Questões de Concurso
Comentadas sobre encontros vocálicos: ditongo, tritongo, hiato em português
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I. Apresenta um hiato.
II. É composta por cinco sílabas.
III. Contém um encontro consonantal.
Está correto o que se afirma em:
I. Contém um ditongo.
II. É dividida em cinco sílabas.
III. Apresenta um tritongo.
Está correto o que se afirma em:
(1) Hiato.
(2) Ditongo.
(3) Tritongo.
( ) Madeira.
( ) Oceano.
( ) Saguão.
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Como surgiu a expressão "Era uma vez" usada nos contos de fadas?
A expressão “Era uma vez…” convida leitores e ouvintes – crianças, jovens, adultos e idosos – a adentrar o mundo da imaginação. Conhecida e utilizada para introduzir histórias orais e escritas, hoje mais frequentemente as destinadas a crianças, a expressão indica tempo propositalmente vago e impreciso, como forma de marcar o caráter ficcional da narrativa, convidando o leitor/ouvinte a soltar a imaginação.
Em língua francesa, registra-se o uso da expressão, pela primeira vez, pelo escritor e poeta Charles Perrault (1628–1703), no conto Les souhaits ridicules (“Os desejos ridículos”), de 1694, incluído na edição de 1871 de sua obra mais famosa, Histoires ou contes du temps passé, avec des moralités (“Histórias ou contos do tempo passado com moralidades”), conhecidos como Les contes de la mêre l'Oye (“Contos da mamãe Gansa”).
A expressão “era uma vez” e suas variantes, como “houve um tempo”, tornaram-se fórmula e chave mágica também utilizada por outros escritores daquela época, como Madame d'Aulnoy, na França, e do século seguinte, como Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, na França, Dorothea Viehmann (1755– 1815), na Alemanha – a contadora de histórias que se tornou fonte de referência para os famosos contos dos irmãos Jacob Ludwing Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm – e Hans Christian Andersen, na Dinamarca.
Em língua inglesa, a expressão correspondente Once upon a time e variantes têm origem no século 14, com o poema Sir Ferumbras, da canção de gesta – poema épico medieval francês, celebrando os feitos de heróis e escrito para ser declamado – sobre a época do rei Carlos Magno, e com The Canterbury Tales (“Contos da Cantuária”) do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer. Indicam, ainda, que a expressão como a conhecemos existia desde cerca do ano de 1600, tendo sido consolidada pelas narrativas de Perrault, seguido dos irmãos Grimm e de Andersen, alcançando rápida popularidade e tradução em outros países. E há também os que indicam a existência de histórias similares há mais de 6 mil anos.
Fonte: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/06/como-surgiu-a-expressao-era-umavez-usada-nos-contos-de-fadas.ghtml (adaptado).
O encontro vocálico demarcado, na palavra importância, é tipificado como
Leia o texto para responder à questão.
Floresça a sua vida. (Autor desconhecido).
“Viver com aquele sorriso de orelha a orelha, que tanto engrandece o mundo, é a melhor forma de você agradecer por estar vivo, por estar compartilhando momentos lindos, dias maravilhosos, emoções memoráveis, sensações inesquecíveis. Só assim, desse jeito, você demonstra gratidão e sua admiração pela dádiva de estar aí na estrada de todo mundo a estrada da felicidade. Nunca tenha medo, nunca aceite receios por correr atrás de seus sonhos.
É que só se vive uma vez, duas talvez não seja possível. Então lute, pratique o bem e agradeça à vida por se ter lembrado de você! Seja feliz com um sorriso de orelha a orelha!”
Fonte:https://www.mundodasmensagens.com/mensagem/felicidade-floresca-a-suavida.html.
Leia a notícia e responda a questão de 1 a 7.
Mãe e filha estudam juntas e são aprovadas em
universidade federal
Assinale a opção em que todos os vocábulos possuem apenas encontro vocálico oral.
Assinale que corresponde a ordem correta dos encontros vocálicos nos substantivos dos trechos:
1. “Brincava com nossas crianças’’.
2. ‘‘Deixou boas impressões por aqui”
3. “Eu não posso descrever o efeito do álcool.”
4. “Saio para a rua.”
Aprendermos a aceitar a realidade da vida. (Autor desconhecido).
“Por vezes custa muito aceitarmos a realidade da vida. Lutamos para que tudo seja perfeito e acabamos percebendo que poucas coisas são como esperamos. A verdadeira sabedoria está em sabermos lidar com tudo o que o dia a dia nos reserva e tirarmos proveito daquilo que realmente vale a pena.
que realmente vale a pena. As pessoas que nos rodeiam, por mais que nos amem, acabam sempre por nos magoar. Até a melhor das amizades em algum momento nos decepciona. Aprendermos a perdoar o que os outros nos fazem é o primeiro passo para vivermos em paz conosco. Sentiremos ao longo do tempo que tudo muda e que aqueles que nos são importantes também. Percebermos que a imprevisibilidade da nossa existência fará de nós humanos mais estáveis. Nada estranharemos à medida que formos crescendo e acumulando mais experiência. Por mais dolorosos que sejam certos acontecimentos, eles sempre nos ensinarão algo e nunca serão em vão.”
https://leouve.com.br/comportamento/mensagem-do-dia-aprendermos-a-aceitar-a-realidade da-vida/ - adaptado.