Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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Banana é alimento completo
A banana, uma das frutas mais consumidas no mundo na forma fresca, é cultivada em todas as regiões do país. Contém hidratos de carbono, vitaminas, minerais, carboidratos, proteínas, gordura e baixo teor calórico (de 90kcal a 120kcal/100g).
[...]
CADERNOS TEMÁTICOS. Brasília: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, n. 1, nov. 2004.
Considerando que, ao compor um enunciado, são estabelecidas conexões sintáticas entre as palavras, dadas as afirmativas,
I. A forma verbal contém encontra-se na 3ª pessoa do plural, a fim de concordar com o sujeito hidratos de carbono.
II. Há igualdade de flexão entre o verbo contém e seu sujeito (de pessoa e número), assim como entre o adjetivo cultivada e o substantivo referente (de gênero e número).
III. Há igualdade de flexão entre o verbo ser (é) e o sujeito; entretanto, isso não acontece com o verbo contém e seu sujeito.
verifica-se que está(ão) correta(s) apenas

Leia a oração abaixo.
Após o campeonato, levou para casa o pôster e o troféu.
Ao passar a frase acima para o plural, temos:

Observe as orações abaixo:
I- Fazem dois anos que não visito o Nordeste.
II- Devem fazer dias frios em Gramado.
III- Eram quatro e meia da manhã.
A alternativa que está em desacordo com a norma culta é:
Texto 1
Escutatória
Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.
Escutar é complicado e sutil. Diz o Alberto Caeiro que “não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma”. Filosofia é um monte de ideias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Aí a gente que não é cego abre os olhos. Diante de nós, fora da cabeça, nos campos e matas, estão as árvores e as flores. Ver é colocar dentro da cabeça aquilo que existe fora. As árvores e as flores entram. Mas – coitadinhas delas – entram e caem num mar de ideias. São misturadas nas palavras da filosofia que moram em nós. Perdem a sua simplicidade de existir. Ficam outras coisas. Então, o que vemos não são as árvores e as flores. Para se ver é preciso que a cabeça esteja vazia.
Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma.” Daí a dificuldade: a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. Certo estava Lichtenberg – citado por Murilo Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas.” Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos…
Há grupos religiosos cuja liturgia consiste de silêncio. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Fernando Pessoa conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras. É música, melodia que não havia e que quando ouvida nos faz chorar. A música acontece no silêncio. É preciso que todos os ruídos cessem. No silêncio, abrem-se as portas de um mundo encantado que mora em nós – como no poema de Mallarmé, A catedral submersa, que Debussy musicou. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar – quem faz mergulho sabe – a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos.
ALVES, R. Escutatória <<http://www.institutorubemalves.org.br/rubem-alves/carpe-diem/cronicas/escutatoria-3/>>, Acesso em 26/08/2017. [Adaptado]
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) considerando o trecho abaixo extraído do 1° parágrafo do texto 1.
Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.
( ) As frases estabelecem, em sequência de duas a duas (a primeira com a segunda, a terceira com a quarta, a quinta com a sexta) relação semântica de contraste ou adversidade.
( ) Nas duas primeiras frases, os termos “cursos de oratória” e “curso de escutatória” estão no plural e no singular, porque devem concordar, respectivamente, com o adjetivo anteposto, que é o termo regente.
( ) Nas frases, os tempos verbais remetem a situações presentes, passadas e futuras.
( ) As duas últimas frases podem ser reescritas como “Pensei em oferecer um curso de escutatória; acho, contudo, que ninguém vai se matricular.”, sem prejuízo de significado e sem ferir a norma culta da língua escrita.
( ) Os sujeitos das frases se alternam entre a primeira pessoa do singular e a terceira pessoa do plural.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo
Releia: “Mas um dia tinha surgido uma lei...e tudo havia mudado.” (linhas 15-16)
A substituição das formas verbais compostas sublinhadas pelas formas simples correspondentes está adequada em
Com a mente inquieta, a ansiedade prejudica as atividades do cotidiano – mais do que até um ansioso pode imaginar!
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“Ansiedade é o excesso de futuro”, resume Marcelo Santiago, coach de alta performance e palestrante motivacional. Marcelo lembra um estudo feito pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo que constatou que 95% do sofrimento humano é causado pelo pensamento e pela imaginação. “As pessoas ficam presas ao passado e não conseguem se desligar do ‘problema’ ou de um fato que já aconteceu ou então estão preocupados demais com o futuro (‘pré-ocupar’ significa ocupar-se antes). Às vezes, aquele filmezinho só acontece na mente e nem chega de fato a acontecer. Isso acaba gerando medo, estresse e ansiedade”, explica o coach.
SEGREDOS DA MENTE. Cérebro e Ansiedade. Ano 2. n. 3, 2017.
A propósito da concordância do verbo e do predicativo destacados no texto, é correto afirmar que
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