Questões de Concurso Sobre emprego do hífen em português

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Q501450 Português
De acordo com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, a frase “Comprei pipocas para microondas.”,
Alternativas
Q501066 Português
Não se emprega o hífen em locuções:

I. substantivas como: cão de guarda e fim de semana.
II. adjetivas como: cor de açafrão e cor de vinho.
III. pronominais como: quem quer que seja e cada um.
IV. adverbiais como: depois de amanhã e em cima.

Assinale a alternativa correta em relação às afirmações acima.
Alternativas
Q483035 Português
Com relação ao emprego do hífen, estão grafados corretamente, segundo o Novo Acordo Ortográfico, os vocábulos:
Alternativas
Q436935 Português
A partir de 2012, entrou em vigência, no Brasil, o novo Acordo Ortográfico assinado pelos países de língua portuguesa. Assinale a afirmativa que apresenta palavra ou expressão cuja escrita NÃO obedece ao Acordo.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: TJ-GO Órgão: TJ-GO Prova: TJ-GO - 2012 - TJ-GO - Escrivão Judiciário |
Q425960 Português
"A ortografia, da combinação dos elementos de origem grega orto - (reto, direito, correto) + grafia (representação escrita de uma palavra), é o conjunto de regras estabelecidas pela gramática normativa que ensina a escrita correta das palavras". (William Roberto Cereja, Thereza Cochar Magalhaes. Gramática reflexiva. 3® ed. São Paulo: Atual, 2012).

De acordo com as novas regras ortográficas, marque a opção INCORRETA:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: MPE-MT Órgão: MPE-MT Prova: MPE-MT - 2012 - MPE-MT - Promotor de Justiça |
Q326084 Português

No Brasil, fast-food e alopatia convivem na boa com a mamadeira, a canjica, os chás de erva-cidreira e erva-doce. Geleia global. Tudo bem que os americanos tenham o seu “pieceofcake”, designativo das coisas fáceis de obter. Houve tempo em que eles só souberam da fartura e não sentiram na carne o que é ter de descascar um abacaxi, resolver um pepino, encarar uma batata quente e enfrentar o angu de caroço que é o nosso dia a dia. Afinal, mesmo em crise, eles ainda ganham em dólar. E comem como poucos.

(Rev. Língua Portuguesa, nº 78, 2012.)



Em relação aos recursos linguísticos e estilísticos do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Na caracterização feita ao nosso dia a dia, foram usadas metáforas de alimentação, todas indicativas da leveza de vida do brasileiro.

( ) A palavra geleia não mais é acentuada em função do novo Acordo Ortográfico, assim também papeis, pasteis e bachareis.

( ) Os termos fast-food e “pieceofcake” são estrangeirismos sem aportuguesamento que coexistem com as palavras em português, a exemplo de coffee break , delivery , off .

( ) Erva - cidreira e erva-doce mantêm o hífen, segundo o novo Acordo Ortográfico, por designarem espécies botânicas.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q281538 Português
Imagem 009.jpg

Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.
No trecho “monoteísmo judaico-cristão nas ciências” (L.16-17), o adjetivo é grafado na sua forma mais conhecida, embora também estejam corretas as formas judaicocristão e judaico cristão.
Alternativas
Q275827 Português
                             Imagem 027.jpg

Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q244922 Português
Consideradas as prescrições do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, em vigor desde janeiro de 2009, a palavra em que o hífen foi empregado de modo INCORRETO é:
Alternativas
Q233523 Português
No Texto I, o termo destacado em “Nas últimas décadas, os advogados do livre-comércio pareciam em vantagem (L 8-9) apresenta hífen de acordo com as regras ortográficas da Língua Portuguesa.

É necessário o emprego do hífen ao combinarmos os seguintes elementos:
Alternativas
Q2883706 Português
not valid statement found

Em palavras compostas, existe hífen se a segunda delas começa por h (anti-horário) ou pela mesma letra com que a primeira termina (anti-imediato).

Assinale a alternativa com as palavras em que os dois elementos devem seguir essa norma.

Alternativas
Q1294995 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.

Gritos que fizeram história

Marta Góes



No texto, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q1164450 Português

Disponível em: <http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/06/09/a-estraga-prazeres-385378.asp>

Quanto às regras de escrita, é correto afirmar que
Alternativas
Q822554 Português

Após a leitura, marque a alternativa incorreta.

Racismo

“Tenho certeza de que, contra algumas atitudes em relação a racismo contra os negros, bem como em relação à perseguição a homossexuais e outras pessoas, deveriam haver, sim, penas, mas penas diferentes. Por exemplo: fica o racista obrigado a ler mais, a ter aulas de biologia, a aprender geografia, a aprender sobre outros povos e costumes, a aprender sobre religiões (todas). O criminoso só será colocado em liberdade novamente se der palestras públicas e obter oito como média 8. Aí, então, o cidadão, ex-racista, estará apto a voltar à sociedade, pois o racismo, seja de quem for e contra quem for, só tem, a meu ver, um motivo: falta total de informação.”

Roberto Moreira da Silva, Painel do Leitor. Folha de S. Paulo, São Paulo, 7 jul. 2001

Alternativas
Q822551 Português
Sobre o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado pelos países que têm o Português como língua oficial, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q811963 Português
Identifique a descrição gramatical INCORRETA no texto.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UNILAB Prova: CCV-UFC - 2011 - Unilab - Administrador |
Q667409 Português
Como “bem-estar” (linha 07), a palavra cuja grafia, conforme o Novo Acordo Ortográfico, permanece a mesma do sistema ortográfico anterior é:
Alternativas
Q501552 Português
Indique a palavra que está corretamente ortografada de acordo com a Nova Ortografia vigente.
Alternativas
Q379849 Português
O imperativo da exportação, sugerido a todos os países como uma espécie de solução salvadora, é uma verdade ou apenas um mito? Afirma-se, com muita força, que os países que não exportam não têm presente nem futuro, sem explicar cabalmente por quê. A doutrina é tão forte que, embora isso não seja sempre reconhecido, chega-se ao paroxismo de agir como se o próprio território devesse também ser exportado

Comecemos pela definição de território, na verdade uma redefinição. Consideremos o território como o conjunto de sistemas naturais mais os acréscimos históricos materiais impostos pelo homem. Ele seria formado pelo conjunto indissociável do substrato físico, natural ou artificial, e mais o seu uso, ou, em outras palavras, a base técnica e mais as práticas sociais, isto é, uma combinação de técnica e de política. Os acréscimos são destinados a permitir, em cada época, uma nova modernização, que é sempre seletiva. Vejam-se os exemplos das ferrovias na segunda metade do século 19 e das infovias hoje.

A partir da constituição do Estado moderno, tudo isso era considerado como base da soberania nacio- nal e da competição entre nações. O exemplo mais eloquente é o de Colbert, ministro de Luís 14, engenheiro, geógrafo, economista, estrategista e estadista, preocupado com o traçado das estradas e canais na velha França, base, ao mesmo tempo, do crescimento do país e da sua competição com os vizinhos e com a Inglaterra. O território, assim visto, constituía um dado essencial da regulação econômica e política, já que do seu manejo dependiam os volumes e os fluxos, os custos e os preços, a distribuição e o comércio, em uma palavra, a vida das empresas e o bem- estar das populações. Era por meio desses instrumentos incorporados ao território que o país criava sua unidade e funcionava como uma região do Estado. “Regio” tanto significa região quanto reger, governar.

Com a globalização, o território fica ainda mais importante, ainda que uma propaganda insidiosa teime em declarar que as fronteiras entre Estados já não funcionam e que tudo, ou quase, se desterritorializa. Na verdade, se o mundo tornou possível, com as técnicas contemporâneas, multiplicar a produtividade, somente o faz porque os lugares, conhecidos em sua realidade material e política, distinguem-se exatamente pela diferente capacidade de oferecer às empresas uma produtividade maior ou menor. É como se o chão, por meio das técnicas e das decisões políticas que incorpora, constituísse um verdadeiro depósito de fluxos de mais-valia, transferindo valor às firmas nele sediadas. A produtividade e a competitividade deixam de ser definidas devido apenas à estrutura interna de cada corporação e passam, também, a ser um atributo dos lugares. E cada lugar entra na contabilidade das empresas com diferente valor. A guerra fiscal é, na verdade, uma guerra global entre lugares.

Por isso, as maiores empresas elegem, em cada país, os pontos de seu interesse, exigindo, para que funcionem ainda melhor, o equipamento local e regional adequado e o aperfeiçoamento de suas ligações mediante elos materiais e informacionais modernos. Isso quanto às condições técnicas. Mas é também necessária uma adaptação política, mediante a adoção de normas e aportes financeiros, fiscais, trabalhistas etc. É a partir dessas alavancas que os lugares lutam entre si para atrair novos empreendimentos, os quais, entretanto, obedecem a lógicas globais que impõem aos lugares e países uma nova medida do valor, planetária e implacável. Tal uso preferencial do território por empresas globais acaba desvalorizando não apenas as áreas que ficam de fora do processo, mas também as demais empresas, excluídas das mesmas preferências.

O termo mais-valia, presente no texto, é escrito obrigatoriamente com hífen. Entre as palavras abaixo, há uma que não deveria ter sido escrita com hífen na seguinte alternativa:
Alternativas
Q379716 Português
A palavra autodenominado constitui exemplo de prefixação em que não se deve empregar o hífen. Segundo o acordo ortográfico vigente a partir de 1 de janeiro de 2009, há erro relacionado ao emprego do hífen na seguinte alternativa:
Alternativas
Respostas
1161: C
1162: D
1163: A
1164: D
1165: C
1166: B
1167: E
1168: C
1169: E
1170: D
1171: E
1172: B
1173: C
1174: X
1175: X
1176: B
1177: X
1178: C
1179: C
1180: E