Questões de Concurso
Sobre coesão e coerência em português
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I. Em “... desde que, muito mais e acima disso, saibamos ensinar aos alunos o mais elementar,...” (3º§), a expressão destacada indica condição.
II. A coerência, o sentido original do texto e a correção gramatical serão mantidos caso se substitua “... portanto incapazes de assimilar e discutir teorias.” (7º§) por “portanto incapazes de assimilar teorias e discuti-las.”
III. A forma verbal “queira” (1º§) foi empregada no presente do indicativo, porque a forma verbal anterior a ela também está no presente.
IV. O trecho “... como se preparam crianças e adolescentes...” (2º§) equivale a “... como crianças e adolescentes são preparados...”
Está(ão) correta(s) apenas a(s) alternativa(s):
I – Caso o termo “?agrada” (linha 29) fosse substituído por fragada, o sentido do texto seria preservado, já que as duas palavras são homônimas.
II – O pronome relativo “que” (linha 7) possui função restritiva.
III – A forma verbal “vê” (linha 25) pode ser substituída por enxergam, já que, neste caso, poderia concordar com “turma” (linha 25), que tem valor coletivo.
IV – Na linha 20, o termo “passageiros” não está empregado com função adjetiva, tampouco possui o sentido de efêmeros.
V – A substituição da preposição “com” (linha 6) pela preposição de não manteria a regência correta.
A sequência correta é:
I – O autor faz reflexões a respeito de uma educação voltada para a capacidade de se enxergar sob ângulos e referenciais diferentes, enfoques sob os quais a maioria das pessoas ainda não está habituada.
II – Infere-se do quarto parágrafo que as crianças possuem mais subjetividade, poesia e alegria na forma de olhar do que os adultos.
III – Educar, na visão do autor, é encarar o processo de ensinar e de aprender com a desconstrução do olhar engessado sobre tudo.
IV – Ao mencionar que as crianças “ainda têm olhos encantados” (linhas 16 e 17), infere-se que ela é desperta para o imaginário e o poético, viaja através das palavras e é capaz de se surpreender com coisas simples.
A quantidade de itens certos é igual a
I – A forma verbal “traz” (linha 32) pode ser substituída por trazem, já que, neste caso, é permitida a concordância com “Jardins bonitos” (linha 32).
II – As palavras “Educar” (linha 1) e “educador” (linha 2) pertencem à mesma classe de palavras, ou seja, são verbos no infinitivo.
III – A palavra “saberes” (linha 34) está empregada no texto com o sentido de conhecimento.
IV – Em suas duas ocorrências, o pronome “ele” (linhas 4 e 5) tem como referente “aluno” (linha 2) e, não, “mundo” (linha 3).
V – A oração “abrem-se as janelas do corpo” (linhas 30 e 31) está na voz passiva sintética, justificada pela presença de um verbo transitivo direto na terceira pessoa do plural acompanhado de um pronome apassivador.
A sequência correta é:
I – Caso o termo “Flagrada” (linha 29) fosse substituído por fragada, o sentido do texto seria preservado, já que as duas palavras são homônimas.
II – O pronome relativo “que” (linha 7) possui função restritiva.
III – A forma verbal “vê” (linha 25) pode ser substituída por enxergam, já que, neste caso, poderia concordar com “turma” (linha 25), que tem valor coletivo.
IV – Na linha 20, o termo “passageiros” não está empregado com função adjetiva, tampouco possui o sentido de efêmeros.
V – A substituição da preposição “com” (linha 6) pela preposição de não manteria a regência correta.
A sequência correta é:
I – A palavra “segmentos” (linha 8) não pode ser substituída por seguimentos, pois causaria prejuízo semântico ao texto.
II – O trecho “é necessário que os currículos sejam revistos” (linhas 17 e 18) está empregado em sentido denotativo.
III – O vocábulo “postura” (linha 24 e 33), em suas duas ocorrências, possui o mesmo sentido de maneira de agir.
IV – O vocábulo “sobretudo” (linha 11) é uma preposição e pode ser substituído por ainda mais sem acarretar prejuízo sintático e de sentido ao texto.
V – No texto, a forma verbal “ecoar” (linha 27) tem o sentido de repetir.
A sequência correta é:
I – A forma verbal “traz” (linha 32) pode ser substituída por trazem, já que, neste caso, é permitida a concordância com “Jardins bonitos” (linha 32).
II – As palavras “Educar” (linha 1) e “educador” (linha 2) pertencem à mesma classe de palavras, ou seja, são verbos no in?nitivo.
III – A palavra “saberes” (linha 34) está empregada no texto com o sentido de conhecimento.
IV – Em suas duas ocorrências, o pronome “ele” (linhas 4 e 5) tem como referente “aluno” (linha 2) e, não, “mundo” (linha 3).
V – A oração “abrem-se as janelas do corpo” (linhas 30 e 31) está na voz passiva sintética, justi?cada pela presença de um verbo transitivo direto na terceira pessoa do plural acompanhado de um pronome apassivador.
A sequência correta é:
I – Na linha 5, o vocábulo “por”, em suas duas ocorrências, pertence à mesma classe de palavras.
II – Na linha 4, a expressão “as duas” tem como referentes as palavras “professor” e “professar” (linha 1).
III – Caso o vocábulo “a” (linha 18) fosse substituído por à, seria mantida a correção gramatical, já que, neste caso, o uso do sinal indicativo de crase é facultativo.
IV – No texto, o verbo “lembrar” (linha 11), por apresentar- se na forma pronominal, é transitivo indireto.
V – A palavra “sob” (linha 18) pode ser substituída por sobre, sem acarretar prejuízo de sentido ao texto, já que ambas são preposições.
Estão certos apenas os itens
O diabetes tipo 2, que impede as células de absorver glicose, tinha origem misteriosa até esta semana, quando cientistas do Instituto de Pesquisa Biomédica Whitehead e da Universidade Yale, nos EUA, divulgaram ter descoberto uma proteína que tem relação com a doença. Ao contrário do diabetes de tipo 1, adquirido na infância e na qual o sistema imunológico da pessoa ataca as células que produzem insulina, a tipo 2, se desenvolve na fase adulta e impede que as células respondam à insulina. Esse hormônio é secretado na corrente sanguínea pelo pâncreas quando o organismo detecta excesso de glicose no sangue, interagindo com “receptores” na superfície das células e instruindo-as a absorver e armazenar o excesso de glicose.
Milhões de proteínas
O estudo, publicado na revista “Nature”, relata a descoberta de uma proteína denominada TUG. Ela se mostrou intimamente ligada a um receptor celular de glicose, o GLUT4, único receptor da substância que fica no interior das células (os restantes ficam em sua superfície). Quando a insulina atua nos “receptores” da membrana celular, o GLUT4 sobe e traz a glicose para o interior da célula. Ele é, também, o único receptor que responde exclusivamente à presença da insulina. Em pessoas com diabete tipo 2, o GLUT4 não vai até a membrana celular, impedindo a absorção da glicose. Os cientistas Jonathan Bogan e Harvey Lodish, autores do estudo, pesquisaram por cinco anos mais de 2,4 milhões de proteínas para identificar qual delas atuaria na distribuição do GLUT4, chegando à TUG. Fonte: Folha Online. Acesso em 10/2003
Oaumento dos impostos sobre o tabaco pode desagradar aos fumantes, mas vai contribuir para a saúde dos brasileiros. mas
do texto A eleição dos 135 milhões, de Gustavo Ribeiro, publicado
na revista Veja de 28/7/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e ortográfica.
do texto A eleição dos 135 milhões, de Gustavo Ribeiro, publicado
na revista Veja de 28/7/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e ortográfica.
do texto A eleição dos 135 milhões, de Gustavo Ribeiro, publicado
na revista Veja de 28/7/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e ortográfica.
do texto A eleição dos 135 milhões, de Gustavo Ribeiro, publicado
na revista Veja de 28/7/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e ortográfica.
fazer balancê, de se remexerem dos lugares. A lembrança da vida da gente se guarda em trechos diversos; uns com
outros acho que nem se misturam (...) Contar seguido, alinhavado, só mesmo sendo coisas de rasa importância. Tem
horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras de recente data. Toda saudade é uma espécie de
velhice. Talvez, então, a melhor coisa seria contar a infância não como um filme em que a vida acontece no tempo, uma
coisa depois da outra, na ordem certa, sendo essa conexão que lhe dá sentido, princípio, meio e fim, mas como um
álbum de retratos, cada um completo em si mesmo, cada um contendo o sentido inteiro. Talvez seja esse o jeito de
escrever sobre a alma em cuja memória se encontram as coisas eternas, que permanecem...
(Guimarães Rosa. Apud Rubem Alves. Na morada das palavras. Campinas: Papirus, 2003. p. 139)








