Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q2352099 Português
TEXTO 1


A Europa foi marcada pela atividade humana desde a antiguidade. Seus habitantes buscaram sempre o aprimoramento em todas as esferas de conhecimento, o que possibilitou o desenvolvimento de diversas culturas que, embora distintas, se interconectam de forma profunda. O "velho continente" tem sido palco de inúmeros conflitos bélicos ao longo de sua história. Seu território, hoje, é constituído por mais de 45 países, todos com suas próprias histórias e culturas.

Assim como a Europa teve que adaptar-se à nova realidade industrial imposta pela Inglaterra no século XVIII, a sociedade industrial vem tentando se moldar devido as mudanças incontestáveis que tiveram início no século XX. Num momento onde o foco de inúmeras e decisivas pesquisas acerca das relações humanas vem sendo realizadas, as relações entre os principais atores sociais são modificadas rapidamente, na atualidade do século XXI os processos que sustentam o status quo a nível local e global são contestados e a engrenagem social se move no ritmo de novas forças que já alteram de modo inexorável o presente.


(https://monografias.brasilescola.uol.com.br/historia/estado-sociedadena-era-informacao-relacao-entre-as-transformacoes-sociais-novastecnologias.htm)
'Uma equipe de cientistas estudaram a fundo o comportamento das abelhas e analisaram o impacto de pesticidas na vida destes insetos'.
Identifique a alternativa onde a frase está corretamente ajustada em relação à concordância, de acordo com a norma culta:
Alternativas
Q2351902 Português
Assinale a frase abaixo em que a concordância da forma de particípio sublinhada mostra erro.
Alternativas
Q2351788 Português

Identifique a concordância verbal correta na frase:


"A maioria dos estudantes ____ na biblioteca agora."


Assinale a alternativa que preenche a frase corretamente.

Alternativas
Q2351573 Português
No que concerne à concordância nominal, assinale a frase correta.
Alternativas
Q2350933 Português
A concordância verbal foi inteiramente respeitada na alternativa:
Alternativas
Q2350656 Português
Dengue prevista


           A dengue é uma doença periódica e cíclica: os casos crescem no verão e há picos epidêmicos a cada 4 ou 5 anos. Trata-se, portanto, de enfermidade de atuação previsível. Supõe-se que o poder público se adiantaria com medidas de prevenção e tratamento. Contudo, há décadas os números de casos e mortes só aumentam no Brasil.

        Entre 2000 e 2010, foram registrados 4,5 milhões de ocorrências e 1.869 óbitos. Na década seguinte, os números saltaram para 9,5 milhões e 5.385, respectivamente. O primeiro semestre deste ano registra 1,4 milhão de casos, ante 1,5 milhão em 2022. A tendência é piorar.

        Segundo a OMS, urbanização descontrolada e sistema sanitário precário contribuem para o descontrole da moléstia.

          No Brasil, cerca de 50% da população não tem acesso a redes de esgoto, em grande parte devido à ineficiência estatal, que só agora começa a mudar com o novo marco do setor. E o desmatamento para a construção de moradias irregulares grassa nos grandes centros. A dimensão de áreas verdes derrubadas para esse fim na cidade de São Paulo atingiu, nos primeiros dois meses de 2023, 85 hectares.

           Neste ano, o município já conta com 11 444 casos de dengue – 3,7% a mais em relação ao mesmo período de 2022. Dez pessoas morreram, o maior número em oito anos, quando houve pico epidêmico.

          A OMS ressaltou a importância da vacinação. Mas, devido à burocracia, o Brasil protela a distribuição do imunizante japonês Qdenga – já aprovado para venda pela Anvisa – no sistema público de saúde.

        O combate à dengue deve ser contínuo, não apenas no verão, e em várias frentes complementares (saúde, infraestrutura e moradia). Com o alerta da OMS, espera-se que o poder público, local e federal, se prepare para receber as consequências do fenômeno climático El Niño.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 27.07.2023. Adaptado)
A reescrita de informações do texto em que se atende à norma-padrão de concordância verbal é:
Alternativas
Q2349865 Português
Texto 2


É o fim da indústria?


         Uma das causas do fraco desempenho do setor industrial é que, nos últimos 30 anos, a demanda por serviços passou a ser mais prioritária que a aquisição de bens. No orçamento das famílias pesa muito os planos de saúde, ensino particular, transporte, telefonia móvel, redes eletrônicas, TV paga, turismo e lazer. Por causa disso as prestadoras de serviços têm aumentado acima da inflação os preços dos produtos. Levando em conta a concorrência em qualidade e preço com os produtos estrangeiros e a “insatisfatória lucratividade”, as indústrias instaladas no Brasil vêm encerrando atividades. No primeiro semestre de 2019, só em São Paulo foram fechadas 2.325 indústrias de transformação de porte médio para cima.
      A exacerbação da ambição de lucro na produção industrial tornou-se danosa aos humanos e à natureza. Vem substituindo o trabalho humano por alta tecnologia; reduziu a remuneração dos poucos empregos que permaneceram; faz pressão sobre governantes e sociedade para eliminar direitos trabalhistas e benefícios sociais; lança gases venenosos na atmosfera e provoca aquecimento global; lança líquidos e rejeitos contaminados nas águas; devasta as florestas em busca de matéria prima e carvão vegetal; agride o solo e o subsolo para aquisição de matéria prima mineral. 


MOURA, Antônio de Paiva. É o fim da indústria? Brasil de fato, MG. 22 ago.
2019. Disponível em: <https://www.brasildefatomg.com.br/2019/08/22/artigoor-e-o-fim-da-industria>. Acesso em: 22 ago. 2023.
No último parágrafo do texto, as formas verbais “vem substituindo”, “reduziu”, “faz”, “lança”, “provoca”, “devasta”, “agride” compartilham o mesmo sujeito gramatical, no caso
Alternativas
Q2348677 Português
Entre as frases abaixo, assinale aquela em que há erro na concordância da palavra sublinhada.
Alternativas
Q2348676 Português
Assinale a frase, baseada no romance Dom Casmurro, que mostra erro de concordância da palavra “todo”.
Alternativas
Q2348675 Português
Assinale a frase em que há a possibilidade de dupla concordância nominal na palavra sublinhada.
Alternativas
Q2347837 Português
Julgue o item que se segue.

 No que se refere à concordância verbal, a norma-padrão da língua portuguesa prevê que os verbos impessoais (ex.: “haver” no sentido de existir ou “fazer” para sinalizar tempo transcorrido) não devem ser flexionados, ainda que façam parte de locuções verbais, como na frase “Vai fazer dez anos que terminei o curso”.
Alternativas
Q2347713 Português
Julgue o item subsequente. 

Na sintaxe, a concordância é definida como o processo mediante o qual certas palavras se unem e estabelecem uma relação de dependência entre si. Esse processo recebe o nome de flexão e ocorre da seguinte forma: nos verbos, quanto a gênero e número (concordância verbal); nos adjetivos, nos nomes ou nos pronomes, quanto a número e pessoa (concordância nominal).



Alternativas
Q2345633 Português

Texto para o item.



Com base na leitura do texto, julgue o item.



No trecho “Nesta ação, a atuação da equipe de Fiscalização da autarquia visa a conscientização sobre a importância do cumprimento das normas” (linhas de 6 a 8), há um erro de concordância verbal.

Alternativas
Q2345621 Português

Texto para o item.



Considerando o texto e os seus aspectos linguísticos, estruturais e de conteúdo, julgue o item.



Na linha 1, a forma do verbo “haver” possui um sujeito na terceira pessoa do singular.


Alternativas
Q4367438 Português
Em “O casamento nos contos de fadas simboliza a procura de um novo status”, caso passássemos o verbo para a voz passiva, mantendo o sentido original da frase, a forma correta seria: 
Alternativas
Q4364353 Português

Arte, cultura e patrimônio para quem?


Eu não sei você, mas nunca tive a honra de ser convidada a conhecer o terceiro andar do Palácio do Planalto. Mesmo se tivesse, não saberia identificar, no fino desenho talhado na madeira, que o relógio no corredor se tratava de uma rara peça de relojoaria de Martinot, com traçado de André-Charles Boulle. Se alguma pessoa mais versada nos sinuosos caminhos da mobília francesa me contasse tais detalhes, acrescentando, ainda, que se tratava de um presente de Luís XIV, rei da França, a D. João VI, rei de Portugal, que o trouxe para o Brasil com vinda da corte portuguesa, em 1808, minha resposta não poderia ser outra: e o que é que um símbolo do pacto colonial entre duas monarquias escravocratas faz adornando a capital da República?


Que nenhum curador de arte do Palácio do Planalto jamais tenha feito essa pergunta é um sintoma do traço que permanece entre as transições do poder pelas quais passou nosso país em mais de 500 anos de história: nunca houve ruptura da hegemonia branca nos espaços de poder e, por consequência, nos espaços que definem o que é arte, o que é cultura, o que é patrimônio. Antes que me acusem de fazer apologia da destruição de obras de valor "inestimável": não faço, absolutamente. Quero, apenas, chamar a atenção para a disputa de narrativa acerca dos símbolos de poder em uma democracia. O que se propõe é a democratização do acesso e da oportunidade de fruição, pela sociedade, da arte produzida e preservada historicamente pelas elites econômicas. 


Há uma longa distância entre celebrar e apreciar o valor da história e da técnica de uma obra de arte de 200 anos e elegê-la como mártir de um atentado violento à democracia brasileira, como têm feito alguns discursos que em muito se assemelham ao que poderiam defender, sem pudor, os monarquistas que ocuparam a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio de Janeiro, nos últimos anos.


A leitura crítica do patrimônio cultural de origem colonial é um dos desafios impostos à política de educação patrimonial a ser fortalecida pelo Estado brasileiro a partir dos acontecimentos em 8 de janeiro. Quantas obras de artistas negros foram selecionadas pela curadoria de arte dos Palácios dos Três Poderes? Por que não convidar os artistas negros a representar os próprios sonhos e aspirações?


Dos escombros de mais uma grave afronta à democracia surge a oportunidade de avançar no compromisso simbólico firmado na passagem da faixa ao novo presidente, que a recebeu do povo brasileiro. O povo brasileiro quer subir a rampa, quer entrar no palácio e, ao entrar, quer se deparar também com representações de suas celebrações e corpos que sejam mais do que a interpretação erudita de uma beleza e de uma alegria exóticas, essencialistas. 


Di Cavalcanti começou a pintar aos 11 anos — a quantos jovens brasileiros é dada a mesma oportunidade? Quantos poderão acompanhar e aprender com o trabalho de restauro das obras destruídas? Quantos deles não serão brancos? Considerando a relevância do movimento modernista na renovação das diversas expressões artísticas brasileiras, que crítica se faz à exclusão de artistas negros de um movimento de vanguarda que se propôs construir uma nova identidade nacional? 


São perguntas incômodas para um momento de crise, mas que devem ser feitas, sob o risco de que a restauração do patrimônio cultural destruído por atos de terrorismo seja também a restauração de uma narrativa conhecida sobre o valor de uma arte excludente, elitista, cuja apreciação e fruição é para poucos privilegiados. É também nesse vácuo de participação social e de identificação entre os símbolos do poder e a vida vivida pela população, que o fascismo sabe tão bem manipular, que cresce o ódio que culminou nas cenas que nos abateram naquele triste domingo. 


O patrimônio cultural acautelado pelo Iphan é de todos, na letra na lei, mas é preciso, ainda, que seja para todos, não como imposição estética das elites ao povo que se pretende "educar", mas como construção coletiva, que não apague a memória dos vencidos e dos explorados em nome da conservação de bens "inestimáveis".


A vinda da família real portuguesa para o Brasil, além de trazer nos cofres mobília francesa, triplicou, em 13 anos, o número de africanos e afrodescendentes escravizados no país. Diante da necessidade de elencar prioridades de gastos do governo federal, talvez a restauração do relógio de Martinot possa aguardar o socorro ao Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, que, não por acaso, passou os últimos quatro anos — também — sob ataque de bolsonaristas extremistas e raivosos. 


(FERREIRA, Bruna da Silva. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ opi-

niao/2023/02/5071292-artigo-arte-cultura-e-patrimonio-para-quem.html) 

Em relação ao trecho “Quantas obras de artistas negros foram selecionadas pela curadoria de arte dos Palácios dos Três Poderes? Por que não convidar os artistas negros a representar os próprios sonhos e aspirações?”, assinale a assertiva correta: 
Alternativas
Q4363413 Português
Morre ciclista que foi baleado no Rio Comprido


    Morreu ontem, em um hospital particular do Rio Comprido, na Zona Norte do Rio, um homem que foi baleado quinta-feira no bairro, enquanto ia de bicicleta para o trabalho. Emanoel Vítor Alves, de 26 anos, levou um tiro na cabeça ao passar pela Rua Barão de Petrópolis. A Polícia Militar fazia uma operação na região, mas afirmou que, no momento em que Emanoel foi atingido, somente bandidos atiravam.

    De acordo com a corporação, o disparo que causou a tragédia partiu do alto do Morro do Fogueteiro. Parentes contaram que Emanoel Vítor havia saído de casa pouco antes de levar o tiro. Ele foi socorrido por policiais militares, que o levaram para o hospital. A vítima deixou uma filha de 5 anos.

    Segundo a PM, não houve confronto nas proximidades da Rua Barão de Petrópolis na quinta-feira — trocas de tiros teriam acontecido em outras áreas do Rio Comprido. Nesses confrontos, três suspeitos foram baleados. Levados para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, dois deles morreram. O terceiro continuava internado na unidade até a noite de ontem e apresentava quadro clínico estável. Foram apreendidos explosivos, armas, munição, drogas e uma motocicleta.


Fonte: Jornal Extra Globo, edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa correta se passarmos o termo em destaque no período para o plural: De acordo com a corporação, o disparo que causou a tragédia partiu do alto do Morro do Fogueteiro. 
Alternativas
Q4362830 Português
Mosca na comida? Inseto pode trazer riscos, mas nem sempre


    Depois de preparar a comida é normal e natural a visita de algumas moscas na cozinha ou até mesmo na sala durante as refeições. Elas gostam de sobrevoar os pratos e, muitas vezes, até pousar em cima deles. Mas esse breve contato é capaz de contaminar a comida e fazer mal à saúde das pessoas? Segundo cientistas, de um modo geral, o risco de adoecer é relativamente baixo, mas há alguns fatores a serem considerados como, por exemplo, o tempo que as moscas permanecem sobre a comida e a quantidade delas.

    Se uma grande quantidade de moscas ficarem durante horas em cima da comida, é melhor jogar o alimento fora. Porém, se um inseto pousar por poucos segundos, especialistas garantem que não há maiores riscos. Isso porque esses bichos depositam secreção na comida quando estão em contato com ela. Como as moscas não têm dentes e mandíbulas para mastigar a comida, elas cospem um pouco de saliva rica em enzimas para dissolver parcialmente aquele alimento e sugá-lo pela boca em forma de focinho. Elas passam a maior parte de suas curtas vidas se alimentando de material orgânico em decomposição, que inclui vegetação podre, carne crua e fezes.

    Acredita-se que as moscas abriguem cerca de 130 patógenos, incluindo fungos, vírus, parasitas e bactérias, como Salmonella, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Bacillus cereus e Bacillus subtilis. Esses germes estão associados a intoxicação alimentar, vômito, náuseas, dor de estômago, diarreia e febre. Em partes do mundo onde as doenças tropicais são mais frequentes, é bom observar que o nível de ameaça é maior. As moscas domésticas podem abrigar patógenos de dejetos humanos e transmitir doenças mais mortais, como cólera e shigelose, um tipo de disenteria, por vários dias.


Fonte: Jornal O Globo, edição de 20 de abril de 2023. 
Assinale a alternativa correta, com todas as alterações necessárias, se passarmos a palavra bichos para o singular no período: Isso porque esses bichos depositam secreção na comida quando estão em contato com ela.
Alternativas
Q4326627 Português
Assinale a alternativa que está correta de acordo com as regras de concordância verbal:
Alternativas
Q4262970 Português

Leia o texto para responder a questão.


SEGURANÇA PÚBLICA: SAIBA POR QUE ELA É IMPORTANTE PARA A POPULAÇÃO


por Grupo Editores Blog


 

    A Segurança Pública tem sido assunto de muito debate, especialmente desde as eleições de 2018. Mas o que, afinal, é Segurança Pública e por que ela é importante para a população? Neste texto, iremos falar um pouco mais sobre este assunto. Quer saber mais? Acompanhe conosco.


    O que é Segurança Pública?


    O conceito de Segurança Pública está relacionado a um estado de normalidade social que permite aos cidadãos usufruir de seus direitos e cumprir com seus deveres, tudo isso sem correr riscos de sofrer atentados à sua integridade física ou ao patrimônio público e privado. Na prática, é poder viver sem medo de ser assaltado, roubado, morto, agredido, furtado ou violado de alguma maneira. Por isso, é de fundamental importância que a Segurança Pública seja levada a sério pelos gestores públicos de nível municipal, estadual e federal.



    Garantia de lei e da ordem


    Políticas de Segurança Pública tem várias finalidades na realidade de uma população. Uma delas é garantir que as leis sejam cumpridas e que a ordem social seja mantida com o mínimo possível de conflitos. A Lei é o dispositivo máximo de proteção aos cidadãos e às instituições, por isso, se a lei está sendo ameaçada, o Estado utiliza seu aparato de proteção para assegurar que esta legislação seja cumprida, seja a partir de patrulhamento, retenção de liberdade, repressão ou outros dispositivos. Diferentemente do que pensa muita gente, a Segurança Pública não tem a função de punir cidadãos transgressores. Quem faz isso é a Justiça através de penalidades que vão de multa à reclusão. Entretanto, em casos nos quais a ação de transgressores ameace a ordem, a integridade física de cidadãos ou de agentes de Segurança Pública, é aceitável que estes servidores (policiais civis e militares, guardas e outros) atuem de maneira preventiva e neutralizem a ameaça.


    Proteção à vida


    Um dos motivos pelos quais a Segurança Pública é fundamental é a proteção à vida. É muito importante que os cidadãos tenham a confiança de que podem viver, sair para trabalhar ou para lazer com a certeza de que retornarão para casa em segurança, sem sofrer atentados ou ameaças. Cabe ao aparato de Segurança Pública agir para garantir este integridade, trazendo tranquilidade à rotina da população.


    Proteção ao patrimônio


    A Segurança Pública também é importante para assegurar a inviolabilidade do patrimônio dos cidadãos. Garantir que imóveis, veículos, dinheiro e outros bens valiosos não sejam furtados, roubados ou danificados. O patrimônio público também deve ser protegido. Prédios, veículos oficiais e estrutura de transporte público, postes, placas, iluminação e outros bens que pertencem à população integram os esforços de Segurança Pública.


    Produtividade e qualidade de vida


    A Segurança Pública é uma das atribuições do Estado para garantir à população as condições de produtividade, qualidade de vida e confiança para trabalhar, empreender, investir, gastar, construir a própria carreira, constituir família e viver uma vida feliz. Segurança Pública de qualidade passa por políticas bem projetadas, gestão pública eficiente e transparente, além de investimentos em pessoal e infraestrutura.



Disponível em https://blogdoaftm.com.br/seguranca-publica-saiba-por-que-ela-e importante-para-a-populacao/ 

Assinale a alternativa cuja flexão nominal e verbal estejam corretas. 
Alternativas
Respostas
1981: C
1982: A
1983: A
1984: A
1985: A
1986: E
1987: C
1988: E
1989: C
1990: B
1991: C
1992: E
1993: E
1994: E
1995: A
1996: C
1997: C
1998: E
1999: B
2000: A