Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q860539 Português

Julgue o item em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos.


O emprego da forma verbal “faça” (linha 13) no presente do indicativo – faz – garantiria a correção gramatical e a coerência do texto, dado o emprego da forma verbal “dá” (linha 14), também conjugada no presente do indicativo.

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Q860182 Português
Se no período “Além disso, ultrassons e tomografias são considerados mais invasivos, além de mais caros e de análise bem mais complexa” (l. 28-29) suprimíssemos “e tomografias” e substituíssemos “ultrassons” por “o ultrassom”, quantas outras modificações deveriam ocorrer para manter a correção da frase?
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Q859977 Português

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item subsequente.


Na linha 5, em “que suplantou”, o verbo está no singular porque concorda com o sujeito dessa oração, a expressão “modernidade ‘sólida’”.

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Q859966 Português

Julgue o item a seguir em relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para palavras, expressões e trechos do texto.


“podendo” (linha 8) por possa

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Q859788 Português
Um técnico-administrativo está elaborando um aviso sobre os novos procedimentos para a compra de passagem, que será colocado na página da Pró-Reitoria de Administração. Dentre os textos elaborados, em qual a concordância verbal é estabelecida de acordo com a norma culta?
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Q859783 Português
O fragmento de texto utilizado nesta questão faz parte das “Orientações para a utilização dos espaços administrados pela Coordenadoria de Apoio a Eventos Acadêmicos (CAEv)”. Assinale a alternativa em que a concordância verbal é estabelecida de acordo com a norma culta:
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Q859781 Português
Quanto à concordância verbal, em qual alternativa a sentença apresentada está de acordo com a norma culta?
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Q859552 Português
Na oração “Depois compararam-se os resultados com as estatísticas dos Estados Unidos...” (linha 08), a forma verbal se justifica por:
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Q859029 Português

Texto 1


                                SINTAXE PENOSA


      Não, dileto leitor, não incorporei o espírito do professor Pasquale; não é o objetivo da presente coluna proferir uma invectiva contra os que violentam a sintaxe da língua de Camões com gerundismos ("vamos estar falando de ciência") ou destroçam a harmonia das orações subordinadas. Quando digo "sintaxe penosa", entenda-me literalmente: passarinhos cujo canto tem regras semelhantes à nossa tradicional ordem de sujeito seguido de verbo e objeto (por exemplo) nas frases.

      Se essa possibilidade não faz cair o seu queixo, deveria. Como enfatizei na coluna passada (eu sei, faz duas semanas já, mas quem sabe você recorda), os cientistas têm mostrado que é cada vez menor a lista das faculdades mentais exclusivamente humanas. Uma das poucas que sobraram – ou melhor, sobravam – é a linguagem com sintaxe. Alguns passarinhos japoneses resolveram melar o nosso triunfo, ao que parece.

      Os penosos em questão pertencem à espécie Parus minor, ou chapim-japonês. Assim como uma grande variedade de outros animais, incluindo outras aves, obviamente, mas também primatas como nós e outras criaturas, o chapim-japonês produz vocalizações que podem ser comparadas às nossas palavras.

      Esses sons foram criativamente apelidados com as letras A, B, C e D. Seu significado varia um pouco, mas podemos dizer, de modo geral, que combinações das três primeiras "palavras" (AC ou BC, por exemplo) denotam a presença de diversos tipos de predadores, enquanto os sons do tipo D (caracterizados por uma sequência de sete a dez "notas", como as de uma música) servem para recrutar outros passarinhos – quando um macho chama sua parceira, por exemplo.

      O bacana, porém, é que a "palavra" D pode ser combinada às outras, modificando o sentido delas. AC-D, digamos, pode ser usado quando um chapim vê um falcão e chama outras aves para avisá-las sobre o caçador e convocá-las para fazer "mobbing" (quando vários passarinhos se juntam para intimidar uma ave de rapina).

      A pergunta é: será que faz diferença a ordem dos fatores? Afinal, em português, "O cão mordeu o menino" e "O menino mordeu o cão" são frases com sentido completamente distinto. Foi o que Toshitaka Suzuki, da Universidade Sokendai, no Japão, resolveu testar usando gravações das "palavras" típicas das aves.

      Resultado: quando ouvem as gravações de ABC, os chapins olham assustados para os lados esperando um predador; se escutam só D, voam na direção do alto-falante, procurando o colega que teria chamado por eles. ABCD produz, como esperado, um misto de olhares assustados para os lados e voo rumo ao som. E quando o som é DABC? Em geral, nada – os bichos ficam confusos. A sintaxe da "frase" não faz sentido para eles. Ou seja, é a ordem dos termos dos chamados que importa nesse caso, como na fala humana. Os dados estão em artigo na revista científica "Nature Communications".

      Pode ser que você não esteja lá muito embasbacado com as proezas sintáticas do chapim-japonês. Está no seu direito, obviamente, mas o que descobertas como essa reiteram, feito a linha de baixo constante e sólida de um bom rock, é o fato inconteste de que as nossas capacidades mentais aparentemente inigualáveis derivam, na verdade, de "tijolinhos" cognitivos que já estavam presentes nos lugares mais improváveis da Árvore da Vida. Nosso edifício comportamental é mais arrojado, faraônico até – mas ainda tem as marcas de que um dia foi uma choupana.

LOPES, Reinaldo José. Publicado em 27 mar. 2017. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/reinaldojoselopes/2016/03/1754157-sintaxe-penosa.shtml. Acesso em: 8 jul. 2017. Adaptado.

Acerca das normas de concordância e de regência verbal, incluídas as de emprego da crase, analise as afirmativas a seguir.


I. O trecho: “quando um chapim vê um falcão e chama outras aves para avisá-las sobre o caçador” também estaria em conformidade com a norma-padrão se fosse empregada a preposição “de”: „quando um chapim vê um falcão e chama outras aves para avisá-las do caçador‟.

II. O sinal indicativo de crase é opcional no trecho destacado em: “passarinhos cujo canto tem regras semelhantes à nossa tradicional ordem”, ao contrário do trecho: “Os penosos em questão pertencem à espécie Parus minor (...), em que a marcação da crase é obrigatória.

III. No trecho: “eu sei, faz duas semanas já”, a forma verbal destacada, com sentido de tempo decorrido, poderia flexionar corretamente no plural se o advérbio “já”, também de valor temporal, fosse descolocado para junto da citada forma verbal: “eu sei, já fazem duas semanas”.

IV. O trecho: “Uma das poucas que sobraram é a linguagem com sintaxe.” também estaria em conformidade com a norma-padrão se a forma verbal destacada fosse flexionada no singular, em concordância com “uma”.


Estão CORRETAS:

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Q858788 Português

Texto 1


Antes de iniciar este livro, imaginei construi-lo pela divisão do trabalho. Dirigi-me a alguns amigos, e quase todos consentiram de boa vontade em contribuir para o desenvolvimento das letras nacionais. Padre Silvestre ficaria com a parte moral e as citações latinas; João Nogueira aceitou a pontuação, a ortografia e a sintaxe; prometi ao Arquimedes a composição tipográfica; para a composição literária convidei Lúcio Gomes de Azevedo Gondim, redator e diretor do Cruzeiro. Eu traçaria o plano, introduziria na história rudimentos de agricultura e pecuária, faria as despesas e poria o meu nome na capa. (Fragmentos do romance São Bernardo, Graciliano Ramos)

Disponível em: > https://veele.files.wordpress.com/2010/02/sc3a3obernardo-gracilianoramos.pdf<. Data da consulta: 22/11/2017.


Texto 2


                             

Disponível em: > https://www.google.com.br/search?q=exemplos+de+publicidades+criativas&tbm=isch&tbs=rimg:CSHeD00PaY1eIjjOFXCVUkNHw3YS4w- <. Data da consulta: 22/11/2017.

Avalie as assertivas abaixo, referentes ao enunciado “Use nossas impressoras e descubra por que temos inimigos”, na publicidade acima, e, em seguida, responda ao que se pede.


I- Há equívoco na grafia da palavra “por que”, já que esta deveria ser escrita, de acordo com a norma culta, e nesta situação comunicativa, da seguinte forma: “porque”.

II- A estratégia criativa, proposta na publicidade, de afirmar que “temos inimigos” pode se referir à tese de que a qualidade do produto, sendo incomparável, poderia gerar inveja, perseguição, e, com efeito, inimizade do produto concorrente.

III- Os verbos “use” e “descubra”, nestas circunstâncias frasais, estão em plena harmonia, em termos de uso das pessoas gramaticais, já que ambos estão conjugados na terceira pessoa do singular do imperativo afirmativo.


Está CORRETO o que se afirma apenas em

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Ano: 2017 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2017 - UFSM - Auxiliar em Administração |
Q858405 Português

Imagem associada para resolução da questão

Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) Sendo todos um pronome de terceira pessoa, as formas perdemos e temos evidenciam a concordância com esse pronome.

( ) A imagem representa visualmente alguns dos transportes alternativos mencionados na frase imperativa.

( ) A frase Use transportes alternativos! é dirigida a um interlocutor tratado como segunda pessoa do singular.

A sequência correta é

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Q857795 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta em relação à concordância nominal.
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Ano: 2017 Banca: IDIB Órgão: CRC-CE Prova: IDIB - 2017 - CRC - CE - Auxiliar Administrativo |
Q857699 Português
Assinale a alternativa em que a concordância nominal está falha.
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Ano: 2017 Banca: IDIB Órgão: CRC-CE Prova: IDIB - 2017 - CRC - CE - Auxiliar Administrativo |
Q857696 Português
Com base em seus conhecimentos em concordância, indique a alternativa abaixo que esteja coerente com a gramática normativa da Língua Portuguesa:
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Q857276 Português
De acordo com a norma-padrão e as questões gramaticais referentes ao período “Os temas tratados neste blog se referem aos assuntos institucionais das diversas áreas dos Correios e os posts publicados poderão ser comentados pelos leitores.” (linhas de 8 a 10), assinale a alternativa correta.
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Q857220 Português

Leia o texto abaixo:


Como viajar de trem pela Europa


Quando vale a pena? Segundo pesquisas, 75% dos viajantes................................................o trem. Entretanto, ................................................procurar outras opções. A vantagem do trem é que as estações são sempre bem localizadas, no centro das cidades (mesmo as pequenas). Mas a ideia de que esse tipo de transporte poupa dinheiro nem sempre é válida, principalmente para longas distâncias, quando compensa voar com aéreas low cost. Um trecho que leva acima de cinco horas nos trilhos pode ser vantajoso de avião, não só para o seu bolso como também para o seu tempo.

Os tipos de trem? Cada país da Europa, assim como de outros continentes,........................sua própria companhia ferroviária e algumas operam trechos internacionais. Existem os trens regionais (de distâncias relativamente curtas), os de alta velocidade e os panorâmicos. Em qualquer um, você pode escolher entre primeira ou segunda classe, que diferem em relação ao espaço das poltronas e aos serviços oferecidos, como alimentação e Wi-Fi. Tudo, na verdade,........................dicas!

Cabe a você escolher!

Fonte: http://revistaviajar.com.br/site/2017/11/14/ como-viajar-de-trem-pela-europa/

Acesso: 15/11/2017. Texto adaptado.


Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto, considerando a norma culta da língua escrita quanto ao uso da concordância verbal.

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Q856996 Português
De acordo com a norma-padrão e com as questões gramaticais que envolvem o último parágrafo, assinale a alternativa correta.
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Q856948 Português

                                             TEXTO 4


      Adiante, o célebre conto Um Apólogo, de Machado de Assis. Leia-o, com atenção, e responda às questões propostas a seguir.


                                     “UM APÓLOGO

      Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

      — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?

      — Deixe-me, senhora.

      — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

      — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

      — Mas você é orgulhosa.

      — Decerto que sou.

      — Mas por quê?

      — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu? — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?

      — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

      — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...

      — Também os batedores vão adiante do imperador.

      — Você é imperador?

      — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...

      Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:

      — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...

      A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.

      Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:

      — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.

      Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:

      — Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.

      Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:

      — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!” 

“Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas.”


A concordância entre os termos em destaque no fragmento é:

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Q856893 Português

                          TEXTO 8


CANÇÃO NEGREIRA


Amo-te

com as raízes de uma canção negreira

na madrugada dos meus olhos pardos.


E derrotas de fome

nas minhas mãos de bronze

florescem languidamente na velha

e nervosa cadência marinheira

do cais donde os meus avós negros

embarcaram para hemisférios da escravidão


Mas se as madrugadas

das minhas órbitas violentadas

despertam as raízes do tempo antigo ...

mulher de olhos fadados de amor verde-claro

ventre sedoso de veludo

lábios de mampsincha(*) madura

e soluções de espasmo latejando no quarto

enche de beijos as sirenas do meu sangue

que meninos das mesmas raízes

e das mesmas dolorosas madrugadas

esperam a sua vez.


* fruto comestível de planta rasteira.

                              José Craveirinha, in Obra Poética.

Maputo: Direcção de Cultura, Universidade Eduardo

                                                          Mondlane, 2002.


A forma verbal florescem, na segunda estrofe do poema dado, concorda com a seguinte expressão:

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Q856525 Português

Texto 4A4AAA


Considerando as relações sintático-semânticas do texto 4A4AAA, julgue o próximo item.

Sem prejuízo para a correção gramatical do texto, a forma verbal “subsiste” (l.21) poderia ser flexionada no plural, passando, assim, a concordar, também, com “outros traços semânticos” (l.23).

Alternativas
Respostas
6681: E
6682: D
6683: E
6684: C
6685: A
6686: D
6687: E
6688: E
6689: B
6690: B
6691: B
6692: A
6693: C
6694: B
6695: A
6696: D
6697: D
6698: E
6699: C
6700: E