Questões de Concurso Comentadas sobre divisão silábica em português

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Q4178863 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Cooperativa que produz açaí no Amapá fecha contrato de cinco anos com gigante chinesa 


A cooperativa dos produtores extrativistas de açaí do estado do Amapá (Amazonbai) firmou parceria com a segunda maior rede de distribuição de alimentos chinesa para o fornecimento de toda a safra de açaí pelos próximos cinco anos, totalizando 15 mil toneladas do produto. A negociação ocorreu durante a Sial China, maior feira de alimentos da Ásia. 


A Amazonbai faz parte da Rota do Açaí, inserida nas Rotas de Integração Nacional, iniciativa do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), que tem como objetivo o fortalecimento de sistemas produtivos locais e a promoção do desenvolvimento regional sustentável.


A participação da Amazonbai e de outras sete cooperativas — todas integrantes das Rotas de Integração Nacional — na Sial China contou com investimento de R$ 207 mil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). São elas: União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes Brasil), Unicafes Bahia, IPE Unicafes, Cooperativa Grande Sertão, Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (COOPERCUC) e Cooperativa Agropecuária Regional de Palmeira dos Índios (Carpil). A participação das cooperativas no evento possibilita a apresentação de produtos sustentáveis brasileiros ao público asiático. 


O presidente da Amazonbai, Amiraldo Picanço, comemorou a parceria internacional e o apoio do MIDR. "Que o produto da Amazonbai e das outras cooperativas da Rota de Integração possa ser distribuído neste continente, neste mercado tão promissor.


Para o secretário nacional substituto de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial do MIDR, Edgar Caetano, o financiamento do intercâmbio de produtores beneficiados pelas Rotas de Integração Nacional na Sial 2026, maior feira de alimentos e bebidas da Ásia e uma das maiores do mundo, demonstra a relevância dessa estratégia para a valorização dos produtos.


A Sial China é a maior feira de alimentos da Ásia e uma das maiores do planeta. A edição de 2026 ocorreu entre os dias 18 e 20 de maio, em Xangai. Nesta edição, o Brasil enviou 82 empresas exportadoras para a feira, um recorde em relação às 54 da edição anterior.


 A inserção das cooperativas no evento busca ampliar o acesso de suas produções, apoiadas pelas Rotas de Integração Nacional, a mercados internacionais; promover o reconhecimento internacional das Rotas como modelo de política pública para o desenvolvimento regional; e estabelecer alianças estratégicas entre instituições públicas, privadas e comunitárias dos países visitados e os territórios brasileiros.


https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202605/acai-do-amapa-conquist a-mercado-chines-adaptado 

Nesta edição, o Brasil enviou 82 empresas exportadoras para a feira, um recorde em relação às 54 da edição anterior."
Com base no trecho apresentado, analise as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.
(A) O vocábulo 'recorde' é uma palavra paroxítona, por apresentar a penúltima sílaba como tônica, assim como os vocábulos 'feira' e 'empresas'.
(R) As palavras paroxítonas apresentam a penúltima sílaba tônica, embora o vocábulo 'recorde' também possa ser pronunciado como proparoxítono, exigindo acento na antepenúltima sílaba.
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4177796 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
Considerando a separação silábica e a localização da sílaba tônica de palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4174415 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a pior fase da vida para ganhar peso, segundo este estudo.

A partir da análise de dados de mais de 600 mil pessoas, os cientistas conseguiram identificar a janela da vida em que as alterações no corpo elevam mais os riscos à saúde


O impacto do ganho de peso sobre a saúde não depende apenas de quanto se engorda ao longo da vida, mas também do momento em que isso acontece. Um estudo de larga escala conduzido por pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, aponta que o início da idade adulta é o período mais crítico: ganhar peso cedo está associado a um risco significativamente maior de morte prematura no futuro.

A análise reuniu dados de mais de 600 mil pessoas, acompanhados entre os 17 e os 60 anos, com múltiplas medições de peso ao longo do tempo, de forma a observar trajetórias reais de mudança corporal ao longo de décadas, em vez de depender de relatos retrospectivos dos participantes.

"Nossa descoberta mais consistente é que o ganho de peso em uma idade mais jovem está associado a um risco maior de morte prematura na velhice", afirma Tanja Stocks, epidemiologista e uma das autoras do estudo, em comunicado. "Isso em comparação com pessoas que ganham menos peso."

Os resultados mostram que indivíduos que desenvolveram obesidade entre os 17 e os 29 anos tiveram cerca de 70% mais chances de morrer durante o período de acompanhamento, em comparação com aqueles que não se tornaram obesos antes dos 60 anos.

Em termos práticos, isso significa que, se 10 em cada 1.000 pessoas sem obesidade precoce morreram ao longo do estudo, esse número sobe para cerca de 17 entre aqueles que ganharam peso mais cedo.
Assinale a alternativa que contenha, respectivamente, uma palavra oxítona, uma palavra paroxítona e uma palavra proparoxítona.
Alternativas
Q4163718 Português
      O sono faz parte da vida. É uma necessidade como beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é fundamental para a nossa existência. O impacto de noites mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo humano.
      Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65% dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
      Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três fases. A primeira fase é bem leve, durando aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente quando as pessoas experienciam a sensação de “estar caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta. Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é mais profundo nessa fase.
      Todos estão sujeitos a apresentar problemas relacionados ao sono em algum momento da vida. E, embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de vida, rotina, contexto social, prática de atividade física, alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças clínicas e mentais exercem influência direta sobre a qualidade do sono.


Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
De acordo com a classificação das sílabas, as palavras sublinhadas no último parágrafo são: 
Alternativas
Q4162295 Português
De acordo com as regras de divisão silábica, assinalar a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4160315 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Áreas de parque de MG que tiveram pichação em pinturas rupestres serão isoladas para limpeza



A administração do Parque Nacional da Serra do Cipó, na região central de Minas, vai manter áreas da unidade isoladas até que as pichações sobre pinturas rupestres feitas no local sejam removidas pelo IPHAN, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Com o isolamento, uma cachoeira do parque está com acesso proibido.


Desde a notificação das pichações, no começo de maio, a região de acesso às pinturas rupestres está com o acesso bloqueado para preservar o local que será periciado, como explica o chefe da gestão do parque, Gabriel Resende.


Segundo a administração do parque, na próxima semana, o Iphan, integrantes do Laboratório de Ciência da Conservação e do Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais da UFMG farão uma perícia no local do parque violado para realizar a remoção da tinta e restaurar o local.


O caso foi denunciado às Polícia Federal, Polícia Civil de Minas Gerais e Polícia Militar de Meio Ambiente em Lagoa Santa. O padrão das pichações é investigado para tentar identificar os autores do crime. Até agora, ninguém foi localizado e também não se sabe a data em que o crime foi cometido. O parque estuda instalar câmeras de segurança para evitar novos episódios.


As pinturas rupestres mais antigas encontradas no Parque são datadas de 8.500 a 12.000 anos, marcando a região como um importante sítio arqueológico. As primeiras populações que ocuparam a região eram pré-colombianas, coletores e caçadores. Entre os registros estão desenhos de animais e cenas de caça, principalmente nas regiões da Lapa da Sucupira e no Parque Arqueológico Pedra do Sol, que são patrimônios tombados.


O Parque Nacional da Serra do Cipó fica em um território de quatro municípios e ocupa uma área de 31 mil e 600 hectares. É um dos principais destinos de ecoturismo de Minas Gerais, com mais de 60 cachoeiras.



https://cbn.globo.com/belo-horizonte/noticia/2026/05/09/areas-de-parqu e-de-mg-que-teve-pichacao-em-pinturas-rupestres-serao-isoladas-para -limpeza.ghtml-adaptado 



"O Parque Nacional da Serra do Cipó fica em um território de quatro municípios e ocupa uma área de 31 mil e 600 hectares. É um dos principais destinos de ecoturismo de Minas Gerais com mais de 60 cachoeiras."



Com base na separação silábica e na classificação quanto ao número de sílabas, assinale a alternativa incorreta. 

Alternativas
Q4153961 Português
Ministério da Saúde anuncia quase R$ 12 milhões para o enfrentamento da doença de Chagas em municípios


    O Ministério da Saúde anunciou, no Dia Mundial da Doença de Chagas, o investimento de quase R$ 12 milhões para o fortalecimento das ações de vigilância e controle da doença de Chagas em 17 estados do país. Com o repasse, o Governo do Brasil reforça o compromisso de manter o país avançando no controle da doença. O recurso fortalece a capacidade de atuação contínua em 155 municípios prioritários, apoiando ações essenciais como captura e monitoramento de vetores, vigilância e resposta rápida a focos. 

    “Não podemos esquecer que se trata de uma doença relevante, que já ultrapassou fronteiras e hoje também está presente no sul dos Estados Unidos, o que amplia a preocupação em nível global. Felizmente, o Brasil tem avançado de forma consistente no enfrentamento da doença. Houve um aumento de 130% na testagem para Chagas, fortalecendo a detecção precoce e ampliando as oportunidades de cuidado oportuno para a população”, afirmou o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

    Durante a 18ª edição da Expoepi, em Brasília, um dos principais eventos de vigilância em saúde do país, foram reconhecidos os municípios de Anápolis e Goiânia, em Goiás, com selo bronze de boas práticas para eliminação da transmissão vertical da doença. A programação da mostra inclui apresentação de pesquisas, iniciativas de vigilância e experiências bem-sucedidas nos territórios. O evento também conta com uma exposição dedicada à doença de Chagas, com conteúdos educativos sobre prevenção, diagnóstico e tratamento voltados a profissionais de saúde e à população.

    “A doença de Chagas ainda representa um desafio importante para a saúde pública, especialmente em áreas com maior vulnerabilidade social e presença de vetores. Estamos direcionando recursos com base em critérios técnicos, o que permite maior efetividade das ações e impacto direto na redução da transmissão. Nosso compromisso é ampliar o diagnóstico, garantir o tratamento oportuno e avançar de forma consistente na eliminação da doença como problema de saúde pública no Brasil”, afirmou a Secretária de Vigilância em Saúde e Meio Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão.

    A seleção foi baseada em critérios técnicos que consideram a interação dos insetos vetores com o ambiente e vulnerabilidade social, com prioridade para municípios classificados como de risco “muito alto” em índice composto (presença de vetores e condições socioambientais) e localidades com registro recente do vetor Triatoma infestans. Também foram considerados municípios com alta prioridade e de muito alta prioridade, para a forma crônica da doença de Chagas, concentrados principalmente nas regiões Nordeste e Sudeste. 

    O Ministério da Saúde, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também anunciou a fase 2 do projeto “Selênio como tratamento na cardiopatia crônica da doença de Chagas (STCC-2)”, que busca avaliar a eficácia e a segurança do mineral como estratégia terapêutica complementar para pacientes com cardiopatia chagásica crônica. 

    A expectativa é que a pesquisa gere evidências científicas mais robustas e representativas em diferentes perfis de pacientes. Os resultados poderão subsidiar a avaliação de tecnologias à base de selênio – substância com ação antioxidante e anti-inflamatória – para proteção cardiovascular, além de apoiar sua possível incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).

    Para a Secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, os avanços científicos são essenciais para ampliar as opções terapêuticas e garantir o cuidado em tempo oportuno no SUS. “A doença de Chagas ainda afeta muitas famílias brasileiras, especialmente em contextos de maior vulnerabilidade. Por isso, investir em pesquisas nessa área é também um compromisso com a equidade e com a promoção de um cuidado mais digno e acessível para todos”, destacou.

    O Brasil tem ampliado o enfrentamento à doença de Chagas com mais diagnóstico, vigilância e assistência. Entre 2023 e 2025, a distribuição de testes e medicamentos cresceu mais de 130%, aumentando a detecção e o tratamento. As ações ganham ainda mais relevância durante a mobilização pelo Dia Mundial da Doença de Chagas, com foco no cuidado integral e na prevenção.

    Entre os avanços estão a retomada do benznidazol pediátrico, a ampliação de especialistas no SUS e o reforço da vigilância com recursos para municípios. O país também prepara a certificação inédita de cidades pela eliminação da transmissão vertical da doença.

    Nesse contexto, o Programa Brasil Saudável busca eliminar a doença como problema de saúde pública até 2030, com foco na redução das transmissões vetorial, oral e vertical, além do diagnóstico precoce e tratamento gratuito pelo SUS. A iniciativa integra ações de 14 ministérios, prioriza populações vulneráveis e reconhece a doença como socialmente determinada, ainda presente em cerca de 1,2 milhão de brasileiros.

    O cenário epidemiológico reforça a urgência das medidas: em 2024, foram registrados 3.750 óbitos, com maior concentração no Sudeste. No mesmo período, houve 520 casos agudos, principalmente no Norte, com destaque para o Pará. Em 2025, dados preliminares indicam 627 casos agudos (97% no Norte) e 8.106 casos crônicos, concentrados em Minas Gerais, Bahia e Goiás, evidenciando a persistência da doença em áreas endêmicas.


(Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/. Acesso em: abril de 2026. Adaptado.)
Considerando a classificação das palavras quanto ao número de sílabas, são consideradas palavras trissílabas, EXCETO:
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Q4144598 Português
• Texto para a questão.


INFODEMIA E FAKE NEWS NA SAÚDE: DESAFIOS E IMPACTOS


   A disseminação de informações falsas sobre saúde nas redes sociais representa um grave problema de saúde pública, denominado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de infodemia. No Brasil, esse fenômeno ganhou proporções alarmantes durante a pandemia de COVID-19, quando mentiras sobre vacinas, tratamentos e medidas sanitárias circularam livremente em aplicativos de mensagens e plataformas digitais.

   Uma pesquisa da Avaaz, realizada em 2020, revelou que 73% dos brasileiros acreditavam em ao menos uma notícia falsa sobre o coronavírus. Dados da Fiocruz apontaram que 91% dos profissionais de saúde entrevistados consideraram as fake news um obstáculo no combate ao vírus, e 76,1% atenderam pacientes influenciados por desinformação.

   O Brasil possui atualmente cerca de 480milhões de dispositivos digitais (FGV), emais de 140milhões de pessoas se conectaram à internet entre março e agosto de 2024 (Cetic.br), o que amplia o alcance de conteúdos sem comprovação científica. Apesar dos avanços no acesso digital, apenas 52% dos usuários verificam as informações que recebem, proporção que cai para 31% entre pessoas com Ensino Fundamental.

    A CPI da Covid, instaurada pelo Senado Federal em 2021, concluiu que a desinformação contribuiu para ao menos 400 mil mortes evitáveis. Como resposta, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o Ministério da Saúde e outras instituições lançaram plataformas digitais de combate à desinformação, como o Cofenplay e o Saúde com Ciência, buscando levar conteúdo científico verificado à população. A escolha por essas plataformas como tecnologia educacional foi estratégica, porque a geração atual está, cada vez mais, imersa em dispositivos digitais. O enfrentamento à infodemia exige educação midiática, regulação das redes sociais e valorização da ciência como instrumento de cidadania e proteção da vida.


LOPES, Iberê. Infodemia: notícias falsas sobre saúde dominam redes sociais, induzem ao erro e desafiam autoridades. Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Brasília, 27 jan. 2025. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/infodemia-noticias-falsas-sobre-saude-dominam-redes-sociais-induzem-ao-erro-edesafiam-autoridades/. Acesso em: 06 maio 2026. Texto Adaptado.
Considerando as normas de acentuação gráfica da língua portuguesa e o emprego da palavra “conteúdo” no trecho “...buscando levar conteúdo científico verificado à população”, pode-se afirmar que ela:
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Q4137819 Português

Leia o texto para responder às próximas seis questões.


A mulher e a patroa. (Martha Medeiros).


Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás.


Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.


Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.


Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza. Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras: convivem com eles.


Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É carinho, dizem. Às vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.


Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há algo sexy no ar.


Há homens que têm patroa.


Há homens que têm mulher.


E há mulheres que escolhem o que querem ser.

Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (patroa, depois, jaula).
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Q4134614 Português
Desigualdade social é o principal obstáculo à qualidade da educação no país.

A educação básica brasileira registrou avanços significativos nas últimas décadas, mas continua marcada por desigualdades profundas e por um descompasso entre o modelo de ensino e as transformações tecnológicas e sociais contemporâneas.

 A avaliação é do pesquisador Ivan Siqueira, professor titular de Interdisciplinaridade da UFBA (Universidade Federal da Bahia), durante a 2ª Conferência FAPESP 2026 − "Educação Básica no Brasil: Desafios e Oportunidades".

Segundo o conferencista, o país ampliou o acesso à escola desde a Constituição de 1988, mas ainda enfrenta dificuldades para garantir qualidade compatível com os investimentos realizados. "Há muita evidência de que avançamos. Mas, quando consideramos os níveis de desigualdade, entendemos que ainda precisamos fazer muito, muito, muito mais", ressaltou.

Um dos pontos centrais da apresentação foi a distinção entre princípios e critérios na definição das políticas públicas. Para Siqueira, a legislação brasileira possui diretrizes acertadas, mas carece de mecanismos objetivos de implementação. O pesquisador analisou especificamente o artigo 205 da Constituição da República Federativa do Brasil, que estabelece: "A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".

"O maior problema do artigo 205 é ser ele uma declaração de princípio e não o estabelecimento de um critério. E o princípio não é binário: você pode dizer que está indo em determinada direção, mesmo sem nunca chegar lá", explicou. "Precisamos transformar princípios em critérios, porque critérios são objetivos e permitem cobrança."

Essa lacuna, segundo ele, afeta diretamente a governança educacional, especialmente em municípios com baixa capacidade administrativa. "Grande parte da educação básica está nas mãos das prefeituras, que têm menos recursos e menos estrutura, justamente na fase mais importante do desenvolvimento humano", disse.

O professor criticou também a formação de professores no país. Segundo ele, o sistema permite que docentes sejam formados sem experiência prática em escolas. "O Brasil autoriza a formação de pessoas que nunca pisaram em uma sala de aula. Isso não acontece em áreas como medicina", ponderou. Outro problema apontado foi a fragmentação curricular. "É ilusório imaginar que um aluno consiga aprender 13 disciplinas diferentes com menos de quatro horas de aula por dia", sublinhou. Para ele, o modelo pressupõe uma escola em tempo integral, que ainda não é realidade na maior parte do país.

Siqueira destacou que as tecnologias digitais introduziram uma mudança estrutural no processo de aprendizagem, afetando atenção, linguagem e formas de interação. "O modelo tradicional de aula expositiva está morto. Ele não serve mais para os estudantes que temos hoje", resumiu. Conforme o pesquisador, os estudantes têm dificuldade crescente de concentração e organização do pensamento: "Hoje é muito difícil manter um aluno focado por dez minutos. Para escrever, ele precisa pensar — e não está exercitando isso".

Ele relatou ainda o aumento de fenômenos como desinformação, dependência de redes sociais e problemas de saúde mental. "Na UFBA, 70% dos estudantes de medicina relatam problemas de saúde mental. Na psicologia, o percentual é ainda maior: 80%. Tanto que os professores, meus colegas, dizem que o pessoal vem para a psicologia para se tratar", contou.

A IA (inteligência artificial) foi apresentada como um dos principais vetores de transformação da educação e do mercado de trabalho. Siqueira citou demissões recentes no setor financeiro para ilustrar o impacto da adoção das novas tecnologias digitais. "Nos últimos quatro meses, os quatro maiores bancos norte-americanos demitiram 15 mil funcionários, enquanto obtinham mais de US$ 1 bilhão de lucro. Uma pessoa com IA faz o trabalho de dez. E isso muda completamente o mercado", enfatizou.

Ao mesmo tempo, ele destacou aplicações positivas no sistema educacional. "Modelos baseados na BNCC [Base Nacional Comum Curricular] conseguem gerar planos de aula adaptados para diferentes perfis de estudantes, reduzindo enormemente o trabalho do professor", disse. A BNCC é o documento normativo que define o que todos os estudantes brasileiros têm o direito de aprender ao longo da educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio).

Além disso, a incorporação das novas tecnologias digitais favorece o acesso a conteúdos de qualidade, a formação de comunidades de aprendizagem e a possibilidade de integrar o currículo às realidades locais, como em comunidades indígenas e quilombolas, ampliando o potencial de uma educação mais contextualizada, colaborativa e alinhada às demandas contemporâneas.

Mas há vários gargalos a serem ultrapassados. Entre eles, o modelo de avaliação. Siqueira argumentou que exames como o do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) estão defasados e não capturam competências essenciais. E defendeu a incorporação de habilidades como pensamento crítico, metacognição e resolução de problemas complexos. "O estudante precisa saber mobilizar conhecimentos em situações reais. Não basta repetir conteúdo", disse.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/desigualdade-social-e-o-princip al-obstaculo-a-qualidade-da-educacao-no-pais/
"Desigualdade social é o principal obstáculo à qualidade da educação no país."
A separação silábica consiste na divisão das palavras em sílabas, indicada, quando necessário, pelo uso do hífen. Em 'país', por exemplo, a divisão adequada é 'pa-ís'. Com base nas regras de separação silábica e de translineação, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4132817 Português
Sabendo que os vocábulos apresentam classificação específica quanto a posição da sílaba tônica, assinale a alternativa correta onde em sequência as palavras são classificadas em oxítona, paroxítona e proparoxítona, respectivamente.
Alternativas
Q4129567 Português

São Paulo é a cidade mais feliz da América Latina; confira ranking


    São Paulo é a cidade mais feliz da América Latina, segundo o ranking Happy City Index 2026. A capital paulista ficou na 161ª posição entre 251 cidades do mundo. Do Brasil, apenas outras duas localidades apareceram: Curitiba (197ª) e Belo Horizonte (219ª).


    Esta foi a sexta edição do Índice de Cidades Felizes, divulgado em março no Parlamento do Reino Unido, em Londres. O estudo é baseado em 64 indicadores, distribuídos em seis grupos temáticos: cidadãos, governança, meio ambiente, economia, saúde e mobilidade. Os indicadores medem as condições de qualidade de vida e de bem-estar urbano.


    No ranking, São Paulo ficou na frente de cidades como Dubai, Hong Kong, Boston, Marselha, Nápoles e Nova York, para citar algumas. Outros países da América Latina com presença relevante no ranking foram a Argentina, com três cidades, e o México, com duas. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/sao-paulo-e-a-cidade-mais-feliz da-america-latina-confira-ranking/ 

Assinale a alternativa cujas palavras possuam o mesmo número de sílabas:
Alternativas
Q4129326 Português

Arte de brasileiro de 12 anos vai estampar ônibus da Seleção na Copa


    Um estudante brasileiro de 12 anos foi o vencedor de um concurso promovido pela Fifa e terá sua arte estampada no ônibus oficial da seleção brasileira durante a próxima Copa do Mundo. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira e destacou o talento de Leo Silveira, que atualmente vive no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos.


    Aluno da sexta série na cidade de New Bedford, Leo criou uma ilustração que retrata torcedores reunidos ao redor de uma faixa com a frase “Vamos Brasil”. A obra chamou a atenção pela composição e pelo clima de arquibancada, um dos elementos valorizados no concurso internacional.


    Em entrevista à emissora CBS, o jovem contou que buscou inspiração em uma imagem ligada ao Vasco, clube para o qual torce. Segundo ele, a referência veio de uma fotografia de torcedores uma faixa em um momento marcante para o time.


    “Era um desenho de um cara segurando uma faixa dizendo 'vamos resistir' porque naquela época estávamos lutando contra o rebaixamento e eu me inspirei nele”, afirmou. O processo de criação levou cerca de uma semana, período em que Leo se dedicou a desenvolver os detalhes da ilustração. Além de ver seu trabalho ganhar visibilidade internacional ao decorar o ônibus da seleção, o estudante também foi premiado com dois ingressos para assistir à partida entre Brasil e Marrocos, no MetLife Stadium.


     A participação no concurso aconteceu com incentivo da professora Aleisea Guzman, que reconheceu o potencial do aluno ao unir duas de suas principais paixões. “Ele tem interesse por arte e grande interesse por futebol. Então, eu sabia que esses dois combinados seriam incríveis para ele”, comentou.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/copa-do-mundo/arte-de-brasileiro-de-12 anos-vai-estampar-onibus-da-selecao-na-copa/ 

Assinale a alternativa cuja palavra possua mais de quatro sílabas: 
Alternativas
Q4126481 Português

Leia o texto e responda à questão.


A águia e a raposa


Uma águia e uma raposa ficaram amigas e decidiram morar perto uma da outra, supondo que dessa forma fortaleceriam a amizade.


A águia voou sobre uma árvore muito alta, e lá fez seu ninho. A raposa foi para uma moita ao pé da árvore, e lá deu cria.


Mas um dia a águia sentiu falta de alimento e saiu em busca de caça, como não encontrou, precipitou-se então sobre a moita, arrebatou um filhote da raposa e o deu como alimento para seus filhotes.


Quando a raposa voltou, percebeu o que havia acontecido e ficou muito triste. Mas ficou ainda mais triste com a impossibilidade de se vingar da águia, pois não podia perseguir um animal que voava.


A raposa foi embora com seus outros filhotes e ficou de longe, apenas maldizendo sua inimiga. 


Um dia, porém, alguns pastores mataram uma cabra para assar. A águia, muito ladina, voou rápido e arrebatou as carnes que estava em fogo, levando-as para a árvore onde estavam seus filhotes. Soprava um vento muito forte, e como a carne tinha um pedaço de brasa, incendiou um galho seco dessa árvore. Os filhotes da águia, incapazes de voar, caíram no chão. A raposa e seus filhotes correram e os devoraram.


Moral: Aqueles que com ferro ferem, com ferro serão feridos.


Esopo

 (https://acessaber.com.br)  

Assinale a opção que apresenta a separação silábica correta da palavra “passarinho”:
Alternativas
Q4126272 Português
Leia o texto e responda à questão.

O que acontece com o cérebro quando deixamos de escrever à mão? 

Hábito cada vez mais raro na era digital, a escrita manual ativa áreas importantes do cérebro e pode influenciar memória, aprendizado e até o desenvolvimento cognitivo. 

Diferenças dentro do cérebro

A ciência foi investigar o que acontece nesse processo e encontrou respostas nas conexões neurais, chamadas de sinapses. Ao escrever à mão, o cérebro ativa várias áreas ao mesmo tempo, criando uma rede intensa de comunicação.

Já na digitação, essa integração é menor. Isso porque no teclado os dedos repetem praticamente o mesmo movimento para todas as letras, enquanto na escrita manual cada traço é único — e esse esforço extra estimula mais o cérebro.

 Exames mostram que, ao escrever à mão, a atividade cerebral se espalha por diferentes regiões, formando um padrão amplo de conexões. Na digitação, esse padrão praticamente desaparece.
 
Aprendizado e memória

Essa diferença tem impacto direto na aprendizagem. Ao escrever à mão, o cérebro precisa trabalhar mais: organizar o pensamento, selecionar o que é importante e transformar isso em palavras. Esse esforço ajuda a fixar melhor a informação. 

Na digitação, o processo pode ser mais automático. A informação entra, é registrada rapidamente, mas nem sempre fica armazenada com a mesma força na memória.

Estudos com estudantes mostram que o cérebro permanece ativo por mais tempo durante a escrita manual, especialmente em áreas ligadas à atenção e ao aprendizado.

Especialmente no caso das crianças, aprender a escrever à mão antes de migrar para as telas ajuda a aproveitar melhor o potencial cognitivo.

 
(https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/05/19/o-
que-acontece-dentro-do-nosso-cerebro-quando-deixamos-
de-escrever-a-
mao.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-
bar-mobile&utm_campaign=materias) 

Analise a citação e assinale a alternativa que apresenta a classificação correta do termo destacado:


“(...) e esse esforço extra estimula mais o cérebro.” 

Alternativas
Q4123733 Português

A PRISÃO INVISÍVEL: QUANDO O JOGO DEIXA DE SER DIVERSÃO 

Durante muito tempo, os jogos eletrônicos foram vistos apenas como uma forma de entretenimento. De fato, para milhões de pessoas, eles continuam sendo uma atividade saudável, capaz de estimular o raciocínio, a criatividade e até mesmo a interação social. Entretanto, quando o tempo dedicado aos jogos passa a ocupar um espaço excessivo na rotina, surgem riscos que nem sempre são percebidos imediatamente. 

O problema não está no jogo em si, mas na relação que algumas pessoas desenvolvem com ele. Muitos jogadores passam a utilizar o ambiente virtual como uma forma de escapar de dificuldades emocionais, conflitos familiares ou frustrações do cotidiano. Aos poucos, aquilo que começou como lazer transforma-se em uma necessidade constante. 

Um dos aspectos mais preocupantes desse processo é a sensação de recompensa permanente. A cada fase concluída, objetivo alcançado ou desafio superado, o cérebro recebe estímulos que produzem satisfação imediata. Embora essa experiência seja agradável, ela pode levar o indivíduo a buscar cada vez mais tempo diante das telas, reduzindo o interesse por outras atividades importantes. 

Não raramente, o excesso de jogos afeta o rendimento escolar, prejudica relacionamentos e interfere até mesmo na qualidade do sono. Em situações mais graves, a pessoa passa a negligenciar responsabilidades básicas, convencendo-se de que poderá resolver tudo mais tarde. O problema é que esse “mais tarde” quase nunca chega.

Há, ainda, um aspecto silencioso desse fenômeno. Enquanto muitos vícios apresentam sinais facilmente identificáveis, a dependência de jogos costuma crescer de forma discreta. Quem observa de fora pode enxergar apenas alguém se divertindo; quem vive o problema, por sua vez, frequentemente demora a reconhecer a própria dificuldade. 

Por essa razão, especialistas defendem que o equilíbrio seja o principal critério para o uso dos jogos eletrônicos. Jogar pode ser uma atividade positiva, desde que não substitua experiências fundamentais da vida real. Afinal, nenhuma conquista virtual é capaz de compensar, por si só, a perda de vínculos afetivos, oportunidades profissionais ou momentos significativos ao lado das pessoas que amamos.

Assinale a alternativa em que a palavra retirada do texto recebe corretamente a divisão silábica. 
Alternativas
Q4119651 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo

A história da indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos

    A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos tem sua historia ligada aos imigrantes alemães, que se estabeleceram na região ainda na primeira metade do século XIX. A pecuária já existente na região favoreceu o estabelecimento de curtumes e de uma indústria artesanal de artefatos de couro calcada na mão de obra intensiva de formação familiar.
    A característica artesanal do trabalho manteve-se praticamente durante todo o século XIX, mas logo cedeu lugar a uma industrialização crescente, inicialmente exportadora para o mercado nacional e, já na década de 1960, para o mercado internacional.
    O mercado externo adquiriu crescente importância para o calçado brasileiro e, especialmente, para o Vale dos Sinos a partir do final da década de 1970. Ao final da década de 90, o Brasll ocupava a terceira posição entre os principais produtores mundiais de calçados.
    Na primeira metade da década de 90, o complexo calçadista do Rio Grande do Sul participava com cerca de 75% da produção brasileira de calçados de couro, B0% do faturamento das exportações desse tipo de calçado e 75% do volume comercializado com o mercado exterior.
    As exportações de calçados nos últimos três anos (a partir de 1999) tiveram ainda uma grande impulsão em razáo da desvalorização da moeda frente ao dólar. Esse fator aumentou muito a competitividade do produto brasileiro perante competidores tradicionais como a Índia, aChinaealtália.
    O complexo coureiro-calçadista do Vale dos Sinos tem sido considerado, mais recentemente, um cluster, tendo em vista a concentração geográfica de indústrias e afins; a disponibilidade de mão de obra qualificada; a presenÇa de serviços de apoio tecnológico; a divisão e a especialização interfirmas na cadeia vertical de produção de calçados; a relação horizontal, especialmente sob a forma de subcontratação para a elaboração de partes da produção; a existência de pequenas e médias empresas e de associaçôes patronais.

Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência Econômica, Passo Fundo, 2004. 
Sobre a separação silábica e a classificação tônica da palavra coureiro, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4105443 Português

Leia o texto para responder à questão.


Quando chegar. (Martha Medeiros).



Quando chegar aos 30

serei uma mulher de verdade

nem Amélia nem ninguém

um belo futuro pela frente

e um pouco mais de calma talvez.

E quando chegar aos 50

serei livre, linda e forte,

terei gente boa ao lado,

saberei um pouco mais do amor

e da vida quem sabe.

E quando chegar aos 90

já sem força, sem futuro, sem idade,

vou fazer uma festa de prazer,

convidar todos que amei,

registrar tudo que sei

e morrer de saudade.

Ainda no texto, assinale a alternativa onde temos sequencialmente monossílabo, dissílabo, trissílabo e polissílabo.
Alternativas
Respostas
21: B
22: B
23: B
24: A
25: C
26: D
27: A
28: A
29: A
30: C
31: D
32: C
33: C
34: B
35: D
36: C
37: C
38: A
39: B
40: C