Questões de Concurso
Sobre crase em português
Foram encontradas 9.462 questões
Quanto ao uso da crase, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Preciso encará-lo cara __ cara.
Refiro-me ___ ela.
Leopardo “extinto” é visto pela primeira vez em 36 anos
Uma espécie de leopardo que, acredita-se, estava extinta foi avistada por testemunhas em Taiwan. Chamada Neofelis Nebulosa Brachyura, o animal é mais conhecido como Leopardo Nebuloso de Formosa.
Sem ser vista desde 1983, a espécie foi declarada como extinta em 2013, apesar de pesquisadores taiwaneses estarem relutantes quanto ___ isso em razão de relatos que surgiam ocasionalmente de pessoas que diziam ter visto o animal.
De acordo com o Taiwan News, patrulheiros vigiam ___ área, chamada Li’uljaw, desde o último verão ___ procura do leopardo. Um grupo de pessoas diz ter visto o animal caçando cabras, enquanto outro teria avistado o leopardo logo antes de ele subir em uma árvore. Os relatos são de que o animal foi avistado no ano passado.
Entre os anos de 1990 e 1993, foram analisadas 16 mil imagens de animais carnívoros de Taiwan, e o raro leopardo não estava entre eles. Mais tarde, um estudo de 12 anos, finalizado em 2013, foi concluído sem registros do animal. Com isso, foi declarada sua extinção.
O professor Liu Chiung-hsi, do departamento de vida e ciência da Universidade Nacional de Taitung, disse ao Focus Taiwan News que acredita que o animal ainda exista. Ele atribui isso ao fato de o Leopardo Nebuloso da Formosa ter ficado tanto tempo sem ser visto porque é um animal vigilante e não pode ser facilmente capturado por humanos.
https://exame.abril.com.br/ciencia... - adaptado
Assinale a alternativa que preenche os vazios com os vocábulos corretos em relação ao uso da crase:
Leia o texto.
Sueca de 16 anos é indicada ao Nobel por 'greve climática'
A ativista sueca de 16 anos, Greta Thunberg, responsável por liderar uma greve estudantil para exigir medidas contra as mudanças climáticas na Europa, foi indicada para o Prêmio Nobel da Paz de 2019, como recompensa a sua atitude. "Nós nomeamos Greta porque a mudança climática, se não for barrada, será a principal causa das guerras, dos conflitos e do fluxo de refugiados futuros", afirmou o deputado Freddy Andre Oevstegaard. Ela já havia ganhado notoriedade depois de realizar um pronunciamento na 24ª Conferência da ONU sobre o clima, realizado em dezembro de 2018, na Polônia.
(Disponível em:<https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2019/03/sueca-de-16-anos-e-indicada-ao-nobel-por-greveclimatica.html>
Avalie o que se afirma sobre o uso da crase, a ortografia e a acentuação das palavras.
I. A palavra "notoriedade" está escrita incorretamente; como é derivada de "notório", o certo é grafar "notoridade".
II. Há um erro de acentuação na palavra Nobel; por ser paroxítona terminada em "l", deve receber o acento agudo na penúltima sílaba.
III. Na frase "Como recompensa a sua atitude...", é facultativo o emprego do sinal indicativo de crase antes do pronome possessivo "sua".
Está correto apenas o que se afirma em
Considere as 05 frases a seguir, atentando para o uso ou o não uso correto das crases:
I- Graças à Deus fui bem na prova.
II- Referiu-se àquele que estava do seu lado.
III- Ipanema perderia mais uma casa à beira-mar.
IV- Fui a Copacabana.
V- Ficou à ver navios.
É CORRETO afirmar que existem desvios da norma em relação ao uso ou não uso da crase nos itens:
É necessário conhecer-se I si mesmo. Ainda quando isso não servisse para encontrar a verdade, pelo menos serve para regrar II própria vida, e nada III de mais justo.
(Adaptado de: PASCAL, Blaise. Diversão e tédio. Tradução de Mário Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2011, p. 15)
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas I, II e III do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:
1. Clara Grisot, cofundadora da associação francesa Prison Insider, recebe, na entrevista, o tratamento formal de Vossa Senhoria, o que se infere da formulação “Qual é a sua avaliação?” (4ª pergunta). 2. Quanto ao sinal indicativo de crase, a grafia correta dos cinco vocábulos, na sequência das lacunas [……] nas respostas da entrevista, é: às • à • a • à • à. 3. Em “constatamos que isso é ainda mais forte nos países com grandes desigualdades sociais” (1ª resposta), o pronome sublinhado faz referência ao desinteresse pelo tratamento dado aos presidiários. 4. Em “Quanto mais as penas forem longas e os prisioneiros forem tratados como um nada, menos preparamos seu retorno [……] sociedade” (3ª resposta), as formas verbais sublinhadas estão, respectivamente, na voz passiva e ativa. 5. Em “não haverá novas vítimas” (3ª resposta), o verbo haver é impessoal e pode ser substituído por “existirá”, sem prejuízo de significado e sem desvio da norma culta da língua escrita.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. É com suas ações que as pessoas constantemente criam e recriam o “espaço-entre” e, assim, estabelecem um mundo comum. 2. É por meio dela que a subjetividade de nossas percepções adquire uma objetividade. 3. Assim, a existência de uma diversidade de pontos de vista é constitutiva para o mundo comum, que partilhamos com nossos contemporâneos, mas também com aqueles que nos anteciparam e com os que darão continuidade à nossa ação depois de nós.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), considerando as três frases em seu contexto:
( ) Em 1 e 2, a expressão composta pelos vocábulos sublinhados “É… que” funciona como recurso de ênfase. ( ) Em 1 e 2, as formas verbais estão no tempo presente, ao passo que em 3, estão nos tempos presente, pretérito perfeito e futuro do presente do modo indicativo. ( ) Em 1, 2 e 3, os termos “um mundo comum”, “uma objetividade” e “uma diversidade de pontos de vista” funcionam como objeto direto. ( ) Em 3, o sinal indicativo de crase é facultativo em “à”. ( ) Em 3, os vocábulos sublinhados “o” e “os” são artigos definidos e se distinguem pela flexão de número.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

O REMÉDIO É BRINCAR
1. Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...
2. Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.
3. Uma das perguntas-chave do documentário: saberão disso também as crianças de hoje, boa parte delas vivendo em centros urbanos voltados para o trabalho e o consumo? Dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes (a mesma de Criança, a Alma do Negócio e Muito Além do Peso), Tarja Branca, cujo título refere-se a uma divertida “medicina psicolúdica”, proposta em um dos depoimentos – sugere, ao apresentar visões diversas sobre o tema, que a educação contemporânea se apropriou da brincadeira, sobretudo na escola, como um “conteúdo programático”. Tirou-lhe, portanto, o que havia de mais essencial, o improviso e a falta de regras, para cercá-la de planejamento e cuidados.
4. Como resultado dessa política, teríamos uma geração de crianças, especialmente das classes média e alta, que não foi devidamente apresentada ao universo brincante, ou à “linguagem do espontâneo, da alma”, como resume um dos entrevistados. Pais e professores tendem a extrair do filme reflexões sobre como se comportam em relação ao tema com seus filhos e alunos, mas a provocação de Rhoden pode despertar interesse também entre o público que não se encaixa em nenhum desses papéis, ao fazer um diagnóstico da sociedade de consumo, intolerante, em sua lógica perversa, com a cultura do ócio ou com o “ficar sem fazer nada”.
Sérgio Rizzo (Adaptado de: cartafundamental.com.br)
Brumadinho é Velho Chico: Roberto Malvezzi
Brumadinho pertence a vasta bacia hidrográfica do São Francisco (Uma das 12 Regiões Hidrográficas do Brasil, segundo a ANA), desaguando no Paraopeba, que deságua dentro da barragem de Três Marias, a primeira de uma cascata de barragens ao longo do Rio São Francisco.
O Brasil criou uma legislação da água com a Lei 9.433/97, tendo como base de planejamento as bacias hidrográficas. A mesma lei criou uma política nacional de recursos hídricos, tendo os comitês de bacia na base e no topo o Conselho Nacional de Recursos Hídricos. Depois FHC criou a Agência Nacional de Águas (ANA) como um corpo estranho a lei, mas era a construção das Agências Reguladoras no Brasil, para oferecer segurança jurídica ao capital.
O Comitê da Bacia do São Francisco foi um dos primeiros a ser criado. Ele tem a obrigação legal de criar o Plano de Bacia, que tem composição tripartite, isto é, poder público, sociedade civil e usuários. Aí no meio dos usuários estão as mineradoras, as indústrias, o agronegócio e as geradoras de energia. O capital impõe seus interesses, apesar da boa vontade de tantos que participam dos comitês de bacia ao longo do Brasil.
Em poucos dias as águas vermelhas de Brumadinho chegarão à barragem de Três Marias, mesmo que fiquem contidas por algum tempo nas barragens intermediárias. Com as chuvas, é questão de tempo.
Virão juntos todos os contaminantes de metais pesados – cobre, manganês, zinco, cromo, cobalto, níquel, chumbo – que se espalharão pela calha do Velho Chico, por cerca de dois mil km, passando aqui entre Juazeiro e Petrolina, até chegar ao mar entre Sergipe e Alagoas. São 15 milhões de pessoas, espalhadas por inúmeros municípios, ao longo de cinco estados. Agora temos que somar os paraibanos da região de Campina Grande que também bebem dessa água.
Bolsonaro não inaugurou o menosprezo pela natureza aqui no Brasil. Apenas se propõe a consolidar e aprofundar esse desprezo, já que é assim mesmo que o capital trata o meio ambiente. Há coerência de sua parte. Porém, a eliminação da Amazônia, do Cerrado vai aos poucos eliminando nossa malha hidrográfica antes abundante e que nos colocava no privilégio mundial de deter 13% das águas doces do planeta. Entretanto, as mineradoras e outras poluidoras nos oferecem a dádiva de acabar com a qualidade das nossas águas.
Sinceramente, grande parte das esquerdas jamais entendeu e respeitou nossa luta pelo meio ambiente, nunca entendeu que as desgraças são socioambientais e também nos acham como empecilhos do progresso e do desenvolvimento. Há conflitos entre o meio ambiente e os interesses econômicos que são insuperáveis, ou seja, ou um ou outro, jamais os dois ao mesmo tempo. É o caso da devastação da Amazônia e do Cerrado pelo agronegócio, ou dos “dejeitos” das mineradoras.
Termino esse texto com a frase no zap de uma pessoa da família que mora perto de uma usina de cana: “Bom dia, hoje amanhecemos tomando um banho de veneno do avião pulverizador da usina”.
Presente em: https://leonardoboff.wordpress.com/ -
acesso em 30/01/2019
Receita de neurose
Pegam-se quatro idas à cidade todo dia, duas pitadas de monóxido de carbono em cada respirada, sem esquecer da buzinada no trânsito constante.
Juntam-se um terno e uma gravata, para mulheres um vestido justo e um terninho num salto alto apertando os dedinhos, com 40 graus à sombra. E sem protetor solar. Xingam-se uns 3 motoristas, escutam-se uns seis xingamentos.
Atravessa-se a avenida, sem correr, de lá pra cá, na hora do rush. Tropeça numa pedra ou enfia-se num buraco e reza pra não ter torcido o pé ou quebrado o salto. Nisso o celular toca, está no fundo da bolsa ou no bolso da calça e depois de ter feito tanto esforço para atender. Era engano ou alguém de casa ligando a cobrar perguntando-se vai demorar muito pra chegar!
Espera-se uma condução durante duas horas e volta-se pra casa, de preferência em pé, no ônibus cheio. Ou numa Van pirata. Cheia de gente cansada, motorista e trocador estressados. Riocard não passa, o trocador não tem troco a roleta emperra. No corredor, que já não é mais um corredor de tanta agente amontoada, ficamos ali exprimidos pensando:
-- Como vou sair daqui, pela janela? E sacode pra lá e pra cá, lugar pra sentar? Isso é artigo de luxo. De repente uma freada, pra descansar o sacolejo. Nem dá pra sentir é tanta gente que até amortece. Enfim, de volta ao lar.
Depois, é só levar ao divã do analista, quatro vezes por semana, durante quinze anos!
Mas isso se você ganhar na loteria, receber uma herança. Na pior das hipóteses, casar com milionário.
Jô Soares.
Segundo pesquisas recentes, os brasileiros parecem estar sempre dispostos ...... oferecer mais horas de trabalho ...... empresas, o que muitas vezes pode levá-los ...... um esgotamento físico e mental.
Assinale a alternativa que preenche CORRETA E RESPECTIVAMENTE as lacunas do texto:
Receita de neurose
Pegam-se quatro idas à cidade todo dia, duas pitadas de monóxido de carbono em cada respirada, sem esquecer da buzinada no trânsito constante.
Juntam-se um terno e uma gravata, para mulheres um vestido justo e um terninho num salto alto apertando os dedinhos, com 40 graus à sombra. E sem protetor solar. Xingam-se uns 3 motoristas, escutam-se uns seis xingamentos.
Atravessa-se a avenida, sem correr, de lá pra cá, na hora do rush. Tropeça numa pedra ou enfia-se num buraco e reza pra não ter torcido o pé ou quebrado o salto. Nisso o celular toca, está no fundo da bolsa ou no bolso da calça e depois de ter feito tanto esforço para atender. Era engano ou alguém de casa ligando a cobrar perguntando-se vai demorar muito pra chegar!
Espera-se uma condução durante duas horas e volta-se pra casa, de preferência em pé, no ônibus cheio. Ou numa Van pirata. Cheia de gente cansada, motorista e trocador estressados. Riocard não passa, o trocador não tem troco a roleta emperra. No corredor, que já não é mais um corredor de tanta agente amontoada, ficamos ali exprimidos pensando:
-- Como vou sair daqui, pela janela? E sacode pra lá e pra cá, lugar pra sentar? Isso é artigo de luxo. De repente uma freada, pra descansar o sacolejo. Nem dá pra sentir é tanta gente que até amortece. Enfim, de volta ao lar.
Depois, é só levar ao divã do analista, quatro vezes por semana, durante quinze anos!
Mas isso se você ganhar na loteria, receber uma herança. Na pior das hipóteses, casar com milionário.
Jô Soares.

Disponível em: <https://br.pinterest.com/pin/397090892126706820/?lp=true>
Observe a oração do primeiro quadrinho da tirinha: ÀS VEZES, DEITADO NA CAMA À NOITE, EU ME PERGUNTO: “POR QUÊ?"
Sobre o uso do acento indicativo da crase em locuções adverbiais femininas, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I - Sempre é necessário empregar o acento grave em “às vezes”
PORQUE
II - a locução adverbial de tempo significa “as ocasiões” ou “os momentos”.
Sobre essas asserções, é correto afirmar que


