Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q115185 Português
A educação possível 

A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que  
uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. 

   Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações  sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida  pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima  dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo  propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares  de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem  bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito.   Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém  um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de  construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
   É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra  colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos  ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua  autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e  escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é  trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.  
  Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, da comunidade onde se vive, conseguindo contar,  ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento,  é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar,  escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.  
   No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de  conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer  bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar  como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio  benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: “cidadania”.  
   O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seu fundamento eficaz nos  dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito  menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender  qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo,  frustrados.  
   Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular.  Meu desgosto pela profissão – que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos – deveu-se em parte à  minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o  currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam  articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto  incapazes de assimilar e discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns  com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.  
   Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que  inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito  simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós,  que os escolhemos e sustentamos.
(>Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)

Analise as afirmativas:

I. Em “... desde que, muito mais e acima disso, saibamos ensinar aos alunos o mais elementar,...” (3º§), a expressão destacada indica condição.

II. A coerência, o sentido original do texto e a correção gramatical serão mantidos caso se substitua “... portanto incapazes de assimilar e discutir teorias.” (7º§) por “portanto incapazes de assimilar teorias e discuti-las.”

III. A forma verbal “queira” (1º§) foi empregada no presente do indicativo, porque a forma verbal anterior a ela também está no presente.

IV. O trecho “... como se preparam crianças e adolescentes...” (2º§) equivale a “... como crianças e adolescentes são preparados...”

Está(ão) correta(s) apenas a(s) alternativa(s):
Alternativas
Q115180 Português
A educação possível 

A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que  
uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. 

   Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações  sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida  pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima  dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo  propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares  de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem  bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito.   Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém  um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de  construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
   É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra  colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos  ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua  autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e  escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é  trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.  
  Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, da comunidade onde se vive, conseguindo contar,  ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento,  é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar,  escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.  
   No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de  conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer  bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar  como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio  benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: “cidadania”.  
   O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seu fundamento eficaz nos  dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito  menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender  qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo,  frustrados.  
   Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular.  Meu desgosto pela profissão – que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos – deveu-se em parte à  minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o  currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam  articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto  incapazes de assimilar e discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns  com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.  
   Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que  inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito  simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós,  que os escolhemos e sustentamos.
(>Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)

Os termos destacados a seguir constituem elementos coesivos por retomarem termos ou ideias anteriormente registrados, EXCETO:
Alternativas
Q115135 Português
Há erro evidente, segundo as gramáticas da língua, em todas as mudanças de construção propostas a seguir, COM EXCEÇÃOda que se lê na alternativa:
Alternativas
Q115094 Português
Considerando os aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

I – Caso o termo “?agrada” (linha 29) fosse substituído por fragada, o sentido do texto seria preservado, já que as duas palavras são homônimas.

II – O pronome relativo “que” (linha 7) possui função restritiva.

III – A forma verbal “vê” (linha 25) pode ser substituída por enxergam, já que, neste caso, poderia concordar com “turma” (linha 25), que tem valor coletivo.

IV – Na linha 20, o termo “passageiros” não está empregado com função adjetiva, tampouco possui o sentido de efêmeros.

V – A substituição da preposição “com” (linha 6) pela preposição de não manteria a regência correta.

A sequência correta é:
Alternativas
Q115049 Português
Acerca das ideias apresentadas no texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.

I – O autor faz reflexões a respeito de uma educação voltada para a capacidade de se enxergar sob ângulos e referenciais diferentes, enfoques sob os quais a maioria das pessoas ainda não está habituada.
II – Infere-se do quarto parágrafo que as crianças possuem mais subjetividade, poesia e alegria na forma de olhar do que os adultos.
III – Educar, na visão do autor, é encarar o processo de ensinar e de aprender com a desconstrução do olhar engessado sobre tudo.
IV – Ao mencionar que as crianças “ainda têm olhos encantados” (linhas 16 e 17), infere-se que ela é desperta para o imaginário e o poético, viaja através das palavras e é capaz de se surpreender com coisas simples.

A quantidade de itens certos é igual a
Alternativas
Q115048 Português
De acordo com as estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

I – A forma verbal “traz” (linha 32) pode ser substituída por trazem, já que, neste caso, é permitida a concordância com “Jardins bonitos” (linha 32).
II – As palavras “Educar” (linha 1) e “educador” (linha 2) pertencem à mesma classe de palavras, ou seja, são verbos no infinitivo.
III – A palavra “saberes” (linha 34) está empregada no texto com o sentido de conhecimento.
IV – Em suas duas ocorrências, o pronome “ele” (linhas 4 e 5) tem como referente “aluno” (linha 2) e, não, “mundo” (linha 3).
V – A oração “abrem-se as janelas do corpo” (linhas 30 e 31) está na voz passiva sintética, justificada pela presença de um verbo transitivo direto na terceira pessoa do plural acompanhado de um pronome apassivador.

A sequência correta é:
Alternativas
Q115047 Português
Considerando os aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

I – Caso o termo “Flagrada” (linha 29) fosse substituído por fragada, o sentido do texto seria preservado, já que as duas palavras são homônimas.
II – O pronome relativo “que” (linha 7) possui função restritiva.
III – A forma verbal “vê” (linha 25) pode ser substituída por enxergam, já que, neste caso, poderia concordar com “turma” (linha 25), que tem valor coletivo.
IV – Na linha 20, o termo “passageiros” não está empregado com função adjetiva, tampouco possui o sentido de efêmeros.
V – A substituição da preposição “com” (linha 6) pela preposição de não manteria a regência correta.

A sequência correta é:
Alternativas
Q114956 Português
Com base nas propriedades textuais e gramaticais do texto, assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Q114955 Português
Com relação aos aspectos semânticos e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

I – A palavra “segmentos” (linha 8) não pode ser substituída por seguimentos, pois causaria prejuízo semântico ao texto.

II – O trecho “é necessário que os currículos sejam revistos” (linhas 17 e 18) está empregado em sentido denotativo.

III – O vocábulo “postura” (linha 24 e 33), em suas duas ocorrências, possui o mesmo sentido de maneira de agir.

IV – O vocábulo “sobretudo” (linha 11) é uma preposição e pode ser substituído por ainda mais sem acarretar prejuízo sintático e de sentido ao texto.

V – No texto, a forma verbal “ecoar” (linha 27) tem o sentido de repetir.

A sequência correta é:
Alternativas
Q114952 Português
De acordo com as estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

I – A forma verbal “traz” (linha 32) pode ser substituída por trazem, já que, neste caso, é permitida a concordância com “Jardins bonitos” (linha 32).

II – As palavras “Educar” (linha 1) e “educador” (linha 2) pertencem à mesma classe de palavras, ou seja, são verbos no in?nitivo.

III – A palavra “saberes” (linha 34) está empregada no texto com o sentido de conhecimento.

IV – Em suas duas ocorrências, o pronome “ele” (linhas 4 e 5) tem como referente “aluno” (linha 2) e, não, “mundo” (linha 3).

V – A oração “abrem-se as janelas do corpo” (linhas 30 e 31) está na voz passiva sintética, justi?cada pela presença de um verbo transitivo direto na terceira pessoa do plural acompanhado de um pronome apassivador.

A sequência correta é:
Alternativas
Q114950 Português
Acerca das estruturas do texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.

I – Na linha 5, o vocábulo “por”, em suas duas ocorrências, pertence à mesma classe de palavras.

II – Na linha 4, a expressão “as duas” tem como referentes as palavras “professor” e “professar” (linha 1).

III – Caso o vocábulo “a” (linha 18) fosse substituído por à, seria mantida a correção gramatical, já que, neste caso, o uso do sinal indicativo de crase é facultativo.

IV – No texto, o verbo “lembrar” (linha 11), por apresentar- se na forma pronominal, é transitivo indireto.

V – A palavra “sob” (linha 18) pode ser substituída por sobre, sem acarretar prejuízo de sentido ao texto, já que ambas são preposições.

Estão certos apenas os itens
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IESES Órgão: CRM-DF Prova: IESES - 2010 - CRM-DF - Advogado |
Q112076 Português
Assinale a alternativa em que a substituição do termo destacado pela expressão sugerida entre parênteses mantém o sentido original do texto.

Alternativas
Q111988 Português
Cientistas descobrem proteína envolvida no diabetes tipo 2.

O diabetes tipo 2, que impede as células de absorver glicose, tinha origem misteriosa até esta semana, quando cientistas do Instituto de Pesquisa Biomédica Whitehead e da Universidade Yale, nos EUA, divulgaram ter descoberto uma proteína que tem relação com a doença. Ao contrário do diabetes de tipo 1, adquirido na infância e na qual o sistema imunológico da pessoa ataca as células que produzem insulina, a tipo 2, se desenvolve na fase adulta e impede que as células respondam à insulina. Esse hormônio é secretado na corrente sanguínea pelo pâncreas quando o organismo detecta excesso de glicose no sangue, interagindo com “receptores” na superfície das células e instruindo-as a absorver e armazenar o excesso de glicose.

Milhões de proteínas 

O estudo, publicado na revista “Nature”, relata a descoberta de uma proteína denominada TUG. Ela se mostrou intimamente ligada a um receptor celular de glicose, o GLUT4, único receptor da substância que fica no interior das células (os restantes ficam em sua superfície). Quando a insulina atua nos “receptores” da membrana celular, o GLUT4 sobe e traz a glicose para o interior da célula. Ele é, também, o único receptor que responde exclusivamente à presença da insulina. Em pessoas com diabete tipo 2, o GLUT4 não vai até a membrana celular, impedindo a absorção da glicose. Os cientistas Jonathan Bogan e Harvey Lodish, autores do estudo, pesquisaram por cinco anos mais de 2,4 milhões de proteínas para identificar qual delas atuaria na distribuição do GLUT4, chegando à TUG. Fonte: Folha Online. Acesso em 10/2003 
Os elementos linguísticos sintáticos e semânticos promovem a clareza de um texto, tornando-o coeso e coerente. Diante disso não se pode afirmar:
Alternativas
Q110844 Português
Marque a opção que substitui o elemento grifado no período abaixo, semalteração de sentido.

Oaumento dos impostos sobre o tabaco pode desagradar aos fumantes, mas vai contribuir para a saúde dos brasileiros. mas
Alternativas
Q110557 Português
Em cada um dos itens a seguir, é apresentado um trecho adaptado
do texto A eleição dos 135 milhões, de Gustavo Ribeiro, publicado
na revista Veja de 28/7/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e ortográfica.

Quando o primeiro dos 135 milhões de brasileiros aptos a votar nas próximas eleições acionar a urna digital, ela não registrará apenas um voto. Registrará a história: será o início da maior eleição já feita no Brasil.
Alternativas
Q110556 Português
Em cada um dos itens a seguir, é apresentado um trecho adaptado
do texto A eleição dos 135 milhões, de Gustavo Ribeiro, publicado
na revista Veja de 28/7/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e ortográfica.

Nunca antes na história do Brasil tantos brasileiros puderam votar. Trata-se de mais um atestado de força da democracia brasileira. Seria ainda, melhor, se mais eleitores tivessem ido a escola.
Alternativas
Q110555 Português
Em cada um dos itens a seguir, é apresentado um trecho adaptado
do texto A eleição dos 135 milhões, de Gustavo Ribeiro, publicado
na revista Veja de 28/7/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e ortográfica.

A universalização do voto no Brasil consolidou-se de tal maneira que, para os mais jovens, é difícil imaginar um tempo no qual assim não fossem. Não poderiam haver melhores notícias para a democracia brasileira.
Alternativas
Q110554 Português
Em cada um dos itens a seguir, é apresentado um trecho adaptado
do texto A eleição dos 135 milhões, de Gustavo Ribeiro, publicado
na revista Veja de 28/7/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e ortográfica.

Os milhões de brasileiros escolherão seus representantes em um processo que transcorre de modo tranquilo, seguro e ágil, graças à eficiência da justiça eleitoral e a robustês das urnas eletrônicas.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FGV Órgão: FIOCRUZ Provas: FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquivologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia de Produção | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - TI - Sistemas de Informação | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biossegurança | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Fisioterapia Pediátrica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacologia Aplicada a Produtos Naturais | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Suporte à Infra-estrutura Tecnológica da Pesquisa | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Eletrônica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Mecânica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Entomologia e Outros Artrópodes | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Estatística | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Experimentação Animal | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacocinética | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacotécnica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacovigilância | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Flexografia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Genômica Funcional e Sequenciamento de DNA | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Geoprocessamento | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Gestão de Informação Bibliográfica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Médico alergista e imunologista | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Informação Científica e Imagem em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Malacologia Médica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Manutenção de Coleções Biológicas em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Micobactérias | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Neonatologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Nutrição | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Operação de Laboratório de Nível de Segurança | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Operação e Manutenção de Plataformas Tecnológicas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Pesquisa Clínica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Pesquisa Clínica - Ensaios Clínicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Processamento Final de Imunobiológicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção Audiovisual em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Biofármacos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Fitomedicamentos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Vacinas Bacterianas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Vacinas Virais | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Programação Visual | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Proteção Radiológica e Radiometria | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Proteômica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Psicologia da Criança e do Adolescente | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Síntese Química de Derivados Orgânicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Suporte Tecnológico em Anatomia Patológica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Terapia Intensiva Pediátrica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Urbanismo | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Uroginecologista | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Virologia Aplicada a Imunobiológicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Zoologia Médica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biotecnologia em Animais de Laboratório II | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Análises Físico-Químicas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Médico anestesiologista | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquitetura | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquitetura e Urbanismo | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Aspectos Regulatórios de Estudos Clínicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Assistência Farmacêutica Hospitalar | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Bacteriologia da Produção | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Animal | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Celular | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Celular e Molecular Aplicada à Virologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Molecular de Microorganismos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biotecnologia em Animais de Laboratório I | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Boas Práticas de Laboratório | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Ciências Sociais e Saúde nas Fronteiras | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Citogenética Laboratorial | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Conservação, preservação e restauração | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Controle Microbiológico | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Culicídeos Vetores | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Biofármacos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Embalagem | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Insumos Biológicos para a Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Vacinas Bacterianas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Diagnóstico Bacteriológico | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Diagnóstico Laboratorial | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Difusão Audiovisual em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Divulgação Científica em Museus | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Endoscopia Digestiva | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Enfermagem do Trabalho | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Civil | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Elétrica |
Q110094 Português
O título do texto fala da “era do sustentável", referindo-se:
Alternativas
Q110063 Português
Contar é muito dificultoso. Não pelos anos que já se passaram. Mas pela astúcia que têm certas coisas passadas de
fazer balancê, de se remexerem dos lugares. A lembrança da vida da gente se guarda em trechos diversos; uns com
outros acho que nem se misturam (...) Contar seguido, alinhavado, só mesmo sendo coisas de rasa importância. Tem
horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras de recente data. Toda saudade é uma espécie de
velhice. Talvez, então, a melhor coisa seria contar a infância não como um filme em que a vida acontece no tempo, uma
coisa depois da outra, na ordem certa, sendo essa conexão que lhe dá sentido, princípio, meio e fim, mas como um
álbum de retratos, cada um completo em si mesmo, cada um contendo o sentido inteiro. Talvez seja esse o jeito de
escrever sobre a alma em cuja memória se encontram as coisas eternas, que permanecem...

(Guimarães Rosa. Apud Rubem Alves. Na morada das palavras. Campinas: Papirus, 2003. p. 139)

Assinale a alternativa em que a forma verbal em destaque concorda com a expressão indicada entre parênteses:
Alternativas
Respostas
12341: B
12342: D
12343: B
12344: C
12345: D
12346: A
12347: C
12348: B
12349: D
12350: A
12351: A
12352: C
12353: B
12354: C
12355: C
12356: E
12357: E
12358: E
12359: C
12360: B