Questões de Concurso Comentadas sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q3507864 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A ampliação dos critérios diagnósticos do autismo ao longo do tempo


A definição de autismo não permaneceu estática. Os primeiros estudos que descreveram o transtorno surgiram nas décadas de 1930 e 1940, segundo Francesca Happé, professora de neurociência cognitiva no King's College London, que pesquisa o tema desde 1988.


"As descrições originais falavam de crianças com grande necessidade de apoio, geralmente com fala muito tardia", afirma. "Algumas não falavam coisa alguma. E o foco era, principalmente, meninos."


Essa definição foi ampliada nos anos 1990, quando a síndrome de Asperger foi incorporada aos manuais de diagnóstico. Pessoas com Asperger passaram a ser consideradas no espectro autista por apresentarem dificuldades sociais e comportamentos repetitivos, embora tivessem linguagem fluente e inteligência preservada.


Para que alguém receba o diagnóstico de autismo, é necessário apresentar "dificuldades persistentes na vida social e na comunicação social", afirma Ginny Russell, professora associada de psiquiatria na University College London. Ela utiliza os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como DSM.


O aumento de oito vezes nos novos diagnósticos apontado por Russell inclui os casos de Asperger, considerados um tipo específico de autismo. 


Outra categoria acrescentada aos manuais foi o "transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação" (PDD-NOS, na sigla em inglês), uma espécie de "diagnóstico guarda-chuva" que também contribuiu para a alta nas estatísticas.


Hoje, os manuais usam o termo transtorno do espectro autista (TEA), que abrange casos anteriormente classificados como Asperger ou PDD-NOS. Ou seja: a rede diagnóstica do autismo foi ampliada intensamente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce82r6zee0yo.adaptado


Para que alguém receba o diagnóstico de autismo, é necessário apresentar "dificuldades persistentes na vida social e na comunicação social", afirma Ginny Russell, professora associada de psiquiatria na University College London. Ela utiliza os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como DSM.

Em relação à concordância nominal, é correto afirmar que: 

Alternativas
Q3507862 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A ampliação dos critérios diagnósticos do autismo ao longo do tempo


A definição de autismo não permaneceu estática. Os primeiros estudos que descreveram o transtorno surgiram nas décadas de 1930 e 1940, segundo Francesca Happé, professora de neurociência cognitiva no King's College London, que pesquisa o tema desde 1988.


"As descrições originais falavam de crianças com grande necessidade de apoio, geralmente com fala muito tardia", afirma. "Algumas não falavam coisa alguma. E o foco era, principalmente, meninos."


Essa definição foi ampliada nos anos 1990, quando a síndrome de Asperger foi incorporada aos manuais de diagnóstico. Pessoas com Asperger passaram a ser consideradas no espectro autista por apresentarem dificuldades sociais e comportamentos repetitivos, embora tivessem linguagem fluente e inteligência preservada.


Para que alguém receba o diagnóstico de autismo, é necessário apresentar "dificuldades persistentes na vida social e na comunicação social", afirma Ginny Russell, professora associada de psiquiatria na University College London. Ela utiliza os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como DSM.


O aumento de oito vezes nos novos diagnósticos apontado por Russell inclui os casos de Asperger, considerados um tipo específico de autismo. 


Outra categoria acrescentada aos manuais foi o "transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação" (PDD-NOS, na sigla em inglês), uma espécie de "diagnóstico guarda-chuva" que também contribuiu para a alta nas estatísticas.


Hoje, os manuais usam o termo transtorno do espectro autista (TEA), que abrange casos anteriormente classificados como Asperger ou PDD-NOS. Ou seja: a rede diagnóstica do autismo foi ampliada intensamente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce82r6zee0yo.adaptado


Essa definição foi ampliada nos anos 1990, quando a síndrome de Asperger foi incorporada aos manuais de diagnóstico.


Em relação à concordância verbal, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3507861 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Atum em óleo ou em água: qual a escolha mais saudável para o seu prato 


O atum enlatado é uma opção prática e nutritiva, rica em proteínas de alta qualidade, ômega-3, vitaminas do complexo B e minerais essenciais. As versões em óleo e em água mantêm esses benefícios, mas diferem em calorias, sabor e textura. O atum em óleo é mais saboroso e saciante devido à gordura adicionada, porém tem mais calorias e contém óleos menos saudáveis. Já o atum em água tem menos gordura e calorias, sendo ideal para quem busca controlar o peso, embora possa ser menos saboroso e ter textura mais seca. Especialistas recomendam o atum em água para uma alimentação com menor ingestão calórica, mas ressaltam que ambas as versões podem ser incluídas em uma dieta equilibrada, desde que se observe o tipo de óleo, os conservantes e o teor de sódio presente no produto. A escolha ideal depende do objetivo nutricional de cada pessoa.


https://encr.pw/4rDvU.adaptado

 O atum em óleo é mais saboroso e saciante devido à gordura adicionada, porém tem mais calorias e contém óleos menos saudáveis.

Em relação à concordância entre os nomes e seus modificadores, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3507860 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Atum em óleo ou em água: qual a escolha mais saudável para o seu prato 


O atum enlatado é uma opção prática e nutritiva, rica em proteínas de alta qualidade, ômega-3, vitaminas do complexo B e minerais essenciais. As versões em óleo e em água mantêm esses benefícios, mas diferem em calorias, sabor e textura. O atum em óleo é mais saboroso e saciante devido à gordura adicionada, porém tem mais calorias e contém óleos menos saudáveis. Já o atum em água tem menos gordura e calorias, sendo ideal para quem busca controlar o peso, embora possa ser menos saboroso e ter textura mais seca. Especialistas recomendam o atum em água para uma alimentação com menor ingestão calórica, mas ressaltam que ambas as versões podem ser incluídas em uma dieta equilibrada, desde que se observe o tipo de óleo, os conservantes e o teor de sódio presente no produto. A escolha ideal depende do objetivo nutricional de cada pessoa.


https://encr.pw/4rDvU.adaptado

Especialistas recomendam o atum em água para uma alimentação com menor ingestão calórica, mas ressaltam que ambas as versões podem ser incluídas em uma dieta equilibrada.


Em relação à concordância verbal, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3502924 Português

Texto CG2A1

        O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.

        Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.

        Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.

        Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.

V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza para enfrentar crises hídricas. Internet: (com adaptações). 

Considerando a estruturação linguística do texto CG2A1, julgue o item subsecutivo.

No trecho “captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas” (primeiro período do último parágrafo), a flexão da forma verbal “ajuda” na terceira pessoa do singular justifica-se por sua concordância com a expressão “efeito estufa”, à qual o vocábulo “que” se refere. 

Alternativas
Q3502919 Português

Texto CG2A1

        O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.

        Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.

        Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.

        Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.

V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza para enfrentar crises hídricas. Internet: (com adaptações). 

Considerando a estruturação linguística do texto CG2A1, julgue o item subsecutivo.

Seria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “é feita” (primeiro período do penúltimo parágrafo) fosse substituída por são feitos

Alternativas
Q3502184 Português
        Entre as décadas de 1890 e 1930, período caracterizado pelo processo de modernização das grandes cidades, observou-se uma das maiores transformações técnicas nas habitações: a sua articulação aos sistemas de infraestrutura urbana. Com a chegada dos serviços de abastecimento de energia e saneamento no interior da moradia, surgiu a necessidade de espaços e práticas específicas para o funcionamento da nova aparelhagem, o que implicava a reorganização dos ambientes e da vida doméstica. 
        Um dos grandes feitos da tecnologia das canalizações foi concentrar e organizar os fluxos de água pura e servida, antes dispersos pelo espaço da cidade, e estabelecer, assim, maior controle sobre a captação e o descarte da água. Simultaneamente à oferta da infraestrutura sanitária, existia uma série de ações deliberadas para a extinção do uso compartilhado e gratuito da água, como a destruição dos chafarizes, para forçar a conexão das residências às redes urbanas, e a proibição do uso dos rios e córregos para banho, lavagem de roupa ou despejo de dejetos. Além dos riscos que ofereciam à saúde pública, essas práticas, comuns até então, passaram a ser consideradas como expressão do atraso civilizacional das grandes cidades do país, obstáculos em seu processo de modernização.
        Nesse sentido, o cerceamento de determinadas práticas no espaço público respondia ao enquadramento de ordem do sistema de higiene, pelo qual se promovia a casa como lugar privilegiado do domínio sobre o consumo da água e de eliminação dos dejetos. Trata-se do processo que François Béguin, engenheiro de materiais e ex-líder do Grupo de Energia e Meio Ambiente, na França, denomina de “domesticação da circulação dos fluidos”, em referência ao pioneiro sistema urbano de redes nas cidades industriais inglesas do século XIX.
        Béguin mostra que, embora não tenham sido desenvolvidos para as habitações residenciais, o aparelhamento técnico e as atividades de captação de água, lavagem de roupa, banhos, despejo de água servida etc. passaram a ter lugar nos espaços domésticos. A configuração arquitetônica foi transformada com a instalação de dispositivos e equipamentos, bem como com a formulação de ambientes especiais, como os banheiros.

Clarissa de Almeida Paulillo. Padrões e apropriações da higiene na consolidação do banheiro nas moradias paulistanas (1890−1930). In: Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, São Paulo, v. 30, p. 1–38, 2022. Internet: (com adaptações).

Julgue o item que se seguem, com base na estruturação linguística do texto CG1A1 e no vocabulário nele empregado.

Na estrutura “tenham sido desenvolvidos” (primeiro período do quarto parágrafo), o emprego da forma verbal “tenham” no plural e do termo “desenvolvidos” no masculino plural deve-se à necessidade de concordância com os termos “aparelhamento” e “atividades”, conjuntamente. 

Alternativas
Q3502177 Português
        Entre as décadas de 1890 e 1930, período caracterizado pelo processo de modernização das grandes cidades, observou-se uma das maiores transformações técnicas nas habitações: a sua articulação aos sistemas de infraestrutura urbana. Com a chegada dos serviços de abastecimento de energia e saneamento no interior da moradia, surgiu a necessidade de espaços e práticas específicas para o funcionamento da nova aparelhagem, o que implicava a reorganização dos ambientes e da vida doméstica. 
        Um dos grandes feitos da tecnologia das canalizações foi concentrar e organizar os fluxos de água pura e servida, antes dispersos pelo espaço da cidade, e estabelecer, assim, maior controle sobre a captação e o descarte da água. Simultaneamente à oferta da infraestrutura sanitária, existia uma série de ações deliberadas para a extinção do uso compartilhado e gratuito da água, como a destruição dos chafarizes, para forçar a conexão das residências às redes urbanas, e a proibição do uso dos rios e córregos para banho, lavagem de roupa ou despejo de dejetos. Além dos riscos que ofereciam à saúde pública, essas práticas, comuns até então, passaram a ser consideradas como expressão do atraso civilizacional das grandes cidades do país, obstáculos em seu processo de modernização.
        Nesse sentido, o cerceamento de determinadas práticas no espaço público respondia ao enquadramento de ordem do sistema de higiene, pelo qual se promovia a casa como lugar privilegiado do domínio sobre o consumo da água e de eliminação dos dejetos. Trata-se do processo que François Béguin, engenheiro de materiais e ex-líder do Grupo de Energia e Meio Ambiente, na França, denomina de “domesticação da circulação dos fluidos”, em referência ao pioneiro sistema urbano de redes nas cidades industriais inglesas do século XIX.
        Béguin mostra que, embora não tenham sido desenvolvidos para as habitações residenciais, o aparelhamento técnico e as atividades de captação de água, lavagem de roupa, banhos, despejo de água servida etc. passaram a ter lugar nos espaços domésticos. A configuração arquitetônica foi transformada com a instalação de dispositivos e equipamentos, bem como com a formulação de ambientes especiais, como os banheiros.

Clarissa de Almeida Paulillo. Padrões e apropriações da higiene na consolidação do banheiro nas moradias paulistanas (1890−1930). In: Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, São Paulo, v. 30, p. 1–38, 2022. Internet: (com adaptações).

Julgue o item que se seguem, com base na estruturação linguística do texto CG1A1 e no vocabulário nele empregado.

Estariam preservadas a correção gramatical do texto e a coerência de suas ideias caso o trecho “existia uma série de ações deliberadas” (segundo período do segundo parágrafo) fosse reescrito da seguinte forma: existiam ações deliberadas.

Alternativas
Ano: 2025 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB
Q3479528 Português
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
 A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
 As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
 Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
 O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens seguintes. 
Devido às relações sintáticas estabelecidas no quarto parágrafo, a forma verbal “impõe” poderia ser flexionada no plural — impõem —, em concordância com a expressão “novas exigências”, sem prejuízo da correção gramatical do texto. 
Alternativas
Q3469520 Português

        O afrouxamento da severidade penal no decorrer dos últimos séculos, fenômeno bem conhecido dos historiadores do direito, foi visto, durante muito tempo, de forma geral, como se fosse fenômeno quantitativo: menos sofrimento, mais suavidade, mais respeito e “humanidade”. Na verdade, tais modificações se fazem concomitantes ao deslocamento do objeto da ação punitiva. Redução de intensidade? Talvez. Mudança de objetivo, certamente.


        Se não é mais ao corpo que se dirige a punição, em suas formas mais duras, sobre o que, então, se exerce? A resposta dos teóricos é simples, quase evidente. Dir-se-ia inscrita na própria indagação. Pois não é mais o corpo, é a alma. À expiação que tripudia sobre o corpo deve suceder um castigo que atue, profundamente, sobre o coração, o intelecto, a vontade, as disposições.


Michel Foucault. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução de Raquel Ramalhete.

Rio de Janeiro, Petrópolis: Editora Vozes, 1999 (com adaptações).

Julgue o item seguinte, relativo às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente


No primeiro período do segundo parágrafo, a flexão da forma verbal “se exerce” na terceira pessoa do singular justifica-se por sua concordância com o termo “corpo”, que é o referente do sujeito elíptico da oração em que a referida forma verbal ocorre.  

Alternativas
Q3469135 Português

        A inteligência artificial (IA) generativa cresce exponencialmente, promovendo benefícios que vão da automatização de processos à geração de insights estratégicos. No entanto, essa expansão também amplia os desafios da segurança cibernética, de modo que se torna essencial a adoção de medidas preventivas.


        A Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP) aponta que os crimes cibernéticos aumentaram 45% no Brasil em 2024. Isso significa que uma em cada quatro pessoas é alvo de golpes. Hackers estão se adaptando e usando IA para criar ataques mais sofisticados e difíceis de identificar.


         Um exemplo de ataque mais sofisticado e difícil de identificar é o que ocorre por meio do uso das deepfakes, tecnologia que se vale da IA para criar imagens e áudios falsos que parecem reais. Segundo a Sumsub, plataforma de verificação de identidade, essa prática cresceu 830% no Brasil entre 2022 e 2023. Trata-se de uma tática para manipular informações, explorar a credibilidade de figuras públicas e induzir fraudes. Não à toa, as imagens de pessoas famosas e celebridades são muito utilizadas por criminosos nessa abordagem.


         Os ataques de phishing também se tornaram mais sofisticados. A consultoria de cibersegurança Redbelt Security estima que mais de 3,5 milhões de brasileiros tenham sido vítimas desse tipo de golpe em 2023. O crescimento de dispositivos conectados e da coleta constante de dados sensíveis aponta, mais do que nunca, para a necessidade de uma proteção digital reforçada.


Internet: <olhardigital.com.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto apresentado. 


No último período do terceiro parágrafo, o termo “utilizadas” está flexionado no feminino plural porque estabelece concordância com “pessoas famosas e celebridades”. 

Alternativas
Q3468693 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.  


As duas memórias


    O filósofo francês Henri Bergson distinguiu dois tipos de memória, dos quais nos servimos ao longo da vida: a memória-hábito e a memória-pura. Na memória-hábito, o corpo guarda esquemas de comportamento de que se vale muitas vezes automaticamente na sua ação sobre as coisas; na memória-pura, ocorrem lembranças independentes de quaisquer hábitos, lembranças isoladas, que constituiriam autênticas ressurreições do passado. 


    A análise do cotidiano mostra que a relação entre essas duas formas de memória é, não raro, conflitiva. Na medida em que a vida psicológica entra na bitola dos hábitos, e move-se para a ação, restaria pouca margem para o devaneio onde flui a evocação espontânea das imagens e das lembranças avulsas. O contrário também é verdadeiro: o sonhador resiste ao enquadramento nos hábitos, que é peculiar ao homem de ação. 


    A memória-hábito adquire-se pelo esforço da atenção e pela repetição de gestos e palavras. Ela é um processo que se dá pelas exigências da socialização. Graças à memória-hábito, sabemos ''de cor'' os movimentos que exigem, por exemplo, o comer segundo as regras da etiqueta, o falar uma língua estrangeira, o dirigir um automóvel, o costurar, o datilografar etc.


    No outro extremo, a lembrança pura, quando se atualiza na imagem-lembrança, traz à tona a consciência de um momento único, singular, não repetido, irreversível, da vida. Sonho e poesia são, tantas vezes, feitos dessa matéria que estaria latente nas zonas profundas do psiquismo, a que Bergson não hesitará em dar o nome de ''inconsciente''. 


    A imagem-lembrança tem data certa: refere-se a uma situação definida, individualizada, ao passo que a memória-hábito já se incorporou às práticas do dia a dia. A memória-hábito parece fazer um só todo com a percepção do presente. "Memória-sonho'' e ''memória-trabalho'' também seriam denominações justas, para bem distingui-las.


(Adaptado de: BOSI, Ecléa. Memória e sociedade - Lembranças de velhos. São Paulo: T. A, Queiroz, 1979, p. 11) 
Está plenamente correta a redação da seguinte frase:  
Alternativas
Q3466712 Português
Texto CB3A1

        Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.

         A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.

         As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.

         Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.

         O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.

Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP,
São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações)

A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue o item seguinte.  


Devido às relações sintáticas estabelecidas no quarto parágrafo, a forma verbal “impõe” poderia ser flexionada no plural — impõem —, em concordância com a expressão “novas exigências”, sem prejuízo da correção gramatical do texto. 

Alternativas
Q3455071 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Ligações elétricas atravessam o Mar Báltico


        Estônia, Letônia e Lituânia inauguraram três cabos submarinos com os quais irão receber 1.700 megawatts de eletricidade da Suécia e da Finlândia, encerrando sua dependência da eletricidade russa. A mudança é um desdobramento geopolítico da Guerra da Ucrânia, que colocou as nações da Otan (a que a Estônia, Letônia e Lituânia pertencem desde 2004) contra a Rússia.

(Superinteressante, abril de 2025)
Assinale a alternativa em que a frase está reescrita de acordo com a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Alternativas
Q3453702 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência



        O trabalho infantil expõe a desigualdade e a indiferença ao direito de ser criança. “O trabalho infantil impede que crianças desenvolvam, em toda potência, suas habilidades e capacidades em um contexto saudável. Consiste na violação à regra constitucional de prioridade absoluta à garantia dos direitos às crianças e aos adolescentes. As consequências geram efeitos para toda a vida, alimentando o ciclo de pobreza e exclusão social”, ressalta Mariana Zan, advogada do Instituto Alana.



        Segundo relatórios, 160 milhões de crianças e adolescentes vivem atualmente em situação de trabalho infantil no mundo, sendo cerca de 2 milhões de crianças e adolescentes no Brasil. Mais da metade tem entre 5 e 11 anos. Os números reforçam a cultura de que é normal crianças trabalharem para sobreviver. Vê-se que a sociedade ignora o direito à infância. No interior do Pará, encontramos o caso de Vilciney Silva. “Com nove anos, eu ia para a feira vender coxinha de manhã e pamonha à tarde. Nos fins de semana, eu vendia amendoim nas festas. Morava com meus avós e não tinha tempo para brincar nem estudar. A gente tinha que existir e se alimentar”, conta.



        Hoje, pai de três meninos, faz questão de brincar quando estão juntos. Para ele, é o momento de alegria que descobriu já adulto. O trabalho durante a infância não era uma opção. Tinha que fazer. “Eu me questionava se ia conseguir as coisas sem a escola. Mas entre estudar e ter comida, a fome falava mais alto”, diz. Prestes a terminar o curso de licenciatura em Educação do Campo, ele quer seguir os estudos e fazer mestrado. Os sonhos do menino que trabalhava na feira foram adiados por muito tempo. “Percebi a necessidade de estudar e que, para o pobre, as dificuldades sempre acontecem, mas a gente não tem que desistir”, conclui.


(Célia Fernanda Lima. “Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência”. Lunetas. 13.06.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase está reescrita de acordo com a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: SES-SE Prova: IBFC - 2025 - SES-SE - Técnico de Enfermagem |
Q3450317 Português
Analise o texto a seguir e responda à questão.


Texto II

     "As dores são muito interessantes porque sabemos muito pouco sobre elas. Faz 30 anos que trabalho na área e ainda aprendo algo novo todo dia", diz a médica Anne MacGregor, pesquisadora especialista nos efeitos hormonais das cefaleias.
    Ela explica que a dor funciona como um sistema de advertência: ela avisa que estamos fazendo algo prejudicial ao nosso corpo, e espera uma reação para solucionar o problema.
    Nesse sentido, a dor de cabeça não é diferente das outras. Pode ser mais ou menos aguda, pode diminuir com um analgésico ou nos obrigar a ficar em um quarto escuro, no caso de uma enxaqueca, mas o mecanismo é o mesmo.
    No entanto, embora o cérebro seja o órgão que recebe os sinais de dor captados pelo corpo, ele mesmo não tem terminações nervosas que captam a dor. [...]

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral47333709. Acesso em 12/02/2025.Adaptado) 
Considere a concordância que ocorre em “Faz 30 anos” (1º§). Assinale a alternativa que apresenta um exemplo desse mesmo tipo de concordância. 
Alternativas
Q3435842 Português
Observando a concordância dos verbos destacados nas seguintes orações:
I. A vida são momentos alegres.
II. Tudo eram tristezas naquele acidente aéreo em Ourinhos.

Pode-se que:
Alternativas
Q3435841 Português
Observando a concordância dos nomes, em destaque, nas seguintes orações:
I. Bastantes situações estão inadequadas neste país.
II. O povo brasileiro anda meio desanimados.

Conclui-se que:
Alternativas
Q3417014 Português
        Creio que, em geral, deixando de lado a opinião dos especialistas, damos demasiada importância à opinião dos outros, tanto em assuntos cruciais quanto em assuntos de pequena monta. A regra básica é que uma pessoa deve respeitar a opinião pública apenas o suficiente para não morrer de fome nem ir para a cadeia. Tudo o que passar desse ponto significa submeter-se voluntariamente a uma tirania desnecessária, e, possivelmente, isso é o que acaba interferindo na própria felicidade.

         Examinemos, por exemplo, a questão de como as pessoas gastam seu dinheiro. Elas o gastam naquilo que não satisfaz seus gostos pessoais, simplesmente porque acreditam que o respeito dos vizinhos depende de terem carro ou de abrirem suas residências para jantares. Na verdade, uma pessoa que possa claramente comprar um carro, mas que prefira gastar o dinheiro em viagens ou numa boa biblioteca, acabará sendo muito mais respeitada do que se houvesse feito exatamente como todas as outras. Não há sentido em zombar deliberadamente da opinião pública; isso é admitir seu domínio, ainda que às avessas. Mas ser autenticamente indiferente a ela é uma força e uma fonte de felicidade. E uma sociedade de homens e mulheres que não se submetem demasiadamente aos convencionalismos é mais interessante do que uma sociedade em que todos se comportam da mesma maneira.

Bertrand Russell. A conquista da felicidade. Tradução: Luiz Guerra. 5. ed.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017 (com adaptações). 

A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.  


No segundo período do segundo parágrafo, as formas “terem” e “abrirem” estão no plural porque concordam com o termo “vizinhos”. 

Alternativas
Q3407045 Português
Bebê reborn, polêmica real: quando o afeto encena o inanimado

(Tauane Paula Gehm, doutora em psicologia)


Após um vídeo seu viralizar na internet, Yasmim Becker, de 17 anos, acabou no centro de uma onda de ataques virtuais. Nele, a jovem narra o que descreveu como “um dos dias mais corridos e assustadores” de sua vida, quando precisou levar seu filho, Bento, “às pressas” ao hospital porque ele não estava se sentindo bem. Acontece que Bento não era uma criança — nem um pet —, mas um boneco inanimado: um bebê reborn, modelo hiper-realista com aparência idêntica à de um recém-nascido. Tudo não passou de uma encenação. Yasmim é colecionadora desses bonecos e costuma gravar vídeos fictícios voltados ao público infantil.

Coleções exóticas não são novidade: há quem junte desde objetos banais até os mais extravagantes. Certa vez, soube de um rapaz que colecionava fotos 3×4 de desconhecidos. Curioso, no mínimo. O episódio de Yasmim serve como pano de fundo para casos ainda mais absurdos envolvendo os famigerados bebês reborn. A advogada Suzana Ferreira contou ter sido procurada para defender o “direito à guarda” de um desses bonecos após o fim de um relacionamento. “A mãe ficou muito nervosa e me acusou de ‘intolerância materna’ por eu ter recusado o caso”, relatou. Esse é apenas um dos muitos relatos que circulam pela internet, fundindo invenção com realidade e despertando indignação e incredulidade.

O que ninguém parece conseguir explicar é o nível de insensatez que tudo isso alcançou — tanto por parte daqueles que tratam um objeto inanimado como um ser humano, quanto daqueles que reagem a isso com ódio. A fronteira entre fantasia e realidade está cada vez mais diluída. Criamos versões editadas de nós mesmos nas redes, montamos cenários para exibir afetos, performamos relações.

O bebê reborn surge como símbolo extremo de um fenômeno bastante familiar: um afeto cuidadosamente encenado para parecer real, que só se sustenta porque pode ser controlado e exibido. Um afeto esteticamente agradável, limpo, sereno — e, ao mesmo tempo, sem risco, sem contradição, sem frustração. O quanto temos investido emocionalmente em simulacros? E o quanto, nesse desejo por relações absolutamente controláveis, revelamos uma carência profunda numa sociedade perdida em seus vínculos reais?

O bebê reborn está ali. Parado. Imóvel. E ainda assim é cuidado como se fosse real. Não responde. Não sente. Não cresce. E talvez seja justamente por isso que tanta gente o escolhe. Não por loucura, mas por uma tentativa de encenar o cuidado em um tempo em que as relações reais parecem, para muitos, assustadoras ou distantes demais. Ou talvez como forma de produzir o olhar e o interesse do outro — ainda que digital —, aquele que carrega, mesmo que ilusoriamente, a promessa de uma relação verdadeira.


(in: https://saude.abril.com.br/, com adaptações)
Tendo por base o trecho “Criamos versões editadas de nós mesmos nas redes, montamos cenários para exibir afetos, performamos relações” (3º parágrafo), julgue as substituições propostas:

I- Criamos versões editadas = Criamos-la
II- montamos cenários = montamos-los
III- para exibir afetos = para exibi-los
IV- performamos relações = performamos-las

Assinale a alternativa com os itens corretos:
Alternativas
Respostas
61: D
62: D
63: D
64: B
65: E
66: C
67: C
68: C
69: E
70: E
71: E
72: B
73: E
74: E
75: C
76: C
77: C
78: A
79: E
80: D