Questões de Concurso Sobre colocação pronominal em português

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Q3172744 Português
A ênclise está aplicada em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa apenas em:
Alternativas
Q3172714 Português
Não se usa próclise (pronome antes do verbo) em qual das alternativas abaixo?
Alternativas
Q3172417 Português
Santinho

(Luiz Fernando Veríssimo)

    Me lembro com clareza de todas as minhas professoras, mas me lembro de uma em particular. Ela se chamava Dona Ilka. Curioso: por que escrevi “Dona Ilka” e não Ilka? Talvez por medo de que ela se materializasse aqui ao meu lado e exigisse o “Dona”, onde se viu tratar professora pelo primeiro nome, menino? No meu tempo ainda não se usava o “tia”. Elas podiam ser boas e até maternais, mas decididamente não eram nossas tias. A Dona Ilka não era maternal. Era uma mulher pequena com um perfil de passarinho. Um pequeno passarinho loiro. E uma fera.

    Eu era aluno “bem-comportado”. Era um vagabundo, não aprendia nada, vivia distraído. Mas comportamento, 10. Por isto até hoje faço verdadeiras faxinas na memória, procurando embaixo de tudo e em todos os nichos a razão de ter sido, um dia, castigado pela Dona Ilka. Alguma eu devo ter feito, mas não consigo lembrar o quê. O fato é que fui posto de castigo. Que consistia em ficar de pé num canto da sala de aula, com a cara virada para a parede. (Isto tudo, já dá pra ver, foi mais ou menos lá pela Idade Média.) Mas o que eu nunca esqueci foi a Dona Ilka ter me chamado de “santinho do pau oco”.

   Ser bem-comportado em aula não era uma decisão minha nem era nada de que me orgulhasse. Era só o meu temperamento. Mas a frase terrível da Dona Ilka sugeria que a minha boa conduta era uma simulação. Eu era um falso. Um santo falsificado! Depois disso, pelo resto da vida, não foram poucas as vezes em que um passarinho imaginário com perfil de professora pousou no meu ombro e me chamou de fingido. Os santinhos do pau oco passam a vida se questionando.

    Já outra professora quase destruiu para sempre qualquer pretensão minha à originalidade literária. Era para fazer uma redação em aula sobre a ociosidade, e eu não tinha a menor ideia do que era ociosidade. Se a palavra fora mencionada em aula tinha certamente sido num dos meus períodos de devaneio, em que o corpo ficava ali, mas a mente ia passear. E então, me achando formidável, fiz uma redação inteira sobre um aluno que precisa fazer uma redação sobre a ociosidade sem saber o que é isso, sua agonia e finalmente sua decisão de fazer uma redação sobre um aluno que precisa fazer uma redação sobre a ociosidade, etc. a professora chamou a atenção de toda a classe para a minha redação. Eu era um exemplo de quem acha que com esperteza pode-se deixar de estudar e por isto estava ganhando um zero exemplar. Só faltou me chamar de original do pau oco.

    Enfim, sobrevivi. No ginásio, todos os professores eram homens, mas não me lembro de nenhuma marca que algum deles tenha deixado. As relações com as nossas pseudomães, no primário, eram mais profundas. As duas histórias que eu contei não têm nenhuma importância. Mas olha as cicatrizes. 
[Questão inédita] Quanto à colocação pronominal, marque a alternativa em que a próclise não é obrigatória.
Alternativas
Q3172302 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O que é angústia

      Um rapaz fez-me essa pergunta difícil de ser respondida. Pois depende do angustiado. Para alguns incautos, inclusive, é palavra que se orgulham de pronunciar como se com ela subissem de categoria – o que também é uma forma de angústia.

       Angústia pode ser não ter esperança na esperança. Ou conformar-se sem se resignar. Ou não se confessar nem a si próprio. Ou não ser o que realmente se é, e nunca se é. Angústia pode ser o desamparo de estar vivo. Pode ser também não ter coragem de ter angústia – e a fuga é outra angústia. Mas angústia faz parte: o que é vivo, por ser vivo, se contrai.

      Esse mesmo rapaz perguntou-me: você não acha que há um vazio sinistro em tudo? Há sim. Enquanto se espera que o coração entenda.


LISPECTOR, C. O que é angústia. Todas as crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 2018, p. 535.
Analise a colocação pronominal dos excertos apresentados a seguir:

I. Ou não se confessar nem a si próprio.
II. Mas angústia faz parte: o que é vivo, por ser vivo, se contrai.
III. Enquanto se espera que o coração entenda.

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, nos casos apresentados, a ênclise não é vetada apenas em:
Alternativas
Q3172270 Português

Analise a charge a seguir. Destaque, posteriormente, o tipo de erro nela contido.



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Alternativas
Q3172209 Português
Analise as expressões abaixo e destaque, posteriormente, a alternativa que completa corretamente as lacunas.

I - _______________ tudo sobre o ocorrido. (Me conte / Conte-me/ Conte-me-ia)
II – Tinha ________________ com a resolução do problema. (comprometido-se / se comprometido / comprometido-se-ia)
III - ________________ todas as promessas realizadas. (Contaria-me / Contar-me-ia/ Me contaria)
IV – Paulinha não _______________ com o projeto. (envolveu-se / se envolveu / envolveu-se-ia)
Alternativas
Q3167312 Português
        Uma curiosa característica da historiografia geral, política e social foi a relativamente pequena atenção dada à história da justiça ou, se quisermos ser mais limitados, à história do Poder Judiciário.

         Pode-se levantar uma hipótese: a justiça foi percebida como um poder alheio àquilo que se chamou comumente política a partir do século XIX, ou seja, a luta e a disputa para ocupar posições de governo, de mando em geral e de decisão em lugar dos outros.

         Uma segunda hipótese: os historiadores não se sentem à vontade com um campo muito específico, como são o direito e o dos juristas. O direito se constitui em esfera especial e profissional à qual se tem acesso apenas por meio de um curso universitário, enquanto a política permite acesso aos lugares de poder por meio de eleições e não exige, pois, nenhum preparo intelectual determinado. Qualquer um do povo pode ser político, mas nem todos podem ser juristas ou juízes profissionais.
José Reinaldo de Lima Lopes.
História da justiça e do processo no Brasil do século XIX.
Curitiba: Juruá, 2017, p. 9-10 (com adaptações).  

Julgue o item que se segue, relativo ao conteúdo do texto precedente e a aspectos linguísticos a ele pertinentes. 


No trecho “O direito se constitui em esfera especial e profissional” (segundo período do terceiro parágrafo), a colocação enclítica do pronome “se” prejudicaria a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q3165149 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os grandes avanços da humanidade que teriam sido impossíveis sem a cola

Sem a cola, a vida moderna literalmente desmoronaria.

Dos telefones e aviões até os edifícios e calçados, grande parte do nosso mundo se mantém unido graças aos adesivos.

Não é exagero dizer que a cola foi a base de muitos dos nossos maiores avanços tecnológicos. Ao lado do domínio do fogo e das ferramentas de pedra, a capacidade de produzir adesivos foi uma das grandes conquistas dos nossos antepassados.

Nós usamos a cola há muito tempo. "Ela está presente desde a pré-história", destaca a professora Geeske Langejans, da Universidade de Delft, na Holanda.

"Os usos mais antigos são para produzir ferramentas, como uma folha fixada a um cabo para fazer uma faca", explica ela. "Uma ferramenta com cabo é mais precisa e pode gerar mais força."

Mas os adesivos podem fazer muito mais do que isso. "Alguns deles são impermeáveis, de forma que poderiam ser aplicados sobre um cesto, servindo de reforço e impermeabilização."

A cola também participou das primeiras formas de arte. "Se você tivesse um pigmento e quisesse aderi-lo à parede da caverna, precisaria acrescentar algo... uma resina ou amido", explica a professora.

A cola também ajudou os povos pré-históricos a brincar.

"Os adesivos também podem ser grossos, como a argila ou massa, de forma que permitiam produzir objetos - e sabemos que os jogos de mesa pré-históricos, às vezes, incluíam peças feitas de resina."

A cola mais antiga conhecida tem cerca de 190 mil anos, segundo Langejans. "Ele foi encontrado na Itália, em duas lascas de pedra muitos simples. São objetos feitos por neandertais."

O fascinante é que pesquisar rastros como estes não só revela informações sobre a forma de uso desses materiais, mas também oferece uma visão de como eram esses primeiros hominídeos.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5ydex2enpno)
"A cola também participou das primeiras formas de arte. Se você tivesse um pigmento e quisesse aderi-lo à parede da caverna, precisaria acrescentar algo... uma resina ou amido, explica a professora."
A posição dos pronomes átonos na frase pode mudar dependendo de diversos fatores, como o tempo e o modo verbais, a pessoa do discurso, a ênfase desejada, a clareza, o nível de formalidade, entre outros.
No enunciado, a ênclise ocorreu de forma correta, pois em locuções verbais o pronome átono pode ficar após o verbo principal.

Nos enunciados a seguir, a ênclise também está empregada de acordo com as regras da norma culta, EXCETO: 
Alternativas
Q3164219 Português
Amuleto encontrado na Alemanha pode reescrever história do cristianismo; entenda


Descoberta arqueológica pode transformar entendimento sobre a expansão do cristianismo durante o Império Romano

Um pequeno amuleto de prata descoberto por arqueólogos na Alemanha pode transformar nossa compreensão sobre como o cristianismo se espalhou durante o Império Romano, segundo especialistas.

O minúsculo artefato, que mede pouco mais de três centímetros de comprimento, foi descoberto em 2018, em uma sepultura romana do século 3, nas proximidades de Frankfurt. Os arqueólogos o encontraram no esqueleto de um homem enterrado em um cemitério na cidade romana de Nida, um dos maiores e mais importantes sítios no estado central alemão de Hesse.

No entanto, só agora os pesquisadores conseguiram examinar uma fina folha de prata encontrada em seu interior. Junto com outros artefatos na sepultura, como um queimador de incenso e um jarro de barro, o amuleto foi encontrado sob o queixo do esqueleto. Também conhecido como filactério, provavelmente era usado em uma fita ao redor do pescoço do homem para fornecer proteção espiritual.

A folha "fina como um fio de cabelo" dentro do amuleto era tão frágil que teria simplesmente se desintegrado se os pesquisadores tivessem tentado desenrolá-la. No entanto, exames microscópicos e raios-x realizados em 2019 mostraram que havia palavras gravadas nela.

Foram necessários mais cinco anos antes que a equipe do Museu Arqueológico de Frankfurt descobrisse uma maneira de decifrar o que diziam. O avanço ocorreu em maio deste ano, quando pesquisadores do Centro Leibniz de Arqueologia em Mainz (Leiza) usaram scanners de tomografia computadorizada para analisar a folha.

Ivan Calandra, chefe do laboratório de imagem do Leiza, explicou o processo em um comunicado à imprensa: "O desafio na análise era que a folha de prata estava enrolada, mas após cerca de 1.800 anos, estava naturalmente também amassada e pressionada. Usando tomografia computadorizada, conseguimos escaneá-la em uma resolução muito alta e criar um modelo 3D."

Foi apenas através deste processo de desenrolar digitalmente a folha que o texto completo se tornou visível e pôde então ser decifrado. O que os pesquisadores descobriram os surpreendeu.

Evidência mais antiga do cristianismo

Na folha havia 18 linhas de texto em latim que faziam referências repetidas a Jesus Cristo, bem como a São Tito, um discípulo e confidente de São Paulo Apóstolo.

Como a sepultura onde o amuleto foi encontrado data de algum momento entre 230 e 270 d.C., o amuleto surge como a evidência mais antiga do cristianismo na Europa ao norte dos Alpes. Todas as descobertas anteriores são de pelo menos 50 anos depois disso, segundo o comunicado.

Na época do sepultamento, o cristianismo estava se tornando uma seita cada vez mais popular, mas identificar-se como cristão ainda era arriscado. Claramente, o homem enterrado, que se acredita ter entre 35 e 45 anos, sentia sua fé tão fortemente que a levou consigo para o túmulo.

Markus Scholz, arqueólogo e especialista em inscrições latinas e professor da Universidade Goethe de Frankfurt, decifrou meticulosamente o texto da "Inscrição Prateada de Frankfurt", como ficou conhecida. Descrevendo o processo complicado no comunicado, ele disse: "Às vezes levava semanas, até meses, para eu ter a próxima ideia. Consultei especialistas da história da teologia, entre outros, e pouco a pouco trabalhamos juntos para abordar o texto e finalmente decifrá-lo."

"Isso é incomum para este período. Normalmente, tais inscrições em amuletos eram escritas em grego ou hebraico", falou.


(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/amuleto-encontrado-na-alema nha-pode-reescrever-historia-do-cristianismo-entenda/)
"Consultei especialistas da história da teologia, entre outros, e pouco a pouco trabalhamos juntos para abordar o texto e finalmente decifrá-lo."
A ênclise é o nome dado à colocação do pronome após o verbo, ligando-se a ele por meio do hífen, como no exemplo do enunciado.
A ênclise foi empregada em todos os enunciados a seguir. No entanto, em um deles, seu emprego não seguiu as normas gramaticais. Identifique-o:
Alternativas
Q3164040 Português
Aninha e Suas Pedras

Cora Coralina

Não te deixes destruir...
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas e não entraves seu uso
aos que têm sede. 
Sobre o poema, marque a alternativa INCORRETA
Alternativas
Q3162615 Português
Entre as frases abaixo há uma em que não foi respeitada a norma padrão em relação à colocação de pronomes oblíquos; assinale essa frase.
Alternativas
Q3162083 Português
Mais músicas foram lançadas por dia em 2024 do que em todo o ano de 1989

        Desde que a última fase evolutiva dos aparelhos de áudio aconteceu – a mudança do CD para o MP3, e finalmente para os streamings e aplicativos –, existem poucos limites para a produção musical, e qualquer um pode publicar um novo som a qualquer momento. Por isso, o boom da música não é surpresa: hoje, há menos dificuldade em escrever, criar, gravar e publicar novas canções.

        Inspirada nessa ideia, uma nova análise publicada pelo MusicRadar buscou entender o tamanho exato da margem de publicações. Will Page, ex-economista chefe do Spotify, contou ao site que “mais músicas estão sendo lançadas hoje [em um único dia] do que no ano inteiro de 1989”. O Spotify, por exemplo, já alcança mais de 100 milhões de composições disponíveis.

        Em qualquer dia da semana, cerca de 100.000 faixas de música são enviadas para o SoundCloud, Spotify, Apple Music e outros, disse Steve Cooper, ex-diretor da Warner Music Group. E não vai parar por aí. A investigação indicou que esse número só vai crescer.

        Um relatório divulgado pela MiDiA, uma empresa de análise de dados, mostrou que cerca de 75.9 milhões de pessoas se consideram criadores de música, e que até 2030 esse número deve chegar aos 198.2 milhões. Com a quantidade de artistas produzindo seu próprio material, existe uma demanda maior para os softwares de música, explica Page.

        Com as novas redes sociais, publicar uma música não exige um catálogo, registro ou produção externa. Basta ligar a câmera de um celular e cantar para quem quiser ouvir a letra e o ritmo pensado. E existe público que consome esse conteúdo. O TikTok, por exemplo, oferece aos pequenos artistas a chance de publicarem áudio e vídeo de forma rápida e fácil.

        Por um lado, os artistas têm mais liberdade criativa e pessoal. Por outro, enfrentam menores ganhos devido aos micropagamentos das plataformas de streaming. Além disso, os custos da produção musical são transferidos para os músicos.

        Enquanto as empresas de tecnologia e as plataformas de conteúdo se beneficiam dessa abundância de música barata, os músicos não recebem a mesma vantagem. Os artistas ganham cerca de $0,003 e $0,005 dólares por reprodução no Spotify – que pode variar conforme o tipo de assinatura dos ouvintes e a frequência de reprodução (distribuidores e gravadoras também podem abocanhar uma parte dos lucros).

        Em 2020, artistas independentes lançaram 9,5 milhões de faixas, contra 1,2 milhão de artistas de gravadoras. Por mais que plataformas de streaming ofereçam aos artistas pequenos a chance de se promover e disponibilizar suas músicas, “conseguir destacar a música de alguém entre as outras 99.999 faixas enviadas naquele dia é incrivelmente complexo [e] difícil”, disse Steve Cooper.

        Como resultado, gravadoras e artistas alternativos sentem dificuldades para se promover dentro da indústria e construir uma base de fãs. De acordo com o Spotify, 80% dos artistas têm menos de 50 ouvintes mensais.

        Para grandes artistas, a facilidade que existia em 1989 já não existe mais. Eles não permanecem tanto tempo no topo das paradas, graças ao grande número de novos lançamentos.

MOURÃO, M. Mais músicas foram lançadas por dia em 2024 do que em todo o ano de 1989. Revista Superinteressante. Disponível em<https: //super.abril.com.br/cultura/mais-musicasforam-lancadas-por-dia-em-2024-do-que-em-todo-oano-de-1989/> . Adaptado.
A regra gramatical que determina a colocação pronominal proclítica em “Enquanto as empresas de tecnologia e as plataformas de conteúdo se beneficiam dessa abundância de música barata [...]” é a mesma que se aplica ao contexto em:
Alternativas
Q3161316 Português

Q1_10.png (678×414)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

Como o uso do "a gente", comentado no trecho: "Usar 'a gente' no lugar de 'nós' (...) é um dos sinais da suposta deterioração da língua..." (linhas 09-10), constitui também sinal da suposta deterioração da língua empregar: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Planalto Alegre - SC Provas: Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Fiscal de Obras e Tributos | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Orientador Social com Formação em Pedagogia | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Professor de Atividades Desportivas | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Professor de Educação Especial | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Professor de Educação Infantil | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Professor de Ensino Fundamental Anos Iniciais | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Professor de Habilidades Artístico Culturais | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Professor de Língua Estrangeira - Inglês | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Psicólogo I | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Psicólogo II |
Q3160787 Português

6 mudanças simples na alimentação para fazer em 2025 e ter mais saúde


    Com a chegada de 2025, muita gente aproveita para dar início ao objetivo de melhorar a alimentação para garantir mais saúde e claro, perder alguns quilinhos. Mas para isso não é necessário fazer dietas rigorosas ou cortar alimentos do cardápio, alguns pequenos ajustes na alimentação podem fazer uma grande diferença.


    1. Aumente a ingestão de proteínas, legumes e verduras nas refeições


    Uma das principais orientações dos especialistas para ter uma alimentação saudável ao longo do ano é aumentar a quantidade de proteínas nas refeições. O consumo adequado desse nutriente não apenas ajuda na saciedade, mas também contribui para a manutenção da massa muscular, essencial em todas as fases da vida.

    Incluir fontes variadas, como ovos, peixes, leguminosas e carnes magras, é uma maneira prática de atingir essa meta.

    Aumentar a ingestão de legumes e verduras também é uma recomendação unânime entre os nutricionistas e nutrólogos. Um hábito importante é buscar consumir tipos diferentes desses alimentos ao longo do dia. Essa diversidade não só enriquece o prato com vitaminas e minerais essenciais, mas também promove o bom funcionamento do intestino e fortalece o sistema imunológico.


    2. Reduza as bebidas açucaradas


    Outro ponto fundamental é reduzir o consumo de bebidas açucaradas como refrigerantes e sucos industrializados. Frequentemente consumidos em excesso eles estão entre os maiores vilões da alimentação saudável. Substituí-los por água, chás sem açúcar ou água aromatizada com frutas pode ser um passo simples e eficaz para cortar calorias vazias e proteger a saúde do coração.

    “Estamos na era do menos é mais. Comece a reduzir o açúcar de adição nas suas bebidas, se usa duas colheres reduza para uma, depois meia e comece a treinar o seu paladar para aceitar melhor as bebidas sem adição de açúcar. Essa dica vale também para os adoçantes. Se você não tem o hábito de incluir vegetais nas suas refeições comece gradativamente. Tente reservar 1/4 do prato dedicado a algum vegetal de sua preferência”, acrescenta Tarcila Campos, nutricionista do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.


    3. Cozinhe mais (ou tente comer itens caseiros)


    Além disso, adotar práticas como preparar as refeições em casa com mais frequência pode ser outro aliado na busca por uma alimentação melhor. Cozinhar os próprios alimentos dá mais controle sobre os ingredientes e métodos de preparo, ajudando a evitar o consumo de ultraprocessados ricos em gorduras, sódio e aditivos químicos.


    Dica bônus: movimente-se após alimentar-se


    “Se você puder, recomendo fazer algum tipo de atividade física após a refeição. Não precisa ser uma corrida, pode ser algo leve como uma caminhada. Um bom exercício também é ficar em pé e flexionar um pouquinho as panturrilhas. Tudo isso ajuda você a direcionar um pouco da glicose para os músculos e não deixar sobrando para virar gordura”, finaliza o nutrólogo.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/6-mudancas-simples-naalimentacao-para-fazer-em-2025-e-ter-mais-saude/ (adaptado).

Na palavra “Substituí-los”, a colocação do pronome oblíquo é classificada como:
Alternativas
Q3160101 Português

“UMA VELA PARA DARIO”


Dalton Trevisan



    Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearamno e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu:


    - Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.


    Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.

Quanto ao uso dos pronomes notamos duas situações nas quais são usados diferentes colocações em relação ao verbo. Vejamos: “Ele reclinou-se mais um pouco...” e “O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem...”. Considerando as regras de colocação pronominal, qual das alternativas a seguir está incorreta?
Alternativas
Q3158330 Português
Crianças com autismo geralmente apresentam "uns interesses particularmente específicos".
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0lg061w184o.adaptado)

De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma correta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é:
Alternativas
Q3155726 Português
Analise a colocação pronominal em cada alternativa abaixo. Assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3155408 Português
Em relação à colocação pronominal, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, o único caso em que não se poderia aplicar a próclise é:
Alternativas
Q3154251 Português
É correto o emprego da ênclise (colocação dos pronomes oblíquos átonos depois do verbo) apenas em qual das alternativas abaixo?
Alternativas
Respostas
301: D
302: D
303: A
304: B
305: D
306: C
307: A
308: E
309: A
310: C
311: C
312: E
313: B
314: A
315: D
316: D
317: D
318: E
319: A
320: D