Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
Foram encontradas 10.961 questões
está correto e adequado à língua escrita formal.

Julgue o item que se segue, relativo às ideias e às estruturas
linguísticas do texto acima.

Julgue os itens que se seguem, relativos a aspectos estruturais do
texto.

Com relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto acima,
julgue os itens consecutivos.

Nós nos acostumamos a morar em apartamentos de fundos.
A troca de pronomes também respeita as regras de concordância estabelecidas na norma-padrão em:

A frase acima permanecerá correta caso se substituam os elementos sublinhados, respectivamente, por:

O fragmento acima busca reproduzir uma fala que o autor quer marcar como vinda de alguém que não se prende à chamada “norma culta" da língua portuguesa.
O “desvio" dessa fala, em relação à norma culta do português, encontra-se na concordância verbal.
Para atender à chamada norma culta do português, seria preciso fazer a seguinte alteração:
Que forma verbal destacada abaixo está conjugada de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa?
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331.
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331.
Há opinião contrária à do diretor. Acertaram a tarefa aqueles que escreveram:
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331.








