Questões de Concurso Sobre crase em português

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Q1719859 Português

Observe:

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A crase configura-se como um elemento gráfico que representa um aspecto sintático relacionado ao encontro da preposição (por convenções de regência) e dos artigos femininos de singular e plural (que acompanham os substantivos femininos na sentença) e não pode ser confundida com acentuação, pois não há nada em sua aplicação que destaque variações de tonicidade em relação às palavras em si. No entanto, é curioso que é possível reconhecer significações diferentes dos enunciados em alguns exemplos excepcionais de enunciados, como é o caso da tirinha cômica acima. As expressões ‘à espera do rato’ e ‘a espera do rato’ divergem, sob a perspectiva da gramática do português, porque:

Alternativas
Q1719858 Português
Identifique a frase em que o emprego da crase é facultativo.
Alternativas
Q1718517 Português
Assinale a alternativa em que o acento indicador de crase esteja usado adequadamente.
Alternativas
Q1718470 Português
Marque a alternativa que utiliza, incorretamente, a crase.
Alternativas
Q1718356 Português
O uso apropriado do acento grave, exigido quando na ocorrência da crase, depende da compreensão da fusão das duas vogais a. Assinale a alternativa que refere-se ao uso obrigatório do acento grave:
Alternativas
Q1718337 Português
Marque a alternativa em desacordo com a norma culta.
Alternativas
Q1717832 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Quando a Vó me recebeu nas férias, ela me apresentou aos amigos: Este é meu neto. Ele foi estudar no Rio e voltou de ateu. Ela disse que eu voltei de ateu. Aquela preposição deslocada me fantasiava de ateu. Como quem dissesse no Carnaval: aquele menino está fantasiado de palhaço. Minha avó entendia de regências verbais. Ela falava de sério. Mas todo mundo riu. Porque aquela preposição deslocada podia fazer de uma informação um chiste. E fez. E mais: eu acho que buscar a beleza nas palavras é uma solenidade de amor. E pode ser instrumento de rir. De outra feita, no meio da pelada um menino gritou: Disilimina esse, Cabeludinho. Eu não disiliminei ninguém. Mas aquele verbo novo trouxe um perfume de poesia à nossa quadra. Aprendi nessas férias a brincar de palavras mais do que trabalhar com elas. Comecei a não gostar de palavra engavetada. Aquela que não pode mudar de lugar. Aprendi a gostar mais das palavras pelo que elas entoam do que pelo que elas informam. Por depois ouvi um vaqueiro a cantar com saudade: Ai morena, não me escreve / que eu não sei a ler. Aquele a preposto ao verbo ler, ao meu ouvir, ampliava a solidão do vaqueiro.


Trecho de Manuel de Barros, em Memórias inventadas: a infância. São Paulo: Planeta, 2003. 

O uso do acento indicativo de crase na expressão “à nossa quadra”, presente no texto, é:
Alternativas
Q1717494 Português
Leia a tirinha abaixo:
Sem_título figura2.png (349×153)

Histórias em quadrinhos costumam aproveitar a liberdade criativa a seu favor, com a finalidade de explorar o potencial plástico de sua linguagem, sobretudo no que diz respeito ao desvio cômico das normas gramaticais dos balõezinhos de fala para, entre outros fatores, caracterizar melhor o discurso de suas personagens. Considere a seguinte frase: 'pra onde foi o tempo?' e assinale a opção em que o(s) termo(s) sublinhados são substituídos adequadamente.
Alternativas
Q1717284 Português

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, respectivamente:


Ele veio ___ serviço.

Chegamos __ uma boa conclusão.

Comparecerem perante __ justiça.

Trouxe uma mensagem __ V.Sa.

Alternativas
Q1716540 Português
Ao observar os erros contidos nesta placa, verificaremos que alguns são bem comuns de serem encontrados nos textos dos alunos da Educação Básica. Assinale a alternativa em que todos os erros contidos na placa foram corrigidos.
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Alternativas
Q1716302 Português
Todas as alternativas a seguir são casos de crase facultativa, exceto:
Alternativas
Q1715954 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


(TEXTO) 


(Fonte adaptada: https:/g1.globo.com> acesso em 9 de abril de 2019)

Sobre o emprego da crase no Texto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1715841 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


(TEXTO

(Fonte adaptada: https:/g1.globo.com> acesso em 9 de abril de 2019)

No trecho abaixo retirado do Texto, a crase foi empregada pela seguinte regra: “Inovações como o uso de mapeamento genético e aplicação controlada de medicamentos à base de canabidiol foram apresentadas na Semana Internacional do Autismo (TEAbraço), [...]” (linhas 6 a 10)
Alternativas
Q1715676 Português
Sobre o emprego no Texto do acento grave indicador de crase, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1715535 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


(TEXTO)


“[...], e também plantar árvores mais resistentes à poluição em áreas urbanas.” (linhas 24 a 26). A crase foi empregada no trecho acima pela seguinte regra: 
Alternativas
Q1714087 Português
Todas as alternativas a seguir estão corretas quanto ao emprego da crase, exceto:
Alternativas
Q1707073 Português

É bastante comum encontrarmos placas de trânsito, de propaganda ou anúncios de loja com erros ortográficos ou desvios da norma padrão. Por descuido ou falta de conhecimento, as pessoas escrevem o que querem divulgar ou anunciar e não pedem revisão de seus escritos.

Veja esta placa. Identifique a alternativa que faz uma afirmativa correta.


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Alternativas
Q1707029 Português

Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) A lacuna tracejada da linha 10 pode ser completada com “a” ou “as”; ambas as opções são corretas nesse contexto.

( ) A substituição de “nós” (l. 16) por “espécie humana” torna necessário que essa expressão seja precedida por “à”.

( ) A substituição de “um estado” (l. 19) por “uma condição” exige que essa expressão seja precedida por “à”.

( ) É correta a substituição de “ao que” (l. 23) por “a isto que”.


O ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1706289 Português
Imposturas intelectuais: algumas reflexões

    A história é conhecida, mas convém relembrá-la. Em 1996, um professor de Física da Universidade de Nova York, Alan Sokal, publicou, na revista de estudos culturais Social Text, um artigo com o suspeito título “Transgredindo as fronteiras: em direção a uma hermenêutica transformativa da gravitação quântica”. Social Text é uma revista simpática ao ideário pós-moderno, o que significa dizer que, para ela, alguns dos pressupostos mais basilares das ciências naturais, como a existência de uma realidade independente e a possibilidade de se obterem verdades objetivas a seu respeito, não passam de instrumentos ideológicos a serviço de interesses mais ou menos escusos.

    O artigo de Sokal acenava na direção de uma nascente ciência pós-moderna livre dos conceitos de verdade e realidade objetivas e a serviço de fins e interesses progressistas. Na busca afoita desses objetivos, o autor desse artigo supostamente sério massacra a ciência e o bom senso todas as vezes que pode, colocando em pé de igualdade teorias científicas e pseudocientíficas. Sokal temperou esse caldo indigesto de modo a torná-lo apetecível ao gosto pós-moderno com uma quantidade enorme de citações e referências bibliográficas – sempre verídicas –, cuja função precípua era substituir o argumento e a lógica pela força da autoridade, além do uso frequente de termos “pós-modernos”, como complexidade, não-linearidade, não-localidade, descontinuidade e tais.

    Social Text aceitou o artigo e publicou-o. Ato contínuo, Sokal escreveu outro artigo revelando que tudo não passara de uma paródia escrita com a finalidade de desmascarar absurdos pós-modernistas que passam por reflexão séria. Pega com as calças nas mãos, a Social Text decidiu não publicar esse segundo artigo. Mas a confissão da farsa foi publicada, ainda em 1996, em outras revistas. No ano seguinte, em associação com o professor de Física Teórica da Universidade de Louvain, Jean Bricmont, Sokal publica na França o livro Impostures Intellectuelles (Imposturas Intelectuais), em que a paródia de “Transgredindo as fronteiras” adquire os contornos de uma crítica articulada às claras. E, principalmente, dão-se nomes aos bois, todos gordos bois franceses.
    A reação dos criticados e seus seguidores (inclusive no Brasil) foi irada. Sokal e Bricmont foram acusados de tudo o que há de mau e pior. Mas quem quer que leia com atenção e sem partido o seu livro há de reconhecer que os autores são extremamente cautelosos com suas críticas, sempre muito bem focadas e substanciadas, evitando generalizações indevidas e extrapolações indesejadas.

(Jairo José da Silva. Natureza Humana. http://pepsic.bvsalud.org. Adaptado) 
Com atenção ao emprego do sinal indicativo de crase, assinale a alternativa em que a expressão destacada pode ser corretamente substituída pelo que está entre colchetes, sem demais alterações na frase.
Alternativas
Q1703858 Português
Leia atentamente o texto abaixo.

O piscinão da Torre Eiffel

Os (1) neste início de verão europeu cravaram temperaturas inéditas, insufladas por uma massa de ar quente vinda direto do Saara. Calejados que estão pela inclemente temporada de calor de agosto de 2003, que varreu a Europa e, só na França, deixou 15000 mortos, vários países ativaram o alerta laranja – o número 3 na escala do perigo que vai até 4. No rol dos mais castigados estão Espanha, Bélgica, Alemanha e França, que deve experimentar o mesmo sufoco de 1947, cujo recorde (médias de 40 graus no dia) nunca foi ultrapassado. E eis que, voilà, os parisienses acharam um jeito de fazer do “inferno”, como definiu a meteorologia local, uma festa. Muita gente se banhou nos chafarizes belle époque e em piscinas temporárias, como a que deu graça ao cartão- -postal da Torre Eiffel, para amenizar a canícula . A prefeitura ainda espalhou um arsenal de bebedouros e vaporizadores de água pelos bulevares e, em espaços internos públicos, instalou salas climatizadas. Carros mais antigos e poluentes (algo aferido por um adesivo afixado ao veículo) não podem circular até segunda ordem. Espera-se para os próximos dias temperatura de 40 graus ou mais, e sensação térmica ainda pior. Paris concentra relativamente pouco verde em relação ao tanto de pedras e concreto que acumula, o que faz da cidade uma (2) arquitetônica de distintos estilos – e uma estufa ao mesmo tempo. Os cientistas (3) nessas ondas de calor cada vez mais frequentes, precoces e intensas, um sintoma dos novos tempos de aquecimento global. Enquanto isso, os parisienses reclamam, mas também aproveitam.

Weinberg, M. Editora Abril; Veja ano 52, no 27.

Analise o texto abaixo:


.........................dois anos Júlia e Carlos Moura esperam pela oportunidade de ficar cara............ cara com a neve. ....................medida que...................... previsão do tempo para o primeiro final de semana de julho se concretiza, submetem-se.............................. alegria antecipada de concretizar seu sonho.


Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.

Alternativas
Respostas
5541: A
5542: B
5543: C
5544: D
5545: D
5546: C
5547: D
5548: A
5549: A
5550: B
5551: B
5552: B
5553: C
5554: D
5555: A
5556: B
5557: B
5558: C
5559: B
5560: E