Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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Quanto à sintaxe de concordância e de regência, julgue as formas alternativas de passagens do texto, propostas nos itens subseqüentes.
Das relações econômicas, fez-se nascer a chamada
economias-mundo.
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Quanto à sintaxe de concordância e de regência, julgue as formas alternativas de passagens do texto, propostas nos itens subseqüentes.
É possível que, daqui a alguns anos, não haja, no mundo das
relações comerciais, cidadãos sem identidade digital.
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Julgue os itens seguintes com base no trecho “Quando os cientistas políticos ensinam que, nas democracias modernas, poder trava poder, aludem a uma forma de pacto social ou controle tácito que permite a governabilidade” (L.19-22).
No trecho considerado, os adjetivos “políticos”, “modernas”,
“social” e “tácito” referem-se e concordam com “cientistas”,
“democracias”, “pacto” e “controle”, respectivamente.
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Julgue os itens seguintes com base no trecho “Quando os cientistas políticos ensinam que, nas democracias modernas, poder trava poder, aludem a uma forma de pacto social ou controle tácito que permite a governabilidade” (L.19-22).
A forma verbal “aludem” concorda com o sujeito da oração:
“democracias modernas”.
Não me lembrava mais _______ Juca morava e nem o __________ dessa minha recordação naquele momento. Talvez ele ainda morasse _____ rua dos Cataventos. Só sei que ____ mais de vinte anos não nos vemos. È difícil, para ____, compreender as razões que nos separaram.
O texto, Ronald McDonald é expulso de hospital na Escócia, servirá de apoio para a questão.
Empresas
Ronald McDonald é expulso de hospital na Escócia
Sexta, 17 de Março de 2006, 11h48
Fonte: INVERTIA
Ronald McDonald, personagem-símbolo da rede de fast food McDonald's, foi expulso de um hospital da Escócia onde (1) trabalhava para alegrar crianças doentes internadas na instituição.
O Raigmore Hospital, localizado em Inverness, considerou que (2) era "inapropriada" a distribuição de tickets de vale-lanche aos doentes. "Parecia que (3) o hospital estava promovendo esse tipo de alimentação nada saudável, enquanto nós médicos tentamos justamente combater os efeitos desses hábitos", afirmou a pediatra Eleanor Scott. "Distribuir esses tickets é tornar a bomba da obesidade ainda mais explosiva", completou.
"Eu aprecio a iniciativa do McDonalds de gratificar
as crianças que (4) muitas vezes estão passando por
muita dor e por procedimentos médicos dolorosos",
afirmou Garry Coutts, diretor do hospital. "Mas há
outros meios de se fazer o mesmo", endossou.
Assinale a alternativa cuja classificação do termo
destacado esteja correta.
Texto

________________de fiscais eficientes. José e eu _______________passar no concurso. Luís saiu de manhã, ______________ ainda estava muito frio. Sabe-se que ________________ muitos acidentes naquela época. __________________ dez dias que meu irmão partiu para o Canadá. Espero que Vossa Senhoria _________________ a meu pedido.
Assinale a opção que preenche, de forma sequencial e correta, as lacunas.
Texto para a questão

Matar para proteger. In: Superinteressante, out./2001 (com adaptações)
I Na linha 1, o singular da forma verbal “pode” deve-se à concordância com um sujeito oracional: “Caçar e derrubar árvores”. II Se a expressão “mais espaço” (R.5) estivesse no plural, a forma verbal “ganha” (R.4) também deveria ser flexionada no plural. III A flexão de singular em “tira” (R.6) e “quer” (R.7) deve-se à concordância com o pronome “quem”, na função de sujeito.
A quantidade de itens certos é igual a
Considere o seguinte trecho de uma entrevista do pesquisador Adalberto Veríssimo à revista Época para responder às questão.

Texto para a questão

Stavros Dimas. Em nome da biodiversidade. In:
Folha de S. Paulo, 26/3/2006 (com adaptações).
Fulano é “do bem”, Sicrano é “do mal”. Não, não são crianças comentando um filme de mocinho e bandido; são frases de adultos, reiteradas a propósito das mais diferentes pessoas, nas mais diversas situações. O julgamento definitivo e em preto e branco que elas implicam parece traduzir o esforço de adotar, em meio ao caldeirão de valores da sociedade moderna, um princípio básico de qualificação moral e ética. Essa oposição rudimentar revela a necessidade que temos de estabelecer algum juízo de valor para a orientação da nossa própria conduta. Tal busca de discernimento é antiga, e em princípio é legítima: está na base de todas as culturas, dá sustentação a religiões e inspira ideologias, provoca os filósofos, os juristas, os políticos. O perigo está em que o movimento de busca cesse e dê lugar à paralisia dos valores estratificados.
O exemplo pode vir de cima: quando um chefe de poderosa nação passa a classificar países inteiros como integrantes do “eixo do mal”, está-se proclamando como representante dos que constituiriam o “eixo do bem”. Essa divisão tosca é, de fato, muito conveniente, pois faculta ao mais forte a iniciativa de intervir na vida e no espaço do mais fraco, sob a alegação de que o faz para preservar os chamados “valores fundamentais da humanidade”. Interesses estratégicos e econômicos são, assim, mascarados pela suposta preservação de princípios da civilização. A História já nos mostrou, sobejamente, a que levam tais ideologias absolutistas, que se atribuem o direito de julgar o outro segundo o critério da religião que este professa, do regime político que adota, da etnia a que pertence. A intolerância em relação às diferenças culturais, por exemplo, acaba levando o mais forte à subjugação das pessoas “diferentes” – e mais fracas. É quando a ética sai de cena, para dar lugar à barbárie. A busca de distinção entre o que é “do bem” e o que é “do mal” traz consigo um dilema: por um lado, não podemos dispensar alguma bússola de orientação ética e moral, que aponte para o que parece ser o justo, o correto, o desejável; por outro lado, se o norteamento dos nossos juízos for inflexível como o teimoso ponteiro, comprometemos de vez a dinâmica que é própria da história e dos valores humanos. Não há, na rota da civilização, leis eternas, constituições que não admitam revisões, costumes inalteráveis. A escolha do critério de julgamento é sempre crítica e sofrida, quando responsável; dispensando-se, porém, a responsabilidade dessa escolha, restará a terrível fatalidade dos dogmas. Lembrando o instigante paradoxo de um filósofo francês, “estamos condenados a ser livres”. Nessa compulsória liberdade, de que fala o filósofo, a escolha entre o que é “do bem” e o que é “do mal” é uma questão sempre viva, que merece ser analisada e enfrentada em suas particulares manifestações históricas. Se assim não for, estará garantido um espaço cada vez maior para a ação dos fundamentalistas de todo tipo. (Cândido Otoniel de Almeida)
Considere a seguinte frase:
A busca de distinção entre o que é “do bem” e o que é “do mal” traz consigo um dilema (...).
O verbo trazer deverá flexionar-se numa forma do plural caso se substitua o elemento sublinhado por
Quando o recenseador __________, trate-o bem para que ele _________ as informações de que __________ .
As formas verbais que completam a frase corretamente são:
Todos aqueles que ainda têm a ousadia de falar e escrever acreditam, ainda que de forma tênue, que o seu falar faz uma diferença. Isso é de crucial importância para o educador, e dessa crença depende o seu sono e o seu acordar. Porque, com que instrumentos trabalha o educador? Com a palavra. O educador fala. Mesmo quando o seu trabalho inclui as mãos, todos os seus gestos são acompanhados de palavras. São as palavras que orientam as mãos e os olhos.
Rubem Alves. Conversas com quem gosta de ensinar. Campinas, SP: Papirus, 2000, p.35. Adaptado.
Sobre a concordância (nominal e verbal), analise as afirmações a seguir, referentes ao texto 3.
1. No trecho: “Todos aqueles que ainda têm a ousadia de falar e escrever...”, o verbo destacado está no plural, concordando com o seu sujeito. No singular, esse verbo seria grafado como ‘tem’.
2. O trecho: “... e dessa crença depende o seu sono e o seu acordar.” exemplifica um caso em que o sujeito é composto. Apesar disso, o verbo está no singular porque concorda com o elemento mais próximo (‘o seu sono’).
3. No trecho: “Porque, com que instrumentos trabalha o educador?”, o verbo destacado poderia estar no plural, concordando com ‘instrumentos’.
4. No trecho: “São as palavras que orientam as mãos e os olhos.”, o verbo destacado pode, também, concordar com o termo antecedente (‘que’); nesse caso, estaria no singular.
Estão corretas:
para responder a questão.
A verdade é que não se escreve mais como antigamente, pois
naquele tempo não havia computadores e, por incrível que pare-
ça, nem mesmo canetas esferográficas. Porém, se fôssemos re-
gistrar em papel todos os absurdos do ser humano, não sobraria
sequer uma resma para os cartões de Natal.
(Jô Soares. Veja, 01.05.1996)
Como a tão malbaratada palavra “ética”, muito vocábulo per-
de seu sentido quando envereda por trilhas falsas. “Ética” desig-
nava comportamento, ou conjunto de regras, em geral não escri-
tas, que ditavam esse comportamento. Vivia-se a ética nos
tribunais, entre parlamentares, entre países amigos ou adversários,
e também nas relações cotidianas entre pessoas. O termo devia
ser comum entre nós, como água e pão. Comportamentos éticos
ou não éticos configuram nosso dia-a-dia na rua, na praia, no
trabalho, a começar pela família – onde aprendemos alguns con-
ceitos talvez nunca verbalizados, mas introjetados, que passam a
fazer parte de nós.
(Lya Luft. Veja, 30.11.2005)

