Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q2100848 Português

A moça tecelã







COLASANTI, Marina. Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento. Rio de Janeiro: Global Editora, 2000. p. 18. Adaptado.

No trecho “o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros” (l. 11-12), nota-se concordância adequada à norma-padrão da língua portuguesa.
A frase em que o respeito à norma-padrão também acontece é:
Alternativas
Q2099957 Português
Considere o período e as afirmações abaixo.
A maioria das pessoas que fazem esportes, tem uma vida mais saudável.
I. Há um problema de pontuação, pois a vírgula está empregada de forma incorreta.
II. Há um problema de concordância, o verbo “tem” deveria ser substituído por “têm”.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q1659388 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas, segundo a variedade culta da língua.
Seguem ......... as fotos solicitadas. Não há mais motivos para a nossa discussão: estamos ........ . Há ...................... motivos para permanecermos calados. Não fui muito bem na prova, pois estava .......ansiosa.
Alternativas
Q1659387 Português
Considerando as regras de concordância verbal prescritas pela variedade culta da língua, analise as sentenças abaixo.
I. Precisam-se de profissionais habilitados. II. A maior parte dos torcedores gritavam sem cessar. III. Batiam nove horas no relógio da igreja local, quando ele saiu correndo. IV. Os Estados Unidos decidiram intervir no momento crucial do conflito.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1659330 Português
Leia a conversa entre os personagens na tirinha Calvin & Haroldo para responder à questão.


 
Levando-se em consideração a variedade culta da língua portuguesa, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1654177 Português

    Podemos afirmar que existem duas unanimidades na teoria econômica, com resultados práticos inevitáveis. Salvo algumas poucas opiniões em contrário, a primeira delas diz respeito à neutralidade das atividades econômicas sobre a natureza e seus ecossistemas. Isto é, tudo que é feito neste mundo, em termos econômicos, seria incapaz de danificar a natureza, os elos biológicos e os ecossistemas. A maioria dos economistas acredita nisso, mas, olhando ao redor, nos perguntamos com base em que essa crença foi criada. A segunda unanimidade, derivada da primeira, é a obsessão pelo crescimento, como única forma de resolver os problemas humanos relacionados ao bem-estar e à felicidade. Por essa razão, a preocupação rotineira dos economistas em geral é a capacidade de as economias continuarem crescendo infinita e ininterruptamente. Vemos essa preocupação surgir nas justificativas de medidas governamentais, bem como nos textos de diversos autores no Brasil e fora dele. Um exemplo é o Consenso de Washington, cuja finalidade foi pavimentar nos países em desenvolvimento as condições necessárias para a expansão das atividades. No entanto, embora essa seja a preocupação mais corriqueira do mundo financeiro da atualidade, iniciamos o século XXI com enorme angústia em torno da nossa capacidade de crescer. Os riscos financeiros vêm se multiplicando, com ou sem as reformas do Consenso.

    A situação econômica atual é crítica e vários economistas parecem deter a solução do problema: voltar a crescer. Precisamos tomar cuidado porque nem sempre os fins justificam os meios. Em primeiro lugar, não existe uma relação direta entre crescimento econômico e maior empregabilidade, já que o avanço tecnológico produz um crescimento de empregos que não alcança o da população. Além disso, o crescimento gerado com base na exaustão e degradação dos recursos naturais já está se mostrando inviável. Essa fórmula pode ser alentadora no curto prazo, mas fornece grande preocupação quanto ao futuro. Uma passagem de um célebre economista francês, Fréderic Bastiat, ilustra essa situação: “na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei não engendram apenas um efeito, mas uma série de efeitos. Desses, só o primeiro é imediato porque se manifesta junto com sua causa (se vê); os outros se desenrolarão sucessivamente (não se veem). Somos felizes se pudermos prevê-los.”

(Adaptado de Hugo Penteado. Ecoeconomia: uma nova abordagem. São Paulo, Lazuli Editora, 2008, p. 89-92)

O verbo flexionado no singular que também poderia ter sido flexionado no plural, mantendo-se a correção da frase, está em:
Alternativas
Q1639320 Português
Assinale a alternativa em que ocorra um erro de concordância nominal.
Alternativas
Q1639316 Português
Assinale a alternativa na qual a concordância verbal está correta.
Alternativas
Q1625655 Português

Texto para a questão. 


Fukuyama e o futuro da história



Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. (L.34‐35).


Assinale a alternativa em que a alteração da estrutura do período acima tenha sido feita em consonância com a norma culta. Não leve em conta alterações de sentido.

Alternativas
Q1361893 Português
Com relação à concordância entre o adjetivo e os substantivos a que se refere, verifica-se INADEQUAÇÃO em:
Alternativas
Q1361891 Português
A opção correta, no que se refere à concordância verbal, de acordo com a norma culta é:
Alternativas
Q1361890 Português

Um choque necessário


Fio remendado, geladeira encostada na parede, ar-condicionado com filtro sujo. O panorama traçado pode ser encontrado com facilidade nos lares cariocas e, além de aumentar o risco de curto circuito e incêndios, contribui para um imenso desperdício na conta de luz. Segundo levantamento feito pela Light, os moradores do Rio poderiam reduzir sua despesa em pelo menos 35% se adotassem medidas simples no dia a dia. Com gasto per capita de eletricidade estimado em 180 quilowatts ao mês, cada morador da cidade desembolsa, em média, 90 reais com o fornecimento de energia, valor que cairia para 58 reais caso o desperdício fosse cortado. Se o excedente de todas as residências fosse poupado durante um ano, o equivalente a 5.300 gigawatts/hora, seria possível abastecer todo o estado do Espírito Santo por doze meses.


Quente e abafado, o clima do Rio contribui diretamente para o alto consumo, causado pelo uso do ar-condicionado, hábito (e necessidade) de muitos cariocas e um grande vilão do gasto doméstico. O aparelho consome a mesma eletricidade que dez ventiladores de teto e, se ligado oito horas por dia durante um mês, o modelo de 7.500 BTUs eleva a conta em 120 reais. O gasto aumenta nos casos em que o aparelho é instalado em aberturas próximas do chão. Como o ar frio é mais pesado do que o quente, ele acaba se concentrando embaixo e mantém a sensação de calor. “As pessoas acham que basta abrir um buraco na parede e colocá-lo ali”, explica o superintendente da Light Mario Romano. “Não é assim que funciona.”


Entre as medidas mais eficazes para reduzir o consumo de energia, poucas têm tanto efeito quanto a escolha correta dos eletrodomésticos. Criado em 1993 pelo governo federal, o selo Procel instalado na parte de trás dos aparelhos identifica, com base em testes em laboratório, os mais econômicos. O produto tem sua performance avaliada através de letras que vão de A a G, sendo a última a dos que esbanjam mais. “Uma máquina com o selo A consome, em média, 15% menos do que as que apresentam qualificação inferior”, atesta Emerson Salvador, da Eletrobrás. “Optar por um modelo certificado é ótimo para o bolso e para o meio ambiente, porque com isso a indústria é incentivada a fazer produtos cada vez mais eficientes”, diz o engenheiro. A evolução na linha de geladeiras mostra como os fabricantes se adaptaram aos novos tempos. Versões lançadas há dez anos gastavam 35 reais por mês, enquanto as novas consomem um terço desse valor. Outro inimigo das finanças é o chuveiro elétrico. Quem permanece vinte minutos diariamente debaixo d’água gasta, mensalmente, 18 reais. Se fossem apenas dez minutos, o valor cairia para 8,75 reais. Atitudes simples poupam recursos preciosos e ainda aliviam o bolso.


Ernesto Neves | 11 de Abril de 2012 | acesso em 12/04/2012 http://vejario.abril.com.br/edicao-da-semana/como-

economizar-conta-luz-681266.shtml [adaptado]

Considere a seguinte frase para responder à questão:
“Se o excedente de todas as residências fosse poupado durante um ano, o equivalente a 5.300 gigawatts/ hora, seria possível abastecer todo o estado do Espírito Santo por doze meses.” [1º. parágrafo]
Ao alterar a flexão do verbo ser, considerando o contexto, constitui ERRO:
Alternativas
Q1298683 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Laerte – Piratas do Tietê – Folha de S.Paulo – 24/9/12  

A autoridade do primeiro personagem em relação ao segundo se revela pelo(a)
Alternativas
Q1298678 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Assinale a alternativa em que a concordância verbal seja respeitada, como em “O aumento dos assassinatos começou a ser detectado” (linha 1).
Alternativas
Q1272272 Português

No que se refere ao fenômeno da concordância nominal, no subtítulo do texto, o termo textuais também admite a forma singular.

O período em que, conforme a norma-padrão, o termo destacado pode assumir tanto a forma singular quanto a plural é:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: AOCP Órgão: CRM-MS
Q1225289 Português
Felicidade em excesso pode fazer mal Não há dúvida de que ser feliz é bom, mas em excesso pode ser um veneno. E, quanto mais procuramos a felicidade, menos somos felizes. Conheça o lado B da felicidade. por June Gruber*  1. Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida - os 3 pilares da felicidade. No entanto, essa história também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.  2. É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além do aumento da satisfação pessoal.  3. Como você pode perceber, felicidade não é uma só. Ela vem em diferentes sabores. Varia, por exemplo, segundo a dimensão do estímulo (excitação x calma) ou do engajamento social (compaixão x orgulho). Certos tipos de felicidade são muito auto focados e, por isso, acabam sendo mal-adaptados. É o caso do orgulho, geralmente ligado às conquistas e ao status social. O orgulho pode ser bom em certos contextos, mas também tem sido associado à agressividade e ao risco de desenvolver transtornos de humor, como a mania.  4. A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.  5. O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter os pés no chão. Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.  6. June Gruber é professora de psicologia na Universidade de Yale, nos EUA.  Extraído de http://super.abril.com.br/cotidiano/felicidade-excessopode-fazer-mal-674821.shtml em 07/10/2012 Em “ fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas...”, o termo destacado pode ser substituído, mantendo-se a correta concordância e sem prejuízo de sentido, por
Alternativas
Ano: 2012 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1222948 Português
Nunca a mídia falou tanto sobre saúde. A novidade, agora, é o sucesso que _______ feito em frente às câmeras de tevês. Seguindo o modelo americano, duas das maiores emissoras do País, a Globo e a Record, _______ programas cujo foco são doenças ou maneiras de evitá-las. E os médicos _______ lugar de destaque na produção, que usa informalidade, interatividade e didatismo.
(IstoÉ, 22/06/2011. Adaptado)
As lacunas do texto devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
Alternativas
Q1203674 Português

Observe a imagem abaixo:

Imagem associada para resolução da questão

Há um desvio da norma culta da língua, esse desvio diz respeito à:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CETAP Órgão: SEAD-PA
Q1182579 Português
Palavras indígenas que usamos no dia a dia.
Quando o navegador português Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil, em abril de 1500, os índios já moravam aqui havia muito tempo. Naquela época não existiam cidades e os habitantes se dividiam em grupos e tribos. As tribos eram diferentes umas das outras, e cada uma ocupava uma região do país. Além disso, os estudiosos descobriram que cada grupo tinha sua língua. Eles fizeram as contas e encontraram mais de 300 idiomas falados pelos índios! E nenhum deles era o Português. Até hoje usamos muitas palavras que herdamos dos primeiros habitantes do Brasil. Veja só:
YARA
É nome de menina,e a letra Y quer dizer água e Uara, dona ou senhora. Segundo a lenda, a Yara é uma espécie de sereia. Ela tem cabelos longos e verdes. Em vez de morar no mar, como a Pequena Sereia, ela vive nos rios de água doce, na Amazônia.
MANDIOCA
Vem de Mani Oca, ou casa da Mani. A lenda conta que a filha de um cacique que vivia perto de Belém (Pará) teve uma linda bebê, chamada Mani. Mas, de um dia para o outro, Mani morreu e foi enterrada na Oca, ou casa. Todos ficaram tristes. Para alegrara tribo, no mesmo lugar nasceu essa planta, que é muito gostosa.
CAPIVARA   O maior roedor que existe no Brasil vive na beira de rios e lagos e é tão grande que pode pesar até 50 quilos! Apesar do tamanho,ela só se alimenta de grama e mato, daí o seu nome: Kaapi (capim) e Wara (aquele que come).
JURURU
Já percebeu que, até quando a gente fala Jururu, faz biquinho com os lábios, como se estivesse triste? Pois é por isso mesmo que os índios usavam essa palavra para se referir a alguém que não estava feliz. Também é parecida com Cururu, que quer dizer a mesma coisa.
Fonte: Revista TAM Kids. Ed. Março/Abril, 2012, p. 16/18.
Em: “[...] quando a gente fala Jururu [...]”, a concordância do verbo se faz com:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FEPESE Órgão: DPE-SC
Q1181266 Português
Comunicação.
O homem é um ser social, isto é, um ser que vive em comunidade, em conjunto com outros homens. Ele tem, assim, necessidade natural de se comunicar.
A troca de informações, de notícias e de opiniões entre componentes de um grupo social ou entre grupos fortalece as relações humanas e possibilita ao homem maior domínio e maior conhecimento sobre sua própria vida e sobre o mundo.
Sem dúvida, a comunicação, isto é, a troca de mensagens entre duas ou mais pessoas ou grupos, tem sido, desde a origem do homem, a principal responsável pela evolução e aprimoramento da sociedade humana.
Dentre as várias formas de comunicação, a correspondência empresarial é, atualmente, não só um meio de comunicação. Ela é um instrumento de marketing, pois se insere na realidade de um mercado competitivo em que todas as nuanças de comportamento adquirem sentido: a comunicação empresarial/oficial, é a responsável pela imagem da organização perante seu público interno ou externo.
                                                        Mauro Ferreira. In Redação                                                                                        Comercial e Administrativa. Texto adaptado.


 Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal ou nominal.
Alternativas
Respostas
9161: E
9162: A
9163: E
9164: D
9165: B
9166: C
9167: A
9168: A
9169: C
9170: D
9171: A
9172: C
9173: A
9174: C
9175: D
9176: C
9177: D
9178: A
9179: A
9180: B