras; preciosas. 
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Q3654647 Português
A música 'Figuras de Linguagem do Amor', de Vesti & Bular, é uma celebração criativa do amor através do uso de diversas figuras de linguagem.
No tocante a figuras de linguagem, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.

( ) Eu vou usar uma antítese pra poder unir ideias tão contrárias pra te confundir: A vida com você é como chorar e sorrir.
( ) E com anacoluto eu vou dizer que a vida não é tão bonita sem você.
( ) E dizer que o amor nasceu, cresceu e morreu é uma gradação.
( ) Eu vou usar a sinestesia para te convencer, como subir pra cima e pra baixo descer: Sinestesia pra mim é dizer que eu amo você.
( ) Eu vou usar uma silepse para repetir palavras toda hora pra você ouvir: A vida com você, a vida sem você, a vida é você.
( ) E com onomatopeia eu chego ao final, imitando algum som que é natural: Você é minha gatinha, miau, miau, miauuuu.
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Q3652578 Português
Associe a Coluna A com a Coluna B.

COLUNA A 
I. “Li Machado de Assis na semana passada.”
II. “Um perfume doce invadiu o corredor.”
III. “O tempo não perdoa os distraídos.”
IV. “Para uns, veneno; para outros, remédio.”

COLUNA B
( ) Metonímia.
( ) Sinestesia.
( ) Personificação.
( ) Antítese.

Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
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Q3648764 Português
Textos para a questão.


     Era homem como os outros; outros Aquiles1 andam por aí que são da cabeça aos pés um imenso calcanhar.

Machado de Assis, Miss Dollar. 1870.


      Qual a origem da expressão “calcanhar de Aquiles”?


     A expressão foi criada para designar o ponto fraco de alguém. Segundo a lenda grega, Aquiles2, filho do rei Peleu e da deusa Tétis, tornou-se invulnerável quando, ao nascer, foi banhado pela mãe nas águas do rio Estige. Apenas o calcanhar por onde Tétis o segurou não foi molhado e continuou vulnerável.


Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/ calcanhar-de-aquiles-lenda-grega-explica-origem-do-ponto-fraco/. Acesso em: 12.jul.2025.
A repetição e a posição do termo “outros” em “Era homem como os outros; outros Aquiles [...]” configura um exemplo de
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Q3648757 Português
Texto para a questão.


O homem é o lobo do homem


   Thomas Hobbes (1588-1679), autor do clássico Leviatã, foi o responsável por divulgar a célebre frase “O homem é o lobo do homem”, inserida no seu livro mais famoso. A frase original, no entanto, traduzida para o latim como “homo homini lupus”, pertence ao dramaturgo romano Plautus (254-184 a.C.). A oração metafórica quer dizer que o homem é um animal que ameaça a sua própria espécie. O que a máxima sublinha é a capacidade destruidora do ser humano contra os seus.


Disponível em: https://www.culturagenial.com/o-homem-e-lobo-do-homem/. Acesso em: 13.jul.2025.
A célebre máxima “O homem é o lobo do homem” exemplifica uma figura de linguagem denominada de
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Q3647279 Português
A sentença a seguir cujo sentido expresso não corresponde à figura de linguagem descrita entre parênteses é:
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Q3646200 Português
Pleonasmo é uma figura de linguagem que consiste na repetição desnecessária de uma ideia já expressa na frase, criando redundância.

nalise as frases abaixo e identifique aquela que apresenta pleonasmo:
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Q3642436 Português
Amor ao fracasso

Publicado em 15/03/2017 - 00:05
Por Arnaldo Jabor


Assim como o ‘atraso’ sempre foi uma escolha consciente, o ‘abismo’ é um desejo secreto.

     Há um grande amor brasileiro pelo fracasso. Quando ele acontece, é um alívio. O fracasso é bom porque nos tira a ansiedade da luta. Se já perdemos, para que lutar?

     Sempre que há uma crise ou uma catástrofe nacional, irrompe uma euforia de cabeça para baixo. É como se a opinião pública dissesse: “Eu não avisei? Não adianta tentar que sempre dá tudo errado”...

     Nada como um desastre ou escândalo para acalmar a plateia. Danem-se as questões importantes, dane-se a crise econômica, dane-se tudo. Bom é fofoca e denúncia. Nada acontece, dando a impressão de que muito está acontecendo.

    Temos a velha crença colonial de que nossa vida é um conto do vigário em que caímos. Somos sempre vítimas de alguém. Nunca somos nós mesmos. Ninguém se sente vigarista.

    O fracasso nos enobrece. O culto português das impossibilidades é famoso. Numa sociedade patrimonialista como Portugal do século 16, onde só o Estado-rei valia, a sociedade era uma massa sem vida própria. Suas derrotas eram vistas com bons olhos, pois legitimavam a dependência ao rei. Fomos educados para o fracasso.

    Quem tem coragem de ir à TV e dizer: “O Brasil está melhorando!”, mesmo que esteja? Ninguém diz. É feio. Falar mal do País é uma forma de se limpar. Sentimo-nos fora do poder, logo é normal sabotar.

    O fracasso é uma vitória para muitos. “Não fui eu que fracassei; foi o governo, o neoliberalismo, sei lá.” Nossos heróis todos fracassaram. 

    Enforcados, esquartejados, revoltas abortadas, revoluções perdidas lhes dão uma aura de martírio e santidade. Peguem um herói norte-americano: Paul Revere, por exemplo. Cavalgou 24 horas e conseguiu salvar tropas americanas na Guerra da Independência. Foi o herói da eficiência. Aqui, só os fracassados verão Deus.

     “Seja marginal, seja herói.” O fracasso é legal, a vitória é careta. A vitória dá culpa; o fracasso é um alívio.

     A crise, a catástrofe têm um sabor de “revolução”. É como se a explosão “revelasse” algo, uma tempestade de merda purificadora – depois de tudo arrasado, a pureza renasceria do zero.

     Agora, com a denúncia da Odebrecht, a denúncia do fim do mundo, não há mais o que analisar, o que prever, o que vai acontecer... Temos de nos calar diante do inenarrável. Estamos sem palavras diante da mais louca crise institucional que já vimos. Os escândalos “parecem” acontecimentos.

    A Lava Jato foi nosso grande ‘acontecimento’. Mas, agora, que a luta contra a corrupção já aconteceu, é preciso que as descobertas, as condenações levem a algum outro lugar além da moralidade pública, além da sensação de purificação da política. Espalhou-se a teoria de que o problema do Brasil é moral. Assim, muitos lutam pela moral, mas são contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. A Lava Jato tem de ser o começo da mudança de uma estrutura burocrática feita para dar errado sempre.

     Não nos esqueçamos que o Atraso é um desejo, não um acidente de percurso.

     Assim como o ‘atraso’ sempre foi uma escolha consciente no passado, o ‘abismo’, o brejo para nós são um desejo secreto. Há a esperança inconsciente de que do fundo do caos surja uma solução divina. Antigamente, achávamos que os fatos nos levariam a um futuro harmônico, que a vida era uma linha reta, que ia desde os macacos até o paraíso cristão ou, recentemente, ao fim da história.

    Não são as décadas que nos transformam; são os fatos. Eles cavam buracos no tempo e criam caminhos que não podemos prever. Há épocas lentas, há épocas sangrentas, épocas eufóricas e ingênuas, há épocas que parecem ataques epiléticos da história.

     Nossos intelectuais se deliciam numa teoria barroca da “zona” geral. O Brasil é visto como um grande bode sem solução, para a felicidade dos velhos militantes imaginários. Quem quiser positividade é traidor. Recebe um rótulo de neoliberal ou reacionário na hora. Não ocorre aos velhos comunas que pessoas possam evoluir politicamente, buscando soluções pragmáticas, mais possíveis. Não; é um dogma. A miséria tem de ser mantida in vitro, para justificar teorias e absolver incompetência. A Academia cultiva o insolúvel como uma flor. “Qual a solução para o Brasil?”, perguntam. Mas a própria ideia de ‘solução’ é um culto ao fracasso. Não lhes ocorre que a vida seja um processo, vicioso ou virtuoso, e que só a morte de uma pessoa ou de um país é a solução.

    Há um negativismo crônico no pensamento brasileiro. Paulo Prado contra Gilberto Freyre. Para eles, a esperança é ingênua; a desconfiança é sábia: “Aí tem dente de coelho, alguma ele fez...”.

   Jamais perdoaram o FHC por ter abandonado a utopia tradicional e aderido à ‘realpolitik’ da socialdemocracia.

    Foi queimado como traidor pela gangue de canalhas e ignorantes. Foi um dos maiores erros da chamada ‘esquerda’, talvez a maior perda de oportunidade da história. Foi aí que o PT iniciou sua rota para o nada.

    Agora, temos o ridículo fenômeno do ‘Fora Temer’, o mantra dos imbecis, que não conseguem entender que nosso problema é econômico – se o Temer pusesse o demônio no Congresso, valeria a pena.

    Se as reformas da Previdência e trabalhista e fiscal não forem feitas, bye bye Brazil...

     Repito o assessor do Clinton, James Carville: “Trata-se da Economia, estúpidos!”.

    As velhas categorias para explicar o Brasil morreram. Já há uma pós-corrupção, uma pós-direita (disfarçada de “esquerda”). Mas a burrice é uma força da natureza.

    Vejam como o Brasil se animou com a crise atual. Manifestações populares, panelas batendo, bandeiras brasileiras. Tudo bem, mas o que fazer estruturalmente? Além das reformas óbvias, ninguém sabe nada.

   Aliás, acho que estávamos precisando mesmo de um beco sem saída. Ele está chegando.

    Ninguém sabe o que vai acontecer. Se o governo Temer não conseguir reformar o Estado, será o primeiro grande trauma que os privilegiados sentirão. Os miseráveis já estão acostumados
Há muitos recursos estilísticos na Língua Portuguesa que contribuem para elegância textual, enriquecimento literário. Assinale a alternativa em que o fragmento indique o uso da figura de linguagem cujo nome é metonímia. 
Alternativas
Respostas
181: E
182: A
183: E
184: C
185: B
186: D
187: E
188: B
189: C
190: C
191: B
192: A
193: C
194: D
195: E
196: B
197: E
198: A
199: B
200: B