Questões de Concurso
Sobre crase em português
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Organização e Gestão de Eventos
Em primeiro lugar, a gestão de eventos surgiu como uma profissão que abrangia uma série de atividades diversas antes vistas como áreas distintas. Tais atividades incluem festivais, eventos esportivos, conferências, eventos turísticos e corporativos. Essa mudança gerou a necessidade de uma metodologia que fosse ampla o suficiente para atender a essa grande variedade de tipos de eventos, mas que também fosse flexível o suficiente para abranger ___ necessidades e diferenças individuais.
Em segundo lugar, os ambientes em que os eventos operam e as expectativas dos participantes se tornaram muito mais complexos e exigentes. Essa mudança levou ___ necessidade de uma metodologia consistente que responda bem às mudanças, além de ser capaz de considerar e gerenciar riscos.
Em terceiro lugar, o envolvimento dos governos e das empresas em eventos tem aumentado muito, tanto em termos das empresas que montam eventos de seu próprio interesse quanto das empresas e dos governos que investem nos eventos através de patrocínio e doações. Tal mudança gerou a necessidade de sistemas de gestão que fossem capazes de medir e garantir o retorno do investimento.
A gestão de eventos ainda está evoluindo como indústria e como profissão. Atualmente os eventos são mais essenciais à nossa cultura do que jamais foram. O tempo de lazer maior e a maneira mais cuidadosa de gastar levaram à proliferação de eventos públicos, celebrações e entretenimento. Os governos de hoje apóiam e promovem eventos como parte de suas estratégias para o desenvolvimento econômico, crescimento da nação e marketing de destino. As corporações adotam eventos como elementos essenciais em suas estratégias de marketing e de promoção de imagem, e os eventos transbordam dos nossos jornais e telas de televisão, ocupam muito do nosso tempo e enriquecem nossas vidas. Por isso, ___ medida que os eventos emergem como uma indústria em causa própria, é importante considerar quais os elementos que caracterizam tal indústria.
http://www.administradores.com.br/... - adaptado.
I. Em vez de sair a rua, Luiz voltou à casa. II. Teremos que esperar até as 10 da noite, obedecendo as ordens de mamãe. III. Tiveram que ir a pé, os ônibus já estavam na garagem e só voltariam a rodar a partir das 5h. IV. Nos referimos àqueles que não sabem o que querem.
Assinale a alternativa que correta, em relação ao uso correto da crase:
refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-martha-medeiros. Acesso em:
20/09/2019.)
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


https://super.abril.com.br/ciencia/confianca-da-populacao-nos-cientistas-cai-no-brasil-e-sobre-nos-eua/
I. A lacuna da linha 01 fica corretamente preenchida pela preposição ‘a’ em função da regência do verbo.
II. A lacuna da linha 34 fica corretamente preenchida por ‘humana’.
III. A lacuna da linha 35 fica corretamente preenchida por ‘têm’.
IV. A lacuna da linha 39 fica corretamente preenchida por ‘à’ devido à necessidade de crase.
Quais estão INCORRETAS?
TEXTO

Disponível em: <https://www.revistacaminhoneiro.com.br/maio-faca-bonito-e-proteja-infancia/>. Acesso em: 30 jun. 2019.
Considere o trecho: “Embora os podcasts existam há quinze anos, foi só lá por 2017 que me viciei e passei a andar pela rua com fones no ouvido…” (2º parágrafo)
Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase foi empregado corretamente.
Era uma esplêndida residência, na Lagoa Rodrigo de Freitas, cercada de jardins e tendo ao lado uma bela piscina. Pena que a favela, com seus barracos grotescos se alastrando pela encosta do morro, comprometesse tanto a paisagem. Diariamente desfilavam diante do portão aquelas mulheres silenciosas e magras, lata d’água na cabeça. De vez em quando surgia sobre a grade a carinha de uma criança, olhos grandes e atentos, espiando o jardim. Outras vezes eram as próprias mulheres que se detinham e ficavam olhando. Naquela manhã de sábado ele tomava seu gim-tônica no terraço, e a mulher um banho de sol, estirada de maiô à beir a da piscina, quando perceberam que alguém os observava pelo portão entreaberto. Era um ser encardido, cujos molambos em forma de saia não bastavam para defini-la como mulher. Segurava uma lata na mão, e estava parada, à espreita, silenciosa como um b icho. Por um instante as duas mulheres se olharam, separadas pela piscina. De súbito pareceu à dona da casa que a estranha criatura se esgueirava, portão adentro, sem tirar dela os olhos. Ergueu-se um pouco, apoiando-se no cotovelo, e viu com terror que ela se aproximava lentamente: já transpusera o gramado, atingia a piscina, agachava-se junto à borda de azulejos, sempre a olhá-la, em desafio, e agora colhia água com a lata. Depois, sem uma palavra, iniciou uma cautelosa retirada, meio de lado, equilibrando a lata na cabeça – e em pouco sumia-se pelo portão. Lá no terraço o marido, fascinado, viu toda a cena. Não durou mais de um ou dois minutos, mas lhe pareceu sinistra como os instantes tensos de silêncio e de paz que antecedem um combate. Não teve dúvida: na semana seguinte vendeu a casa.
(Fernando Sabino, A mulher do vizinho. Adaptado)
Assinale a alternativa que substitui o trecho destacado em conformidade com a norma-padrão de regência e crase.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/noticia/2019/03/dengue-avanca-e-pais-ja-registra-229-mil-casos-neste-ano.
Acesso em: 25/mar/2019.[adaptado]
Analise as afirmações a respeito do texto:
I- No título da notícia, não está correto o uso da vírgula antes do E. II- Os vocábulos “país” e “saúde” estão acentuados, pois devem ser acentuadas as vogais i e u tônicas que formam hiato com uma vogal da sílaba anterior, quer estejam ou não acompanhadas da consoante s. III- Em “de janeiro a março”, não há acento indicativo de crase por ser de uso facultativo nesse caso.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões):
A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.
(Texto)

“[...] possível reagir de forma articulada e inteligente à escalada da violência e construir um país mais seguro.” (linhas 6 a 8).
A crase foi empregada no período apresentado POR QUÊ:
A coruja e a águia
Coruja e águia, depois de muita briga resolveram fazer as pazes.
— Basta de guerra — disse a coruja.
— O mundo é grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.
— Perfeitamente — respondeu a águia.
— Também eu não quero outra coisa.
— Nesse caso combinemos isso: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
— Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?
— Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial, que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
— Está feito! — concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.
— Horríveis bichos! — disse ela. — Vê-se logo que não são os filhos da coruja.
E comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar contas com a rainha das aves.
— Quê? — disse esta admirada. — Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste…
Moral da história: Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai. Já diz o ditado: quem ama o feio, bonito lhe parece.
( Monteiro Lobato)Mario Quintana


(Maurício de Sousa. Chico Bento: histórias de pescador. Porto Alegre, L&PM, 2016. Adaptado)
Marque a alternativa que justifica o uso da crase na frase acima.
