Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q67692 Português
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Julgue os itens a seguir, a respeito das estruturas linguísticas e da
organização das ideias no texto acima.
No trecho "da renda e da riqueza: envolve" (L.10-11) a função do sinal de dois-pontos corresponde à função de um conectivo explicativo; por isso, preservam-se a correção gramatical e a coerência textual ao se reescrever esse trecho do seguinte modo: da renda e da riqueza, pois envolve.
Alternativas
Q67398 Português
No tempo dos trens

Parodiando o grande poeta que escreveu - Havia
manhãs, naquele tempo -, quero registrar: havia trens naquele
tempo. E havia as estações de trem, e as viagens de trem,
antes que alguém decidisse extinguir o transporte ferroviário em
benefício do rodoviário. Nada quero ajuizar sobre a justeza econômica
ou o equívoco técnico dessa medida; o que posso garantir
é que a poesia da vida saiu perdendo. Pois não me venham
comparar o prosaísmo de uma viagem de ônibus com os
devaneios de uma viagem de trem.
Em primeiro lugar, os trens brasileiros, ao contrário
dos japoneses, não tinham pressa: a vapor, a diesel ou mesmo
elétricas, nossas locomotivas permitiam que os passageiros fossem
contemplando com calma a paisagem, e às vezes até simulavam
algum defeito, só para que todos pudessem esticar as
pernas numa estação perdida no meio do caminho. As estações,
com sua arquitetura padronizada, eram recantos sombreados
de onde se avistava a pracinha de uma vila ou a torre
da igreja.
Depois, é preciso considerar que a vida dentro dos
trens também era outra. As pessoas passeavam tranquilamente
pelo corredor, puxavam conversa em rodinhas, ou estacionavam
nas plataformas de ligação entre os vagões, tomando
um ventinho no rosto - prazer tanto maior porque proibido. Sem
falar na possibilidade de um luxo - um carro-restaurante - onde
se sentava para uma refeição, um lanche, uma cerveja.
Para que pressa? Havia mais tempo para não se fazer
nada, naquele tempo. O ritmo dos trens influía no dos negócios,
no das providências burocráticas, até no dos amores: esperavase
mais para dar e receber um beijo, ou então para sofrer uma
despedida. Nesse caso, havia mais tempo para aliviar uma frustração,
repensar na vida. Sem pressa, nossos trens gostavam
de deixar a gente viver em paz.
Se um dia houver uma reversão em nossos meios de
transporte e ressuscitarem as viagens de trem, me avisem, que
eu virei correndo do outro mundo para garantir um lugar à
janela.

(Expedito Trancoso, inédito)

Considere as seguintes frases:

I. O autor manifesta nostalgia das viagens de trem.

II. Nas viagens de trem, quase ninguém tinha pressa.

III. As estaçõezinhas eram parte do encanto dessas viagens.

Essas frases encontram-se articuladas de forma clara, coerente e correta no seguinte período:
Alternativas
Q67389 Português
Informalidade reconfigurada

As atividades informais têm sido tradicionalmente
identificadas no Brasil como as práticas de trabalho mais relacionadas
à luta pela sobrevivência. Na maior parte das vezes,
trata-se de um conjunto expressivo da população que se encontra
excluída das regras formais de proteção social e trabalhista.
Salvo períodos conjunturais determinados de desaceleração
econômica, quando o segmento informal funcionava como uma
espécie de colchão amortecedor da temporária situação de desemprego
aberto, percebia-se que a informalidade era uma das
poucas possibilidades de os segmentos vulneráveis se inserirem
no mercado de trabalho. Por não impor praticamente nenhuma
barreira à entrada, o trabalho informal representaria uma
atividade laboral que também poderia compreender a transição
para o emprego assalariado formal.

O trabalho informal submete-se à baixa remuneração
e à vulnerabilidade de quem não conta com a aposentadoria na
velhice, a pensão para o acidente de trabalho, o seguro para o
desemprego, o piso oficial para a menor remuneração, a representação
sindical, entre outras regras de proteção. Pelo menos
durante o ciclo da industrialização nacional (1930-80), a informalidade
foi sendo drasticamente reduzida. A força do assalariamento
com carteira assinada, decorrente de taxas de crescimento
econômico com média anual de 7%, foi a principal responsável
pela queda do trabalho informal.
Apesar disso, o Brasil ingressou na década de 1980
com cerca de 1/3 do total dos ocupados ainda submetidos às
atividades informais. Com o abandono da condição de rápido e
sustentado crescimento econômico, o mercado de trabalho sofreu
uma importante inflexão. O desemprego aberto vem crescendo,
e com ele a ocupação informal. Em vinte anos, o Brasil
gerou um contingente adicional de 13,1 milhões de postos de
trabalho não assalariados (40% do total de novos postos de trabalho).
No mesmo período de tempo, a informalidade cresceu
mais no meio urbano, uma vez que o setor rural continuou a
expulsar mão de obra.

(Adaptado de Marcio Pochmann, revista Forum)

A informalidade é instável, mas como muitos consideram a informalidade o único meio de sobreviver, tendem a atribuir à informalidade um caráter permanente, receando substituir a informalidade pelo risco de uma outra situação desconhecida.

Evitam-se as viciosas repetições do texto acima substituindo- se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
Alternativas
Q66577 Português
O mito de Prometeu

Os mitos ? narrativas pelas quais os antigos buscavam
explicar, simbolicamente, os principais acontecimentos da vida
? continuam sugerindo lições, mesmo depois de a ciência ter
encontrado explicação para tantos fenômenos. O mito de
Prometeu, por exemplo, é um dos mais belos: fala de um titã
que resolveu ensinar às criaturas o manejo do arado, a
cunhagem das moedas, a escrita, a extração de minérios. Mas
sobretudo lhes estendeu o poder e o uso do fogo, que furtou do
Olimpo e que passou a ser o marco inicial da civilização.

Zeus irritou-se com a ousadia de Prometeu e condenouo,
como punição por ter possibilitado aos homens um poder
divino, ao flagelo de ficar acorrentado a um penhasco do monte
Cáucaso, sendo o fígado devorado por uma águia diariamente
(os órgãos dos titãs se regeneram). Seu sofrimento durou várias
eras, até que Hércules, compadecido, abateu a águia e livrou
Prometeu de seu suplício. Entretanto, para que a vontade de
Zeus fosse cumprida, o gigante passou a usar um anel com
uma pedra retirada do monte ? pelo que se poderia dizer que
ele continuava preso ao Cáucaso.

É um mito significativo e, como todo mito, deve ser
sempre reinterpretado, a cada época, em função de um novo
contexto histórico. Em nossos dias, Prometeu acorrentado e
punido pode lembrar-nos os riscos do progresso, as perigosas
consequências da tecnologia mal empregada, as catástrofes,
em suma, que podem advir do abuso do fogo (como não pensar
na bomba atômica, por exemplo?).

Os pais sempre aconselham os filhos pequenos a "não
brincarem com o fogo". Claro que o aviso é específico, e se
aplica diretamente ao medo de que ocorram queimaduras. Mas
não deixa de ser interessante pensar que, se alguém não
tivesse, qual Prometeu, "brincado" com o fogo, dominando-o, a
humanidade não teria dado o primeiro passo no rumo da
civilização.


(Euclides Saturnino, inédito)

A construção de uma frase pode resultar em ambiguidade, ensejando duplo sentido. Isso NÃO ocorre apenas em:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2010 - TJ-SC - Assistente Social |
Q65583 Português
Indique a frase que NÃO contém nenhum erro gramatical:
Alternativas
Q65196 Português
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Em relação às ideias, às estruturas linguísticas e à tipologia do texto
acima, julgue os itens que se seguem.

A correção gramatical e as informações originais do texto seriam mantidas se o segmento inicial do terceiro parágrafo fosse assim redigido: O que deve ser lembrado.
Alternativas
Q63777 Português
Considerando que as opções abaixo apresentam propostas de reescrita de trechos do texto indicados entre aspas, assinale a opção que, além de estar gramaticalmente correta, mantém o sentido original do texto.
Alternativas
Q63774 Português
Em relação ao sentido do texto e aos seus aspectos linguísticos, assinale a opção correta.
Alternativas
Q63588 Português
Além de estabelecimentos penais superlotados e insalubres, que comprometem a dignidade da população carcerária, as denúncias levadas ao Conselho de Direitos Humanos da ONU em relação aos presídios do Espírito Santo mencionam dezenas de casos de violação das garantias fundamentais e concentram-se no relato de torturas no centro socioeducativo para adolescentes infratores e celas feitas em contêineres, que abrigavam mais de trinta presos, na cidade de Cariacica. (...) Como vários estados não repassam informações sobre os números de detentos e de vagas disponíveis, a situação deve ser mais grave.

O Estado de S.Paulo, 20/4/2010 (com adaptações).

Assinale a opção em que o trecho apresentado preenche a lacuna do texto acima - (...) - de forma coesa e coerente.
Alternativas
Q62889 Português
Em 1997, as obras da usina hidrelétrica de Salto Caxias,
no Paraná, revelaram material inusitado. Encravadas na terra,
havia gravuras indígenas em baixo-relevo que retratavam o
movimento dos corpos celestes, provavelmente utilizadas para
caça, pesca e agricultura.
A descoberta chamou a atenção de especialistas e remeteu
a estudos realizados em solo brasileiro séculos antes.
"Há grandes semelhanças entre o sistema astronômico utilizado
hoje pelos guaranis do sul do Brasil e as medições dos tupinambás
do Maranhão, descritas pelo missionário Claude
d'Abbeville em 1612", diz Germano Afonso, especialista em
etnoastronomia e pesquisador da Universidade Federal do Paraná.
"Isso ocorre apesar das diferenças linguísticas, da distância
geográfica e dos quase 400 anos que os separam no
tempo."
Claude d'Abbeville, monge capuchinho francês, esteve
no Brasil no século XVII em missões de evangelização junto a
aldeias indígenas do Maranhão. Seu relato, considerado uma
das mais importantes fontes de informação sobre a etnia tupi,
trazia uma novidade para a época: a relação de aproximadamente
30 estrelas e constelações utilizadas pelos índios para
atividades de plantio, pesca, caça e rituais religiosos. As semelhanças
entre os conhecimentos dos índios coloniais e os das
aldeias atuais motivaram novas pesquisas junto a etnias indígenas
de todo o país. "É possível que as tribos se utilizem
desse conhecimento desde que deixaram de ser nômades,
como forma de entender as flutuações sazonais de clima para
sua subsistência", diz Afonso.
As atividades das tribos indígenas guiam-se geralmente
por dois tipos principais de constelações. Há aquelas relacionadas
ao clima, à fauna, e à flora do lugar, conhecidas por toda a
comunidade, e outras, relacionadas aos espíritos indígenas,
mais difíceis de visualizar e conhecidas normalmente apenas
pelos pajés. No firmamento, encontram mais do que orientação
sobre marés e estações do ano: veem um retrato do mundo
terrestre.
Na estrada esbranquiçada da Via Láctea, tribos
encontram o principal ponto de referência para as medições
celestes. Chamam-na Tapi'i rapé (Caminho da Anta), devido à
posição das constelações que a formam. Se para medir
fenômenos climáticos as referências são animais terrestres,
quando se trata do sagrado a região recebe o nome de Morada
dos Deuses. Ali, próxima à constelação do Cisne, está a
mancha escura que simboliza Nhanderu, o deus maior guarani.
Sentado em um banco, segurando o Sol e a Lua, ele aparece
todos os anos para anunciar a primavera.
(Juliana Winkel. Brasil. Almanaque de cultura popular. São
Paulo: Andreato comunicação & cultura, ano 9, n. 97, maio de
2007, pp. 18-19, com adaptações)

Para responder às questões de números 10 a 12, considere o segmento abaixo.

"Isso ocorre apesar das diferenças linguísticas, da distância geográfica e dos quase 400 anos que os separam no tempo." (2º parágrafo)

O pronome os refere-se, diretamente, aos
Alternativas
Q62888 Português
Em 1997, as obras da usina hidrelétrica de Salto Caxias,
no Paraná, revelaram material inusitado. Encravadas na terra,
havia gravuras indígenas em baixo-relevo que retratavam o
movimento dos corpos celestes, provavelmente utilizadas para
caça, pesca e agricultura.
A descoberta chamou a atenção de especialistas e remeteu
a estudos realizados em solo brasileiro séculos antes.
"Há grandes semelhanças entre o sistema astronômico utilizado
hoje pelos guaranis do sul do Brasil e as medições dos tupinambás
do Maranhão, descritas pelo missionário Claude
d'Abbeville em 1612", diz Germano Afonso, especialista em
etnoastronomia e pesquisador da Universidade Federal do Paraná.
"Isso ocorre apesar das diferenças linguísticas, da distância
geográfica e dos quase 400 anos que os separam no
tempo."
Claude d'Abbeville, monge capuchinho francês, esteve
no Brasil no século XVII em missões de evangelização junto a
aldeias indígenas do Maranhão. Seu relato, considerado uma
das mais importantes fontes de informação sobre a etnia tupi,
trazia uma novidade para a época: a relação de aproximadamente
30 estrelas e constelações utilizadas pelos índios para
atividades de plantio, pesca, caça e rituais religiosos. As semelhanças
entre os conhecimentos dos índios coloniais e os das
aldeias atuais motivaram novas pesquisas junto a etnias indígenas
de todo o país. "É possível que as tribos se utilizem
desse conhecimento desde que deixaram de ser nômades,
como forma de entender as flutuações sazonais de clima para
sua subsistência", diz Afonso.
As atividades das tribos indígenas guiam-se geralmente
por dois tipos principais de constelações. Há aquelas relacionadas
ao clima, à fauna, e à flora do lugar, conhecidas por toda a
comunidade, e outras, relacionadas aos espíritos indígenas,
mais difíceis de visualizar e conhecidas normalmente apenas
pelos pajés. No firmamento, encontram mais do que orientação
sobre marés e estações do ano: veem um retrato do mundo
terrestre.
Na estrada esbranquiçada da Via Láctea, tribos
encontram o principal ponto de referência para as medições
celestes. Chamam-na Tapi'i rapé (Caminho da Anta), devido à
posição das constelações que a formam. Se para medir
fenômenos climáticos as referências são animais terrestres,
quando se trata do sagrado a região recebe o nome de Morada
dos Deuses. Ali, próxima à constelação do Cisne, está a
mancha escura que simboliza Nhanderu, o deus maior guarani.
Sentado em um banco, segurando o Sol e a Lua, ele aparece
todos os anos para anunciar a primavera.
(Juliana Winkel. Brasil. Almanaque de cultura popular. São
Paulo: Andreato comunicação & cultura, ano 9, n. 97, maio de
2007, pp. 18-19, com adaptações)

Para responder às questões de números 10 a 12, considere o segmento abaixo.

"Isso ocorre apesar das diferenças linguísticas, da distância geográfica e dos quase 400 anos que os separam no tempo." (2º parágrafo)

O pronome Isso evita repetir, no contexto,
Alternativas
Q61612 Português
Dos pronomes abaixo, aquele que NÃO se refere a felicidade é
Alternativas
Q61501 Português
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A partir das estruturas linguísticas que organizam o texto acima,
julgue os itens subsecutivos.

Na organização do texto, o pronome "Isso" (L.15) retoma as ideias da argumentação anterior, especialmente a de que, a partir da Revolução Francesa, os movimentos sociais tornaramse mais frequentes.
Alternativas
Q61498 Português
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Com referência à organização dos sentidos e das estruturas
linguísticas do texto acima, julgue os itens subsequentes.


O desenvolvimento das ideias no texto permite considerar mais de uma "relação de poder e status entre grupos" (L.1); por isso, estaria coerente e gramaticalmente correto iniciar o parágrafo empregando-se o plural, mediante a substituição do trecho "A relação de poder" (L.1) por As relações de poder.
Alternativas
Q61497 Português
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Com referência à organização dos sentidos e das estruturas
linguísticas do texto acima, julgue os itens subsequentes.


A expressão "Tais mudanças" (L.20) retoma e resume a ideia de criação de uma identidade social mais positiva por meio de estratégias coletivas.
Alternativas
Q61496 Português
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Com referência à organização dos sentidos e das estruturas
linguísticas do texto acima, julgue os itens subsequentes.


A expressão verbal "podem vir a adotar" (L.18) indica uma possibilidade e uma continuidade da ação que o simples uso de "adotar" não indicaria; por essa razão, as ideias de possibilidade e de continuidade seriam incorporadas a essa expressão, sem prejudicar as relações semânticas nem a correção gramatical do texto, se fosse usada a forma verbal viriam adotando.
Alternativas
Q61492 Português
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A respeito da organização dos sentidos e das estruturas linguísticas
do texto apresentado, julgue os itens que se seguem.

Pelo uso do pronome "esta" (L.21), indica-se na argumentação que o "atributo fundamental na definição de um grupo" (L.21- 22) é a teoria, não a reciprocidade ou a coletividade.
Alternativas
Q61483 Português
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No que se refere à organização das ideias e à estrutura do texto
acima, julgue os itens de 1 a 6.

A retirada do pronome em "se reindividualizar" (L.11) provocaria erro gramatical e incoerência textual, pois não se explicitaria o que seria reindividualizado.
Alternativas
Q59816 Português
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Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado,
julgue os seguintes itens.

O trecho seguinte, que parafraseia o primeiro período do segundo parágrafo (L.14-18), mantém a correção gramatical e a coerência do texto: Devíamos orientar o nosso interesse em seguir, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos, não obstante o rápido crescimento da economia chinesa ter atraído as atenções.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: AGU Prova: CESPE - 2010 - AGU - Administrador |
Q59769 Português
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Com relação às estruturas do texto, julgue os itens subsequentes.

No trecho "e isso inclui os aspectos relacionados ao consumo, que precisa urgentemente ser reinventado" (L.18-19), a supressão do artigo "os" e a substituição de "ao" por a e de "que" por o qual não afetam o sentido nem prejudicam a correção gramatical do período.
Alternativas
Respostas
12641: C
12642: B
12643: A
12644: D
12645: A
12646: C
12647: C
12648: D
12649: C
12650: B
12651: C
12652: E
12653: E
12654: E
12655: C
12656: E
12657: C
12658: C
12659: C
12660: C