Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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– Eu sou poeta e, aos 30 anos, doente, não queremos desperdiçar o tempo.
Nesta frase, a concordância do verbo querer é um exemplo de:


Se, na oração “De quem é a memória?” (L.3), o substantivo “memória” estivesse flexionado no plural, a concordância verbal não seria alterada, devido à possibilidade de o verbo ser concordar com o predicativo da oração.


Identifica-se erro de concordância verbal e de regência na seguinte reescritura: Em que pese as sucessivas crises financeiras e cambiais que arremeteram, nos últimos 30 anos, os ex-periféricos (agora emergentes), os integrantes do grupo do FMI seguem persuadidos no conto dos mercados eficientes.


A forma de particípio “contaminado” (L.10), empregada, no texto, com valor adjetivo, concorda, em gênero e número, com o sujeito gramatical de “gosto” (L.9), que remete à expressão “um escrevedor de cartas” (L.1).


Considerado o trecho acima, em seu contexto, é legítimo afirmar:
Assinale a alternativa em que a alteração do trecho acima tenha provocado INADEQUAÇÃO quanto à norma culta. Não leve em conta a alteração de sentido.
rendeu filmes premiados, personagens de livros clássicos, e se
mantém como fonte de estudo e paixão. A riqueza do fenômeno
parece sem fim. O historiador Frederico Pernambucano de
Mello prova isso ao esquadrinhar um aspecto original do
fenômeno. Em seu livro Estrelas de Couro – A estética do
cangaço, apresenta uma abordagem do visual do cangaceiro,
adornado e caracterizado com detalhes capazes de ombreá-lo a
um cavaleiro medieval europeu ou a um guerreiro samurai.
Oferece ideias bem estruturadas sobre a razão das moedas de
prata e ouro pregadas no chapéu, do desenho costurado na
roupa e de outras minúcias.
As roupas, acessórios, calçados e armas dos canga-
ceiros não tinham função única. Sob a análise do historiador,
esse personagem surge supersticioso. Presas a seu corpo, ele
levava diferentes orações com a função de protegê-lo. Objetivo
semelhante tinham os símbolos com os quais enfeitava o cha-
péu, como o signo de Salomão, que reunia a ideia de poder, de
proteção, de devolver as ofensas.
A roupa cheia de metais, espelhos e multicores não era
um traje de camuflagem, muito ao contrário. Essa característica
do cangaceiro, analisa o autor, mostra o caráter arcaico do
homem ligado ao sobrenatural, às coisas da vida e da morte. É
um traço presente em outras manifestações de arte popular
ligadas à divindade. "Os ex-votos, por exemplo, são peças que
servem de pagamento à graça alcançada. A carranca do rio São
Francisco, vendida em sacos de estopa para que o dono da
embarcação não a visse, serve como um abre-caminhos, um
protetor contra os malefícios que poderiam estar a cada dobra
do rio", explica o historiador.
(Celso Calheiros, CartaCapital, 29 de outubro de 2010, p. 70-
71, com adaptações)
A concordância verbal e nominal está inteiramente correta em:




