Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q2056636 Português

Analise estas frases.


I. Quando eu ______ você na padaria, vou apenas sorrir.

II. Por favor, ________ essa fogueira.

III. Ele foi _______ na prova.

IV. ________ for ao supermercado, melhor pedir comida.


Considerando a norma-padrão, assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas anteriores, nessa ordem.

Alternativas
Q2056032 Português
Analise a charge a seguir.

Imagem associada para resolução da questão
Analise as afirmativas sobre o comentário do primeiro personagem no primeiro quadrinho a respeito do nome do amigo.
I. O personagem compara a sonoridade do nome Osmar com a sonoridade de “Os mar”. II. O personagem faz comentários sobre o erro de concordância verbal existente no jogo sonoro entre “Osmar” e “Os mar”. III. Em “Os mar” o artigo não concorda com o substantivo ao qual ele se refere.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q2052945 Português
Nascer no Cairo, ser fêmea de cupim. 

Rubem Braga

    Conhece o vocábulo escardinchar? Qual o feminino de cupim? Qual o antônimo de póstumo? Como se chama o natural de Cairo? 
       O leitor que responder "não sei" a todas estas perguntas não passará provavelmente em nenhuma prova de Português de nenhum concurso oficial. Aliás, se isso pode servir de algum consolo à sua ignorância, receberá um abraço de felicitações deste modesto cronista, seu semelhante e seu irmão. 
      Porque a verdade é que eu também não sei. Você dirá, meu caro professor de Português , que eu não deveria confessar isso; que é uma vergonha pra mim, que vivo de escrever, não conhecer meu instrumento de trabalho, que é a língua. 
        Concordo. Confesso que escrevo de palpite, como outras pessoas tocam piano de ouvido. De vez em quando um leitor culto se irrita comigo e me manda um recorte de crônica anotado, apontando erros de Português. Um deles chegou a me passar um telegrama, felicitando-me porque não encontrara, na minha crônica daquele dia, um só erro de Português; acrescentava que eu produzira uma "página de bom vernáculo, exemplar". Tive vontade de responder: "Mera coincidência" - mas não o fiz para não entristecer o homem. 
      Espero que uma velhice tranquila - no hospital ou na cadeia, com seus longos ócios - me permita um dia estudar com toda calma a nossa língua, e me penitenciar dos abusos que tenho praticado ocontra a sua pulcritude. (Sabem qual o superlativo de pulcro? Isto eu sei por acaso: pulquérrimo! Mas não é desanimador saber uma coisa dessas? Que me aconteceria se eu dissesse a uma bela dama: a senhora é pulquérrima? Eupoderia me queixar se o meu marido me descesse a mão?). 
        Alguém já me escreveu também - que eu sou um escoteiro ao contrário. "Cada dia você parece que tem de praticar a sua má ação - contra a língua". Mas acho que isso é exagero. 
        Como também é exagero saber o que quer dizer escardinchar. Já estou mais perto dos cinquenta que dos quarenta; vivo de meu trabalho quase sempre honrado, gozo de boa saúde e estou até gordo demais, pensando em meter um regime no organismo - e nunca soube o que fosse escardinchar. Espero que nunca, na minha vida, tenha escardinchado ninguém; se o fiz, mereço desculpas, pois nunca tive uma intenção. 
        Vários problemas e algumas mulheres já me tiraram o sono, mas não o feminino de cupim. Morrerei sem saber isso. E o pior é que não quero saber; nego-me terminantemente a saber, e, se o senhor é um desses cavalheiros que sabem qual é o feminino de cupim, tenha a vbondade de não me cumprimentar. 
         Por que exigir essas coisas dos candidatos aos nossos cargos públicos? POr que fazer do estudo da língua portuguesa uma série de alçapões e adivinhas, como essas histórias que uma pessoa conta para "pegar" as outras? O habitante do Cairo pode ser cairense, cairei, caireta, cairota ou cairiri - e a única utilidade de saber qual a palavra certa será para decifrar um problema de palavras cruzadas. Vocês não acham que nossos funcionários públicos já gastam uma parte excessiva do expediente matando palavras cruzadas da "Última Hora" ou lendo o horóscopo e as histórias em quadrinhos de "O Globo?"
     No fundo, o que esse tipo de gramático deseja é tornar a língua portuguesa odiosa; não alguma coisa através da qual as pessoas se entendam, mas um instrumento de suplício e de opressão que ele, gramático, aplica sobre nós, os ignaros. 
          Mas a mim é que não me escardincham assim, sem mais nem menos: não sou fêmea de cupim nem antônimo de póstumo nenhum; e sou cachoeirense, de Cachoeiro, honradamente - de Cachoeiro de Itapemirim! 

Texto extraído do livro "Ai de Ti, Copacabana", 
Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1960, pág. 197. 

Em "Mas a mim é que não escardincham assim" (último parágrafo), o uso dos pronomes mim e me evidenciam a 1ª pessoa do singular. 

Passando-se a frase acima para a 1ª pessoa do plural, a forma correta é: 

Alternativas
Q2050390 Português
Dentro de um enunciado ou texto, as palavras devem concordar entre si. Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e nominal.
Alternativas
Q2049941 Português
De acordo com a charge, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O humor da charge resulta da conclusão que a personagem chega sobre as empresas que anunciam produtos na TV. II. O pensamento da personagem, no último quadrinho, é irrelevante para a mensagem da charge. III. O uso de aspas sobre algumas palavras, no primeiro quadrinho, foi utilizado para destacar a fala de alguém, ou seja, é exemplo de discurso indireto. IV. A expressão “Os malditos”, presente no último quadrinho, funciona como sujeito composto porque representa muitas pessoas e está no plural.
Alternativas
Q2049893 Português
Não por acaso, aumentam também os problemas de saúde causados por essa situação, que podem, inclusive, levar ao afastamento do trabalho. (linhas 3-4) 
A alternativa que justifica corretamente a concordância verbal do verbo “aumentam” é 
Alternativas
Q2049390 Português

_____________ fábricas _________ produtos são _________ feitos.


Assinale a alternativa cujos termos completam as lacunas de acordo com a norma culta. 

Alternativas
Q2049389 Português
Considere as seguintes sentenças:

I. Ele sempre falou por meias palavras. II. É meio-dia e meio. III. Estava meia nervosa por causa da mãe. IV. Quero meia maçã para a sobremesa. V. Ficaram meio revoltados com a situação.

Do ponto de vista da gramática normativa, estão corretas as sentenças: 
Alternativas
Q2049388 Português
Enquanto na fala muitas vezes nem todos os verbos e substantivos são flexionados, na escrita isso pode ser considerado um erro. Considere as seguintes sentenças:

I. Saíram os resultados. II. Foi inaugurado as usina. III. Apareceu cinquenta pessoas na festa. IV. O time apresentou os jogadores. V. Saiu os nomes dos jogadores. VI. Também vieram os juízes.

Seguem as normas da escrita padrão as sentenças: 
Alternativas
Q2048704 Português
A respeito das regras de concordância verbal, analisar os itens abaixo:
I. Estados Unidos exige visto para a permanência no país. II. Os Estados Unidos exigem visto para a permanência no país.
Alternativas
Q2048123 Português
Quanto à concordância verbal, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q2047632 Português
A palavra que preenche corretamente a lacuna da linha 42 é:
Alternativas
Q2047467 Português
A campanha de vacinação contra a Influenza irá ocorrer entre os dias 10 de abril e 31 de maio neste ano em Santa Catarina. Cerca de 1,8 _______________ de catarinenses deverão ir até as unidades de saúde garantir a _______________________ gratuitamente. A meta, de acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) de Santa Catarina, é vacinar 90% do público-alvo da campanha. [...]
Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/noticias/campanha-de-vacinacao-contra-a-gripe-em-sc-amplia-idade-maxima-para-criancas. Acesso em: 01/abr/2019. 


Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do texto:
Alternativas
Q2047298 Português
      A frase “Se você ama, sofre; se não ama, adoece” é uma das mais notáveis de Sigmund Freud, pois ela nos revela que, no momento que nascemos e abrimos os nossos olhos para o mundo, já sofremos de uma ausência: a carência do outro. Porém, quando nos tornamos adultos, sabemos que o amor converge em diferentes modos de sofrimento, que vão desde amar e não ser amado, da perplexa revelação de que amor não resolve tudo e de que existem pessoas que não querem amar.

     Por caminhos confusos ou enviesados, alguns homens e mulheres acabam entrando na pior forma de amar, que é o amor patológico, que atinge, sobretudo, as pessoas que não conseguem estabelecer relações emocionalmente estáveis. Para as pessoas que amam demais, ou seja, de maneira obsessiva, apaixonar-se é algo cruel e, ao mesmo tempo, fascinante para esse imaginário romântico, que mora na cabeça e no coração de gente que acredita, cegamente, que esse tipo de amor é grandioso, e que exige sacrifício e despersonalização.

       Na verdade, estamos falando de um sentimento incontrolável, que não nasce de emoções saudáveis por alguém, mas de uma carência insuportável que provoca ansiedade e angústia, atordoando a vida dos que amam demais, e que por isso sofrem e adoecem. Essa é uma sensação químico-física de um amor que se caracteriza como patológico, como se fosse à dependência de um poderoso alucinógeno, que _____________ os indivíduos a permanecer em relações abusivas por medo de serem abandonados e frustados. As turbulências do amor patológico ____________ levado eles ou elas aos consultórios psicoterapêuticos, com problemas de sono, aflições, dificuldades de concentração, alterações alimentares e outras disfunções, em consequência dos desleixos que ocorrem na codependência.

        Assim, o amor patológico pode ocorrer com pessoas de diversas idades, opções de gênero e níveis sociais, mas não apenas entre casais. Por exemplo, algumas mães gostam tanto de seus filhos que acabam com o namoro deles, impedindo que eles vivam a própria vida. É como disse o poeta português Luís de Camões: “Amor é fogo que arde sem se ver; é ferida que dói e não se sente”. Entretanto, esse fogo e ferida podem se transformar em uma patologia, em que as pessoas que amam demais se sujeitam à humilhação e à submissão para estar com o outro.

      Nesta citação de Freud, descobrimos que a marca do amor é a ambivalência, que pode se confundir em uma relação de amor e ódio, que podemos traduzir no conflito entre a pulsão de vida (Eros) e a pulsão de morte (Tânatos), que costumam enlaçar de amor homens e mulheres, que misturam seus “deuses” e “demônios”. Portanto, o amor patológico funciona como um pêndulo entre o Eros e o Tânatos, mas com a curva para a pulsão de morte. Contudo, para desenvolver um amor maduro, sábio e responsável, como nos ensina o psicanalista Erich Fromm, é necessário trabalharmos quatro dimensões: o cuidado, a responsabilidade, o respeito e o conhecimento.

(Disponível em: https://www.contioutra.com/se-voce-ama-sofre-senao-ama-adoece/. Texto adaptado especialmente para esta prova. Acesso em: 11/07/2019.)
No trecho “(...) ela nos revela que, no momento que nascemos e abrimos os nossos olhos para o mundo, já sofremos de uma ausência: a carência do outro.”, se todos os verbos e pronomes que aparecem no plural fossem flexionados no singular, quantas palavras ao todo precisariam ter a grafia modificada para haver a correta concordância verbo-nominal?
Alternativas
Q2047292 Português
      A frase “Se você ama, sofre; se não ama, adoece” é uma das mais notáveis de Sigmund Freud, pois ela nos revela que, no momento que nascemos e abrimos os nossos olhos para o mundo, já sofremos de uma ausência: a carência do outro. Porém, quando nos tornamos adultos, sabemos que o amor converge em diferentes modos de sofrimento, que vão desde amar e não ser amado, da perplexa revelação de que amor não resolve tudo e de que existem pessoas que não querem amar.

     Por caminhos confusos ou enviesados, alguns homens e mulheres acabam entrando na pior forma de amar, que é o amor patológico, que atinge, sobretudo, as pessoas que não conseguem estabelecer relações emocionalmente estáveis. Para as pessoas que amam demais, ou seja, de maneira obsessiva, apaixonar-se é algo cruel e, ao mesmo tempo, fascinante para esse imaginário romântico, que mora na cabeça e no coração de gente que acredita, cegamente, que esse tipo de amor é grandioso, e que exige sacrifício e despersonalização.

       Na verdade, estamos falando de um sentimento incontrolável, que não nasce de emoções saudáveis por alguém, mas de uma carência insuportável que provoca ansiedade e angústia, atordoando a vida dos que amam demais, e que por isso sofrem e adoecem. Essa é uma sensação químico-física de um amor que se caracteriza como patológico, como se fosse à dependência de um poderoso alucinógeno, que _____________ os indivíduos a permanecer em relações abusivas por medo de serem abandonados e frustados. As turbulências do amor patológico ____________ levado eles ou elas aos consultórios psicoterapêuticos, com problemas de sono, aflições, dificuldades de concentração, alterações alimentares e outras disfunções, em consequência dos desleixos que ocorrem na codependência.

        Assim, o amor patológico pode ocorrer com pessoas de diversas idades, opções de gênero e níveis sociais, mas não apenas entre casais. Por exemplo, algumas mães gostam tanto de seus filhos que acabam com o namoro deles, impedindo que eles vivam a própria vida. É como disse o poeta português Luís de Camões: “Amor é fogo que arde sem se ver; é ferida que dói e não se sente”. Entretanto, esse fogo e ferida podem se transformar em uma patologia, em que as pessoas que amam demais se sujeitam à humilhação e à submissão para estar com o outro.

      Nesta citação de Freud, descobrimos que a marca do amor é a ambivalência, que pode se confundir em uma relação de amor e ódio, que podemos traduzir no conflito entre a pulsão de vida (Eros) e a pulsão de morte (Tânatos), que costumam enlaçar de amor homens e mulheres, que misturam seus “deuses” e “demônios”. Portanto, o amor patológico funciona como um pêndulo entre o Eros e o Tânatos, mas com a curva para a pulsão de morte. Contudo, para desenvolver um amor maduro, sábio e responsável, como nos ensina o psicanalista Erich Fromm, é necessário trabalharmos quatro dimensões: o cuidado, a responsabilidade, o respeito e o conhecimento.

(Disponível em: https://www.contioutra.com/se-voce-ama-sofre-senao-ama-adoece/. Texto adaptado especialmente para esta prova. Acesso em: 11/07/2019.)
As linhas tracejadas do 3º§ do texto podem ser correta e respectivamente preenchidas com as formas verbais:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-ES Órgão: IF-ES Prova: IF-ES - 2019 - IF-ES - Assistente de Aluno |
Q2046645 Português
O texto a seguir serve de referência para a questão.

Em relação ao quinto parágrafo do texto de referência, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-ES Órgão: IF-ES Prova: IF-ES - 2019 - IF-ES - Assistente de Aluno |
Q2046641 Português
O texto a seguir serve de referência para a questão.

Observando a concordância nominal regular, os adjetivos “responsável” (linha 15) e “responsável” (linha 25) concordam de forma direta com os respectivos substantivos de referência:
Alternativas
Q2045526 Português
A concordância verbal não está de acordo com a norma culta em: 
Alternativas
Q2043345 Português
Dadas as placas,
I. 10_1.png (123×90)  II. 10_2.png (138×63) III. 10_3.png (131×46)  IV. 10_4.png (134×69) V.  10_5.png (116×42)
verifica-se que estão corretas quanto às concordâncias nominal e verbal
Alternativas
Q2040988 Português
É correto dizermos: 
Alternativas
Respostas
4401: C
4402: C
4403: B
4404: C
4405: D
4406: E
4407: C
4408: D
4409: A
4410: A
4411: B
4412: D
4413: A
4414: A
4415: B
4416: D
4417: E
4418: C
4419: A
4420: B