Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q1650763 Português

Com base no texto acima e considerando o tema por ele focalizado, julgue o item subseqüente.


Na linha 12, a substituição de “à” por para a preservaria a coerência e a correção do período.

Alternativas
Q1650762 Português

Com base no texto acima e considerando o tema por ele focalizado, julgue o item subseqüente.


Se a expressão “os quais” (ℓ.8) viesse no singular — o qual — para concordar com “um conjunto” (ℓ.5), haveria prejuízo para a correção gramatical do período.

Alternativas
Q1650751 Português

Tendo o texto acima por referência e considerando o tema por ele tratado, julgue o item seguinte.


A eliminação do termo referencial “os mesmos” (ℓ..3) prejudicaria a coerência do texto.

Alternativas
Q1650750 Português

Tendo o texto acima por referência e considerando o tema por eletratado, julgue o item seguinte.


Como o texto se refere a várias ações, seria gramaticalmente correto substituir “É essencial” (ℓ.1) por São essenciais

Alternativas
Q1650740 Português

A figura acima mostra uma janela do Word 2000, com um texto que está sendo editado por um usuário. Com relação à figura, ao texto nela contido, ao tema por ele abordado e ao Word 2000, julgue o item.


Na linha 6, o pronome “ela” refere-se ao antecedente “estancar”.

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Q1636740 Português

Texto I



Texto II




Texto III



Considerando os textos I, II e III, julgue as idéias e a correção gramatical do item que se segue.


Nas linhas 2 e 3 do texto III, “Sua” refere-se, respectivamente, à ética capitalista e à moral capitalista hodiernas.

Alternativas
Q1636729 Português

Considerando a construção morfossintática, semântica e discursiva do texto, julgue o item a seguir.


O trecho “Para entender as distinções entre ética e moral” (ℓ.1) equivale, semanticamente, a Para se entenderem as distinções entre ética e moral.

Alternativas
Q1636719 Português

A respeito das idéias e da estrutura do texto, julgue o item a seguir.


A substituição de “acerca disso” (.2) pela expressão sobre disso não altera o sentido nem a sintaxe do texto.

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Q401656 Português
Há falta de coesão e de coerência na frase:
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Q401651 Português
                                       Segurança

       O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os play-grounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, a segurança. Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados. (...)
       Mas os assaltos continuaram. (...)
       Foi reforçada a guarda, construíram uma segunda cerca. As famílias com mais posses mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos.
       E ninguém pode sair.
       Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.
       Mas surgiu outro problema.
As tentativas de fuga. E há motins constante de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.
       A guarda tem sido obrigada a agir com energia
.

                                               (Luis Fernando Veríssimo, Comédias para se ler na escola)

É preciso corrigir e tornar clara a redação da frase:
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Q401645 Português
                                       Aprendendo o Brasil

       Os brasileiros que têm o privilégio de viajar bastante pelo Brasil estão, o tempo todo, surpreendendo-se com a diversidade de nossos tesouros naturais e culturais. É pena que a maioria dessas riquezas ainda não esteja integrada a um planejamento turístico eficaz e sensato, de envergadura nacional, capaz ao mesmo tempo de explorar e preservar esses pólos de atração.
       Pense-se nos empregos que se poderiam gerar com a instalação de equipamentos capazes de oferecer toda a infra- estrutura de apoio para uma efetiva internacionalização do nosso turismo. Ao lado disso, imagine-se o quanto seria importante, para nós mesmos, podermos reconhecer essa diversidade, identificar de modo concreto a pluralidade dos nossos costumes, das nossas linguagens, dos nossos climas, da nossa geografia, da nossa culinária, da nossa arte popular.
       Entre outras vantagens, o turismo bem empreendido atua como um fator de autoconsciência e integração de um povo: pessoas de diferentes regiões passam a trocar experiências, a considerar as especificidades dos modos de viver, a reconhecer a grande variação de valores culturais. Sem falar numa intensificação da consciência ecológica: todo turismo bem planejado não apenas expõe as riquezas naturais, mas ensina a valorizá-las e a conservá-las.
       Não é nenhum exagero afirmar que o turismo pode representar um dos mais objetivos caminhos para o Brasil se fazer conhecer e para os brasileiros se conhecerem a si mesmos
.

                                                                                                       (Abelardo Junqueira)


Está clara e correta a redação da seguinte frase:
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Ano: 2003 Banca: ACEP Órgão: BNB Prova: ACEP - 2003 - BNB - Assistente Administrativo |
Q387464 Português
imagem-003.jpg

As questões a seguir referem-se ao texto Vidas Secas:
Indique a afirmação CORRETA:
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Q38906 Português
O caso Amina Lawal

        A absolvição da nigeriana Amina Lawal, que havia sido condenada à morte por apedrejamento pela acusação de adultério, representa uma vitória dos direitos humanos e da comunidade internacional. Ela está longe, entretanto, de significar
uma melhora da situação das mulheres no país. Na verdade, a "solução" encontrada pelos juízes da corte islâmica de apelações que reviu o caso manteve as aparências. Lawal foi absolvida devido a "erros de procedimento" nos dois julgamentos anteriores. Em nenhum momento o "crime" (sexo fora do casamento, ou "zina", na lei islâmica) ou a crueldade da pena foram postos em questão. A sentença, porém, aliviou a pressão internacional sobre o governo nigeriano.
        O caso Lawal é, para os padrões democráticos ocidentais, um verdadeiro escândalo. Amina Lawal, 31, foi sentenciada em primeira instância, em março de 2002, no Estado de Katsina, no norte da Nigéria. Segundo a Anistia Internacional, a prova usada contra ela foi o fato de ter engravidado sem ser casada. Curiosamente, o homem que ela afirmava ser o pai da criança apenas negou que tivesse mantido relações sexuais com Amina e nem foi a juízo. Pelos cânones da escola Maliki de interpretação da "sharia", a lei muçulmana, que é a corrente dominante no norte da Nigéria, a gravidez é prova bastante da culpabilidade da ré. A condenação de Amina fora confirmada em segunda instância em agosto de 2002.
      A absolvição representa um alívio para o governo do presidente Olusegun Obasanjo (cristão). Se o apedrejamento fosse confirmado pela corte islâmica e ascendesse a um tribunal laico, uma eventual liberação de Lawal - vista por observadores como certa - poderia desencadear uma guerra civil entre os muçulmanos do norte do país e os cristãos do sul. Se o pior desfecho foi evitado com a absolvição, a questão dos direitos humanos está longe de equacionada. No
mesmo dia em que Lawal era libertada, a imprensa nigeriana noticiava a condenação ao apedrejamento de um acusado de sodomia.

(Folha de S.Paulo. Editorial. 27/09/2003)

Segundo a Anistia Internacional, a prova usada contra ela foi o fato de ter engravidado sem ser casada.
O segmento sublinhado na frase acima pode ser corretamente substituído, mantendo-se o sentido da frase, por:
Alternativas
Q38900 Português
O caso Amina Lawal

        A absolvição da nigeriana Amina Lawal, que havia sido condenada à morte por apedrejamento pela acusação de adultério, representa uma vitória dos direitos humanos e da comunidade internacional. Ela está longe, entretanto, de significar
uma melhora da situação das mulheres no país. Na verdade, a "solução" encontrada pelos juízes da corte islâmica de apelações que reviu o caso manteve as aparências. Lawal foi absolvida devido a "erros de procedimento" nos dois julgamentos anteriores. Em nenhum momento o "crime" (sexo fora do casamento, ou "zina", na lei islâmica) ou a crueldade da pena foram postos em questão. A sentença, porém, aliviou a pressão internacional sobre o governo nigeriano.
        O caso Lawal é, para os padrões democráticos ocidentais, um verdadeiro escândalo. Amina Lawal, 31, foi sentenciada em primeira instância, em março de 2002, no Estado de Katsina, no norte da Nigéria. Segundo a Anistia Internacional, a prova usada contra ela foi o fato de ter engravidado sem ser casada. Curiosamente, o homem que ela afirmava ser o pai da criança apenas negou que tivesse mantido relações sexuais com Amina e nem foi a juízo. Pelos cânones da escola Maliki de interpretação da "sharia", a lei muçulmana, que é a corrente dominante no norte da Nigéria, a gravidez é prova bastante da culpabilidade da ré. A condenação de Amina fora confirmada em segunda instância em agosto de 2002.
      A absolvição representa um alívio para o governo do presidente Olusegun Obasanjo (cristão). Se o apedrejamento fosse confirmado pela corte islâmica e ascendesse a um tribunal laico, uma eventual liberação de Lawal - vista por observadores como certa - poderia desencadear uma guerra civil entre os muçulmanos do norte do país e os cristãos do sul. Se o pior desfecho foi evitado com a absolvição, a questão dos direitos humanos está longe de equacionada. No
mesmo dia em que Lawal era libertada, a imprensa nigeriana noticiava a condenação ao apedrejamento de um acusado de sodomia.

(Folha de S.Paulo. Editorial. 27/09/2003)

Deve-se entender que, do modo como foi utilizada, a expressão do texto Ela está longe, no contexto do primeiro parágrafo,
Alternativas
Ano: 2003 Banca: OFFICIUM Órgão: TJ-RS Prova: OFFICIUM - 2003 - TJ-RS - Oficial de Justiça |
Q32776 Português
Os nexos No entanto (linha 05) e então (linha 20) poderiam ser substituídos sem acarretar mudança no significado das respectivas frases, por
Alternativas
Ano: 2003 Banca: OFFICIUM Órgão: TJ-RS Prova: OFFICIUM - 2003 - TJ-RS - Oficial de Justiça |
Q32775 Português
Sobre o emprego de recursos de coesão no texto, considere as assertivas abaixo.

I - Por essa razão (linha 02) é uma expressão que retoma o conteúdo do que vinha sendo expresso.

II - No segundo parágrafo, as pessoas criativas e os criativos são formas de referir o mesmo tipo de pessoa.

III - O uso de também (linha 12) chama a atenção para o fato de que o texto já mencionara antes algumas características partilhadas pelos criativos.

Quais são corretas?
Alternativas
Q28905 Português
Imagem 004.jpg
Com relação aos aspectos gramaticais do texto III, julgue os
itens a seguir.
Na linha 3, o vocábulo "que" refere-se a "sanções".
Alternativas
Q28899 Português
Imagem 004.jpg
Com referência à compreensão e à interpretação do texto III,
julgue os itens a seguir.
No contexto do primeiro parágrafo, entende-se que os pronomes, "aquele" (L.3) e "suas" (l.4) referem-se a "indivíduo A" (L.1).
Alternativas
Q28896 Português
Demonstra adequação à escrita culta padrão e bom entendimento do sentido expresso no trecho "O próprio (...) comando" (L.7-11) do texto II a seguinte frase: Sociólogos e cientistas políticos recomendam a abolição do termo poder, impugnando-o e empregando, em seu lugar, sinônimos aproximados.
Alternativas
Q28892 Português
Imagem 003.jpg
Julgue os itens seguintes, referentes à conceituação de poder expressa
no texto II.
O pronome "lhe" (L.6) refere-se a "(d)o fato poder" (L.5).
Alternativas
Respostas
14121: C
14122: E
14123: E
14124: E
14125: E
14126: C
14127: C
14128: E
14129: C
14130: D
14131: B
14132: A
14133: B
14134: C
14135: C
14136: D
14137: C
14138: C
14139: C
14140: C