Questões de Concurso Sobre colocação pronominal em português

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Q2736077 Português

A colocação pronominal está CORRETAMENTE empregada, de acordo com a norma culta, em:

Alternativas
Q2733958 Português

Leia o texto e responda o que se pede no comando das questões.


"Todos estamos deitados na sarjeta, só que alguns estão

olhando para as estrelas."


Esta citação foi tirada de O leque de lady Windermere, uma obra de teatro de Oscar Wilde que estreou em Londres em 1892. Ela nos faz lembrar que, independentemente de nossa situação, o que importa é a perspectiva que mantemos.

Há pessoas que aparentemente têm tudo na vida - saúde, beleza, dinheiro, liberdade - e são infelizes. Isso acontece porque elas fixam a atenção naquilo que lhes falta ou simplesmente não sabem o que querem da vida.

Outras, ao contrário, vivem situações penosas, mas são capazes de enxergar um cantinho do jardim onde bate um raio de sol.

A escritora, filósofa e conferencista norte-americana Helen Keller, que ficou cega e surda ainda muito jovem, explicava assim seu segredo para nunca deixar de ver as estrelas:

Abro as portas do meu ser a tudo o que é bom e as fecho cuidadosamente diante do que é ruim. Essa força tão bela e persistente me permite enfrentar qualquer obstáculo. Nunca me sinto desanimada, pensando que me faltam coisas boas. A dúvida e a insegurança são apenas o pânico gerado por uma mente fraca. Com um coração firme e uma mente aberta, tudo se torna possível.

(Fonte: PERCY,Allan. OscarWilde para inquietos. p.10.)

Em: "Nunca me sinto desanimada (...)" e "(...) pensando que me faltam coisas boas (...)", a colocação dos pronomes "me" deve-se, respectivamente:

Alternativas
Q2731815 Português

1 A terceira grande guerra ocorre a todo momento, em cada canto, casa, relação humana, encruzilhada. Uma ideia diferente, um jeito diferente e discordante da média é suficiente para fazer brotar o ódio e a violência. Soa natural censurar e abolir debates que anunciam a necessidade de tratar de questões que afetam direitos fundamentais

 5 A tecnologia permite transmissão online e em tempo real das várias formas de crueldade e tirania e escravidão que persistem no mundo. Mas não nos educa e nem nos prepara para evitá-las, bani-las, varrê- las do mapa. Isto porque tecnologia é meio e não fim e humanidade se constrói no um a um, no encontro entre pessoas que tecem melhores hojes e amanhãs. 
10 E o que nos humaniza? O convívio e o contato com outros seres humanos e as ideias de humanidade que cultivamos. Está na arte, está nas histórias de ficção que revelam a determinação e a contradição no pensar e no fazer humano. O contato cotidiano com a literatura contribui de forma expressiva para nos manter determinados na tarefa cotidiana de tornar realidade essa ideia de humanidade que cultuamos. 
15 A literatura nos permite íntima conexão com a aventura e desventura humana na Terra e nos alimenta com esperança para persistir. É por onde nosso direito à fruição, ao sonho, a ousar e buscar forças para fazer do hoje um lugar melhor para se viver. Como dizem os especialistas, nos contos fantásticos estão lá os dragões para nos anunciar que, sim, podemos vencê-los e persistir em nosso processo de humanização. 
20 Assim disse o genial escritor Mia Couto ao receber o título de doutor honoris causa pela Universidade Politécnica de Maputo: "Um dos caminhos que nos pode ajudar a resgatar essa moral perdida pode ser o da literatura. Refiro-me à literatura como a arte de contar e escutar histórias. Falo por mim: as grandes lições de ética que aprendi vieram vestidas de histórias, de lendas, de fábulas. Não estou aqui a inventar coisa nenhuma. Este é o mecanismo mais eficiente e mais antigo de reprodução da moralidade". Imagine se contribuíssemos com a literatura... 
(Adaptado de Christine Castilho Fontelles – Extraído de UOL 03/10/2015)

Na frase abaixo ocorre:


Ele chegou, abraçou-a e foi embora

Alternativas
Q2727944 Português

A colocação do pronome oblíquo é facultativa em:

Alternativas
Q2725098 Português

Em relação à colocação pronominal a sentença incorreta é:

Alternativas
Q2724352 Português

O poeta coloca os pronomes oblíquos átonos de forma adequada à norma culta no verso “Acostuma-te à lama que te espera!”. Nas frases a seguir, em apenas UMA o pronome está colocado de forma INADEQUADA:

Alternativas
Q2724343 Português

Levando em consideração a variedade padrão da Língua no que se referem à colocação pronominal todas as opções abaixo estão corretas, EXCETO.

Alternativas
Q2720890 Português
Quanto ao uso do pronome, marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q2716950 Português

Quanto à colocação de pronomes átonos, está conforme a norma da língua escrita o período:

Alternativas
Q2053483 Português
Atenção às frases a seguir:
Espero encontrar todo o serviço pronto. Nunca disseram a ele que era inteligente.
Assinale a alternativa em que, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, os pronomes substituem corretamente as expressões em destaque.
Alternativas
Q2047779 Português
Marque a opção INCORRETA quanto à colocação pronominal.
Alternativas
Q2035845 Português
Alguém __________ que o paciente estava grave. __________ e segui para a emergência para comunicar aos familiares. __________ que seria necessário conseguir doadores de sangue.
De acordo com a norma culta, a alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima é 
Alternativas
Q2003586 Português

Texto 3

A ética ajuda a ser mais competitivo

Sílvio Guerra

    A promoção de assuntos ligados à ética, as manchetes de jornais e a volumosa literatura especializada que tem surgido ultimamente sobre o tema não significam apenas que esteja havendo uma recomposição de padrões de conduta mais elevados na sociedade. Mostram também que, dentro do capitalismo brasileiro, estamos caminhando em direção a uma nova forma de trabalho. Nela, a ética se insere como elemento de relevante interesse empresarial e fator de competitividade, por atribuir ao processo de decisões gerenciais maior confiabilidade e consistência. Trata-se de um movimento importante, principalmente, porque a atividade econômica vem agregando de maneira acelerada a administração dos chamados bens intangíveis, em que conhecimentos, talentos, sistemas, processos, informações, marcas e canais de distribuição significam mais que prédios, terrenos, equipamentos, veículos e materiais.

    O capitalismo tem o seu próprio sistema de valores: inclui a honestidade, a veracidade a disposição de honrar compromissos, de cumprir contratos. Quanto mais ele se desenvolve, mais esses valores se pronunciam. No caso brasileiro, portanto, a evolução do ambiente de negócios tende a favorecer as corporações mais íntegras. “A ética incorpora elementos vitais para a eficiência”, diz o economista Eduardo Gianetti da Fonseca. “Entre eles estão a motivação, a pontualidade, a assiduidade, a lealdade, o espírito de equipe, a confiabilidade, o empenho – ou seja, o que não pode ser simplesmente comprado por dinheiro”. Tais valores intangíveis, segundo Fonseca, dependem fundamentalmente dos atributos morais da organização. Podemos acrescentar que a ética passou a ser elemento de sucesso empresarial por motivos ligados a mudanças gerenciais, socioeconômicas, culturais e tecnológicas. [...]

    Uma das empresas de maior valorização nos Estados Unidos não é, como se poderia pensar, alguma imobiliária com muitos terrenos e prédios, mas a Microsoft, fabricante de software, que depende da confiança em cérebros para desenvolver seus produtos. Por falar nisso, quanto valeria a marca da Coca-Cola, outro bem intangível? Segure-se na cadeira: 36 bilhões de dólares. [...]

    Nos negócios, os relacionamentos duradouros entre clientes, fornecedores, parceiros e colegas de trabalho exigem padrões éticos aplicados às relações comerciais e dentro de cada organização. Na ciência, alguns dos maiores programas em um curso com vistas ao próximo século encontram-se em áreas eticamente explosivas, que são as pesquisas do cérebro, a biodiversidade e o genoma, ou seja, o mapeamento e sequenciamento dos genes do DNA humano. No sistema econômico de mercado, hoje, o grande fator de diferenciação é o talento, dada a disponibilidade de capital, informação, tecnologia e processos. E o talento, a serviço da produção, não pode estar dissociado da ética. Por fim, na questão da corrupção de governos, é a ética das instituições que obriga ao cumprimento da lei, evitando, ou pelo menos diminuindo, os roubos e desvios de recursos.

   Com tal pano de fundo, é desejável que as empresas procurem valorizar o elemento humano. Se do funcionário se espera um comprometimento ético com o futuro da organização, é justo que delas se aguarde uma atitude correspondente em relação ao funcionário. Vantagens como horário flexível, a participação nos lucros e a remuneração vinculada ao desempenho deveriam, assim, tornar-se mais e mais comuns. Somente desse modo se poderia pensar em criar uma família entre a empresa e seus funcionários, com consequente aumento da dedicação ao trabalho. Seria o caso de se elaborar um código de ética próprio, a ser mostrado previamente a aprovação dos candidatos a cargos na organização para saber se eles concordam ou não com seus termos. Desde que estejam de acordo, a partir de então, os funcionários saberão o que esperar da empresa, e esta deles, num processo mais transparente de confiança e abertura. Será um novo tempo que, esperamos, não tardará a chegar.

GUERRA, Sílvio. A ética ajuda a ser mais competitivo. Exame, São Paulo, ano 26, n. 22, p. 36, 26 out. 1994. Adaptado.

Atente para os excertos e análise da retomada pronominal destacada. Assinale a opção em que a indicação do elemento anafórico esteja INCORRETA: 
Alternativas
Q1991000 Português

TEXTO 2



(Disponível em http://desinformadoss.blogspot.com.br/2015/11/cronica-odio-e-intolerancia-na-internet.html)

Em relação ao Texto, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.


A fala do último quadrinho deveria ser reescrita, seguindo-se a norma padrão culta, da seguinte maneira: “Me esqueci que não estou na internet!”.

Alternativas
Q1990997 Português
Antigamente, o silêncio era dos imbecis;
hoje, são os melhores que emudecem


       A atitude intolerante extrapola a individualidade e liberdade de expressão das pessoas. A intolerância reflete o preconceito cultural em que somente um ponto de vista é aceito. No meio digital, torna-se muitas vezes revestida de diferentes formas, bastante perigosas e até criminosas. Principalmente nas redes sociais o sentimento de intransigência encontrou um campo fértil sem concorrente nas quatro estações do ano.
     No Brasil, a política é o tipo de intolerância de maior audiência na internet. A conclusão é de uma pesquisa da agência de propaganda Nova/SB, realizada no ano passado, que mapeou os dez tipos mais recorrentes de extremismos nas redes sociais. Uma rápida navegação comprova esse resultado, que se agrava de forma cruel e pessimista, uma vez que são raras as vezes em que há um debate inteligente ou preocupado sobre questões sociais e coletivas. A discussão é feroz, infantil e cega, e não há vencedores ao final.
    A intolerância das pessoas chega a ser mesquinha, pequena e imoral. Agem como se não houvesse impunidade, pois existe a ilusão de que o mundo digital é uma terra de ninguém, quando muitos casos poderiam ser enquadrados em crimes cibernéticos. De insultos a notícias falsas, as infrações no mundo digital também devem ser julgadas e punidas sem exceção.
      Uma pesquisa da Quartz divulgada em janeiro deste ano constatou que 55% dos brasileiros consideram que não há nada na internet além do Facebook. Para boa parte dos entrevistados, o Facebook e a internet são a mesma coisa. Nos EUA, o índice foi de apenas 5%.
      Isso reflete o conhecimento limitado e a falta de visão em relação ao mundo de possibilidades, oportunidades e alcance que a internet traz, e que poucos enxergam e se arriscam a viver e conhecer. Precisamos acordar e buscar o nosso lugar ao sol, pois a concorrência cresce todo dia. Antigamente, o silêncio era dos imbecis; hoje, são os melhores que emudecem. O grito, a ênfase, o gesto, o punho cerrado estão com os idiotas de ambos os sexos, dizia Nelson Rodrigues.

Eliane Dias. Texto adaptado de e disponível em: https://revistacult.uol.
com.br/home/internet-nao-e-o-facebook/

Em relação ao Texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.


No excerto “Uma rápida navegação comprova esse resultado, que se agrava de forma cruel e pessimista [...]”, a próclise foi utilizada por haver um pronome relativo que atrai o pronome oblíquo átono.

Alternativas
Q1790166 Português

Texto 3

Contra os iconoclastas


A mentira está no mundo. Ela está em nós e ao nosso redor. Não podemos fechar-lhe os olhos. Omnis homo mandax, diz um salmo (115, 11). Podemos traduzir: o homem é uma criatura capaz de mentir. Se não são todos os homens que escondem seus pensamentos com a língua, no caso de políticos e diplomatas a mentira integra o métier. Hermann Kesten expande a ideia como um leque: “Há categorias profissionais inteiras, sobre as quais o povo pensa de antemão, que obrigam seus representantes a mentir, como, por exemplo, teólogos, políticos, prostitutas, diplomatas, jornalistas, advogados, atores, juízes […]”. Palavras de um poeta?


Santo Agostinho, o primeiro a tornar a mentira objeto de reflexão filosófica e teológica, viu também em primeira mão o aspecto linguístico da mentira. Seria mentira o discurso figurado? Quod absit omnino (‘O que seria pura tolice’), disse Agostinho, ao refletir sobre a ideia de que a linguagem figurada em todas as suas formas talvez devesse ser considerada no âmbito da mentira. Não são muitos os que censuram explicitamente a metáfora (adotaremos o termo para todos os tipos de imagens linguísticas) de ser mentirosa. Mas implicitamente se ouve sempre essa censura. Em especial na ciência parece reinar um profundo ceticismo em relação à metáfora. Vez ou outra entram em cena iconoclastas arrogando que querem agora purificar a linguagem científica de todas as metáforas, e tudo ficaria bem, a verdade assomaria. Comparação deve ceder lugar à razão, dizem, e a ciência deve exprimir-se em sua linguagem. As metáforas apenas dissimulariam os pensamentos científicos, ou mesmo os deformariam. Um pesquisador sério escreve sem metáforas.


Mas eliminar as metáforas quer dizer não somente arrancar as flores do caminho da verdade, quer dizer também se privar do veículo que ajuda a acelerar o acesso à verdade. Uma palavra isolada jamais pode ser uma metáfora. “Fogo” é sempre a palavra normal cujo significado (lexical) conhecemos. Somente através de um contexto essa palavra pode se tornar uma metáfora, por exemplo, “fogo da paixão”. Se a metáfora necessariamente tem o contexto como condição de sua formação, não se aplica para ela a semântica da palavra isolada, mas a semântica da palavra no texto, com o jogo da determinação entre os polos do significado lexical e do significado textual. Essa tensão constitui o fascínio da metáfora.


Não há nenhuma razão para desconfiança ante as metáforas. Não se pode falar que a linguagem figurada seja como uma cobertura de flores, bela, mas inútil. Todas as palavras nos deveriam ser bem-vindas se queremos usá-las no texto, aquelas em contexto esperado, bem como aquelas em contexto inesperado, as metáforas. Não há mentira na metáfora, portanto.


WEINRICH, H. Linguística da mentira. Trad. de M. A. Barbosa e W. Heidermann. Florianópolis: Ed. da Ufsc, 2017. p. 13-15; 53-59. Adaptado.

Considere as afirmativas abaixo, com base no texto 3.
1. Em “os deformariam” (2° parágrafo), a posposição (ênclise) do pronome átono consistiria em desvio da norma culta, pois o verbo está no futuro do pretérito. 2. As construções “a ciência deve exprimir-se” (2°  parágrafo) e “essa palavra pode se tornar” (3°  parágrafo) evidenciam um uso variável da colocação pronominal em português.  3. Em “Não se pode falar” (4º parágrafo), o pronome sublinhado pode ser deslocado para entre os verbos, sem ferir a norma culta da língua escrita. 4. A construção “não se aplica para ela” (3° parágrafo) pode ser reescrita como “não se aplica-lhe”, sem ferir a norma culta da língua escrita. 5. A reescrita de “se queremos usá-las no texto” (4° parágrafo) como “se as queremos usar no texto” é bem aceita na norma culta, já a construção “se queremos usar elas no texto” é rejeitada na norma culta da língua escrita.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1789513 Português

Texto 1

Idioma mais difícil do mundo é falado no Brasil


“A língua mais difícil do mundo é sem dúvida o pirarrã”, diz Rolf Theil, professor de linguística da Universidade de Oslo. Entre os milhares de línguas faladas no planeta, Theil escolheu esta língua falada por cerca de 350 nativos na região do rio Maici, na Amazônia brasileira.

Língua de outro mundo, o pirarrã (Pirahã) é uma língua cuja pronúncia é muito especial, na qual a entonação é muito importante. Por exemplo, as palavras “amigo” e “inimigo” são as mesmas, mas a entonação difere. Ela pode ser falada, cantada e até mesmo assobiada. Na verdade, a língua é baseada em um conjunto de sons baixos transmitidos através de distâncias consideráveis. Isso permite aos nativos orientarem-se de uma melhor maneira em toda a selva e torna-se uma grande vantagem para se comunicarem sob as chuvas torrenciais da Amazônia. 

Podemos aprendê-la?

O pirarrã não tem substantivos no singular ou plural. O contexto da frase dirá se se fala de uma coisa ou de várias, segundo o portal Science Nordic. Esse idioma tem apenas três vogais e oito consoantes, mas muitos sons específicos adquirem o significado de palavras inteiras. A transliteração pode ser detectada muitas vezes intuitivamente, mas, se não se conhecer algumas regras da língua, será impossível transmitir uma ideia.

Especialistas acreditam que, devido à sua complexidade, aprender essa língua levaria cerca de 10 anos para uma pessoa com uma memória média. Os pesquisadores descobriram alguma semelhança entre palavras em pirarrã e em inglês e português. No entanto, muitas dessas palavras têm um significado diferente, o que dificulta ainda mais a sua aprendizagem.


Disponível em: <http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/

noticias/2016/11/20/idioma-mais-dificil-do-mundo-e-faladono-brasil/>


Acesso em 22/novembro/2016 [adaptado]

Considere os trechos extraídos do texto 1.
1. Isso permite aos nativos orientarem-se de uma melhor maneira em toda a selva e torna- -se uma grande vantagem para se comunicarem sob as chuvas torrenciais da Amazônia. (2° parágrafo) 2. A transliteração pode ser detectada muitas vezes intuitivamente mas, se não se conhecer algumas regras da língua, será impossível transmitir uma ideia. (4° parágrafo)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).
( ) Em 1, as três ocorrências do pronome “se” mostram que a colocação pronominal em relação ao verbo é variável no português do Brasil. ( ) Em 2, o pronome “se” poderia ser deslocado para depois do verbo (conhecer-se), sem ferir a norma culta escrita da língua portuguesa. ( ) Em 2, o segmento “se não se conhecer algumas regras da língua” poderia ser reescrito como “se não se conhecer regra alguma da língua”, sem prejuízo de sentido ao enunciado. ( ) Em 1, o início do período poderia ser reescrito como “Isso permite que os nativos orientem- -se […]”, sem ferir a norma culta da língua e sem prejuízo de sentido ao enunciado. ( ) Em 2, o segmento “se não se conhecer” poderia ser substituído por “caso não se conhece”, sem ferir a norma culta escrita da língua e sem prejuízo de sentido ao enunciado.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1709726 Português
A colocação dos pronomes e o emprego da crase estão de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
Alternativas
Q1702945 Português

Leia o texto.


De que é feito um texto? Fragmentos originais, montagens singulares, referências, acidentes, reminiscências, empréstimos voluntários. De que é feita uma pessoa? Migalhas de identificação, imagens incorporadas, traços de caráter assimilados, tudo (se é que se pode dizer assim) que se chama o eu.

Michel Schneider. Ladrões de palavras. Campinas. Editora da Unicamp. 1990.


Sobre o texto é correto afirmar.

1. É feita uma analogia entre a construção de um texto e a “construção” de uma pessoa.

2. Há, no texto, dois questionamentos. Ambos são respondidos pelo próprio texto.

3. As expressões sublinhadas no texto exercem a mesma função sintática, a saber: objeto indireto.

4. A frase colocada entre parênteses apresenta um pronome oblíquo em próclise.

5. As palavras “empréstimos e escrevêsseis” são acentuadas graficamente pela mesma razão: ambas são proparoxítonas.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1698347 Português
    Todo ato criativo acontece, inicialmente, por meio de uma crise. Em um mundo em crise, não se pode falar sobre criatividade sem ter a cooperação como condição prévia para a superação de uma crise. Neste desafio, deve-se ter como aliado o diálogo, possível instrumento de transformação do real e superação de crises e conflitos. O ato criativo, talvez consista na promoção do diálogo. Para isso, é preciso demonstrar que não há um método, ou uma dialética, mas apenas o diálogo, que é a fala entre duas pessoas. No diálogo, não há um método definido, há apenas um jogo. A dialética é uma técnica (techné), ou melhor, um método preciso e teleológico, que busca um fim, uma resposta. É por intermediação da dialética, que é a arte de raciocinar, da lógica – dialektiké (techné) discussão, em um constante processo de racionalização – que somos levados a vivenciar em um mundo dominado pela técnica moderna, o filho perverso da techné. É necessário, entretanto, cada vez mais de diálogo, de jogos de linguagem, de relações amorosas solidárias e carismáticas, e não de dialética, que é estéril.


(AMORIM, Wellington Lima. SILVA, Everaldo. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Fragmento.)
Considerando o emprego de elementos de coesão textual, a substituição da expressão destacada em “Em um mundo em crise, não se pode falar sobre criatividade sem ter a cooperação como condição prévia para a superação de uma crise.” mantendo-se o sentido original resultaria em:
Alternativas
Respostas
2081: D
2082: C
2083: D
2084: B
2085: E
2086: C
2087: B
2088: B
2089: B
2090: E
2091: E
2092: B
2093: D
2094: E
2095: C
2096: C
2097: E
2098: B
2099: A
2100: C