Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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I. Ritmo e alegria é o que não faltam.
II. Critiquei a lista, pois dela não constavam os nomes que havíamos sugerido.
III. Estão abertos dez cursos, podendo os interessados se matricularem em no máximo dois.
IV. Perto de 90% das plantas industriais processa exclusivamente soja.
Assinale a alternativa em que se tenha mantido a concordância adequada à norma culta ao se reescrever o trecho acima.
I. A maioria das pessoas vive meia desconfiada da atuação adequada dos responsáveis pelo fisco.
II. Depois de interditadas as usinas de biodiesel restaram menas dúvidas sobre as irregularidades relacionadas ao funcionamento das empresas.
III. Um dos valores defendidos pela SEFAZ é a transparência, haja visto oferecer aos cidadãos informação confiável, oportuna e compreensível sobre gestão dos recursos públicos.
IV. A SEFAZ vê menos possibilidades de usineiros infringirem as leis depois do trabalho bem sucedido da força tarefa, desenvolvido no Estado.
V. As empresas fiscalizadas estão quites com o ICMS.
Assinale a alternativa correta.
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde,
cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos
de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia,
saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma
complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções
globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de
financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em
países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de
dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a
pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se
apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última
fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do
Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele
reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de
financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas
inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que
alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas
substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento
de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças
predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de
medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)
Deveriam sofrer ajuste, nesse caso,
Assinale a alternativa em que, alterando-se o trecho acima, não se manteve a adequação à norma culta.
Com base no trecho acima, analise os itens a seguir:
I. O plural de guardião pode ser tanto “guardiões” quanto “guardiães”.
II. À forma caput, em itálico, que indica latinismo, poderiam ser acrescentadas aspas.
III. A expressão meridiana clareza se insere no campo semântico de “sol”.
Assinale:
ordem em que são apresentados, são partes sucessivas de um
texto adaptado de Gilberto Teixeira (Internet:spu.autoupdate.com),
julgue-os quanto aos seus aspectos
gramaticais.

Em relação ao texto acima, julgue os itens de 86 a 89.
A flexão de singular em “é crucial" (l.5) admite a substituição pelo plural correspondente, são cruciais, sem prejuízo da coerência ou da correção do texto, porque o sujeito da oração é composto por dois núcleos, “pensamento verbal" e “língua".
Na linha 2, o pronome relativo “que" retoma o antecedente “os sujeitos"; por essa razão, a forma verbal “permitem" está no plural.
No trecho “Talvez aquilo tivesse sido feito por gente" (l.5-6), o verbo concorda com “gente", sujeito da oração na voz passiva.
I Na linha 2, o pronome “sua” está na terceira pessoa do singular para concordar com “ser humano”; e o pronome “seus” (L.9) está no plural para concordar com“filósofos” (L.8). II Na expressão verbal “levou a reconhecer” (L.4), o emprego da preposição justifica-se pelo verbo levar. III A forma verbal “têm” (L.7) é acentuada porque concorda com“Estas indagações” (L.6). IV A preposição a, que compõe o termo “ao campo ético-moral”(L.13), é exigida pelo substantivo “conduta” (L.12).
Estão certos apenas os itens














