Questões de Concurso
Sobre coesão e coerência em português
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A frase colocada após o travessão acrescenta ao contexto a noção de


Com o auxílio do texto acima e tendo em vista o cenário internacional contemporâneo, julgue o item que se segue.
Imediatamente antes de “Marco histórico” (ℓ.3), subentende-se
uma expressão tal como uma das seguintes: Já que se
configurou como um, Como é um, Uma vez que se
constituiu como um.
Considerando a realidade social, demográfica e econômica do Brasil contemporâneo e tendo o texto acima por referência, julgue o item seguinte.
Como o segundo período do texto apresenta elipses, sua
compreensão exige a retomada de informações que estão
explícitas no primeiro período.
A seguir, são transcritos, com pequenas alterações, os artigos da Lei n.º 8.501/1992, que dispõe sobre a utilização de cadáver não reclamado, para fins de estudos ou pesquisas científicas, e dá outras providências.
Art. 1.º Esta lei visa disciplinar a destinação de cadáver não reclamado junto às autoridades públicas, para fins de ensino e pesquisa.
Art. 2.º O cadáver não reclamado junto às autoridades públicas, no prazo de trinta dias, poderá ser destinado às escolas de medicina, para fins de ensino e de pesquisa de caráter científico.
Art. 3.º Será destinado para estudo, na forma do artigo anterior, o cadáver:
I – sem qualquer documentação;
II – identificado, sobre o qual inexistam informações relativas a endereços de parentes ou responsáveis legais.
§ 1.° Na hipótese do inciso II deste artigo, a autoridade competente fará publicar, nos principais jornais da cidade, a título de utilidade pública, pelo menos dez dias, a notícia do falecimento.
§ 2.º Se a morte resultar de causa não natural, o corpo será, obrigatoriamente, submetido a necropsia no órgão competente.
§ 3.º É defeso encaminhar o cadáver para fins de estudo, quando houver indício de que a morte tenha resultado de ação criminosa.
§ 4.º Para fins de reconhecimento, a autoridade ou instituição responsável manterá, sobre o falecido: a) os dados relativos às características gerais; b) a identificação; c) as fotos do corpo; d) a ficha datiloscópica; e) o resultado da necropsia, se efetuada; e f) outros dados e documentos julgados pertinentes.
Art. 4.° Cumpridas as exigências estabelecidas nos artigos anteriores, o cadáver poderá ser liberado para fins de estudo.
Art. 5.º A qualquer tempo, os familiares ou representantes legais terão acesso aos elementos de que trata o § 4.º do art. 3.º desta lei.
Art. 6.º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 7.º Revogam-se as disposições em contrário.
Acerca das idéias e das estruturas empregadas na redação dessa lei, bem como do assunto a ela relacionado, julgue o item que se segue.
No § 4.° do art. 3.° , causaria alteração do sentido do texto
a substituição da palavra “sobre” por sob.
A seguir, são transcritos, com pequenas alterações, os artigos da Lei n.º 8.501/1992, que dispõe sobre a utilização de cadáver não reclamado, para fins de estudos ou pesquisas científicas, e dá outras providências.
Art. 1.º Esta lei visa disciplinar a destinação de cadáver não reclamado junto às autoridades públicas, para fins de ensino e pesquisa.
Art. 2.º O cadáver não reclamado junto às autoridades públicas, no prazo de trinta dias, poderá ser destinado às escolas de medicina, para fins de ensino e de pesquisa de caráter científico.
Art. 3.º Será destinado para estudo, na forma do artigo anterior, o cadáver:
I – sem qualquer documentação;
II – identificado, sobre o qual inexistam informações relativas a endereços de parentes ou responsáveis legais.
§ 1.° Na hipótese do inciso II deste artigo, a autoridade competente fará publicar, nos principais jornais da cidade, a título de utilidade pública, pelo menos dez dias, a notícia do falecimento.
§ 2.º Se a morte resultar de causa não natural, o corpo será, obrigatoriamente, submetido a necropsia no órgão competente.
§ 3.º É defeso encaminhar o cadáver para fins de estudo, quando houver indício de que a morte tenha resultado de ação criminosa.
§ 4.º Para fins de reconhecimento, a autoridade ou instituição responsável manterá, sobre o falecido: a) os dados relativos às características gerais; b) a identificação; c) as fotos do corpo; d) a ficha datiloscópica; e) o resultado da necropsia, se efetuada; e f) outros dados e documentos julgados pertinentes.
Art. 4.° Cumpridas as exigências estabelecidas nos artigos anteriores, o cadáver poderá ser liberado para fins de estudo.
Art. 5.º A qualquer tempo, os familiares ou representantes legais terão acesso aos elementos de que trata o § 4.º do art. 3.º desta lei.
Art. 6.º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 7.º Revogam-se as disposições em contrário.
Acerca das idéias e das estruturas empregadas na redação dessa lei, bem como do assunto a ela relacionado, julgue o item que se segue.
No § 1.° do art. 3.° , seria correto introduzir a palavra
durante imediatamente antes da palavra “pelo”.
Texto I

Com referência às idéias e às estruturas do texto I, julgue o item subseqüente.
A correção gramatical do texto seria mantida caso se
inserisse o termo frota imediatamente antes de “Militar”
(ℓ.11) e de “Civil” (ℓ.12).
Texto I

Com referência às idéias e às estruturas do texto I, julgue o item subseqüente.
A expressão “essa área” (ℓ.11) refere-se a um inteiro, no
caso a cidade de Boa Vista, que se divide em 56 partes.
Texto I

Com referência às idéias e às estruturas do texto I, julgue o item subseqüente.
A expressão “atender a demanda” (ℓ.11) refere-se a
combater as “invasões” (ℓ.10) para, com isso, proporcionar
mais segurança.
Em cada um do item seguinte, julgue a correção gramatical da reescritura apresentada e a manutenção da idéia do texto acima.
“direito (...) problema” (ℓ.4-7): direito, assim como a moral, por vezes regulam condutas externas, assim como internas; por isso a dicotomia não é suficiente para dar conta do problema
Em cada um do item seguinte, julgue a correção gramatical da reescritura apresentada e a manutenção da idéia do texto acima.
“Mas há (...) internas” (ℓ.3-5): Mas houveram críticas que
refutavam tais teorias, embasadas, sobre tudo, no fato de
o direito, as vezes, regular condutas internas
Em cada um do item seguinte, julgue a correção gramatical da reescritura apresentada e a manutenção da idéia do texto acima.
“Há teorias (...) (direito)” (ℓ.1-3): Existe teorias em que
procuram distinguir direito de moral, tendo por
parâmetros os critérios de interioridade (relativa à
moral) e exterioridade (referente ao direito)
Texto I

Com referência às idéias e às estruturas do texto I, julgue o item subseqüente.
Contextualmente, seria correto substituir o trecho “Além do
efetivo” (ℓ.17) pela expressão Além de contratar mais
policiais.
A figura acima mostra uma janela do aplicativo Word 2000 com parte de um texto de Maria Alice Cruz, extraído e adaptado do site www.unicamp.br. Com base na janela mostrada e considerando o texto nela contido, julgue o item subseqüente.
Pode-se unir o primeiro período do texto ao segundo, sem
alterar a informação, substituindo o ponto após “colhe-se”
por ponto-e-vírgula.
Em cada um do item seguinte, julgue a correção gramatical da reescritura apresentada e a manutenção da idéia do texto acima.
“O raciocínio (...) inválido” (ℓ.17-21): Pelo texto, é incompatível ao raciocínio jurídico valores como certo ou
errado, virtuoso ou vicioso, bom ou mau, lícito ou ilícito,
legal ou ilegal, constitucional ou inconstitucional, válido
ou inválido
Em cada um do item seguinte, julgue a correção gramatical da reescritura apresentada e a manutenção da idéia do texto acima.
“pode-se (...) ciência” (ℓ.14-16): Sintetizando o texto, podem-se estabelecer as seguintes relações: normas
jurídicas, ciência do direito; normas morais, ciência da
Ética
A partir das idéias e da forma do texto acima, julgue o item a seguir.
Mantém a mesma idéia da pergunta formulada nas linhas
9 e 10 a seguinte reformulação: Se o homem pode se iludir
quanto à dimensão de seu direito, o que deve levá-lo a
conhecer os limites de tais direitos?
Com base no texto acima e considerando o tema por ele focalizado, julgue o item subseqüente.
O termo “Esse documento” (ℓ.13) refere-se a “tratados
internacionais” (ℓ.11-12).






