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Questões de Concurso Sobre conjunções: relação de causa e consequência em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 4.627 questões

Q293851 Português
Assinale a estrutura sintática que, no texto, tem valor significativo de causa.
Alternativas
Q292900 Português
Há uma relação de causa e efeito entre estas duas formulações:

Alternativas
Q292843 Português
Como a agremiação partidária não correspondera a seu sonho, descolara-se dela, na companhia de seu líder, em 1990.

Sem prejuízo para a correção e o sentido, a frase acima pode ser reescrita do seguinte modo: Descolara-se da agremiação partidária, na companhia de seu líder, em 1990,
Alternativas
Q290223 Português
Texto para as questões de 1 a 3

Imagem 001.jpg

Com relação a aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.

Alternativas
Q2938855 Português

Para responder às questões 1 e 2, leia o poema abaixo.


Herança


Eu vim de infinitos caminhos,

e os meus sonhos choveram lúcido pranto

pelo chão.


Quando é que frutifica, nos caminhos infinitos,

essa vida, que era tão viva, tão fecunda,

porque vinha de um coração?



E os que vierem depois, pelos caminhos infinitos,

do pranto que caiu dos meus olhos passados,

que experiência, ou consolo, ou prêmio alcançarão?


Cecília Meireles

No verso "Quando é que frutifica, nos caminhos infinitos", a palavra grifada é uma conjunção:

Alternativas
Q2908068 Português

A palavra mas, no início do sexto parágrafo, estabelece uma relação de contraste entre as seguintes ideias:

Alternativas
Q2875362 Português
not valid statement found

Um dos aspectos responsáveis por assegurar a coerência textual é a relação lógica que se estabelece entre as ideias do texto.

No que diz respeito ao termo ou expressão destacada, essa relação lógica está explicitada adequadamente em:

Alternativas
Q2776001 Português
not valid statement found

No trecho: fazer a economia crescer em ritmo bem maior que o atual e implantar, ao mesmo tempo, um sistema de controle da natalidade que reduza o número de filhos das mulheres pobres, pois são fundamentalmente elas que geram a prole desamparada que mais tarde viverá à margem da sociedade[...] Poderíamos substituir, sem alteração de sentido a conjunção pois, por:

Alternativas
Q2776000 Português
not valid statement found

Enquanto se discute a moral da esterilização e de outros métodos anticoncepcionais modernos, estão nascendo quase três milhões de crianças carentes por ano. No trecho destacado, a conjunção expressa em relação à oração que conecta ideia de:

Alternativas
Q2748481 Português
not valid statement found

“Na charge da New Yorker, a mulher estava convidando para uma festa em que, ela sabia – e até se entusiasmava com isso –, as pessoas ficariam olhando para seus iPhones ainda mais do que umas para as outras.” (3º parágrafo)


Os termos em destaque podem ser substituídos, sem alteração de sentido, por

Alternativas
Q2258290 Português
Interregno hegemônico








(Yoshiaki Nakano. Folha de S.Paulo, 14 de fevereiro de 2012, com adaptações)
Um interregno abre brechas, e países como o Brasil poderão agir estrategicamente para alcançar seus objetivos. (L.100- 102)
No período acima, a conjunção E, normalmente aditiva, assume papel
Alternativas
Q2213442 Português
A questão deve ser respondida com base no texto a seguir. Leia atentamente o texto.

RAIZ APARECIDA
2.png (705×385)

(LIRA, Adriana. Revista Casa e comida. n. 16, abr/maio, 2012. p. 65 (Texto adaptado). 

Em relação ao texto, pode-se afirmar que,
I. no primeiro parágrafo, prevalece nos períodos o deslocamento dos constituintes oracionais. II. no segundo parágrafo, os dois pontos servem para introduzir uma explanação. III.no terceiro parágrafo, a conjunção “como” é usada para expressar uma relação de comparação.
São CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q2213434 Português
Assinale a alternativa em que a conjunção ou locução conjuntiva sublinhada NÃO está analisada de maneira adequada.
Alternativas
Q2100881 Português
A frase abaixo foi retirada de uma reportagem do jornal O Dia online, de 8 de abril de 2012, sobre a Páscoa. Dela suprimiram-se dois termos e nos seus lugares deixaram-se duas lacunas.
Quem deixou para comprar os ovos de Páscoa na última hora encontrou lojas cheias e prateleiras quase vazias. A demora nas filas, _________, é compensada no momento de passar as compras no caixa, _______ os preços ficaram mais atrativos.”
Disponível em: <http://odia.ig.com.br/portal/economia/ ovos-de-p%C3%A1scoa-de-%C3%BAltima-hora-ficam- -com-pre%C3%A7os-mais-baixos-1.428464>. Acesso em: 10 abr. 2012. Adaptado.
Os termos que completam as lacunas, dando sentido ao trecho, são, respectivamente,
Alternativas
Q1659395 Português

Leia o texto para responder à questão.


Notícias


Correio do Povo                     27/09/73

Informações


Maria Joana Knijnick, solteira, procura pessoa do sexo oposto para fim de casamento. O interessado deve ser pessoa sensível, que goste de ouvir música, seja alegre, que goste de passear domingo de manhã, que goste de pescar, que goste de passear na relva úmida da manhã, que seja carinhoso, que sussurre aos meus ouvidos que me ama, que tenha bom humor, mas que também saiba chorar. Que saiba escutar o canto dos pássaros, que não se importe de dormir ao relento numa noite de lua, que saiba caminhar nas estrelas, que goste de tomar banho de chuva, que sonhe acordado e que goste muito do azul do céu. Prefere-se pessoa que saiba escutar os segredos de um riacho e que não ligue aos marulhos do mar; que goste de bife com arroz e feijão, mas que prefira peru com maçã, dá-se preferência a pessoas de pés quentes, que gostem de andar de barco, que gostem de amar e que não puxem as cobertas de noite. Não se exige que seja rico, de boa aparência, que entenda Kafka ou saiba consertar eletrodomésticos, mas exige-se principalmente que goste de oferecer flores de vez em quando.

End.: Rua da Esperança, 43


Correio do Povo                         02/10/73

Informações

Maria Joana Knijnick, solteira, procura pessoa do sexo oposto para fim de casamento. O interessado deverá ser pessoa sensível e que tenha o hábito de oferecer flores.

End.: Rua da Esperança, 43


Correio do Povo                         10/10/73

Informações

Maria Joana Knijnick procura pessoa que a ame e goste de oferecer flores de vez em quando.

End.: Rua da Esperança, 43


Correio do Povo                          20/10/73

Informações

Maria Joana Knijnick pede que qualquer pessoa goste dela e suplica que lhe mande flores.


Correio do Povo                          14/11/73

Informações 

A família da sempre lembrada Maria Joana Knijnick comunica o trágico desaparecimento daquele ente querido e convida os amigos para o ato de sepultamento. Pede-se não enviar flores.


GIMENES, Alaíde. Contos brasileiros II. São Paulo: Scipione, 1997. (texto adaptado)

As conjunções ‘mas’, negritadas no texto, estabelecem, respectivamente, as seguintes relações de sentido:
Alternativas
Q1659391 Português

Leia o poema para responder à questão.


Poema do nadador


A água é falsa, a água é boa.

Nada, nadador!

A água é mansa, a água é doida,

Aqui é fria, ali é morna,

A água é fêmea.

Nada, nadador!

A água sobe, a água desce,

A água é mansa, a água é doida.

Nada, nadador!

A água te lambe, a água te mata.

Nada, nadador!

Senão, que restará de ti, nadador?

                  Nada, nadador. 


LIMA, Jorge de. Antologia poética. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1978, p. 60.

No último verso “Nada, nadador!”, a palavra em negrito ocupa a classe gramatical de
Alternativas
Q1659383 Português

Leia o excerto abaixo e responda à questão.


[...] Qualquer um, qualquer coisa, pode ser o narrador. Este é o poder absoluto do autor, o de escolher seu disfarce: Deus ou um adorno na parede, um descarnado olho cósmico acompanhando a vida de seus personagens ou um bibelô, uma planta ou um bicho. Jean Paul dizia, ou gritava, que Flaubert sabotava sua própria teoria sobre a necessária impessoalidade do autor porque o autor de seus livros sempre se entregava: fosse qual fosse o seu disfarce, escrevia como Flaubert. Todas as suas máscaras tinham a mesma voz. A pior forma de presença do autor é a ausência conspícua, dizia Jean Paul Deux. Que um dia confessou que me comprara por causa da minha prolixidade, embora ele quase não me deixasse falar. [...] 


VERÍSSIMO, Luis Fernando. A décima segunda noite. Rio de Janeiro: Objetiva, 2006. 

Considerando o excerto de Veríssimo, assinale a alternativa em que todos os elementos são conjunções, isto é, palavras invariáveis que ligam orações ou palavras da mesma oração.
Alternativas
Q1659326 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


O piadista do Vaticano

Poggio Bracciolini redescobriu em documentos antigos a arte de contar piadas e virou o comediante da Renascença

Álvaro Oppermann


Um italiano chega a um mosteiro alemão e pergunta: "Vocês têm livro de humor grego?" Parece anedota, mas situações como essa eram comuns para Gian Francesco Poggio Bracciolini (1380-1459). Secretário de 8 papas, o funcionário graduado do Vaticano aproveitava as viagens de trabalho para praticar seu hobby: vasculhar bibliotecas. Entre pilhas de manuscritos em decomposição, Poggio localizou e copiou valiosas obras de gregos e romanos perdidas havia séculos. Mas seu grande achado foi uma coleção de piadas.

No século 15, elas eram mesmo item de colecionador. Abundantes e populares até o fim da Antiguidade - o autor romano Suetônio menciona 150 coletâneas à disposição de seus contemporâneos -, foram sendo banidas e esquecidas, vítimas da moral do cristianismo medieval.

Daí a alegria de Poggio quando encontrou, em um mosteiro no sul da Alemanha, o lendário Philogelos ("Amante do Riso"), uma antologia de humor grego do século 4. Seus contos de escatologia, adultério e burrice, que hoje eliminariam humoristas do Show do Tom, eram flashbacks hilariantes para a sombria Europa medieval. "Com a divulgação do Philogelos, a piada nasceu de novo, e Poggio foi o seu parteiro", escreveu seu biógrafo, William Sheperd, ele mesmo um precursor do humor involuntário. 

Em 1451, aos 70 anos, Poggio finalmente publicou sua própria obra humorística. O Liber Facetiarum ("Livro da Jocosidade"), ou apenas Facetiae, era uma coleção em latim de 273 anedotas, a primeira desde o Império Romano. Piadas hoje meio chochas ("Como eu quero que o barbeiro corte meu cabelo? Em silêncio!" ou "A esposa convidou o marido para jantar ou fazer amor... e não tinha comida em casa!") tornaram seu autor a sensação nas cortes italianas.

[ ...] 

O piadista do Vaticano morreu em Florença e virou estátua de Donatello. A imagem de Poggio ficou na frente do famoso Duomo até 1569, quando foi parar no topo da fachada da catedral, "reciclada" como um dos 12 apóstolos. Poggio, crítico dos pecados da Igreja, certamente acharia graça na canonização.


Revista SuperInteressante. Edição 263. Março de 2009. Disponível em:<http://super.abril.com.br/cultura/piadistavaticano-616655.shtml>. Acesso em: 19 de abril de 2012. (texto adaptado)

Leia as assertivas a seguir:
I. Em: ‘”Com a divulgação do Philogelos, a piada nasceu de novo, e Poggio foi o seu parteiro", escreveu seu biógrafo, William Sheperd [...]’”, o pronome ‘seu’, em negrito, estabelece uma relação de posse. II. Na variedade culta, a regência do verbo chegar, 1° parágrafo, implica o uso da preposição a. No entanto, na variedade coloquial, também ocorre o uso da proposição em. Neste caso, pode ser admitido: ‘Um italiano chega num mosteiro’. III. Em ‘A imagem de Poggio ficou na frente do famoso Duomo até 1569, quando foi parar no topo da fachada da catedral, [...]’, a conjunção ‘quando’ estabelece uma relação de temporalidade.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1659325 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


O piadista do Vaticano

Poggio Bracciolini redescobriu em documentos antigos a arte de contar piadas e virou o comediante da Renascença

Álvaro Oppermann


Um italiano chega a um mosteiro alemão e pergunta: "Vocês têm livro de humor grego?" Parece anedota, mas situações como essa eram comuns para Gian Francesco Poggio Bracciolini (1380-1459). Secretário de 8 papas, o funcionário graduado do Vaticano aproveitava as viagens de trabalho para praticar seu hobby: vasculhar bibliotecas. Entre pilhas de manuscritos em decomposição, Poggio localizou e copiou valiosas obras de gregos e romanos perdidas havia séculos. Mas seu grande achado foi uma coleção de piadas.

No século 15, elas eram mesmo item de colecionador. Abundantes e populares até o fim da Antiguidade - o autor romano Suetônio menciona 150 coletâneas à disposição de seus contemporâneos -, foram sendo banidas e esquecidas, vítimas da moral do cristianismo medieval.

Daí a alegria de Poggio quando encontrou, em um mosteiro no sul da Alemanha, o lendário Philogelos ("Amante do Riso"), uma antologia de humor grego do século 4. Seus contos de escatologia, adultério e burrice, que hoje eliminariam humoristas do Show do Tom, eram flashbacks hilariantes para a sombria Europa medieval. "Com a divulgação do Philogelos, a piada nasceu de novo, e Poggio foi o seu parteiro", escreveu seu biógrafo, William Sheperd, ele mesmo um precursor do humor involuntário. 

Em 1451, aos 70 anos, Poggio finalmente publicou sua própria obra humorística. O Liber Facetiarum ("Livro da Jocosidade"), ou apenas Facetiae, era uma coleção em latim de 273 anedotas, a primeira desde o Império Romano. Piadas hoje meio chochas ("Como eu quero que o barbeiro corte meu cabelo? Em silêncio!" ou "A esposa convidou o marido para jantar ou fazer amor... e não tinha comida em casa!") tornaram seu autor a sensação nas cortes italianas.

[ ...] 

O piadista do Vaticano morreu em Florença e virou estátua de Donatello. A imagem de Poggio ficou na frente do famoso Duomo até 1569, quando foi parar no topo da fachada da catedral, "reciclada" como um dos 12 apóstolos. Poggio, crítico dos pecados da Igreja, certamente acharia graça na canonização.


Revista SuperInteressante. Edição 263. Março de 2009. Disponível em:<http://super.abril.com.br/cultura/piadistavaticano-616655.shtml>. Acesso em: 19 de abril de 2012. (texto adaptado)

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1625660 Português

Texto para a questão. 


Fukuyama e o futuro da história



E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. (L.60‐63)
No período acima, o termo sublinhado assume um papel gramatical distinto de sua classificação original. Esse papel assumido no período é de
Alternativas
Respostas
3981: E
3982: D
3983: E
3984: E
3985: B
3986: A
3987: C
3988: A
3989: A
3990: B
3991: D
3992: A
3993: C
3994: D
3995: A
3996: E
3997: E
3998: E
3999: D
4000: A