Questões de Concurso Sobre conjunções: relação de causa e consequência em português

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Q332999 Português
A alternativa em que o valor do termo sublinhado está corretamente indicado é:

Alternativas
Q332711 Português
Em “Que me aconteceria SE eu dissesse a uma bela dama [...]”, o SE, morfologicamente, é:
Alternativas
Q332650 Português
No fragmento “MAS não é desanimador saber uma coisa dessas?”, a relação de sentido estabelecida pela conjunção destacada é:
Alternativas
Q332588 Português
Quando eu estiver louco, afaste-se

   Há que se respeitar quem sofre de depressão, disritmia, bipolaridade e demais transtornos psíquicos que afetam parte da população. Muitos desses pacientes recorrem à ajuda psicanalítica e se medicam a fim de minimizar os efeitos desastrosos que respingam em suas relações profissionais e pessoais. Conseguem tornar, assim, mais tranquila a convivência.
   Mas tem um grupo que está longe de ser doente: são os que simplesmente se autointitulam “difíceis” com o propósito de facilitar para o lado deles. São os temperamentais que não estão seriamente comprometidos por uma disfunção psíquica – ao menos, não que se saiba, já que não possuem diagnóstico. São morrinhas, apenas. Seja por alguma insegurança trazida da infância, ou por narcisismo crônico, ou ainda por terem herdado um gênio desgraçado, se decretam “difíceis” e quem estiver por perto que se adapte. Que vida mole, não?
   Tem uma música bonita do Skank que começa dizendo: “Quando eu estiver triste, simplesmente me abrace / Quando eu estiver louco, subitamente se afaste / Quando eu estiver fogo / suavemente se encaixe...” A letra é poética, sem dúvida, mas é a melô do folgado. Você é obrigada a reagir conforme o humor da criatura.
   Antigamente, quando uma amiga, um namorado ou um parente declarava-se uma pessoa difícil, eu relevava. Ora, estava previamente explicada a razão de o infeliz entornar o caldo, promover discussões, criar briga do nada, encasquetar com besteira. Era alguém difícil, coitado. E teve a gentileza de avisar antes. Como não perdoar?
   Já fui muito boazinha, lembro bem.
  Hoje em dia, se alguém chegar perto de mim avisando “sou uma pessoa difícil”, desejo sorte e desapareço em três segundos. Já gastei minha cota de paciência com esses difíceis que utilizam seu temperamento infantil e autocentrado como álibi para passar por cima dos sentimentos dos outros feito um trator, sem ligar a mínima se estão magoando – e claro que esses “outros” são seus afetos mais íntimos, pois com amigos e conhecidos eles são uns doces, a tal “dificuldade” que lhes caracteriza some como num passe de mágica. Onde foi parar o ogro que estava aqui?
   Chega-se numa etapa da vida em que ser misericordioso cansa. Se a pessoa é difícil, é porque está se levando a sério demais. Será que já não tem idade para controlar seu egocentrismo? Se não controla, é porque não está muito interessada em investir em suas relações. Já que ficam loucos a torto e a direito, só nos resta nos afastar, mesmo. E investir em pessoas alegres, educadas, divertidas e que não desperdiçam nosso tempo com draminhas repetitivos, dos quais já se conhece o final: sempre sobra para nós, os fáceis.
(Martha Medeiros. Revista O Globo – 14/04/2013.) 

A expressão sublinhada no excerto “... e se medicam a fim de minimizar os efeitos desastrosos que respingam...” ( 1º§ ) indica
Alternativas
Q332587 Português
Quando eu estiver louco, afaste-se

   Há que se respeitar quem sofre de depressão, disritmia, bipolaridade e demais transtornos psíquicos que afetam parte da população. Muitos desses pacientes recorrem à ajuda psicanalítica e se medicam a fim de minimizar os efeitos desastrosos que respingam em suas relações profissionais e pessoais. Conseguem tornar, assim, mais tranquila a convivência.
   Mas tem um grupo que está longe de ser doente: são os que simplesmente se autointitulam “difíceis” com o propósito de facilitar para o lado deles. São os temperamentais que não estão seriamente comprometidos por uma disfunção psíquica – ao menos, não que se saiba, já que não possuem diagnóstico. São morrinhas, apenas. Seja por alguma insegurança trazida da infância, ou por narcisismo crônico, ou ainda por terem herdado um gênio desgraçado, se decretam “difíceis” e quem estiver por perto que se adapte. Que vida mole, não?
   Tem uma música bonita do Skank que começa dizendo: “Quando eu estiver triste, simplesmente me abrace / Quando eu estiver louco, subitamente se afaste / Quando eu estiver fogo / suavemente se encaixe...” A letra é poética, sem dúvida, mas é a melô do folgado. Você é obrigada a reagir conforme o humor da criatura.
   Antigamente, quando uma amiga, um namorado ou um parente declarava-se uma pessoa difícil, eu relevava. Ora, estava previamente explicada a razão de o infeliz entornar o caldo, promover discussões, criar briga do nada, encasquetar com besteira. Era alguém difícil, coitado. E teve a gentileza de avisar antes. Como não perdoar?
   Já fui muito boazinha, lembro bem.
  Hoje em dia, se alguém chegar perto de mim avisando “sou uma pessoa difícil”, desejo sorte e desapareço em três segundos. Já gastei minha cota de paciência com esses difíceis que utilizam seu temperamento infantil e autocentrado como álibi para passar por cima dos sentimentos dos outros feito um trator, sem ligar a mínima se estão magoando – e claro que esses “outros” são seus afetos mais íntimos, pois com amigos e conhecidos eles são uns doces, a tal “dificuldade” que lhes caracteriza some como num passe de mágica. Onde foi parar o ogro que estava aqui?
   Chega-se numa etapa da vida em que ser misericordioso cansa. Se a pessoa é difícil, é porque está se levando a sério demais. Será que já não tem idade para controlar seu egocentrismo? Se não controla, é porque não está muito interessada em investir em suas relações. Já que ficam loucos a torto e a direito, só nos resta nos afastar, mesmo. E investir em pessoas alegres, educadas, divertidas e que não desperdiçam nosso tempo com draminhas repetitivos, dos quais já se conhece o final: sempre sobra para nós, os fáceis.
(Martha Medeiros. Revista O Globo – 14/04/2013.) 

Quanto à classe gramatical das palavras sublinhadas, tem-se a correspondência correta em
Alternativas
Q332533 Português
Para ele, como a população crescia em progressão geométrica e a produção de alimentos em progressão aritmética, a fome se alastraria. O segmento grifado acima tem o sentido de :

Alternativas
Q332528 Português
Os hábitats costeiros de espécies, recifes de corais e mangues já se reduziram quase à metade. O aquecimento e a acidificação das águas são causas importantes. Transformando-se as duas afirmativas em um único período,o sentido original permanecerá correto em:

Alternativas
Q332200 Português
Atente para as seguintes frases:I. O advogado solicitou ao juiz adiamento da sessão.II. Os motivos do advogado eram justos.III. O juiz denegou o pedido do advogado.As frases acima articulam-se com clareza, correção e coerência na seguinte redação:


Alternativas
Q327231 Português
Com relação aos sentidos e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o  item  que se segue. 

A expressão no entanto, em ambas as ocorrências, na linha 13 e na linha 24, poderiam ser substituídas pela expressão em compensação, sem prejuízo para os sentidos do texto.
Alternativas
Q327226 Português
Julgue o  item  a seguir, acerca dos sentidos do texto acima e de seus aspectos linguísticos.

No texto, a grafia diferenciada de “porque” (v.11)/“por que” (v.12) justifica-se pelo fato de que, no verso 11, “porque” tem valor morfossintático semelhante ao da conjunção pois, enquanto, no verso 12, “por que” compõe-se de preposição e pronome, o qual se refere a “fio de água” (v.12).
Alternativas
Q324787 Português
No trecho Como o Brasil é o campeão mundial de mortes causadas por essa modalidade, o tema muito nos interessa., há uma relação de causa-consequência. Assinale a reescritura do trecho que NÃO conserva essa relação de sentido.

Alternativas
Q322942 Português
A conjunção que introduz o período: “Se fosse um planeta bem administrado isto não assustaria tanto.”, expressa:

Alternativas
Q320515 Português
A conjunção destacada no período abaixo estabelece, com a oração anterior, uma relação de finalidade. Assinale a alternativa cuja conjunção (ou locução conjuntiva) estabeleça essa mesma relação entre as orações.
A notificação é muito importante para que se tome uma ação pontual de prevenção.
Alternativas
Q317577 Português
Atenção: As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto seguinte.  


Vista cansada


      Acho que foi Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía − e daquele tiro brutal que acabou dando em si mesmo.
      Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.
      Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou trinta e dois anos a fio pelo mesmo hall do prédio de seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer. Como era ele? Sua cara? Sua voz? Não fazia a mínima ideia. Em trinta e dois anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer.
      O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz dever pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


(Otto Lara Resende, Bom dia para nascer)



Há uma relação de causa e efeito entre as seguintes afirmações:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: CETESB Prova: VUNESP - 2013 - CETESB - Escriturário |
Q312881 Português
Leia o cartum de Pancho.

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Assinale a alternativa cuja expressão completa corretamente a lacuna, sem alterar o sentido da fala do personagem.

Eu, literalmente, vivia na fossa. _______________ trabalhava em higienização subterrânea.

Alternativas
Q308333 Português
ANALISE CADA UM DOS ENUNCIADOS DAS QUESTÕES
ABAIXO E ASSINALE
“CERTO” - (C) OU “ERRADO” - (E)
Em relação ao uso dos porquês, o período abaixo está escrito de acordo com as normas gramaticais da língua escrita padrão.
Devemos repensar nos objetivos por que lutamos por um longo tempo e buscarmos o porquê fracassamos; talvez seja porque não somos autossuficientes ou por quê o ser humano é falível.
Alternativas
Q308318 Português
ANALISE CADA UM DOS ENUNCIADOS DAS QUESTÕES
ABAIXO E ASSINALE
“CERTO” - (C) OU “ERRADO” - (E)

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Com relação aos aspectos linguísticos do Texto 2, analise as questões de 13 a 19.

O vocábulo “também” (linha 17) é uma conjunção subordinativa inclusiva que inicia uma oração subordinada adverbial reduzida do infinitivo implícita.
Alternativas
Q308308 Português
ANALISE CADA UM DOS ENUNCIADOS DAS QUESTÕES
ABAIXO E ASSINALE
“CERTO” – (C) OU “ERRADO” – (E)

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Com relação aos aspectos linguísticos do Texto 1, analise as questões de 1 a 12.

A partícula que em “que a prefeitura tem de 30 a 90 dias” (linha 7) e “que cumpriu as normas de segurança” (linha 12) é morfologicamente conjunção integrante, em ambos os períodos, e introduz oração subordinada substantiva objetiva direta.
Alternativas
Q303615 Português
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Considerando os sentidos e as estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens de 11 a 17.
A substituição de “enquanto” (L.7) por mas manteria a correção gramatical do período e o sentido original do trecho.
Alternativas
Q303608 Português


Com base nas ideias veiculadas no texto acima, julgue o item que se segue.
No trecho “desigualdades sociais e regionais e políticas públicas” (L.3-4), a repetição da conjunção “e” é utilizada como um recurso para enfatizar as diversas desigualdades encontradas na sociedade brasileira, podendo a primeira delas ser substituída, sem prejuízo para a correção gramatical e para as ideias do texto, por vírgula.
Alternativas
Respostas
4181: B
4182: E
4183: B
4184: D
4185: A
4186: A
4187: B
4188: C
4189: E
4190: C
4191: B
4192: E
4193: D
4194: D
4195: B
4196: E
4197: E
4198: C
4199: C
4200: E