Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.
(TEXTO)

(Fonte adaptada: https:/g1.globo.com> acesso em 9 de abril de 2019)
INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.
(TEXTO)

(Fonte adaptada: https:/g1.globo.com> acesso em 9 de abril de 2019)
INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.
(TEXTO)

(Fonte adaptada: https:/g1.globo.com> acesso em 9 de abril de 2019)
INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.
(Texto)

Considere as possibilidades de reescrita do seguinte fragmento do texto:
“Em 1970, havia 16 recém-nascidos para cada mil habitantes da União Europeia; em 2017, eram nove.”
I. Em 1970, existia, para cada mil habitantes da União Europeia, 16 recém-nascidos; em 2017 esses números baixaram para nove.
II. Dezesseis recém-nascidos para cada mil habitantes da União Europeia: essa proporção é de 1970; já em 2017, são de nove.
III. Em 2017, na União Europeia, a proporção de recém-nascidos para cada mil habitantes era de nove, mas, quase 50 anos antes, em 1970, era de 16 para mil.
IV. Em 2017, a proporção de recém-nascidos para cada mil habitantes chegavam a nove na União Europeia, em 1970, por sua vez, eram de 16 para mil.
Quais preservam a correção gramatical?
Mas quem quer que leia com atenção e sem partido o seu livro há de reconhecer que os autores são extremamente cautelosos com suas críticas... (4o parágrafo)
Preservando-se o paralelismo entre as formas verbais, os trechos sublinhados podem ser substituídos, respectivamente, por

Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.contioutra.com/os-principais-tipos-de-
relacionamentos-ioio/. Acesso em 26 mar. 2019.

(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/23/economia/1548260634_440077.html - Texto adaptado
para esta prova)
O velho
O que eu mais temo – escrevi em um dos meus agás – não é o Sono Eterno, mas a possibilidade de uma insônia eterna – o que seria uma verdadeira estopada, um suplício sem fim. Porém, em uma de minhas costumeiras noites de sonho acordado, o meu amigo morto me pediu um cigarro, e disse-me:
– Não é como tu pensas, todos nós trabalhamos numa série infinita de escritórios (cada geração de mortos num deles) onde a gente se entrega a um sério trabalho de estatística: tem-se de anotar a chegada de cada um e comunicar-lhe o respectivo número, pois isso de nomes é mera convenção terrena. O pior são os que atrapalham a escrita, morrendo antes do tempo – ou porque se mataram ou por culpa dos médicos, e estes ainda são culpados quando fazem os doentes morrer depois da hora, numa espécie de sobrevida artificial, já que os médicos (diga-se em sua honra) julgam criminosa a prática da eutanásia... Uma pena!
– E fora do expediente, o que fazem vocês?
– Bem, a hora do almoço não deixa de ser divertida por causa dos Santos: põem-se a discutir acaloradamente qual deles fez na Terra o maior número de milagres e outras futilidades.
– E Deus? Me conta como é Ele...
– Ah, o Velho? Desconfio que certa vez O vi...
– Mas conta-me lá como foi que desconfiaste de ter visto o Velho?
– Foi há tempos, eu era recém-chegado, quando uma tarde apareceu de surpresa no escritório um velhinho muito simpático. Com as mãos às costas, curvava-se sobre cada mesa, inspecionando o nosso trabalho, por sinal que me atrapalhei, errei uma palavra. Ele bateu-me confortadoramente no ombro, como quem diz: “Não foi nada... não foi nada...” Ao retirar-se, já com a mão no trinco da porta, virou-se para nós e abanou: “Até outra vez se Eu quiser!”
(Mário Quintana. Da preguiça como método de trabalho. Adaptado)
A respeito dos aspectos linguísticos e estruturais do texto, julgue o item.
A inserção do elemento que imediatamente antes de “mostra” (linha 23) mantém a correção gramatical e os sentidos originais do texto.
A respeito dos aspectos linguísticos e estruturais do texto, julgue o item.
Na linha 15, a correção gramatical é mantida caso se insira uma vírgula imediatamente após “acionistas” e se flexione, na forma feminina plural, o vocábulo “imbuídos” — imbuídas —, mas isso alterará os sentidos originais do texto, por mudar a relação entre os constituintes da sentença.
Fogo de palha ou surto de hashtag?
Num mundo em que nem os números, ou nem sequer os satélites, são confiáveis, ai de nós que queremos formar uma ideia sobre acontecimentos importantes, ainda que apenas modestamente parecida com a realidade. A Amazônia está pegando fogo inteirinha, como aparece naqueles mapas em que os focos são colocados em tamanho perceptível aos olhos, mas evidentemente não compatível com o da vida real? Os incêndios aumentaram 1 quatrilhão por cento? A culpa é de Fulano? Para facilitar um pouco a vida dos obcecados que têm mania de fazer perguntas e não esperar respostas fáceis, alguns filtros podem ser aplicados, em várias situações, na tentativa de distinguir fatos e suas infinitas interpretações.
Fator hashtag. Está bombando nas redes sociais e não é um gatinho adorável? Desconfie, desconfie muito. É bom ter um canal para expressar sentimentos e opiniões. #metoo, #timesup ou #prayforamazonia são exatamente isso. Servem, dessa forma, para avaliar humores emocionais, não como um prognóstico infalível. Outra pequena dica: gente que nunca rezou por nada e de repente se prostra diante do divino por causa da floresta é como certos candidatos que vão à missa e até comungam em véspera de eleição.
Fator fofura. Apresentadores ou influenciadores se emocionam e ficam com a voz embargada? Estão tratando de Greta Thunberg, a adolescente sueca em que tantos adultos querem acreditar, ou de macaquinhos indianos chamuscados e transportados por pensamento mágico para a floresta brasileira. Os ultrassensíveis, programados, como todos os humanos, para se comover com filhotes de mamíferos, moram bem longe dela. De perto, independentemente de sua importância e de seus prodígios, as florestas sempre foram fonte de temor. Ah, sim, se aparecer alguém usando cocar, a coisa está perdida. Índios não usam cocar no dia a dia, exceto para efeitos midiáticos.
Fator uma semana. Passaram-se sete dias e o acontecimento, sem ter mudado em sua essência, sumiu do mapa. Depois do pico do fogo de palha, existe uma tendência a falar mais francamente. Registrem-se as manifestações a favor do “intervencionismo ambiental”. Escreveu um valente professor americano, Lawrence Douglas, comparando-o ao intervencionismo humanitário: “A comunidade internacional precisa assumir a responsabilidade – não, em primeira instância, aplicando a força militar, mas através de sanções comerciais e boicotes econômicos”. Por incrível coincidência, 46 deputados e dezessete ONGs da França propuseram sanções contra a soja e a carne importadas do Brasil. Não é só aqui que tem bancada ruralista.
(Vilma Gryzinski, Veja, 11.09.2019. Adaptado)


