Questões de Concurso Sobre estrutura das palavras: radical, desinência, prefixo e sufixo em português

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Q4099083 Português
         [...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária), segundo os dados do IBGE mais recentes.

        Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...] Os números não contemplam as informações de algumas das piores formas de trabalho infantil, como exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o trabalho executado por crianças menores de 5 anos de idade e a exploração de meninas e meninos nos meios digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”, explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como a exigência de uma quantidade determinada de likes, carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim, responsabilizados.

       Para Katerina Volcov, é urgente uma regulamentação das redes, diferenciando cada uma das categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers, influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a atenção para importância de estabelecer regras e limites e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da exposição da identidade e da vida desses meninos e meninas [...]

       “Tendo a achar que o trabalho infantil digital está se tornando uma das piores faces do trabalho infantil nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem havido também um desfinanciamento das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos gastos com a área de erradicação do trabalho infantil diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos últimos anos, também, houve uma desarticulação das redes de proteção e garantia de direitos.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
Em “desfinanciamento” (4º parágrafo), o processo de formação da palavra é o de derivação 
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Q4095025 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Brasil cria política de combate ao abuso de crianças e adolescentes


    O Brasil passa a contar com diretrizes e estratégias padronizadas para enfrentar a violência contra meninos e meninas. A Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes começou a vigorar no dia 19 de maio de 2026 em todo o país. A Portaria no 836 regulamenta o texto, a partir de dispositivos da Lei no 14.811/2024, e estabelece os objetivos principais.


    A política será implementada de forma descentralizada, com atuação conjunta da União, estados, Distrito Federal e municípios, e coordenada pelo ministério. A norma, publicada no Diário Oficial da União pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, adota como base o princípio da proteção integral previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e reforça a prioridade absoluta desse público nas ações do Poder Público.


A norma define os seguintes princípios:


• Proteção integral à criança e ao adolescente;


•  Tratamento dessas pessoas como condição peculiar de desenvolvimento;


• Respeito à liberdade, dignidade e aos direitos humanos;


 Privacidade, confidencialidade, sigilo e proteção da intimidade;


• Equidade e não discriminação;


• Responsabilidade compartilhada (família, sociedade e poder público);


• Garantia de acessibilidade e inclusão.


• As diretrizes da política incluem o enfrentamento de todas as formas de violência sexual, a prevenção como eixo prioritário e a não revitimização.


    A estratégia também prevê atuação articulada entre áreas como saúde, educação, assistência social, segurança pública e justiça, alem de considerar fatores como desigualdade social, raça, gênero e deficiência. Entre os objetivos, estão o fortalecimento das redes de proteção, a ampliação do atendimento especializado e a responsabilização dos autores das violências, com respeito aos direitos das vítimas. A política também incentiva a produção de estudos e a avaliação de resultados das ações implementadas.


    A portaria prevê ainda a execução de campanhas permanentes de conscientização, a formação de profissionais e o fortalecimento de centros de atendimento integrado, que concentram, em um só local, serviços de acolhimento e proteção às vítimas.


    A governança da política ficará a cargo da Comissão Intersetorial de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, enquanto o Plano Nacional Decenal será o instrumento responsável por definir metas, prazos e indicadores das ações.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brldireitos-humanos/nolicia/2026-

05/governo-cria-politica-de combate-ao-abuso-de-criancas-e-

adolescentes (adaptado)

A palavra descentralizada, utilizada no texto, é formada com o auxílio do prefixo des-. Na Língua Portuguesa, esse prefixo costuma atribuir à palavra, de forma CORRETA, uma ideia de:
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Q4092474 Português
Texto para a questão.

METROFOR TERÁ ESPAÇO PARA “DESABAFO” DE PASSAGEIROS

    Passageiros do Metrofor que passarem pela estação José de Alencar, nesta quinta-feira (24/3), a partir das 15h, encontrarão estrutura de atendimento para pessoas com algum sofrimento emocional. O Cantinho do Desabafo vai permitir que qualquer pessoa se sinta à vontade para se sentar e conversar com um dos voluntários, sobre alguma situação difícil que esteja enfrentando. Todos que acham que precisam são convidados e todo tema é aceito.

    A ação é resultado de parceria do Metrofor com o Projeto Help, visando alertar sobre questões emocionais e prevenir o adoecimento mental. Voluntários também farão abordagem de passageiros nas plataformas, convidando-os para conversar, oferecendo abraço e entregando cartas com palavras de confiança.

    A primeira edição do Cantinho do Desabafo no Metrofor ocorreu no dia 28 de janeiro. Tudo foi pensado para a campanha do Janeiro Branco, campanha de conscientização, iniciada em 2014, que visa alertar a população sobre a importância da saúde mental e emocional, incentivando a prevenção de doenças decorrentes do estresse, da ansiedade e da depressão.

Disponível em: https://www.blogdobernardes.com.br/2022/03/saude-mental-metrofor-tera-espaco-para.html. Acesso em: 15 fev.2026. Adaptado.
Acerca da estrutura mórfica das palavras realçadas em I e em II a seguir, é correto o que se afirma na alternativa:

I. “Tudo foi pensado para a campanha do Janeiro Branco [...]”
II. “Todos que acham que precisam são convidados e todo tema é aceito”.
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Q4092471 Português
Texto para a questão.

O QUE É ESCUTA ATIVA E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL

      A construção de um diálogo eficiente, ao contrário do que muitos pensam, depende mais da escuta do que da fala. Por isso, saber desenvolver a escuta ativa é tão importante.

      Mas não se engane; mais do que a atenção sonora, a escuta ativa envolve todos os nossos sentidos: verbal, visual, corporal e intencional. É como se fosse uma matriz que conecta um ponto ao outro, fazendo que o conteúdo absorvido no final seja muito mais atrativo e qualitativo.

      Segundo o pesquisador Albert Mehrabian, que desenvolveu diversas teorias em sua carreira e um amplo campo de estudos sobre a comunicação, em relação à expressão de emoções e atitudes, “7% da comunicação, em um diálogo, ocorre pelas palavras, 38% pelo tom de voz e 55% pela linguagem corporal”.

    De toda a informação que ouvimos, ao longo de um dia, apenas 25% são coletadas com eficiência. Ou seja, na maioria do tempo, estamos distraídos, sem foco ou pensando em outras coisas. E a tendência, em uma época em que fazemos mais coisas ao mesmo tempo, é que este número se reduza ainda mais.

    Por que precisamos praticar a escuta ativa?

  Através da escuta ativa, é possível transformar realidades e derrubar preconceitos, muitas vezes estereotipados antes de terminarmos de ouvir algo. É sobre entender uma situação sem cair em suposições.

   Além disso, a “não escuta” leva a população à hiper individualização, demonstrando cada vez menos interesse em opiniões contrárias às suas. O que não é nada saudável, visto que ouvir os mais diversos pontos de vista e reforçar o sincretismo faz parte da democratização. Quando escutamos e nos colocamos no lugar de ouvinte ativo, evitamos a opressão e ativamos o poder de mudança interna e social.

    Praticar a escuta ativa ajuda a minimizar conflitos e desgastes, colabora na criação e sustentação de bons relacionamentos, expande a empatia mostrando a valorização e o acolhimento de ideias, além de respeito. Ou seja, são benefícios tanto para o desenvolvimento pessoal quanto profissional.

Disponível em: https://blog.portalpos.com.br/escuta-ativa/. Acesso em: 15 fev. 2026.
“Através da escuta ativa é possível transformar realidades e derrubar preconceitos, muitas vezes estereotipados antes de terminarmos de ouvir algo.”

Em se tratando da formação das palavras a partir dos prefixos /pré/ e /pre/, a exemplo de “preconceito”, assinale a alternativa em que a palavra destacada esteja grafada conforme a ortografia oficial da língua portuguesa.
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Q4091334 Português
Atenção: Considere o texto de Sérgio Rodrigues para responder à questão.


    Para a maioria dos brasileiros a pronúncia é "récorde", proparoxítona, e não, como recomendam dez entre dez sábios, "recórde", paroxítona. Estamos diante de um caso clássico de desobediência civil, em que a língua da vida real vai para um lado e a dos sábios, para o outro.

    Recorde, termo adaptado do inglês record, pode ser substantivo - significando a melhor marca esportiva, o desempenho a ser superado - ou adjetivo - com sentido equivalente: "tempo recorde", "velocidade recorde”. Quanto a isso, estamos todos de acordo. A divergência começa na hora de definir a prosódia da palavra. Em seu Dicionário de palavras & expressões estrangeiras, Luís Augusto Fischer observa com irreverência que há "duas pronúncias: a que os gramáticos preferem, 'recórde', ou a do resto da humanidade, 'récorde". É mais ou menos isso. Basta trocar, na frase de Fischer, "o resto da humanidade" por "a maioria dos brasileiros" que ela fica perfeita. Em Portugal, a inclinação por "recórde" parece inquestionável. Aqui, ocorre o inverso.

    Sempre pronunciei "récorde". Puxando pela memória, não consigo pensar em ninguém que não o faça. Se, como em tantos casos, nossos dicionários e gramáticas ainda se aferram de maneira um tanto acrítica à preferência lusitana, isso é um problema deles, que precisa ser - e certamente será - corrigido um dia. O Houaiss foi o primeiro a abrir a porta. Veja a tímida mas significativa nota que constava ao pé do verbete recorde na edição de 2001: “Pelo menos no Brasil, ocorre também como palavra proparoxítona: récorde." Mais tarde, o dicionário suprimiu a nota, mas passou a trazer o verbete récorde como variação de recorde.

    Uma explicação provável para o descompasso: os portugueses tendem a manter a pronúncia que record ganhou na França, de onde importaram o anglicismo por tabela, enquanto os falantes brasileiros estabeleceram ligação direta com o idioma de origem, no qual o acento (no caso em que record é substantivo, e não verbo) recai na primeira sílaba. No dia em que a língua brasileira dissolver mais este preconceito, é evidente que a grafia será forçada a seguir atrás: escreveremos récorde, com acento. E tudo ficará mais harmônico entre som e traço, como deve ser.


(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Viva a língua brasileira! São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 73-75)
Observa-se palavra formada com prefixo que exprime ideia de negação no seguinte trecho:
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Q4090547 Português
A palavra “impiedosamente”, presente no Texto 1, apresenta processo de formação morfológica. Assinale a alternativa que descreve corretamente esse processo.
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Q4090544 Português
Com base na distinção entre morfema lexical e morfemas gramaticais, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2026 Banca: IESES Órgão: CRMV - SC Prova: IESES - 2026 - CRMV - SC - Analista de TI |
Q4090458 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:

Preço global dos alimentos dispara com guerra no Oriente Médio

    O preço dos alimentos voltou a subir no mundo e acendeu um alerta da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo a FAO, agência da ONU para Alimentação e Agricultura, a alta está ligada à escalada da guerra no Oriente Médio e já afeta o sistema alimentar global.
    O índice de preços da FAO atingiu o maior nível em três anos. O diretor-geral da entidade destacou que a crise já ultrapassou o campo geopolítico e começou a impactar diretamente o abastecimento mundial de alimentos. Entre os produtos que mais subiram estão os óleos vegetais. A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis e à disparada do preço do petróleo. No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes. Antes da guerra, cerca de um terço dos fertilizantes comercializados no mundo passava pelo Estreito de Ormuz, região estratégica que enfrenta bloqueios e forte tensão militar.

Fonte: https://g1.globo.com/bom-diabrasil/noticia/2026/05/08/preco-global-dos-alimentosdispara-com-guerra-no-oriente-medio.ghtml (com adaptações). 
Analise as assertivas abaixo, atribuindo V para as verdadeiras e F para as falsas, considerando os aspectos gramaticais e as relações de significação no texto:
( ) Em A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis, o termo atribuída poderia ser substituído, sem alteração do sentido original, por imputada.
( ) Em No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes, o vocábulo escassez estabelece uma relação de antonímia direta com o termo carestia.
( ) As palavras guerra e geopolíticos integram um mesmo campo lexical, dado que compartilham o mesmo radical etimológico e semântico, contribuindo para a coesão temática do texto ao evocarem o cenário de conflitos e relações internacionais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q4090418 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:

Preço global dos alimentos dispara com guerra no Oriente Médio

    O preço dos alimentos voltou a subir no mundo e acendeu um alerta da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo a FAO, agência da ONU para Alimentação e Agricultura, a alta está ligada à escalada da guerra no Oriente Médio e já afeta o sistema alimentar global.
       O índice de preços da FAO atingiu o maior nível em três anos. O diretor-geral da entidade destacou que a crise já ultrapassou o campo geopolítico e começou a impactar diretamente o abastecimento mundial de alimentos. Entre os produtos que mais subiram estão os óleos vegetais. A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis e à disparada do preço do petróleo. No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes. Antes da guerra, cerca de um terço dos fertilizantes comercializados no mundo passava pelo Estreito de Ormuz, região estratégica que enfrenta bloqueios e forte tensão militar.

Fonte: https://g1.globo.com/bom-diabrasil/noticia/2026/05/08/preco-global-dos-alimentosdispara-com-guerra-no-oriente-medio.ghtml (com adaptações). 
Analise as assertivas abaixo, atribuindo V para as verdadeiras e F para as falsas, considerando os aspectos gramaticais e as relações de significação no texto:
( ) Em A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis, o termo atribuída poderia ser substituído, sem alteração do sentido original, por imputada.
( ) Em No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes, o vocábulo escassez estabelece uma relação de antonímia direta com o termo carestia.
( ) As palavras guerra e geopolíticos integram um mesmo campo lexical, dado que compartilham o mesmo radical etimológico e semântico, contribuindo para a coesão temática do texto ao evocarem o cenário de conflitos e relações internacionais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q4085678 Português

“O Agente Secreto” abarca imensidão e atualidade da violência brasileira



   É tão vasto o horizonte aberto por “O Agente Secreto” que mais justo será fatiá-lo para melhor compreensão. Ele é, entre outras coisas, um filme sobre cinema. Ele começa em 1977, quando “Tubarão”, o longa de Steven Spielberg, estava na cabeça de todo mundo. Os tubarões estavam na cabeça de um menino de cinco ou seis anos, filho de Marcelo — Wagner Moura —, o protagonista do filme.


   O tubarão do “Tubarão” não era apenas um peixe. Ele matava suas vítimas. E, quanto mais é perseguido, maior, mais ameaçador, mais horrendo e furioso se torna.


   Naquele ano, também, o Brasil já estava saindo da fase mais difícil [...]. Nesse momento, Marcelo volta ao Recife para viver, bem discretamente, numa comunidade de “refugiados” e para encontrar um documento de identificação que, de certa forma, pode comprovar para ele a existência de sua mãe.


   A mãe não é sua única perda. Foi criado pelo avô e perdeu a mulher. Sua pesquisa, do tempo em que era professor universitário, foi roubada. Foi difamado por um industrial paulista e é ameaçado de morte por ex-militares, hoje dedicados profissionalmente ao assassinato. O filme explicará tudo isso e por que esses fatos aconteceram.


   Como já se pode notar, estamos no território de “Tubarão”, de uma boca cada vez mais imensa que se abre para apanhar o que vier. A diferença fundamental é que “Tubarão” se propõe como um longa de aventura e terror, enquanto “O Agente Secreto” é uma obra de mistério — e terror.


   Há mais cinemas na história — e atenção a partir daqui com os “spoilers”.


   O sogro de Marcelo — papel de Carlos Francisco — é projecionista do Cine São Luiz, em Recife. É também no prédio onde no passado existiu um cinema que Fernando, o filho de Marcelo, pratica a medicina. Num banco de sangue, isto é, um lugar onde o sangue não existe como perda — jorro vindo de corpos mortos —, mas como regeneração e vida — “O Agente Secreto” não é, afinal, um filme sem esperança.


   O cinema, como se sabe, sempre foi um lugar de refúgio — tanto para fugitivos em geral como para namorados. E Marcelo, quando chega a Recife, logo no início do longa, vai para uma comunidade de pessoas que se dizem refugiadas.


   A presença do cinema é, claro, apenas uma fatia — talvez minguada — da imensidade a que se abre o novo filme de Kleber Mendonça Filho. Ele trata da violência que ora é oficial, ora é particular, [...] da destruição de reputações e do roubo de ideias, do assassinato [...]. Essa máquina infernal existia no passado e não deixou de existir no presente.


   “O Agente Secreto” é o longa onde mais evidentes são as ressonâncias de “O Som ao Redor”. Assim como a moderna Recife é o lugar onde sobrevive a antiga exploração dos engenhos em “O Som ao Redor”, o Brasil é o lugar onde práticas iníquas vão se perpetuando sempre adaptadas às condições do presente.


   E tudo isso é o que temos a deglutir, pouco a pouco, neste filme realmente imenso, com um elenco admiravelmente equilibrado em torno de um Wagner Moura assombroso.


   Muito pessoalmente, devo dizer que nunca me comoveu muito o prêmio do júri que “Bacurau” ganhou alguns anos atrás. O prêmio foi dividido com “Os Miseráveis”, de Ladj Ly, que me parecia muito superior. Desta vez, Kleber ganhou o prêmio de melhor direção, o mesmo que Glauber Rocha levou por “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro”. Não passa vergonha diante de seu predecessor.



Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/11/oagente-secreto-abarca-imensidao-e-atualidade-da-violenciabrasileira.shtml. Acesso em: 05 jan. 2026. 

Assinale a alternativa correta em relação aos processos de formação de palavras. 
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Q4084930 Português
Em “Oração aos moços”, Rui Barbosa assim diz:

A regra da igualdade não consiste senão em quinhoar desigualmente aos desiguais, na medida em que se desigualam. Nesta desigualdade social, proporcionada à desigualdade natural, é que se acha a verdadeira lei da igualdade. O mais são desvarios da inveja, do orgulho, ou da loucura. Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real. Os apetites humanos conceberam inverter a norma universal da criação, pretendendo, não dar a cada um, na razão do que vale, mas atribuir o mesmo a todos, como se todos se equivalessem.

Marque a única afirmação incorreta sobre o texto.
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Q4077811 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


RS tem dois municípios entre os 20 melhores do país em índice de progresso social


    Dois municípios do Rio Grande do Sul estão entre os 20 melhores do país em índice de progresso social, segundo o Índice de Progresso Social (lPS) Brasil 2026. Presidente Lucena ocupa o '1 3' lugar e Alto Alegre está na 16' posição.

    O levantamento avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. O índice considera três dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bemestar e Oportunidades.

    Presidente Lucena é o munlcípio do Rio Grande do Sul mais bem colocado no Índice de Progresso Social (lPS) Brasil 2026. A cidade tem 71,05 pontos, em uma escala de 0 a 100. Já Alto Alegre ficou em'l60 lugar nacional, com 70,86 pontos. Na sequência do ranking estadual aparecem Picada Café (23'), com 70,59 pontos, Nova Boa Vista (25o), com70,42, e Vista Gaúcha (53o), com 69,53.

    O desempenho desses municípios é explicado por notas equilibradas nas três dimensões do índice. Entre os dez primeiros do RS, a média geral é de 69,69 pontos, acima da média estadual, de 63,39, e da média nacional, de 63,40.

    O principal diferencial está em Necessidades Humanas Básicas, que reúne indicadores de nutrição e cuidados médicos básicos, água e saneamento, moradia e segurança pessoal. A média entre os 10 melhores municípios do Brasil nessa dimensão é de 84,70 pontos.

    Em Fundamentos do Bem-estar, que mede acesso ao conhecimento básico, informação e comunicação, saúde e bem-estar e qualidade do meio ambiente, os dez melhores do RS também têm desempenho acima da média estadual. A média do grupo é de 70,76 pontos.

    A dimensão Oportunidades é o ponto mais fraco do RS no índice geral, mas alguns municípios entre os melhores do estado se destacam justamente nesse recorte. Alto Alegre tem 60,94 pontos e aparece em 3o lugar no país nessa dimensão.



Fonte: https://g l.globo.com/rslrio-grande-do

sul/ noticia/2026 / 05 /20 / rs-tem-dois- mu nici pios-entre-os-20-melhores

do-pais-em-indice-de-progresso-social.ghtml (adaptado)

A estrutura e a formação de palavras são importantes para a constituição e renovação do léxico no texto. A palavra saneamento, presente no quinto parágrafo, é formada a partir de qual processo morfológico estrutural?

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Q4076433 Português
As primas de Sapucaia
Por Claudia Laitano


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/05/as-primas-desapucaia-cmoncxlq202970123dgy7nosn.html — texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa em que a palavra sublinhada NÃO seja formada pela contração de dois outros vocábulos.
Alternativas
Q4076205 Português
A universidade do WhatsApp e seus doutores honorários


Há instituições que levam séculos para consolidar prestígio. Erguem bibliotecas, formam quadros, publicam pesquisas, sustentam debates, revisam conclusões, aceitam objeções e, com algum pudor, chamam de conhecimento aquilo que sobrevive ao teste do tempo, da crítica e da evidência. Já a universidade do WhatsApp resolveu encurtar caminho. Seu campus cabe no bolso, seu vestibular consiste em entrar num grupo e sua titulação é concedida em ritmo admiravelmente generoso: basta encaminhar com convicção.
10. Ali, ninguém perde tempo com metodologia, bibliografia ou dúvida honesta. A dúvida, naquela república de certezas instantâneas, é vista quase como um desvio de caráter. O verdadeiro aluno aplicado não pergunta “de onde veio isso?”, mas “para quantas pessoas posso mandar antes do almoço?”. E o verdadeiro mestre não se distingue pela consistência do argumento, e sim pelo tom do áudio. Se fala pausado, com voz grave e indignação calculada, já adquire a autoridade de um catedrático. Se acrescenta a expressão “isso a mídia não mostra”, alcança, sem concurso público, a condição de doutor honorário.
21. Trata-se de uma instituição notável. Seu corpo docente é formado por especialistas em tudo, desde vacinas até geopolítica, passando por dieta, educação infantil, código penal, mercado financeiro e escatologia de fim de semana. O curioso é que essa erudição enciclopédica não nasce de anos de estudo, mas de um fenômeno mais moderno e mais econômico: a familiaridade. O sujeito ouviu três vídeos, recebeu quatro artes com letras garrafais e, de repente, não apenas possui opinião formada, como também passa a considerar suspeita qualquer pessoa que tenha lido além da conta.
32. Na universidade do WhatsApp, a velocidade substituiu a verificação. Uma informação já não precisa ser sólida, basta ser urgente. Se vier acompanhada de caixa alta, trilha de alarme moral e uma promessa de segredo revelado, ganha imediatamente o estatuto de tese. O que antes exigia fonte, contexto e comparação agora se resolve com uma frase curta, preferencialmente apocalíptica, seguida daquela chantagem afetiva tão eficiente quanto intelectualmente desastrosa: “repasse antes que apaguem”. O medo faz o serviço que a razão recusaria fazer.
42. O mais intrigante, porém, não é a existência da desinformação. Isso seria até banal. O mais intrigante é o prestígio emocional que ela adquire. A mensagem falsa raramente chega sozinha. Ela vem embrulhada em pertencimento. Compartilhar certos conteúdos virou, para muita gente, uma forma de identidade. Não se encaminha apenas uma notícia duvidosa. Encaminha-se um modo de estar no mundo, uma senha de grupo, uma medalha invisível de quem acredita ter percebido o que os outros, pobres mortais, ainda não viram. A vaidade, quando encontra conexão estável e baixa autocrítica, torna-se uma plataforma de transmissão.
54. Nesse ambiente, o conhecimento perde uma de suas virtudes mais nobres: a humildade. O pesquisador sério sabe que saber custa caro. Exige tempo, revisão, recuo, correção, desapego à própria primeira impressão. Já o doutor honorário do aplicativo opera segundo outra pedagogia: a da certeza sem lastro. Ele não investiga para compreender. Conclui para se sentir superior. E, uma vez instalado nesse pequeno trono de convicções recicladas, passa a tratar o incômodo dos fatos como se fosse perseguição.
63. O problema é que a mentira em escala industrial não produz apenas equívocos. Produz consequências. Ela desorganiza decisões, corrói a confiança pública, ridiculariza a prudência e recompensa a performance da certeza. Aos poucos, cria-se uma cultura em que estudar parece arrogância e checar parece fraqueza. A ignorância, desde que pronunciada com segurança, ganha aplauso de auditório.
70. Talvez por isso a lição mais urgente do nosso tempo seja também uma das mais antigas: informação não vira verdade por circular depressa, nem opinião ganha valor porque veio acompanhada de intimidade digital. O primeiro sinal de inteligência continua sendo a disposição de examinar, comparar e, se necessário, dizer uma frase hoje quase revolucionária: “não sei ainda”. Porque o antídoto contra a universidade do WhatsApp não é decorar mais slogans. É reaprender a difícil elegância de pensar antes de encaminhar.


Fonte: Banca Elaboradora
Quanto à estrutura e à formação das palavras presentes no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4076007 Português
A universidade do WhatsApp e seus doutores honorários


   Há instituições que levam séculos para consolidar prestígio. Erguem bibliotecas, formam quadros, publicam pesquisas, sustentam debates, revisam conclusões, aceitam objeções e, com algum pudor, chamam de conhecimento aquilo que sobrevive ao teste do tempo, da crítica e da evidência. Já a universidade do WhatsApp resolveu encurtar caminho. Seu campus cabe no bolso, seu vestibular consiste em entrar num grupo e sua titulação é concedida em ritmo admiravelmente generoso: basta encaminhar com convicção. 10. Ali, ninguém perde tempo com metodologia, bibliografia ou dúvida honesta. A dúvida, naquela república de certezas instantâneas, é vista quase como um desvio de caráter. O verdadeiro aluno aplicado não pergunta “de onde veio isso?”, mas “para quantas pessoas posso mandar antes do almoço?”. E o verdadeiro mestre não se distingue pela consistência do argumento, e sim pelo tom do áudio. Se fala pausado, com voz grave e indignação calculada, já adquire a autoridade de um catedrático. Se acrescenta a expressão “isso a mídia não mostra”, alcança, sem concurso público, a condição de doutor honorário.

21. Trata-se de uma instituição notável. Seu corpo docente é formado por especialistas em tudo, desde vacinas até geopolítica, passando por dieta, educação infantil, código penal, mercado financeiro e escatologia de fim de semana. O curioso é que essa erudição enciclopédica não nasce de anos de estudo, mas de um fenômeno mais moderno e mais econômico: a familiaridade. O sujeito ouviu três vídeos, recebeu quatro artes com letras garrafais e, de repente, não apenas possui opinião formada, como também passa a considerar suspeita qualquer pessoa que tenha lido além da conta.

32. Na universidade do WhatsApp, a velocidade substituiu a verificação. Uma informação já não precisa ser sólida, basta ser urgente. Se vier acompanhada de caixa alta, trilha de alarme moral e uma promessa de segredo revelado, ganha imediatamente o estatuto de tese. O que antes exigia fonte, contexto e comparação agora se resolve com uma frase curta, preferencialmente apocalíptica, seguida daquela chantagem afetiva tão eficiente quanto intelectualmente desastrosa: “repasse antes que apaguem”. O medo faz o serviço que a razão recusaria fazer.

42. O mais intrigante, porém, não é a existência da desinformação. Isso seria até banal. O mais intrigante é o prestígio emocional que ela adquire. A mensagem falsa raramente chega sozinha. Ela vem embrulhada em pertencimento. Compartilhar certos conteúdos virou, para muita gente, uma forma de identidade. Não se encaminha apenas uma notícia duvidosa. Encaminha-se um modo de estar no mundo, uma senha de grupo, uma medalha invisível de quem acredita ter percebido o que os outros, pobres mortais, ainda não viram. A vaidade, quando encontra conexão estável e baixa autocrítica, torna-se uma plataforma de transmissão. 

54. Nesse ambiente, o conhecimento perde uma de suas virtudes mais nobres: a humildade. O pesquisador sério sabe que saber custa caro. Exige tempo, revisão, recuo, correção, desapego à própria primeira impressão. Já o doutor honorário do aplicativo opera segundo outra pedagogia: a da certeza sem lastro. Ele não investiga para compreender. Conclui para se sentir superior. E, uma vez instalado nesse pequeno trono de convicções recicladas, passa a tratar o incômodo dos fatos como se fosse perseguição.

63. O problema é que a mentira em escala industrial não produz apenas equívocos. Produz consequências. Ela desorganiza decisões, corrói a confiança pública, ridiculariza a prudência e recompensa a performance da certeza. Aos poucos, cria-se uma cultura em que estudar parece arrogância e checar parece fraqueza. A ignorância, desde que pronunciada com segurança, ganha aplauso de auditório.

70. Talvez por isso a lição mais urgente do nosso tempo seja também uma das mais antigas: informação não vira verdade por circular depressa, nem opinião ganha valor porque veio acompanhada de intimidade digital. O primeiro sinal de inteligência continua sendo a disposição de examinar, comparar e, se necessário, dizer uma frase hoje quase revolucionária: “não sei ainda”. Porque o antídoto contra a universidade do WhatsApp não é decorar mais slogans. É reaprender a difícil elegância de pensar antes de encaminhar.

Fonte: Banca Elaboradora 

Quanto à estrutura e à formação das palavras presentes no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4075215 Português
O que são os “cristais de memória” que desafiam as leis da física e prometem solucionar o problema do armazenamento de dados

Por Laurie Clarke

Durante uma visita ao Japão, em 1999, o pesquisador Peter Kazansky encontrou um fenômeno físico misterioso, o que o levou a acreditar que esta seja a chave para o futuro do armazenamento de dados. No laboratório de optoeletrônica da Universidade de Kyoto, os cientistas testavam como escrever em vidro usando lasers ultrarrápidos de femtossegundo, emitindo um pulso de luz a cada quadrilionésimo de segundo. Nesse momento, observou-se algo incomum na forma pela qual a luz trafegava através do vidro tratado com laser: a dispersão de Rayleigh é um efeito bem conhecido. Ela descreve como pequenas partículas refletem a luz branca em todas as direções — o que explica, entre outras coisas, por que o céu parece ser azul. Mas, nesse caso, a luz não se refletia conforme o esperado. “Foi difícil explicar”, afirmou Kazansky, que é professor de optoeletrônica da Universidade de Southampton, no Reino Unido. “Nós observamos a luz se dispersar de uma forma que parecia desafiar as leis da física”. A desconcertante observação acabou provocando “um autêntico momento Eureka”, segundo ele. Os pesquisadores descobriram nanoestruturas ocultas dentro do vidro de sílica, criadas por microexplosões geradas pelos lasers de femtossegundo. “Imagine que você sustente um grosso pedaço de cristal contra a luz e observe como a luz é refletida em muitas direções”. Com a técnica do laser, os pesquisadores de Kyoto criaram acidentalmente pequenos orifícios que tinham essa mesma propriedade. Cerca de mil vezes menores que a espessura de um cabelo humano, esses “redemoinhos” de luz são tão minúsculos que são imperceptíveis para o olho humano. No entanto, logo ficou claro para os cientistas que seu potencial era transformador. “Essa foi a primeira prova de que podemos usar a luz para imprimir padrões complexos dentro de materiais transparentes, em escala menor que o comprimento de onda da luz”, explica Kazansky. Agora, 27 anos depois, espera-se que a descoberta feita no Japão possa ajudar a resolver um dos problemas da nossa era da informação: o armazenamento massivo de dados. Na era da internet, da inteligência artificial, das casas inteligentes e do capitalismo de vigilância, existe algo que simplesmente não paramos de produzir: dados. A empresa de análises IDC prevê que, até 2028, geraremos coletivamente 394 trilhões de zettabytes de informações todos os anos (um zettabyte equivale a um trilhão de gigabytes). Toda vez que fazemos qualquer coisa na internet, como assistir a um vídeo no YouTube, enviar um e-mail ou fazer uma pergunta a um chatbot de IA, cadeias de pontos de dados saem em disparada rumo ao ciberespaço. A ideia de que os dados “pesam pouco” é enganosa. Nós imaginamos as informações viajando de forma etérea por cabos submarinos ou flutuando suavemente “na nuvem”. Mas, na verdade, elas exigem enormes recursos físicos, cuja demanda está se tornando insaciável. Os centros de dados consomem quantidades massivas de eletricidade, água e materiais, e seu crescimento exponencial nos obriga a buscar alternativas radicais. Esse dilema vem impulsionando soluções inovadoras, e uma delas é a proposta de Kazansky, que é a de gravar dados por meio de lasers. Outras opções, como a armazenagem de informações em DNA, também estão sendo exploradas por cientistas e empresas como a Microsoft. 
Analise as assertivas a seguir, considerando a estrutura das palavras e as vozes verbais empregadas nos fragmentos a seguir, retirados do texto:
I. “Imperceptíveis” é uma palavra formada por derivação prefixal e sufixal, enquanto “Microexplosões” exemplifica um processo de composição por aglutinação.
II. O trecho “Outras opções, como a armazenagem de informações em DNA, também estão sendo exploradas por cientistas e empresas como a Microsoft” está na voz passiva analítica.
III. Em “A ideia de que os dados ‘pesam pouco’ é enganosa”, o termo “pouco” classifica-se como adjetivo.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q4074680 Português
O que são os “cristais de memória” que desafiam as leis da física e prometem solucionar o problema do armazenamento de dados

Por Laurie Clarke

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Analise as assertivas a seguir, considerando a estrutura das palavras e as vozes verbais empregadas nos fragmentos a seguir, retirados do texto:
I. “Imperceptíveis” é uma palavra formada por derivação prefixal e sufixal, enquanto “Microexplosões” exemplifica um processo de composição por aglutinação.
II. O trecho “Outras opções, como a armazenagem de informações em DNA, também estão sendo exploradas por cientistas e empresas como a Microsoft” está na voz passiva analítica.
III. Em “A ideia de que os dados ‘pesam pouco’ é enganosa”, o termo “pouco” classifica-se como adjetivo.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4074629 Português
As palavras “inútil” e “acumulação”, retiradas do texto, são formadas, respectivamente, pelos processos de:
Alternativas
Q4072688 Português
Assinale a alternativa em que o processo de formação de palavras está corretamente identificado. 
Alternativas
Q4070631 Português
Assinale a alternativa em que o processo de formação de palavras está corretamente identificado: 
Alternativas
Respostas
41: A
42: C
43: D
44: E
45: E
46: A
47: B
48: A
49: B
50: E
51: B
52: A
53: C
54: A
55: A
56: A
57: A
58: B
59: C
60: A