Questões de Concurso Sobre crase em português

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Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Banco da Amazônia Provas: CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Administração | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Arquitetura | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Biblioteconomia | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Pedagogia | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Jornalismo | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Psicologia Clínica | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Contabilidade | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Psicologia do Trabalho | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Técnologia da Informação | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Economia | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia Agronômica | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia de Pesca | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia Elétrica | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia Naval | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Medicina do Trabalho | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Estatística | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia Mecânica |
Q2096529 Português



Marcílio de Freitas. Amazônia e ecologia: diversidade e transdisciplinaridade. Rio de Janeiro: Vozes, 2004, p.43-5 (com adaptações). 

Com referência a aspectos gramaticais e semânticos do texto, julgue o item que se segue.


Contextualmente, seria correto substituir a estrutura “para a Amazônia” (l.31) por à Amazônia. 

Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Banco da Amazônia Provas: CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Administração | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Arquitetura | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Biblioteconomia | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Pedagogia | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Jornalismo | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Psicologia Clínica | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Contabilidade | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Psicologia do Trabalho | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Técnologia da Informação | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Economia | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia Agronômica | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia de Pesca | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia Elétrica | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia Naval | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Medicina do Trabalho | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Estatística | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia Mecânica |
Q2096525 Português



Marcílio de Freitas. Amazônia e ecologia: diversidade e transdisciplinaridade. Rio de Janeiro: Vozes, 2004, p.43-5 (com adaptações). 

Com referência a aspectos gramaticais e semânticos do texto, julgue o item que se segue.


Na estrutura “às questões ecológicas” (l.10), é obrigatório o emprego do sinal indicativo da crase.

Alternativas
Q1647562 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


    Algo que se nota claramente nos alunos, ao se iniciarem nos cursos universitários, é a inconsciência da diferença entre o seu próprio discurso e o discurso dos outros. Tudo se passa como se a pluralidade de discursos se resumisse a um continuum, no qual houvesse um acordo maior, um ponto de vista comum, uma continuidade entre o que eu falo e penso, de um lado, e o que todos os outros falam e pensam, de outro lado. A própria forma do falar deve ser igual. Nada deve nem pode prejudicar essa harmonia. E por isso a atividade de desenvolver um trabalho científico, em que se utilizem citações, referências a outros textos e comentários, torna-se em geral tão árdua, cansativa e dolorosa para os alunos, mesmo no último ano do curso: não há consciência da diferença entre o eu falar e os outros falarem, não há consciência da diferença de grau entre o meu discurso e o discurso dos outros, nem mesmo entre a diversidade dos discursos dos outros – por isso as técnicas de citações, notas de rodapé, referências bibliográficas etc. não fazem sentido, parecem apenas “frescuras” de acadêmicos, e é necessário um longo aprendizado para compreender sua verdadeira função. Estabelecer um diálogo entre diferentes pontos de vista: em geral, os alunos não conseguem compreender que esta é uma das funções do texto. E reproduzem discursos alheios, crentes que eles próprios estejam a falar. Por isso mesmo, neste livro insistimos nas notas de rodapé, referências, citações: para que muitos falem.

MATTAR, João. Filosofia e ética na administração. SPaulo: Saraiva, 2004.

Sobre o quinto período do texto acima, levando-se em consideração as recomendações da gramática normativa tradicional, é correto afirmar que
Alternativas
Q1643036 Português

Texto para o item


Internet: <www.premioinnovare.com.br>  (com adaptações).

Julgue os itens seguintes com base no trecho “Quando os cientistas políticos ensinam que, nas democracias modernas, poder trava poder, aludem a uma forma de pacto social ou controle tácito que permite a governabilidade” (L.19-22).


Na expressão “a governabilidade”, que complementa o sentido da forma verbal “permite”, a ausência do sinal indicativo de crase justifica-se por o substantivo “governabilidade” estar empregado em sentido genérico.

Alternativas
Q1641546 Português
Preencha as lacunas obedecendo às regras de norma culta.
Não me lembrava mais _______ Juca morava e nem o __________ dessa minha recordação naquele momento. Talvez ele ainda morasse _____ rua dos Cataventos. Só sei que ____ mais de vinte anos não nos vemos. È difícil, para ____, compreender as razões que nos separaram.
Alternativas
Q1641541 Português
O texto, Ronald McDonald é expulso de hospital na Escócia, servirá de apoio para a questão.

Empresas

Ronald McDonald é expulso de hospital na Escócia
Sexta, 17 de Março de 2006, 11h48

Fonte: INVERTIA

Ronald McDonald, personagem-símbolo da rede de fast food McDonald's, foi expulso de um hospital da Escócia onde (1) trabalhava para alegrar crianças doentes internadas na instituição.

O Raigmore Hospital, localizado em Inverness, considerou que (2) era "inapropriada" a distribuição de tickets de vale-lanche aos doentes. "Parecia que (3) o hospital estava promovendo esse tipo de alimentação nada saudável, enquanto nós médicos tentamos justamente combater os efeitos desses hábitos", afirmou a pediatra Eleanor Scott. "Distribuir esses tickets é tornar a bomba da obesidade ainda mais explosiva", completou.

"Eu aprecio a iniciativa do McDonalds de gratificar as crianças que (4) muitas vezes estão passando por muita dor e por procedimentos médicos dolorosos", afirmou Garry Coutts, diretor do hospital. "Mas há outros meios de se fazer o mesmo", endossou.  
“Os experimentos que Pontes pretende realizar no espaço sideral – e que confeririam à missão um caráter de pesquisa e inovação científica são questionáveis.”
Assinale a alternativa em que a justificativa do emprego da crase é a mesma do exemplo do período acima. 
Alternativas
Q460673 Português
      A educação é uma função tão natural e universal da comunidade humana que, pela própria evidência, leva muito tempo a atingir a plena consciência aqueles que a recebem e praticam, sendo, por isso, relativamente tardio o seu primeiro vestígio na tradição literária. O seu conteúdo, aproximadamente o mesmo em todos os povos, é ao mesmo tempo moral e prático. Também entre os Gregos foi assim. Reveste, em parte, a forma de mandamentos, como honrar os deuses, honrar pai e mãe, respeitar os estrangeiros; consiste, por outro lado, numa série de preceitos sobre a moralidade externa e em regras de prudência para a vida, transmitidas oralmente pelos séculos afora; e apresenta-se ainda como comunicação de conhecimentos e aptidões profissionais a cujo conjunto, na medida em que é transmissível, os Gregos deram o nome de techné. Os preceitos elementares do procedimento correto para com os deuses, os pais e os estranhos foram mais tarde incorporados à lei escrita dos Estados. E o rico tesouro da sabedoria popular, mesclado de regras primitivas de conduta e preceitos de prudência enraizados em superstições populares, chegava pela primeira vez à luz do dia, através de uma antiqüíssima tradição oral, na poesia rural gnômica de Hesíodo. As regras das artes e ofícios resistiam naturalmente, em virtude da sua própria natureza, à exposição escrita dos seus segredos, como esclarece, no que se refere à profissão médica, a coleção dos escritos hipocráticos.
      Da educação, neste sentido, distingue-se a formação do Homem por meio da criação de um tipo ideal intimamente coerente e claramente definido. Essa formação não é possível sem se oferecer ao espírito uma imagem do homem tal como ele deve ser. A utilidade lhe é indiferente ou, pelo menos, não essencial. O que é fundamental nela é o kalón, isto é, a beleza, no sentido normativo da imagem desejada, do ideal. A formação manifesta-se na forma integral do Homem, na sua conduta e comportamento exterior e na sua atitude interior. Nem uma nem outra nasceram do acaso, mas são antes produtos de uma disciplina consciente. Já Platão a comparou ao adestramento de cães de raça. A princípio, esse adestramento limitava-se a uma reduzida classe social, a nobreza.

Obs: gnômico = sentencioso

(Adaptado de Werner Jaeger, Paidéia: a formação do homem grego. Trad. Artur M. Parreira, 4.ed., São Paulo: Martins Fontes,2001, p. 23-24)

A afirmativa correta é:
Alternativas
Ano: 2006 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2006 - TJ-SP - Técnico Judiciário |
Q444684 Português
O texto a seguir é base para a questão.

Como a tão malbaratada palavra “ética”, muito vocábulo per-
de seu sentido quando envereda por trilhas falsas. “Ética” desig-
nava comportamento, ou conjunto de regras, em geral não escri-
tas, que ditavam esse comportamento. Vivia-se a ética nos
tribunais, entre parlamentares, entre países amigos ou adversários,
e também nas relações cotidianas entre pessoas. O termo devia
ser comum entre nós, como água e pão. Comportamentos éticos
ou não éticos configuram nosso dia-a-dia na rua, na praia, no
trabalho, a começar pela família – onde aprendemos alguns con-
ceitos talvez nunca verbalizados, mas introjetados, que passam a
fazer parte de nós.

(Lya Luft. Veja, 30.11.2005)
Assinale a frase correta quanto à regência e à crase.
Alternativas
Q386577 Português

Faz pelo menos dois anos que o mundo aguarda uma pandemia do calibre da gripe espanhola, que matou mais de 20 milhões de pessoas entre 1918 e 1920. Se não provocou ainda a epidemia globalizada, porém, a cepa pré- apocaliptica do vírus H5N1 já garantiu um belo surto de pânico midiático.


Nunca os jornais falaram tanto de algo que não aconteceu. Talvez, apenas, na nunca materializada pandemia de Sars, a “pneumonia asiática” que tirou o sono de muita gente em novembro de 2002 e causou menos de 800 mortes.

O terror na forma de vírus vem mais uma vez da Ásia. A mortandade de aves domésticas e casos isolados de pessoas infectadas com o H5N1 se espalharam pelo Oriente a partir de 2003 e daí, periodicamente, para as manchetes do mundo todo. O contágio jornalístico parece muito mais fácil que o físico.

Há motivo para precaução de autoridades sanitárias? Sem dúvida. Mas não para pânico público, nem para sair comprando do próprio bolso caixas e caixas de oseltamivir (marca registrada Tamiflu). Até que haja contágio entre humanos, e não de ave para homem, corre-se o risco de gastar dinheiro à toa. Já se o H5N1 ganhar a faculdade de infectar humanos facilmente, nada garante que a droga vá ser eficaz contra o vírus mutante.

Enquanto isso, o remédio é buscar um pouco de informação. O H5N1 é uma cepa do tipo A do vírus da influenza (gripe), bem mais problemático que os outros dois, B e C. Normalmente infecta aves, domésticas ou selvagens (inclusive migratórias). Desse reservatório pode ser transmitido para pessoas, quando manifesta alta capacidade de matar (em alguns surtos, as mortes chegaram a um terço dos doentes)

O nome atribuído às cepas tem relação direta com seu poder sinistro, mais precisamente com proteínas de sua superfície cruciais para a capacidade de invadir células do aparelho respiratório, multiplicar-se dentro delas e depois abandoná-las em legião. O H se refere à hemaglutinina, envolvida na invasão, e o N à neuraminidase, que ajuda as partículas virais multiplicadas a deixarem a célula infectada.

O H5N1 só se tornaria realmente perigoso se sofresse uma mutação que facilitasse sua transmissão entre pessoas, do que ainda não se tem notícia. Os repetidos surtos de infecção de gente que lida com galináceos multiplicam as chances estatísticas de que isso se torne uma realidade. Aves migratórias e o comércio de aves ajudam a espalhar o vírus pelo mundo, levando-o por exemplo para a Europa, mas muito improvavelmente para a América do Sul.

O temor de epidemiologistas é que o vírus sofra uma recombinação (intercâmbio de material genético), no corpo dos raros doentes, com o vírus da gripe comum. Facilidade de contágio e poder de matar podem resultar dessa aliança, mas, de novo, nada garante que isso vá ocorrer.

É como andar de avião, ou morar perto de uma usina nuclear: probabilidade muito baixa de um acidente, que no entanto teria efeitos devastadores. A diferença é que, no mundo globalizado, ninguém pode escolher deixar de respirar.


O uso do acento grave no a é uma exigência das normas ortográficas em vigor na frase
Alternativas
Q381631 Português
Com relação a aspectos gramaticais do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q364847 Português
Assinale a alternativa que preenche corretamente os espaços no período abaixo.

Quando ___ dez dias comunicou ___ ela que iria ___ França para concluir seu mestrado, pôs-se ___ chorar.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: ESAF Órgão: SUSEP Prova: ESAF - 2006 - SUSEP - Agente Executivo |
Q362150 Português
Em relação ao texto, assinale a afirmativa incorreta.

Na compreensão marxista de Estado, esse é um mecanismo controlador dos cidadãos comuns, das relações de propriedade, do regime de alternância dos seus poderes políticos. É a concepção ideológica e econômica do Estado que determina a concentração de riqueza material e espiritual nas mãos de poucos e condena a maioria da população à pobreza material e a sobreviver sem escolas, sem instrução que lhes possibilite ascensão social e sem educação que lhes permita sair da dependência da elite dominadora. Esse conceito tem caráter trágico e escatológico, pois prega o fim do Estado como único modo de se construir uma sociedade materialmente justa.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Advogado |
Q347256 Português
Julgue se os seguintes itens estão de acordo com o uso padrão da sintaxe de concordância e de regência e com o emprego do sinal indicativo de crase.


Não se esqueça de que o coração dos que se amam entendem-se sem que à boca precise chegar as palavras.
Alternativas
Q203424 Português
Nas alternativas abaixo, o acento da crase foi usado pela mesma razão, EXCETO, em:

Alternativas
Q122583 Português
Imagem 001.jpg

Considerando os princípios de tipologia textual e de redação
oficial, julgue os itens subseqüentes, relativos ao texto.

Com base nas estruturas lingüísticas do texto, julgue os itens a
seguir.
As passagens “o aperfeiçoamento técnico” (L.6-7) e “a reciclagem” (L.7) podem ser substituídas, respectivamente, no contexto, por à qualificação técnica e ao aprimoramento.
Alternativas
Q113402 Português
Acerca da organização das idéias e das estruturas lingüísticas no texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Mantêm-se a correção gramatical e o sentido original do texto, se o vocábulo “às” (Imagem 002.jpg.7) for substituído por a.
Alternativas
Q100311 Português
Imagem 003.jpg

Em relação ao texto acima, julgue os itens que seguem.

Na linha 5, o emprego da preposição “a” indica o sentido dado no texto à forma verbal “aspira”: deseja, almeja.
Alternativas
Q54110 Português
Observa-se que há um grande número de pessoas ...... procura de uma vaga no mercado de trabalho, mas diversos fatores ...... levam ...... desistir dessa busca.

As lacunas da frase apresentada estão corretamente preenchidas, respectivamente, por
Alternativas
Q53687 Português
Janelas de ontem e de hoje

Os velhinhos de ontem costumavam, sobretudo nos fins
de tarde, abrir as janelas das casas e ficar ali, às vezes com os
cotovelos apoiados em almofadas, esperando que algo
acontecesse: a aproximação de um conhecido, uma correria de
crianças, um cumprimento, uma conversa, o pôr do sol, a
aparição da lua.
Eles se espantariam com as crianças e os jovens de hoje,
fechados nos quartos, que ligam o computador, abrem as
janelas da Internet e navegam por horas por um mundo de
imagens, palavras e formas quase infinitas.
O homem continua sendo um bicho muito curioso. O
mundo segue intrigando-o.
O que ninguém sabe é se o mundo está cada vez maior
ou menor. O que eu imagino é que, de suas janelas, os
velhinhos viam muito pouca coisa, mas pensavam muito sobre
cada uma delas. Tinham tempo para recolher as informações
mínimas da vida e matutar sobre elas. Já quem fica nas janelas
da Internet vê coisas demais, e passa de uma para outra quase
sem se inteirar plenamente do que está vendo. Mudou o tempo
interior do homem, mudou seu jeito de olhar. Mudaram as
janelas para o mundo - e nós seguimos olhando, olhando,
olhando sem parar, sempre com aquela sensação de que
somos parte desse espetáculo que não podemos parar de olhar,
seja o cachorro de verdade que se coça na esquina da padaria,
seja o passeio virtual por Marte, na tela colorida.

(Cristiano Calógeras)

Quanto à necessidade do uso do sinal de crase, a frase inteiramente correta é:
Alternativas
Q53412 Português
Orgulho ferido

Um editorial da respeitada revista britânica The Lancer
sobre o futuro de Cuba acendeu uma polêmica com
pesquisadores latino-americanos. O texto da revista sugeriu que
o país pode mergulhar num caos após a morte do ditador Fidel
Castro, que sofre de câncer, tal como ocorreu nos países do
Leste Europeu após a queda de seus regimes comunistas. E
conclamou os Estados Unidos a preparar ajuda humanitária
para os cubanos. De quebra, a publicação insinua que há
dúvidas sobre a capacidade do sistema de saúde cubano fazer
frente a esse quadro.

"O editorial é um desrespeito à soberania de Cuba", diz
Maurício Torres Tovar, coordenador-geral da Alames (Associação
Latino-Americana de Medicina Social). "A atenção do
Estado cubano para com a saúde de sua população é um
exemplo para todos. Cuba tem uma notável vocação solidária,
ajudando, com remédios e serviços de profissionais, diversos
países atingidos por catástrofes", afirmou. Sergio Pastrana, da
Academia de Ciências de Cuba, também protestou: "Temos
condição de decidir se precisamos de ajuda e direito de
escolher a quem pedi-la."

(Revista Pesquisa Fapesp. Outubro 2006, n. 128)

Está clara e correta a redação da seguinte frase:
Alternativas
Respostas
8661: C
8662: C
8663: D
8664: E
8665: D
8666: D
8667: A
8668: E
8669: A
8670: E
8671: B
8672: E
8673: E
8674: B
8675: C
8676: C
8677: C
8678: C
8679: D
8680: D