Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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Leia a tirinha para responder à questão.

(calvim-e-o-natal.jpg. Acessado em 18.10.14)
Assinale a alternativa que contém uma afirmação correta
sobre o texto da tirinha.
Faz diferença beber aos 17 ou aos 18 anos?
A venda de bebida alcoólica para menores pode deixar de ser uma contravenção penal para se tornar crime. Mas, afinal de contas, faz tanta diferença assim deixar alguém beber antes ou depois dos 18 anos?
Em termos fisiológicos, as diferenças entre um garoto de 17 e um de 18 anos são sutis e podem variar bastante entre as populações. Mas está claro que, quanto mais jovem for o indivíduo, mais exposto ele estará aos riscos do consumo de álcool.
O cérebro só se forma completamente no fim da adolescência. E substâncias químicas como o álcool e as drogas podem afetar de forma mais acentuada as vias neurais em desenvolvimento.
Por outro lado, muitos jovens são mais imunes aos efeitos tóxicos da bebida – você já deve ter reparado que a ressaca parece piorar com a idade. Assim, existe uma tendência a consumir quantidades maiores, o que aumenta o risco da dependência.
É pouco provável que criminalizar a venda de álcool para menores faça com que os adolescentes deixem de beber. Apesar de provocar danos cognitivos, acidentes graves e causar vício, essa é a substância à qual eles ainda têm maior acesso.
A questão é que ainda prevalece, no país, uma cultura de que não tem nada de mais um garoto de 15 ou 16 anos tomar cerveja ou vinho no almoço de família. Para alguns pais, é até sinal de virilidade. Essa noção é que pode, sim, ser modificada com regras mais claras para a venda e consumo de bebida. Isso não se modifica da noite para o dia, mas pode fazer a diferença no futuro, da mesma forma que ninguém mais, hoje, ousa acender um cigarro na sala de aula.
(http://doutorjairo.blogosfera.uol.com.br/2015/02/25/faz-diferenca-beber-aos-17-ou-aos-18-anos. Acessado em 26.02.2015)
Mas parte da classe médica ainda tem dúvidas sobre esses remédios por conta do processo de avaliação da qualidade e falsificação. Para 45% dos médicos que participaram da pesquisa o processo de avaliação e controle de qualidade dos genéricos é menos exigente do que o que ocorre com os medicamentos de marca. E 44% deles acreditam que esses remédios sofrem mais falsificações. Ainda assim, 92% deles afirmaram ter recomendado o medicamento no último ano para reduzir o custo de tratamento ou a pedido do paciente.
Uma boa parte dessa parcela de profissionais da saúde não concordou com a ideia de os genéricos serem tão eficazes (30%), nem de terem a mesma segurança (23%) que os remédios de referência. Quase metade (42%) afirmou não ter o hábito de prescrevê-los.
Os farmacêuticos influenciam os consumidores na hora de comprar os genéricos, pois, segundo 88% dos entrevistados, pelo menos uma vez, esses profissionais sugeriram a substituição do remédio prescrito por um genérico.
“Pesquisa realizada pela PROTESTE Associação de Consumidores e divulgada dia 23 de agosto, revela que a população confia nos genéricos e chega a pedir para os médicos prescrevê-los.
Mas parte da classe médica ainda tem dúvidas sobre esses remédios por conta do processo de avaliação da qualidade e falsificação.
Para 45% dos médicos que participaram da pesquisa o processo de avaliação e controle de qualidade dos genéricos é menos exigente do que o que ocorre com os medicamentos de marca. E 44% deles acreditam que esses remédios sofrem mais falsificações”.
A forma verbal que mostra um erro de norma culta é:
Até o meio-dia e ____deste domingo, já______participado das primeiras competições paraolímpicas cerca de 40% dos atletas inscritos. Desse grupo, muitos são atletas sul-americanos que_____, semanas,_____ treinando no país-sede.
Os termos que preenchem, correta e respectivamente, as lacunas do texto são:
Assinale a alternativa que melhor explique a qualidade de seu anúncio em termos das concordâncias verbal e nominal.
I - As línguas Inglesa e Espanhola são de fundamental importância na modernidade.
II - A língua Inglesa e a Espanhola são de fundamental importância na modernidade.
III - Vende-se 02 terrenos de esquina na Avenida Dinamérica.
IV - Devem ter havido problemas com esse casal.
Com base nos enunciados acima assinale a alternativa correta.
Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.
Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.
Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.
João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".
Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.
(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)
Nós seres humanos passamos tanto tempo preocupados em alcançar aquilo que não temos, que esquecemo-nos de olhar e valorizar o que temos.
Somos seres extremamente privilegiados, pois nascemos com a capacidade de comunicação.
Talvez as adversidades da vida, não nos permitiram até o momento perceber o quanto esta capacidade é importante para a nossa sobrevivência nesta terra.
O que seria de nós se porventura, não pudéssemos nos comunicar com outros seres humanos? Como expressaríamos todos os nossos desejos e necessidades? Como exprimiríamos os nosso pensamentos e ideias? Com certeza não sobreviveríamos muitos dias.
O que muitos de nós, seres humanos, ainda não entendemos é que essa capacidade além de nos ajudar a sobreviver nesta terra, tem bastante influência no alcance de nossos objetivos. Mas preste atenção, não basta apenas se comunicar, é preciso saber se comunicar.
Do que adianta saber falar, se não usamos as palavras certas, no momento certo? Já ouvi várias pessoas repetindo a tal famosa frase: “Eu só sou responsável pelo que eu falo, não pelo o que você entende".
Não só discordo desta frase como também acredito que a mesma é sempre utilizada como escape. Afinal de contas, é bem mais fácil para o emissor, colocar a responsabilidade da mensagem no receptor, não é mesmo?
Se quisermos ser, bem sucedidos em tudo o que fazemos é preciso aprender a responsabilizar-nos pelas mensagens por nós transmitidas. Quando realmente temos interesse em transmitir a mensagem de maneira correta, não só responsabilizamo-nos por aquilo que falamos, mas também por aquilo que o outro entende. A mensagem só é enviada corretamente, quando emissor e receptor encontram-se na mesma sintonia. Quando um fala e o outro entende.
Precisamos ter bastante cuidado com a mensagem que estamos transmitindo para a nossa liderança. Quando falamos a mesma língua que a nossa família, nossos colegas de trabalho, amigos e liderança teremos como resultado o nosso crescimento e o alcance de nossos objetivos. Mas é preciso jamais esquecer qual é a nossa posição. Todo bom líder almeja uma equipe motivada, unida e que fale a mesma língua, porém é importante deixar claro que o intuito é alcançar os objetivos da empresa e não destituir o líder.
Caso não aprendamos a passar a mensagem correta, nossos projetos correm grande risco de terminarem como a Torre de Babel. Inacabados.
...
Texto adaptado
Mônica Bastos
Disponível em: http://www.rhportal.com.br/
I- Fazem dias que fiz a entrevista.
II- Espero que você seje aprovado no concurso.
III- Se eles houvessem feito o gabarito correto, teriam sido aprovados.
Assinale a alternativa que contém a concordância verbal correta.
“O que tem isso de ilegal?” - perguntou a juíza responsável pelo caso, numa primeira audiência. Steve Wise, o responsável pelo pedido de libertação, rebateu: “Manter uma pessoa em confinamento solitário é contra a lei, sim”, ele disse à juíza.
O tribunal não chegou ainda a um veredito. Caso a decisão seja favorável ao chimpanzé, será uma revolução: pela primeira vez um animal será solto por ser considerado uma “pessoa”. Teremos estendido o conceito de “humanidade” a outra espécie além do Homo sapiens.
Faz mais sentido do que parece. Se você voltar 7 milhões de anos no tempo e procurar bem, vai encontrar indivíduos amacacados que são ancestrais tanto do Homo sapiens como dos chimpanzés modernos. Ou seja: você e eles compartilham um mesmo tatata(…)tataravô, que viveu há 70 séculos. Até por isso, um humano é geneticamente mais próximo de um chimpanzé que um chimpanzé é de um gorila. Jared Diamond, um cientista multidisciplinar, resumiu tudo isso com uma frase certeira: “Não é que eles sejam humanos. Nós é que somos mais uma espécie de chimpanzé.”
Steve Wise, o advogado que move o pedido pela libertação do chimpanzé nova-iorquino, diz que, se ganhar o caso, vai lutar para que a noção de direitos humanos seja aplicada a qualquer ser vivo com cérebro relativamente complexo - gorilas, orangotangos, elefantes, golfinhos. A lógica é a mesma.
(Superinteressante, novembro de 2014. Adaptado)
Palavras emprestadas
A leitora Mafalda, sob o título “Sugestão de crônica”, mandou-me um e-mail protestando contra a invasão de expressões estrangeiras no dia a dia do brasileiro. Enviou até fotos de vitrines dos arredores de sua casa na região da Rua Oscar Freire.
Visionária, a leitora sonhava que eu pudesse contribuir para “mudar o uso do inglês nas ruas”, motivar algum político “a comprar essa briga” e dizia ser isso uma questão de patriotismo. Não acha?
Não acho, leitora, leitores. Com jeito vou tentar explicar.
Quando me alfabetizei, em 1943, havia cerca de 40.000 palavras dicionarizadas no português, segundo Domício Proença Filho, da Academia Brasileira de Letras. Hoje, são mais de 400.000; alguns filólogos estimam em 600.000. Ora, leitora, de onde brotaram tantas palavras? Dos novos hábitos da população, das inovações tecnológicas, das migrações, das gírias, dos estrangeirismos.
Já vê, cara Mafalda, que a consequência dos estrangeirismos não é o empobrecimento da língua, e sim o seu enriquecimento. Nós nos irritamos com os abusos, sim, como acontece com qualquer outro abuso.
A questão do estrangeirismo se aclara com a pergunta: com quem a pessoa quer se comunicar? Se usa palavras que muitas pessoas não entendem, não vai se comunicar com elas. Mesmo usando só o português. No caso das frases em inglês na Rua Oscar Freire, aqueles comerciantes não estão querendo se comunicar com quem não as entende.
Existe quem use a expressão estrangeira por pedantismo, quando há termo equivalente brasileiro. Mas por que impedir alguém de ser pedante? É um direito dele. Há quem use por ser modismo, mas por que ir contra a moda? Ela passa.
Na maioria dos casos, usa-se o estrangeirismo por necessidade. Há palavras estrangeiras inevitáveis, porque designam coisas novas com mais exatidão e rapidez: air bag, shopping center, e-mail, flash, slide, outdoor, marketing, videogame e milhares de outras.
Centenas delas ficaram bem à vontade quando aportuguesadas: uísque, futebol, lanchonete, gol, chique, garçom, sanduíche - e por aí vai. Muitas ficaram bem bacaninhas no nosso dia a dia, mesmo usadas do jeito que chegaram: jeans, show, shopping, topless, manicure, vitrine...
Ou seja, o povo falante há de peneirar o que merece permanência.
(Ivan Ângelo. Revista Veja. São Paulo: Abril, 25 mai. 2011. Adaptado.)
É o setor da escola que realiza todas as funções destinadas a manter os registros, os arquivos de documentação dos alunos e dos funcionários, além de comunicados e expedições para apoiar o desenvolvimento do processo escolar, dando valor legal a toda a documentação expedida com aval do Secretário responsável e da Direção da escola.
Dentro de suas atividades, a Secretaria regula a admissão e a saída dos alunos e compõe os arquivos, os livros e os prontuários necessários para o devido funcionamento da escola.
(Eliane da Costa Bruini, http://educador.brasilescola.com/gestao
-educacional/secretaria-escolar.htm. Adaptado)
Uma afirmação condizente com as informações do texto e redigida corretamente, no que se refere à concordância padrão, está em:
O homem, um ser criativo
Os homens, para sobreviverem em grupos tribais, tiveram que ampliar a produção de bens econômicos, tendo que buscá-los em locais cada vez mais distantes, e em números cada vez maiores. Ou então, tiveram que atender às necessidades de migração e conquista de novas terras. Para tanto, tiveram que desenvolver os meios de transporte, aplicando os conhecimentos adquiridos. Dessa forma, foram também construindo e ampliando seus territórios.
Nesses territórios, fonte de vida, os homens passaram a dominar o fogo, utilizar a fertilidade do solo, abrigar-se do frio, da chuva, do sol, construindo habitações específicas, que lhes permitissem morar nas condições próprias de cada lugar.
Disso tudo, podemos concluir que o animalzinho, frágil na visão de outros animais maiores, como o mamute, não somente sobreviveu mas, com o progresso da ciência e da técnica, ele conquistou a Terra. Tão surpreso o mamute ficaria hoje ao ver o homem deslocando toneladas de mercadorias pelos ares em gigantescos “pássaros metálicos" ou, então, enviando suas imagens pelo espaço, captadas em todos os lugares pelas fantásticas telinhas de televisão.
É tão maravilhoso ver duas pessoas frente a frente através da imagem da TV conversando uma com a outra, ao pensarmos que as mesmas muitas vezes estão separadas por quilômetros de oceanos e continentes. O mamute concluiria que esse homem é essencialmente um animalzinho criador.
Muitos e grandiosos foram os inventos da ciência e da técnica realizados pelo homem. Porém, gostaríamos de destacar aqueles que, para nós, mais diretamente contribuíram para a integração do homem com seu território: as comunicações e os transportes.
(Francisco Capuano Scarlato & Sueli Ângelo Furlan. Aldeia global. Rio de Janeiro: Editora Nacional, p. 15).
O hipertexto
(Ricardo Gonçalves Barreto. Português, 3º. Ano Ensino Médio. Ser protagonista.
São Paulo: Edições SM. 2010, p. 356).
(Adaptado de: MESTIERI, Gabriel. Disponível em: entretenimento.uol.com.bre CHAIA, Miguel. Disponível em: institutotomieohtake.org.br)
Está correta a redação do comentário que se encontra em:
A mítica floresta amazônica vai muito além de um museu geográfico de espécies ameaçadas e representa muito mais do que um simples depósito de carbono. Evoluída nos últimos 50 milhões de anos, a floresta amazônica é o maior parque tecnológico que a Terra já conheceu, porque cada organismo seu, entre trilhões, é uma maravilha de miniaturização e automação. Qualquer apelo que se faça pela valorização da floresta precisa recuperar esse valor intrínseco.
Cada nova iniciativa em defesa da floresta tem trilhado os mesmos caminhos e pressionado as mesmas teclas. Neste comportamento, identificamos o que Einstein definiu como a própria insanidade: “fazer a mesma coisa, de novo, esperando resultados diferentes".
Análises abrangentes mostram numerosas oportunidades para a harmonização dos interesses da sociedade contemporânea com uma Amazônia viva e vigorosa. Para chegarmos lá, é preciso compenetração, modéstia, dedicação e compromisso com a vida. Com os recursos tecnológicos disponíveis, podemos agregar inteligência à ocupação, otimizando um novo uso do solo, que abra espaço para a reconstrução ecológica da floresta. Podemos também revelar muitos outros segredos ainda bem guardados da resiliente biologia tropical e, com isso, ir muito além de compreender seus mecanismos.
A maioria dos problemas atuais podem se resolver por meio dos diversos princípios que guiam o funcionamento da natureza. Uma lista curta desses princípios, arrolados pela escritora Janine Benyus, constata que a natureza é propelida pela luz solar; utiliza somente a energia de que necessita; recicla todas as coisas; aposta na diversidade; demanda conhecimento local; limita os excessos internamente; e aproveita o poder dos limites.
(Adaptado de: NOBRE, Antônio Donato.O Futuro Climático da Amazônia.
Disponível em: www.ccst.inpe.br)
É de Cícero a célebre frase: “É necessário comer para que tu vivas, e não viver para que tu comas". À medida que o mundo foi perdendo o seu latim, perdeu também algo do estoicismo que motivou as palavras do orador. O resultado se mede em quilos. Relatório divulgado recentemente pelo CDCs (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) lança um novo e contundente alerta contra a epidemia de obesidade nos Estados Unidos.
Segundo a vigilância epidemiológica norte-americana, as mortes causadas pelo excesso de peso cresceram na década de 90 quatro vezes mais rápido do que as provocadas pelo tabagismo. A obesidade está bem perto de se tornar a principal causa evitável de morte nos Estados Unidos, ultrapassando o fumo.
No Brasil, embora tudo que indique que a parcela da população acima do peso ainda não tenha chegado a 64% como nos EUA, não há dúvidas que seguimos na mesma trilha insalubre. Assim como o fumo, a obesidade e o sedentarismo se associam, em maior ou menor grau, às três principais causas de morte.
(Folha de S. Paulo. 11 de março de 2004. Opinião. Fragmento.)

Alberto Grimm. Internet: (com adaptações).
No que se refere à tipologia textual e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item abaixo.
Mantém-se a correção gramatical do texto se o trecho “Ser capaz de redigir corretamente relatórios e textos é um atributo valorizado pelos empregadores” ( l. 8 e 9) estiver reescrito da seguinte forma: Redigir corretamente relatórios e textos são atributos valorizados pelos empregadores.
Alberto Grimm. Internet: (com adaptações).
No que se refere à tipologia textual e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item abaixo.
A forma verbal “é” ( l.6) está no singular porque concorda com “expressão verbal” ( l. 5 e 6).