Questões de Concurso Sobre estrutura das palavras: radical, desinência, prefixo e sufixo em português

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Q107360 Português
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens seguintes.

A substituição da locução “a fim de" (L.16) por para manteria a correção gramatical e o sentido original do texto.
Alternativas
Q106900 Português
Julgue os itens a seguir, a respeito da organização das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima.

Seriam mantidas as relações sintático-semânticas estabelecidas no texto, e tornadas mais claras, se, em vez da preposição “para" (L.6), fosse utilizada a preposição por, tal como nos demais complementos do nome “luta"(L.5).
Alternativas
Q106879 Português
Com base na organização do texto acima, julgue os itens seguintes.

A supressão da preposição em “em que” Imagem 026.jpg desrespeitaria as regras gramaticais, pois, por meio dela, se indica que o pronome “que” retoma “subjetividade” Imagem 027.jpg.
Alternativas
Q105655 Português
Imagem 003.jpg

Julgue os itens de 16 a 20, relativos aos elementos linguísticos
apresentados no texto.

O autor usou o hífen com efeitos distintos nos seguintes casos: em “conhecimentos-conteúdos-acumulados” (L.5-6), foi criado um vocábulo composto por três palavras, o que conota amontoado, acúmulo; já em “re-forma” (L.12), o hífen atribui ênfase ao sentido do prefixo “re-” aposto à forma verbal “forma”.
Alternativas
Q95341 Português
Assinale a alternativa correta quanto a fatos gramaticais do texto II.
Alternativas
Q90959 Português
Julgue os próximos itens, relativos à estrutura linguística do texto.

Na linha 49, o vocábulo “se” é empregado com a mesma função nas duas ocorrências: a de marcar reciprocidade de ação.
Alternativas
Q90660 Português
Imagem 003.jpg

Imagem 004.jpg

Com base no texto acima, julgue os itens de 12 a 15.

O elemento que possui, em todas as suas ocorrências (L.7, 8, 13 e 14), a propriedade de retomar palavras ou expressões que o antecedem no texto.
Alternativas
Q88658 Português
Imagem 005.jpg
Imagem 006.jpg
Imagem 007.jpg

Julgue os itens subsequentes, relativos às ideias e à estrutura
linguística do texto acima.

No trecho “estão convencidos de que as desigualdades são, em sua maior parte, sociais ou históricas” (L.8-10), a omissão da preposição “de” prejudicaria a correção gramatical do período.
Alternativas
Q88646 Português
Imagem 003.jpg
Imagem 004.jpg

Em relação às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima, julgue
os itens a seguir.

Se, em vez do adjetivo “célebre” (L.13), o autor tivesse optado pela sua forma superlativa, teria de acrescentar-lhe o sufixo -érrimo, da seguinte forma: celebérrimo.
Alternativas
Q87350 Português
Aliás, o melhor para a democracia seria separar os fundos partidários dos destinados às campanhas eleitorais. (L.24-26)

A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:

I. Há três preposições.

II. Há quatro artigos.

III. Há um pronome demonstrativo.

Assinale
Alternativas
Q87342 Português
Partidos devem ir às ruas explicar para os cidadãos por que existem e quais são suas propostas. (L.34-35)

No período acima, empregou-se corretamente a forma POR QUE.

Assinale a alternativa em que isso NÃO tenha ocorrido.
Alternativas
Q86811 Português
Atenção: As composições a seguir estão entre as “anotações” de Carlos Drummond de Andrade na mesma obra de que se extraiu
o texto anterior. Considera-as para responder às questões de números 7 e 8.

Imagem 001.jpg

Contribuem para que as “anotações” de Carlos Drummond enunciem observação de valor geral o emprego
Alternativas
Q86762 Português

I - Errata

• (ed, dc) 1. Lista de retificação de erros que saíram
impressos em uma publicação. A errata é geralmente
impressa em página separada (colada no início ou no fim
do exemplar, ou simplesmente encartada solta) e em
papel diferente do que foi usado na publicação. Traz a
indicação de erros, o número das páginas onde se en-
contram e as formas corrigidas. Alguns profissionais
distinguem errata de corrigenda: este último termo, no
caso, é aplicado para erros redacionais ou de conteúdo,
ao passo que errata diz respeito principalmente a erros de
composição ou de montagem, que escaparam aos
revisores e saíram impressos na publicação. 2. Cada um
dos erros relacionados nessa lista.


(Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Guimarães Barbosa.
Dicionário de comunicação. 2. ed. rev. e atualizada.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2001, p. 276)

II - O dicionário de onde foi extraído o verbete acima contém
uma página com o título CONVENÇÕES UTILIZADAS
NESTA OBRA, e nela se lê:


1. Áreas e acepções

Este dicionário inclui definições em 23 áreas, indicadas da
seguinte forma:
• (av) recursos audiovisuais
• (cn) cinema
• (co) teoria da comunicação
• (dc) documentação
• (ed) editoração, artes gráficas

etc.

Traz a indicação de erros, o número das páginas onde se encontram e as formas corrigidas.

No período acima, onde está empregado em conformidade com o padrão culto escrito, o que NÃO ocorre na frase:
Alternativas
Q86756 Português
O cenário é o luxuoso resort Four Seasons. Sua
decoração sofisticada, com colunas de mármore, lustres
monumentais de cristal e detalhes das escadarias em ouro,
atiça os olhos do turista. Câmera em punho, o ímpeto de
registrar o ambiente logo é interrompido por um dos
funcionários. “É proibido fotografar os homens vestindo roupas
brancas e as mulheres em trajes pretos”, exclamou. Restrições
desse tipo dentro de um hotel internacional são, no mínimo,
estranhas aos olhos ocidentais. No entanto, quando o resort em
questão está localizado em Doha, capital do Catar, ter cuidado
com as fotos é apenas uma das milhares de regras e imposições a serem respeitadas na cidade.

Nas ruas, nos museus ou nos shoppings de Doha,
sempre existe alguém para impedir os retratos. E se você
conseguir tirar uma foto escondido vai perceber as pessoas
cuidadosamente tampando o rosto. Isso porque o Catar, país
que acaba de ser eleito sede da Copa do Mundo de 2022, vive
sob os preceitos da religião muçulmana. Lá, as mulheres não
podem exibir seus rostos fora de suas residências e adotam as
burcas como traje. As menos tradicionais se escondem apenas
com lenços e véus
.


(Natália Mestre, “A cidade dos contrastes”. ISTOÉ PLATINUM,
n. 22, Dezembro/Janeiro 2011, p. 72)

Nas ruas, nos museus ou nos shoppings de Doha, sempre existe alguém para impedir os retratos. E se você conseguir tirar uma foto escondido vai perceber as pessoas cuidadosamente tampando o rosto. Isso porque o Catar, país que acaba de ser eleito sede da Copa do Mundo de 2022, vive sob os preceitos da religião muçulmana.

Considerado o trecho acima, é correto afirmar:
Alternativas
Q86706 Português
A frase correta é:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2011 - DPE-RS - Defensor Público |
Q86027 Português
Assinale a alternativa que contém erro gramatical.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2011 - DPE-RS - Defensor Público |
Q86010 Português
Das palavras a seguir, a única formada por derivação prefixal e sufixal é
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2011 - DPE-RS - Defensor Público |
Q86004 Português
A palavra para (linha 8) é uma
Alternativas
Q2943561 Português

RECOMEÇOS PASSADOS E PRESENTES


01 ____ Em 2010 completam-se 100 anos da morte de Joaquim Nabuco e Brasília faz cinquenta anos. São duas efemérides

02 que dizem dos destinos da pátria de forma semelhante – ambas têm a ver com recomeços, ou tentativas de recomeço. Lembrar

03 de Nabuco é lembrar da abolição da escravatura, movimento do qual ele foi talvez o principal dos agentes, e com certeza o

04 mais elegante. Com a abolição pretendeu-se um recomeço. Com Brasília, 72 anos depois da abolição, pretendeu-se outro. Era a

05 aurora de um país destemido, porque avançava por sertões ignotos; dinâmico, porque ousara um empreendimento que só em

06 sonho outros ousariam; justo, porque na nova capital as diferenças de classe e de hierarquia se dissolveriam na homogeneidade

07 das superquadras e das vias expressas; e moderno, porque os terrenos baldios daquele naco do Planalto Central seriam

08 preenchidos por uma arquitetura de riscos deslumbrantemente avançados.

09 ____ Joaquim Nabuco (1849-1910) forma, com José Bonifácio, o Patriarca da Independência (1763-1838), a dupla de

10 maiores estadistas da história do Brasil. Eles merecem esse título não só pelo que fizeram, mas também pela ideia geral que os

11 movia – a ideia rara, lúcida e generosa de construção de uma nação. José Bonifácio está fora das datas redondas que serão

12 lembradas neste ano, mas é outro que personifica um recomeço – merece uma carona neste texto, por isso. Ele personifica a

13 independência, assim como Nabuco personifica a abolição. Ambos venceram, no sentido de que, em grande parte pelas

14 manobras de Bonifácio, o Brasil em 1822 se tornou independente, assim como, em grande parte pela pregação de Nabuco, a

15 escravidão foi legalmente abolida em 1888. Ambos perderam, porém, no que propunham como sequência necessária de tais

16 objetivos.

17 ____ Bonifácio ousou querer dotar o jovem estado brasileiro de um povo. Ora, um povo não podia ser formado por uma

18 sociedade dividida entre senhores e escravos. Daí que, três gerações antes de Nabuco, ele já propusesse a abolição da

19 escravidão. Falaram mais alto os interesses dos traficantes e dos senhores de escravos. Nabuco, se pegou a fortaleza escravista

20 já mais desgastada, pronta para o assalto final, não teve êxito na segunda parte de sua pregação: a distribuição de terras entre os

21 antigos escravos (ele dizia que a questão da “democratização do solo” era inseparável da emancipação) e o investimento num

22 sistema de educação abrangente o bastante para abrigá-los. Tal qual o de José Bonifácio, o recomeço pretendido por Nabuco

23 ficou pela metade.

24 ____ Que dizer do recomeço representado por Brasília? Há versões segundo as quais, entre os motivos que levaram o

25 presidente Juscelino Kubitschek a projetá-la, estaria a estratégia de fugir da pressão popular presente numa metrópole como o

26 Rio de Janeiro. Uma espúria síndrome de Versalhes contaminaria, desse modo, as nobres razões oficiais para a mudança da

27 capital. Mais perverso que a eventual mancha de origem, no entanto, é o destino que estava reservado à “capital da esperança”.

28 Meros quatro anos depois de inaugurada, ela viraria, com seu isolamento dos grandes centros e suas avenidas tão propícias à

29 investida dos tanques, a capital dos sonhos da ditadura militar. Hoje, é identificada com a corrupção e a tramoia. Pode ser

30 injusto. Falta demonstrar que, em outra cidade, a corrupção e a tramoia teriam curso menos desimpedido. Não importa. Para a

31 desgraça de Brasília, o estigma grudou-lhe na pele.

32 ____ “Falo, falo, e não digo o essencial”, costumava escrever Nelson Rodrigues. O essencial é o seguinte: nunca antes neste

33 país houve um governo tão imbuído da ideia de que veio para recomeçar a história. Embalado por um lado em seus próprios

34 mitos, e por outro em festivos, se não interesseiros, louvores internacionais, chega a esta quadra acreditando que preside a uma

35 inédita mudança de estruturas, na ordem interna, ao mesmo tempo em que é premiado com uma promoção pela comunidade

36 internacional. Assim como ocorreu pelo menos duas vezes, em décadas recentes – com o “desenvolvimentismo” de JK e com o

37 “milagre econômico” dos militares –, propaga-se a ideia de que “desta vez vai”. A noção de que se está reinaugurando o país

38 traz o duplo prejuízo de poder ser interpretada como um embuste, de um lado, e induzir ao autoengano, de outro. Não há

39 refundação possível. Raras são as oportunidades de recomeço. O poder das continuidades é sempre maior.

40 ____ P.S.: É ano novo. Bom recomeço, para quem acredita neles.


TOLEDO, R. P. Recomeços Passados e Presentes. Veja. São Paulo, ed. 2146, ano 43, n. 1, p. 102, 06 jan. 2010.

A palavra “desimpedido” (𝓁. 30) é grafada com um “s” porque:

Alternativas
Q2943551 Português

RECOMEÇOS PASSADOS E PRESENTES


01 ____ Em 2010 completam-se 100 anos da morte de Joaquim Nabuco e Brasília faz cinquenta anos. São duas efemérides

02 que dizem dos destinos da pátria de forma semelhante – ambas têm a ver com recomeços, ou tentativas de recomeço. Lembrar

03 de Nabuco é lembrar da abolição da escravatura, movimento do qual ele foi talvez o principal dos agentes, e com certeza o

04 mais elegante. Com a abolição pretendeu-se um recomeço. Com Brasília, 72 anos depois da abolição, pretendeu-se outro. Era a

05 aurora de um país destemido, porque avançava por sertões ignotos; dinâmico, porque ousara um empreendimento que só em

06 sonho outros ousariam; justo, porque na nova capital as diferenças de classe e de hierarquia se dissolveriam na homogeneidade

07 das superquadras e das vias expressas; e moderno, porque os terrenos baldios daquele naco do Planalto Central seriam

08 preenchidos por uma arquitetura de riscos deslumbrantemente avançados.

09 ____ Joaquim Nabuco (1849-1910) forma, com José Bonifácio, o Patriarca da Independência (1763-1838), a dupla de

10 maiores estadistas da história do Brasil. Eles merecem esse título não só pelo que fizeram, mas também pela ideia geral que os

11 movia – a ideia rara, lúcida e generosa de construção de uma nação. José Bonifácio está fora das datas redondas que serão

12 lembradas neste ano, mas é outro que personifica um recomeço – merece uma carona neste texto, por isso. Ele personifica a

13 independência, assim como Nabuco personifica a abolição. Ambos venceram, no sentido de que, em grande parte pelas

14 manobras de Bonifácio, o Brasil em 1822 se tornou independente, assim como, em grande parte pela pregação de Nabuco, a

15 escravidão foi legalmente abolida em 1888. Ambos perderam, porém, no que propunham como sequência necessária de tais

16 objetivos.

17 ____ Bonifácio ousou querer dotar o jovem estado brasileiro de um povo. Ora, um povo não podia ser formado por uma

18 sociedade dividida entre senhores e escravos. Daí que, três gerações antes de Nabuco, ele já propusesse a abolição da

19 escravidão. Falaram mais alto os interesses dos traficantes e dos senhores de escravos. Nabuco, se pegou a fortaleza escravista

20 já mais desgastada, pronta para o assalto final, não teve êxito na segunda parte de sua pregação: a distribuição de terras entre os

21 antigos escravos (ele dizia que a questão da “democratização do solo” era inseparável da emancipação) e o investimento num

22 sistema de educação abrangente o bastante para abrigá-los. Tal qual o de José Bonifácio, o recomeço pretendido por Nabuco

23 ficou pela metade.

24 ____ Que dizer do recomeço representado por Brasília? Há versões segundo as quais, entre os motivos que levaram o

25 presidente Juscelino Kubitschek a projetá-la, estaria a estratégia de fugir da pressão popular presente numa metrópole como o

26 Rio de Janeiro. Uma espúria síndrome de Versalhes contaminaria, desse modo, as nobres razões oficiais para a mudança da

27 capital. Mais perverso que a eventual mancha de origem, no entanto, é o destino que estava reservado à “capital da esperança”.

28 Meros quatro anos depois de inaugurada, ela viraria, com seu isolamento dos grandes centros e suas avenidas tão propícias à

29 investida dos tanques, a capital dos sonhos da ditadura militar. Hoje, é identificada com a corrupção e a tramoia. Pode ser

30 injusto. Falta demonstrar que, em outra cidade, a corrupção e a tramoia teriam curso menos desimpedido. Não importa. Para a

31 desgraça de Brasília, o estigma grudou-lhe na pele.

32 ____ “Falo, falo, e não digo o essencial”, costumava escrever Nelson Rodrigues. O essencial é o seguinte: nunca antes neste

33 país houve um governo tão imbuído da ideia de que veio para recomeçar a história. Embalado por um lado em seus próprios

34 mitos, e por outro em festivos, se não interesseiros, louvores internacionais, chega a esta quadra acreditando que preside a uma

35 inédita mudança de estruturas, na ordem interna, ao mesmo tempo em que é premiado com uma promoção pela comunidade

36 internacional. Assim como ocorreu pelo menos duas vezes, em décadas recentes – com o “desenvolvimentismo” de JK e com o

37 “milagre econômico” dos militares –, propaga-se a ideia de que “desta vez vai”. A noção de que se está reinaugurando o país

38 traz o duplo prejuízo de poder ser interpretada como um embuste, de um lado, e induzir ao autoengano, de outro. Não há

39 refundação possível. Raras são as oportunidades de recomeço. O poder das continuidades é sempre maior.

40 ____ P.S.: É ano novo. Bom recomeço, para quem acredita neles.


TOLEDO, R. P. Recomeços Passados e Presentes. Veja. São Paulo, ed. 2146, ano 43, n. 1, p. 102, 06 jan. 2010.

Assim como em “desimpedido” (𝓁. 30), o prefixo indica oposição, negação ou falta em:

Alternativas
Respostas
1421: C
1422: E
1423: E
1424: C
1425: D
1426: E
1427: E
1428: C
1429: C
1430: A
1431: D
1432: A
1433: E
1434: E
1435: D
1436: D
1437: B
1438: D
1439: B
1440: D