Questões de Concurso Sobre crase em português

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Ano: 2024 Banca: Instituto Consulplan Órgão: Prefeitura de Divinópolis - MG Provas: Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Audior | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Angiologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Cardiologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Proctologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Cirurgião - Cabeça e Pescoço | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Dermatologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Endocrinologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Endoscopista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Gastroenterologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Ginecologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Hematologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Infectologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Mastologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Neurologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Oftalmologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Ortopedista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Otorrinolaringologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Pediatra | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Pneumologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Psiquiatra | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Radiologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Regulador | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Reumatologista | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Supervisor Hospitalar | Instituto Consulplan - 2024 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Médico Ultrassonografista |
Q3080027 Português

Língua é progressista, reacionária ou nada disso, muito pelo contrário?



    Dia desses, soube que, na nossa praça pública virtual, se travava um interessante debate sobre a língua portuguesa, que, em suma, se resumia a distinguir entre a postura progressista e a postura reacionária (ou “fascista”) em relação ao idioma. A defesa do aprendizado da norma culta coube aos “reacionários”, enquanto o ataque à valorização desse registro formal reunia os “progressistas”. Posta dessa forma, a discussão cai na polaridade ideológica e o público tende a se alinhar segundo o posicionamento de seu grupo (ou de sua bolha), o que, em geral, abrevia o debate, logo dando lugar a outra polêmica qualquer.


    Segundo a tese progressista, o que chamamos de norma culta é o registro linguístico das classes dominantes, que, exatamente por sê-lo, seria “elitista” ou excludente. Hoje, soma-se a essa ideia a de que nem mesmo uma boa parte dessa classe dominante brasileira domina à perfeição essa norma, o que faria dela, em grande medida, uma norma obsoleta, um padrão antiquado ou mesmo “subserviente ao modelo colonizador eurocêntrico”. 


    Se está na ordem do dia contar a história do ponto de vista dos historicamente excluídos e estimular ações concretas (queima de estátuas, destruição de símbolos etc.) para “recontar” o passado, analogamente parece estar em curso uma tentativa de derrubar a norma culta do pilar em que ainda se encontra e promover a “diversidade linguística”. Nesse caso, cada um se expressaria como achasse melhor em qualquer circunstância, tese que parece bem razoável quando vista apenas do ponto de vista de certo ativismo político.


    A tese progressista é sempre mais sedutora (e mais o seria se não fosse abraçada tão facilmente pelo sistema). Por que dizer “nós vamos” se a desinência “-mos” carrega a mesma informação contida no pronome “nós”? A formulação “nós vai”, por exemplo, é mais econômica, pois suprime a redundância, que é parte do sistema de concordância. Mais que isso, dizer “nós vai” pode ser algo libertário ou mesmo revolucionário. Pode, mas só enquanto representar um contraponto a uma norma estabelecida. Destruída a norma, “nós vai” se institucionaliza e passa a ser a nova norma. Ou, como aparentemente se deseja, as normas conviveriam todas em harmonia, com o mesmo peso. Será?


    Para começar a mudança, talvez os textos pudessem ter um salutar percentual de desvios da norma, outro percentual de estrangeirismos (os que porventura não o tivessem espontaneamente), um percentual de gírias locais, enfim, os textos poderiam ser mais “diversos”, refletindo a língua efetivamente falada pela sociedade. Bem, chega de imaginação.


    Quem tem de enfrentar as consequências desses debates são, em geral, os professores nas salas de aula. A eles cabe a parte prática de incorporar essas teses libertárias ao cotidiano da sala de aula ou bater na tecla da importância de dominar a norma dos espaços de poder e, ao mesmo tempo, estimular os jovens a ler os autores da nossa literatura, aqueles que, com sua inteligência e imaginação, cultivaram a língua portuguesa em todos os seus recursos. 


    Como se sabe, nem todos os estudantes se transformarão em leitores de literatura, principalmente nestes tempos de muita pressa para chegar a lugar algum. Aqueles que se aventurarem nesse mergulho, em que o tempo é suspenso e somos levados para outros mundos, esses, por certo, saberão dar valor à língua que, sim, nós herdamos do colonizador – do qual, a propósito, muitos de “nós” descendem – e cultivamos à nossa maneira, língua que é repleta de recursos e cujo conhecimento é mais que uma vestimenta de luxo para frequentar ambientes “elitistas”.


    Literatura requer tempo e um pouco de solidão. A leitura de um livro nos faz adentrar cenários que se constroem com palavras e conhecer pessoas também feitas de palavras, que nos deixam saudade quando o livro se fecha. Escritores transformam palavras e frases (as mesmas que usamos na comunicação) em arte e, assim, somos levados à fruição da linguagem como fruímos música ou pintura.


    É para ler os artistas da palavra que aprendemos os recursos da língua e é porque os lemos e vivenciamos em profundidade a experiência que generosamente compartilham conosco que queremos conhecer mais e mais os meandros dessa língua que nos conduz à sua alma.


    Ninguém deveria ser privado da experiência da leitura de romances, que é a melhor forma de aprender a língua. O debate público bem poderia sair da superfície e estimular o avanço do conhecimento. Aos professores cabe a tarefa de ensinar os alunos a ler literatura – e a língua estará lá em seu esplendor.


(NICOLETI, Thaís. Língua é progressista, reacionária ou nada disso, muito pelo contrário? Jornal Folha de S. Paulo, 2024.)

Assinale a alternativa em que há presença de uma locução adverbial feminina com valor semântico de modo, razão que justifica o uso do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3079444 Português

Ritmo circadiano: o que é e como funciona

 Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?


Assinale a única opção em que a ocorrência da crase foi utilizada totalmente incorreta:
Alternativas
Q3079235 Português
Texto I


    Cedo ou tarde, na vida, cada um de nós se dá conta de que a felicidade completa é irrealizável; poucos, porém, atentam para a reflexão oposta: que também é irrealizável a infelicidade completa. Os motivos que se opõem à realização de ambos os estados-limite são da mesma natureza; eles vêm de nossa condição humana, que é contra qualquer “infinito”. Assim, opõe-se a esta realização o insuficiente conhecimento de futuro, chamado de esperança no primeiro caso e de dúvida quanto ao amanhã, no segundo. Assim, opõe-se a ela a certeza da morte, que fixa um limite a cada alegria, mas também a cada tristeza. Assim, opõem-se as inevitáveis lides materiais que, da mesma forma como desgastam com o tempo toda a felicidade, desviam a cada instante a nossa atenção da desgraça que pesa sobre nós, tornando a sua percepção fragmentária, e, portanto, suportável.

    Foram justamente as privações, as pancadas, o frio, a sede que, durante a viagem e depois dela, nos impediram de mergulhar no vazio de um desespero sem fim. Foi isso. Não a vontade de viver, nem uma resignação consciente: dela poucos homens são capazes, e nós éramos apenas exemplares comuns da espécie humana.

[...]

     Das 45 pessoas do meu vagão, só quatro tornaram a ver as suas casas; e o meu vagão foi, de longe, o mais afortunado.


(LEVI, Primo. É isto um homem? Trad. Luigi Del Re. Rio de Janeiro: Rocco, 1988, p.17-18)
Considere o emprego correto do acento grave em “Os motivos que se opõem à realização de ambos os estados-limite” (1º§). Ao substituir o termo regido, assinale a alternativa na qual a crase ainda deveria ocorrer.
Alternativas
Q3078876 Português
A justificativa correta para ocorrência de crase no trecho em destaque é:

Antes mesmo de abrir sua venda geral – marcada para as 19h de quinta-feira, 23 de maio – o festival Rock in Rio já vendeu ingressos o suficiente para lotar seis estádios do Maracanã na pré-venda. Os passes vendidos dão acesso a diferentes partes da programação, dividida em sete datas entre 13 e 22 de setembro, e chegaram à quantia de mais de 300.000 após a pré-venda exclusiva para clientes ocorrida na terça-feira, 21. Esgotada em pouco mais de 2 horas graças ao interesse de fãs do evento e das atrações confirmadas, a venda evidencia a dedicação dos tietes – e ainda a mede por rapidez.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-som-e-a-furia/quem-sao-os-artistas-mais-cobicados-pelo-publico-dorock-+in-rio-2024/. Acesso em: 21 maio 2024
Alternativas
Q3078632 Português

Leia atentamente o texto abaixo.


Caráter e cidadania



Saber identificar e expressar sentimentos é uma habilidade que deveria ser ensinada desde a infância – e faz muito bem .............. saúde da criançada. É o que mostra uma pesquisa brasileira que foi feita ao longo de um ano letivo, com estudantes de 3 a 6 anos do estado do Rio de Janeiro. Eles exercitaram .............. forma como eles lidavam com ............... próprias emoções e tratavam os colegas. As atividades realizadas em sala de aula com este objetivo reduziram problemas comportamentais em 50%. Aceitar diferenças e ter apreço pela própria comunidade é essencial para que as crianças construam laços e emoções desde cedo. ................ medida que tivermos mais crianças emocionalmente inteligentes, teremos uma sociedade melhor.


VejaSAÚDE, Editora Abril. São Paulo, no 496, adaptado.

Assinale a alternativa que completa corretamente os espaços em branco no texto acima. 
Alternativas
Q3078572 Português
Analise o texto abaixo:

Finalmente decidiram fazer uma viagem ...................... Minas. O pacote incluindo hotel e ônibus poderá ser pago ........................ prazo ou ........................ vista. O prazo para adesão termina ......................... 9h.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Alternativas
Q3078520 Português
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do pequeno texto a seguir.

Em pequenas cidades do interior as pessoas vão ___ feira sempre no mesmo dia da semana; ___vezes, ___partir de determinado horário, as ruas centrais ficam intransitáveis. Atravessa-se a praça principal de um lado ___ outro ___ passos curtos, cumprimentando os conhecidos. Há pessoas de todas ___ idades a circular nessa espécie de procissão semanal.
Alternativas
Q3078322 Português
Leia atentamente o texto abaixo.

Linguiça Blumenau

A Linguiça Blumenau, patrimônio da culinária germânica de Santa Catarina............ 130 anos, agora é um ativo territorial exclusivo e oficial do Vale do Itajaí. O produto recebeu o selo de Indicação Geográfica do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), que garante que a iguaria só pode ser produzida em 16 municípios que um dia já pertenceram............ Blumenau.

A autorização do selo dado............Linguiça Blumenau foi feita pelo INPI, uma autarquia federal brasileira vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que gerencia questões relacionadas............patentes , marcas e direitos autorais.

O pedido de reconhecimento da Indicação Geográfica do termo e do produto “Linguiça Blumenau” teve início em 2019, quando empresários da região, no setor de embutidos e defumados, demonstraram interesse pela ideia.

Segundo a documentação apresentada ao INPI, o nome geográfico Blumenau passou a identificar o produto cuja origem e características estavam diretamente relacionadas ao processo de colonização alemã na região do Vale do Itajaí, fruto da adaptação de um saber trazido pelos imigrantes, tornando-se autêntico, emblemático e típico.

A produção da linguiça fresca e defumada abrange o território original do município de Blumenau em 1894, conforme demonstrado na documentação. O selo de Indicação Geográfica, autorizado em 2024, 130 anos depois, permite............exclusividade da produção da Linguiça Blumenau a 16 cidades catarinenses: Blumenau, Gaspar, Pomerode, Timbó, Indaial, Rio dos Cedros, Doutor Pedrinho, Benedito Novo, Rodeio, Presidente Getúlio, Ibirama, Rio do Sul, Lontras, Aurora, Agronômica e Laurentino.

NDMAIS. Ano 17, fevereiro de 2024. Adaptado.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto. 
Alternativas
Q3077009 Português

Disponível em: https://www.simnoticias.com.br/70-anos-de-peanuts-15-licoes-da
turma-do-charlie-brown-sobre-a-vida/ (com alterações).
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas presentes no segundo quadrinho. 
Alternativas
Q3077003 Português

Vacina contra herpes-zóster pode reduzir risco de

demência, diz estudo 


        A vacina recombinante contra o herpes-zóster foi associada a um risco 17% menor de demência em comparação com a vacina atenuada contra o vírus, nos seis anos subsequentes a vacinação. O achado é de estudo publicado na revista científica Nature Medicine.


        A vacina atenuada possui o vírus do herpes-zóster ativo, mas enfraquecido, enquanto a vacina recombinante é inativada, ou seja, é feita apenas com uma proteína do vírus em combinação com o adjuvante AS01. Em outras palavras, o imunizante recombinante não contém o vírus ativo em sua composição. No Brasil, existem os dois tipos de imunizantes para a prevenção da doença.


        Estudos anteriores haviam mostrado uma relação entre a vacina atenuada e o menor risco de demência. No entanto, a maioria desses estudos foi em pequenas coortes, ou seja, feitos com uma pequena quantidade de participantes. Ao mesmo tempo, a vacina atenuada foi descontinuada em alguns países, como os Estados Unidos, em favor da vacina recombinante, que apresenta eficácia maior para prevenir o herpes-zóster.


        Diante disso, os pesquisadores queriam entender se a vacina recombinante poderia ter os mesmos efeitos na proteção contra a demência. Para isso, eles analisaram dados de saúde eletrônicos dos Estados Unidos de um total de 103.837 pessoas que receberam sua primeira dose de vacina contra herpes-zóster entre 2017 e 2020, com 95% deles recebendo a vacina recombinante. Em seguida, compararam os dados encontrados com as descobertas mostradas pelos estudos anteriores feitos com a vacina atenuada.


        Os pesquisadores descobriram que a vacina recombinante estava associada a um menor risco de demência nos seis anos após a vacinação em comparação com o risco encontrado com a vacina atenuada. Segundo o estudo, a vacina com o vírus inativado leva a 17% mais tempo vivido sem diagnóstico da doença, o que significa 164 dias a mais vividos sem diagnóstico de demência em pessoas posteriormente afetadas.


        Além disso, segundo o estudo, o efeito protetor foi 9% maior nas mulheres em comparação com os homens. Os autores também observaram que tanto a vacina atenuada quanto a recombinante parecem fornecer proteção contra a demência em comparação com outros dois imunizantes comumente aplicados em idosos: a vacina Tdap (tétano, difteria e coqueluche) e a vacina contra a gripe.


        Apesar das descobertas, os pesquisadores ressaltam que o estudo foi apenas observacional, ou seja, não pode confirmar que a vacina, de fato, previne a demência. Para que essa confirmação seja feita, estudos adicionais precisam ser realizados.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/vacina-contra-herpes

zoster-pode-reduzir-risco-de-demencia-diz-estudo/ (modificado). Acesso:

25/07/2024. 

Assinale a alternativa cujo trecho retirado do texto apresenta o uso correto da crase, de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3076931 Português
Assinale a alternativa correta quanto à indicação de crase. 
Alternativas
Q3075940 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Fonte: https://blog.crb6.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Armandinho4.jpg

Na expressão "Às vezes", o uso do acento grave indica a ocorrência de crase. Qual alternativa abaixo também exemplifica o uso correto da crase?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Gama Consult Órgão: Prefeitura de Inocência - MS Provas: Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Advogado | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Engenheiro Civil | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Analista Administrativo | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Analista de Sistemas | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Arquiteto e Urbanista | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Assistente Social | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Auditor Fiscal | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Bibliotecário | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Biomédico | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Bioquímico | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Contador | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Enfermeiro | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Engenheiro Agrônomo | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Cirurgião Dentista | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Psicólogo | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Farmacêutico | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Fiscal Sanitário | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Fisioterapeuta | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Fonoaudiólogo | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Nutricionista | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Profissional de Educação Física | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Professor / Educação Física | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Professor/Artes | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Professor - Letras/Inglês | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Professor/Pedagogo | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Médico Cardiologista | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Médico Cirurgião Geral | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Médico Clínico Geral: (20H) | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Médico Clínico Geral: (40H) | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Médico Ortopedista | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Médico Pediatra | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Médico Ginecologista | Gama Consult - 2024 - Prefeitura de Inocência - MS - Médico Oftalmologista |
Q3074337 Português
Na frase “Bem-vindos à São Paulo”, o uso do acento grave indicativo de crase é:
Alternativas
Q3074006 Português
MAIS RESPEITO AOS DEFICIENTES


Reconhecer direitos é mais do que obrigação; garanti-los em lei, uma primeira providência; colocá-los ao alcance de todos, sim, a única forma de limpar o nobre discurso politicamente correto da infestação demagógica. O Brasil muitas vezes se esmera em aprovar avançada legislação, mas peca por não as transformar em realidade. É o caso das proteções às pessoas com deficiência. Leis determinam que espaços públicos e privados, bem como equipamentos urbanísticos, sejam ajustados de modo a permitir a comunicação e a locomoção de cidadãos com problemas auditivos, locomotores e visuais. Contudo, nem a capital da República cuidou de afastar os obstáculos que infernizam a vida de 45,6 milhões de brasileiros, o equivalente a quase um quarto da população (23,91%).

O fato é que as dificuldades cotidianas dos deficientes se banalizaram no país. Nem se fala da falta de rampas (ou da exagerada inclinação com que costumam ser construídas), mas das calçadas esburacadas ou recheadas de obstáculos — quando existentes, pois, não raro, cadeirantes têm que se arriscar entre os carros ou percorrer solos não pavimentados. Guias para cegos são outra raridade. Nos cruzamentos de vias, semáforos quase nunca emitem sinais sonoros. No transporte público — por si, ineficiente —, a diferença de nível entre o chão e o piso dos veículos é obstáculo intransponível. Banheiros estreitos e espaços apertados, que não dão passagem ou permitem manobrar cadeiras, são outros exemplos corriqueiros, ilustrativos do que se vê todos os dias Brasil afora.

O que dizer, então, quando a capital federal sedia a Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, organizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, e participantes encontram tantos problemas pela frente que terminam por registrar ocorrência em delegacia de polícia? O vexame não pode se repetir. Brasília é Patrimônio da Humanidade, considerada a melhor cidade do país em qualidade de vida, desempenho econômico e desenvolvimento social, e candidata ao título de uma das sete mais belas do planeta. Tanta honra perderá o brilho caso não possa orgulhar-se também de ser inclusiva. E essa não é responsabilidade apenas do governo. A iniciativa privada está igualmente obrigada a corrigir deficiências — inclusive para atender as exigências legais.

Dar consequência às políticas públicas, sim, é dever do Estado. Portanto, a fiscalização cabe aos governantes nos três níveis da administração. Deles deve-se cobrar a igualdade de direitos garantida pela Constituição. Deles deve-se exigir o fim das barreiras ao ir e vir. Nesse sentido, antes mesmo de ser aberta, a 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que termina hoje, começou a cumprir o papel de dar maior visibilidade aos problemas diários que vive no país uma população do tamanho da espanhola. É que parte de seus 980 delegados passou por apuros desde a chegada a Brasília. Alguns até tiveram de fazer peregrinações por hotéis, à procura de hospedagem apropriada. Nunca é demais lembrar: o Rio de Janeiro sediará as Olimpíadas e, portanto, as Paraolimpíadas, em 2016. Que o vexame não se amplie.
Há uso facultativo de crase em:
Alternativas
Q3073372 Português
Assinale a alternativa em que há incorreto uso do acento indicativo de crase: 
Alternativas
Q3073171 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



O tempo e as jabuticabas

Rubens Alves*


    Contei meus anos e descobri que tive menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam um pouco, rói o caroço.

    Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões que desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participei de conferências que estabeleceram prazos fixos para reverter a miséria do mundo.

    Já não tenho tempo para reuniões intermináveis ​​para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas. Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos".

    Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa... Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado da gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleito antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena.


* Teólogo, educador, tradutor, psicanalista e escritor brasileiro.


Disponível em: https://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/o-tempo-e-asjabuticabas-%E2%80%93-rubem-alves Acesso em: 26 fev. 2024. Adaptado.

Crase é a contração de duas vogais iguais, sendo representada com acento grave.


Sobre o emprego da crase, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.



I – É facultativo o acento grave na expressão “valer a pena”



PORQUE



II – o verbo “valer”, neste caso, é também transitivo indireto.



Sobre as asserções, é correto afirmar que

Alternativas
Q3072719 Português
Há uso facultativo do acento indicativo de crase em: 
Alternativas
Q3071858 Português

Uma letra e suas voltas

Por Otto Lara Resende


(Disponível em: www.cronicabrasileira.org.br/cronicas/6992/uma-letra-e-suas-voltas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta erro de regência nominal ou verbal ou emprego inadequado ou ausência do acento indicativo de crase. 
Alternativas
Q3071355 Português
Poema Em Linha Reta
(Álvaro de Campos)

Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em
tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco,
tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para
tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos
tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e
arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais
ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços
de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido
emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho
agachado,
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas
ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste
mundo. Toda a gente que eu conheço e que fala
comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe — todos eles príncipes —
na vida...Quem me dera ouvir de alguém a voz
humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que
uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos, Arre, estou farto de
semideuses!
Onde é que há gente no mundo? Então sou só eu que
é vil e errôneo nesta terra? Poderão as mulheres não
os terem amado,
Podem ter sido traídos — mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem
titubear?
Eu, que tenho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Há incorreto uso do acento indicativo de crase em: 
Alternativas
Respostas
2021: D
2022: E
2023: B
2024: C
2025: D
2026: A
2027: A
2028: D
2029: D
2030: C
2031: E
2032: E
2033: A
2034: B
2035: A
2036: C
2037: A
2038: B
2039: X
2040: B