Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q141750 Português
Atenção: As questões de números 9 a 15 baseiam-se no
texto apresentado abaixo.

Há um preconceito enraizado contra a livre expressão
das emoções na cultura ocidental. Quem demonstra angústia,
raiva, alegria excessiva ou medo, tanto no trabalho quanto na
vida pessoal, é considerado passional, irracional, frágil e
despreparado para enfrentar a realidade da vida. É aquele que
não aprendeu a dominar seus sentimentos e a desenvolver
aquilo que nos diferencia dos animais: a racionalidade. Hoje,
fala-se muito em inteligência emocional, mas nem todos
entendem seu real significado. Não se trata de adestrar o
comportamento e suprimir os impulsos para atingir objetivos,
mas identificar e aceitar a manifestação das emoções mais
primárias, inclusive as desconfortáveis.

A apologia à racionalidade ignora o poder dos sentimen-
tos. Pesquisas recentes, no entanto, comprovam a importância
do reconhecimento e da expressão das emoções – até as
negativas. Um estudo realizado nos Estados Unidos defende
que as emoções podem ser mais confiáveis do que a razão nos
momentos de decisão. São elas que levam o indivíduo à ação,
permitem sonhar, possibilitam o afeto, a generosidade e
conduzem o mundo às grandes mudanças ideológicas.

Há uma certa unanimidade sobre os benefícios da
expressão de emoções positivas, como felicidade, amor,
alegria, prazer, entusiasmo. Mas, quando se fala em raiva, ódio,
angústia, mágoa, ressentimento, há um consenso explícito de
que essas emoções devem ser escondidas, evitadas. As pes-
quisas estão derrubando essa crença e os psicólogos afirmam
que as emoções negativas têm o seu valor. O local de trabalho
costuma ser visto como o ambiente menos propício para
manifestar sentimentos. "A estratégia das organizações de fixar
metas e objetivos para os funcionários criou uma disciplina de
comportamento que condena a expressão das emoções
individuais", avalia Antônio Valverde, professor de filosofia da
PUC-SP. "Por isso, há tanta monotonia, pouca solidariedade e
escassa criatividade nas empresas."


(Adaptado de Isto é, 25 de março de 2009, p.65-67)

Toda profissão lida com relações entre pessoas.

As emoções podem trazer alternativas para a solução de problemas.

Problemas surgem no trabalho.

Profissionais devem mostrar suas emoções.


As frases acima estão organizadas em um único período, com correção, clareza e lógica, em:
Alternativas
Q141739 Português
Atenção: As questões de números 1 a 8 baseiam-se no texto
apresentado abaixo.

Como declaração de princípios que é, a Declaração Uni-
versal dos Direitos Humanos não cria obrigações legais aos
Estados, salvo se as respectivas Constituições estabelecem
que os direitos fundamentais e as liberdades nelas reconhe-
cidos serão interpretados de acordo com a Declaração. Todos
sabemos, porém, que esse reconhecimento formal pode acabar
por ser desvirtuado ou mesmo denegado na ação política, na
gestão econômica e na realidade social. A Declaração Universal
é geralmente considerada pelos poderes econômicos e pelos
poderes políticos, mesmo quando presumem de democráticos,
como um documento cuja importância não vai muito além do
grau de boa consciência que lhes proporcione.

Nesses cinquenta anos não parece que os governos
tenham feito pelos direitos humanos tudo aquilo a que, moral-
mente, quando não por força da lei, estavam obrigados. As
injustiças multiplicam-se no mundo, as desigualdades agravam-
se, a ignorância cresce, a miséria alastra. A mesma esquizofrê-
nica humanidade que é capaz de enviar instrumentos a um
planeta para estudar a composição das suas rochas assiste
indiferente à morte de milhões de pessoas pela fome. Chega-se
mais facilmente a Marte neste tempo do que ao nosso próprio
semelhante.

Alguém não anda a cumprir o seu dever. Não andam a
cumpri-lo os governos, seja porque não sabem, seja porque não
podem, seja porque não querem. Ou porque não lho permitem
os que efetivamente governam, as empresas multinacionais e
pluricontinentais cujo poder, absolutamente não democrático,
reduziu a uma casca sem conteúdo o que ainda restava de ideal
de democracia. Mas também não estão a cumprir o seu dever
os cidadãos que somos. Foi-nos proposta uma Declaração
Universal dos Direitos Humanos e com isso julgamos ter tudo,
sem repararmos que nenhuns direitos poderão subsistir sem a
simetria dos deveres que lhes correspondem, o primeiro dos
quais será exigir que esses direitos sejam não só reconhecidos,
mas também respeitados e satisfeitos. Não é de esperar que os
governos façam nos próximos cinquenta anos o que não fize-
ram nestes que comemoramos. Tomemos, então, nós, cidadãos
comuns, a palavra e a iniciativa. Com a mesma veemência e a
mesma força com que reivindicamos os nossos direitos, reivindi-
quemos também o dever dos nossos deveres. Talvez o mundo
possa começar a tornar-se um pouco melhor.


(Trecho do discurso de José Saramago no banquete de
encerramento da entrega do Prêmio Nobel, em 10 de dezembro
de 1998. Transcrição segundo as normas brasileiras de ortografia.)

... as empresas multinacionais e pluricontinentais cujo poder, absolutamente não democrático, reduziu a uma casca sem conteúdo o que ainda restava de ideal de democracia. (3o parágrafo)

O segmento grifado acima denota, no contexto,
Alternativas
Q141736 Português
Atenção: As questões de números 1 a 8 baseiam-se no texto
apresentado abaixo.

Como declaração de princípios que é, a Declaração Uni-
versal dos Direitos Humanos não cria obrigações legais aos
Estados, salvo se as respectivas Constituições estabelecem
que os direitos fundamentais e as liberdades nelas reconhe-
cidos serão interpretados de acordo com a Declaração. Todos
sabemos, porém, que esse reconhecimento formal pode acabar
por ser desvirtuado ou mesmo denegado na ação política, na
gestão econômica e na realidade social. A Declaração Universal
é geralmente considerada pelos poderes econômicos e pelos
poderes políticos, mesmo quando presumem de democráticos,
como um documento cuja importância não vai muito além do
grau de boa consciência que lhes proporcione.

Nesses cinquenta anos não parece que os governos
tenham feito pelos direitos humanos tudo aquilo a que, moral-
mente, quando não por força da lei, estavam obrigados. As
injustiças multiplicam-se no mundo, as desigualdades agravam-
se, a ignorância cresce, a miséria alastra. A mesma esquizofrê-
nica humanidade que é capaz de enviar instrumentos a um
planeta para estudar a composição das suas rochas assiste
indiferente à morte de milhões de pessoas pela fome. Chega-se
mais facilmente a Marte neste tempo do que ao nosso próprio
semelhante.

Alguém não anda a cumprir o seu dever. Não andam a
cumpri-lo os governos, seja porque não sabem, seja porque não
podem, seja porque não querem. Ou porque não lho permitem
os que efetivamente governam, as empresas multinacionais e
pluricontinentais cujo poder, absolutamente não democrático,
reduziu a uma casca sem conteúdo o que ainda restava de ideal
de democracia. Mas também não estão a cumprir o seu dever
os cidadãos que somos. Foi-nos proposta uma Declaração
Universal dos Direitos Humanos e com isso julgamos ter tudo,
sem repararmos que nenhuns direitos poderão subsistir sem a
simetria dos deveres que lhes correspondem, o primeiro dos
quais será exigir que esses direitos sejam não só reconhecidos,
mas também respeitados e satisfeitos. Não é de esperar que os
governos façam nos próximos cinquenta anos o que não fize-
ram nestes que comemoramos. Tomemos, então, nós, cidadãos
comuns, a palavra e a iniciativa. Com a mesma veemência e a
mesma força com que reivindicamos os nossos direitos, reivindi-
quemos também o dever dos nossos deveres. Talvez o mundo
possa começar a tornar-se um pouco melhor.


(Trecho do discurso de José Saramago no banquete de
encerramento da entrega do Prêmio Nobel, em 10 de dezembro
de 1998. Transcrição segundo as normas brasileiras de ortografia.)

... cuja importância não vai muito além do grau de boa consciência que lhes proporcione. (final do 1o parágrafo)

O pronome grifado acima evita a repetição, no contexto, da expressão:
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Q141578 Português

Ciência e moralidade


      A percepção pública da ciência é, com razão, repleta de conflitos. Alguns acreditam que a ciência seja a chave para a liberdade do homem, para a melhora das condições de vida de todos, para a cura dos tantos males que afligem pobres e ricos, desde a fome até as mais variadas doenças. Já outros veem a ciência com grande desconfiança e até com desprezo, como sendo a responsável pela criação de várias armas de destruição inventadas através da história, da espada à bomba atômica. Para esse grupo, os homens não são maduros o suficiente para lidar com o grande poder que resulta de nossas descobertas científicas.
      No início do século 21, a clonagem e a possibilidade de construirmos máquinas inteligentes prometem até mesmo uma redefinição do que significa ser humano. Na medida em que será possível desenhar geneticamente um indivíduo ou modificar a sua capacidade mental por meio de implantes eletrônicos, onde ficará a linha divisória entre homem e máquina, entre o vivo e o robotizado? Entre os vários cenários que vemos discutidos na mídia, o mais aterrorizador é aquele em que nós nos tornaremos forçosamente obsoletos, uma vez que clones bioeletrônicos serão muito mais inteligentes e resistentes do que nós. Ou seja, quando (e se) essas tecnologias estiverem disponíveis, a ciência passará a controlar o processo evolutivo: a nossa missão final é criar seres “melhores” do que nós, tomando a seleção natural em nossas próprias mãos. O resultado, claro, é que terminaremos por causar a nossa própria extinção, sendo apenas mais um elo na longa cadeia evolutiva. O filme“Inteligência Artificial”, de Steven Spielberg, relata precisamente esse cenário lúgubre para o nosso futuro, a inventividade humana causando a sua destruição final.
      É difícil saber como lidar com essa possibilidade. Se tomarmos o caso da tecnologia nuclear como exemplo, vemos que a sua história começou com o assassinato de centenas de milhares de cidadãos japoneses, justamente pela potência que se rotula o “lado bom”. Esse rótulo, por mais ridículo que seja, é levado a sério por grande parte da população norte-americana. É o velho argumento maquiavélico de que os fins justificam os meios: “Se não jogássemos as bombas em Hiroshima e Nagasaki, os japoneses jamais teriam se rendido e muito mais gente teria morrido em uma invasão por terra”, dizem as autoridades militares e políticas norte-americanas. Isso não só não é verdade como mostra que são os fins político-econômicos que definem os usos e abusos da ciência: os americanos queriam manter o seu domínio no Pacífico, tentando amedrontar os soviéticos que desciam pela Manchúria. As bombas não só detiveram os soviéticos como redefiniram o equilíbrio de poder no mundo. Ao menos até os soviéticos desenvolverem a sua bomba, o que deu início à Guerra Fria.
      As consequências de um conflito nuclear global são tão horrendas que até mesmo os líderes das potências nucleares conseguiram resistir à tentação de abusar de seu poder: criamos uma guerra sem vencedores e, portanto, inútil. Porém, as tecnologias nucleares não são propriedade exclusiva das potências nucleares. A possibilidade de que um grupo terrorista obtenha ou construa uma pequena bomba é remota, mas não inexistente. Em casos de extremismo religioso, escolhas morais são redefinidas de acordo com os preceitos (distorcidos) da religião: isso foi verdade tanto nas Cruzadas como hoje, nas mãos de suicidas muçulmanos. Eles não hesitariam em usar uma arma atômica, caso ativessem. E sentiriam suas ações perfeitamente justificadas.
      Essa discussão mostra que a ciência não tem uma dimensão moral: somos nós os seres morais, os que optamos por usar as nossas invenções de modo criativo ou destrutivo. Somos nós que descobrimos curas para doenças e gases venenosos. Daí que o futuro da sociedade está em nossas mãos e será definido pelas escolhas que fizermos daqui para a frente. (...) Não é da ciência que devemos ter medo, mas de nós mesmos e da nossa imaturidade moral. 

(Marcelo Gleiser, in Folha de São Paulo, 7 de julho de 2002)

Em “...o mais aterrorizador é aquele em que nós nos tornaremos forçosamente obsoletos...”, o pronome nós se refere:

Alternativas
Q140986 Português
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Julgue os próximos itens, relativos aos sentidos e às estruturas
linguísticas do texto acima.

A partir do último parágrafo do texto, infere-se que o termo “Esta” (L.9) reporta-se a “enchentes” (L.8).
Alternativas
Q136114 Português
Reciclando ideias

Muitas pessoas, especialmente nos domínios dos
negócios e da ciência, dedicam-se à inovação. Pensam,
lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode
estimular, medir e gerir a inovação. Como e por que a inovação
acontece? - perguntam. Por que existem lugares e momentos
históricos mais favoráveis que outros à inovação?
Florença, durante o Renascimento, serve como exemplo;
ou a Inglaterra nos estágios iniciais da Revolução Industrial,
quando surgiram as máquinas têxteis e a locomotiva a vapor; ou
o Vale do Silício (Califórnia, EUA), na década de 70, plataforma
de tantos avanços na eletrônica e na informática... Algumas
pessoas acreditam que a inovação possa ser encorajada por
meio da criação de centros de pesquisa, outras, por meio da
meditação, sessão de discussão ou até mesmo softwares que
facilitariam a geração de ideias... Mas o que, exatamente, é
inovação?
Suspeito que a visão da era do romantismo continue a
prevalecer até hoje. De acordo com ela, a inovação é o trabalho
de um gênio solitário, muitas vezes um professor distraído, que
carrega uma ideia brilhante na cabeça - aquilo que meu tio, um
físico que trabalhava no setor industrial, costumava chamar de
“onda cerebral”. Caso de Isaac Newton, por exemplo, que
supostamente descobriu a gravidade quando uma maçã caiu
em sua cabeça. No entanto, existe uma visão alternativa da
inovação, da qual compartilho. De acordo com essa visão, a
inovação é gradual, em lugar de súbita, e coletiva, em vez de
individual. Não existe uma oposição acentuada entre tradição e
inovação. É possível até mesmo identificar tradições de
inovação, sustentadas ao longo de décadas, como no caso do
Vale do Silício, ou de séculos, como nos campos da pintura e
da escultura durante a Renascença florentina. Por isso, em vez
da metáfora da “onda cerebral”, talvez fosse mais esclarecedor
usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso
improvisado de materiais.
O caso da tecnologia serve como exemplo. Na metade
do século XV, Gutenberg inventou a máquina de impressão. No
entanto, prensas estavam em uso na produção de vinho havia
muito tempo. A brilhante ideia de Gutenberg representou uma
adaptação da prensa de vinho a uma nova função.


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...) a inovação é gradual, em lugar de súbita, e coletiva, em vez de individual.

Na construção dessa frase, o autor tirou proveito
Alternativas
Q135961 Português
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A respeito das estruturas linguísticas e do desenvolvimento
argumentativo do texto, julgue os próximos itens.

Em revisão textual que busque evitar a prolixidade e manter as qualidades de coesão e concisão, além de respeitar a correção gramatical do texto, podem ser evitadas algumas ocorrências de “que”, no trecho entre as linhas 6 e 9, escrevendo-se: construção linguística feita a partir dela. A objetividade, portanto, não existe, apenas seu efeito, criado por meio de mecanismos linguísticos que dão outros ecos.

Alternativas
Q135960 Português
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A respeito das estruturas linguísticas e do desenvolvimento
argumentativo do texto, julgue os próximos itens.

Considerando-se que, pela argumentação do texto, é possível tomar o “sujeito da enunciação” (L.5) como o referente do pronome “se” em “Usa-se, por exemplo, a terceira pessoa” (L.9-10), simplifica-se o texto, preservando- se sua correção gramatical, caso seja omitido o pronome: Usa, por exemplo, a terceira pessoa.
Alternativas
Q135954 Português
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Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue
os itens de 41 a 45.

O trecho “gramatical: haverá enunciados” (L.7) admite, como alternativa de redação gramaticalmente correta, objetiva, clara e coerente com o desenvolvimento argumentativo do texto, a seguinte reescritura: gramatical, pois existirão enunciados.

Alternativas
Q135942 Português
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Com relação aos aspectos semânticos e gramaticais do texto,
julgue os itens que se seguem.

O substantivo composto “homens-águias” (L.7) refere-se aos militares da tropa de choque que invadiram a UnB.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Redator |
Q135786 Português
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Considerando o desenvolvimento da argumentação e as estruturas linguísticas do texto acima, julgue os seguintes itens.

O período sintático iniciado por “Assim” (L.7) retoma as características de não linearidade do hipertexto, em especial, a ideia de sua constituição em blocos de informação.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Redator |
Q135781 Português
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Considerando as relações argumentativas do texto acima, julgue os itens
a seguir.

A relação de sentidos entre os argumentos do texto mostra que “exercer” (L.7) é um ato ligado a “pessoas” (L.5); por isso, a correção gramatical e a coerência textual seriam mantidas se essa forma verbal fosse substituída por exercerem.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Redator |
Q135780 Português
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Considerando as relações argumentativas do texto acima, julgue os itens
a seguir.

O pronome “estas” (L.3) está flexionado no plural porque, nas relações de coesão do texto, está empregado em referência a “outras” (L.3) funções da linguagem.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Redator |
Q135779 Português
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Considerando as relações argumentativas do texto acima, julgue os itens
a seguir.

Estariam mantidas a coerência textual, a correção gramatical e as relações de sentido entre as orações do texto, caso se substituísse “senão” (L.3) por apenas.
Alternativas
Q135752 Português
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No texto acima, o autor se refere à invasão do campus pela
polícia, em abril de 1964. Considerando essa informação, julgue
os itens de 61 a 64.

Com relação aos aspectos semânticos e gramaticais do texto,
julgue os itens que se seguem.

Dados os acontecimentos políticos e sociais ocorridos no Brasil em março de 1964, entende-se que a expressão “o maior retrocesso” (L.2) se refere ao movimento que derrubou o então Presidente João Goulart e implantou o regime militar no país.
Alternativas
Q134785 Português
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A respeito do texto acima, julgue os itens de 11 a 20.

O pronome “seu” em “tentando descobrir seu mistério” (L.18) se refere a “sonho do Beatle” (L.14).
Alternativas
Q134776 Português
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Com relação ao texto acima, julgue os itens de 1 a 10.

Em “Um exemplo desse tipo de ação” (L.32), a expressão sublinhada refere-se às iniciativas governamentais para preservar as línguas de imigração em uso no Brasil.
Alternativas
Q128016 Português
Assinale a opção em que o termo indicado não se refere à “cachaça”.

Alternativas
Q125643 Português
O poema de Drummond alinha-se ideologicamente com os textos: 

Alternativas
Q125642 Português
Escreva V ou F nos parênteses, conforme sejam verdadeiras ou falsas as informações a seguir.
( ) Por duas vezes, a relação semântica de condição foi estabelecida entre segmentos do texto: em “Sempre que possível, se deve preservar o ambiente” e em “Se não construíssemos Itaipu, teríamos que recorrer, no futuro, à energia nuclear”.
( ) Em “O que não podemos, nesse mundo carente de energia, é deixar de aproveitar nossos recursos hídricos para produzir energia”, o pronome demonstrativo que inicia o período antecipa a informação contida em “deixar de aproveitar nossos recursos hídricos para produzir energia”.
( ) Em “Se não construíssemos Itaipu, teríamos que recorrer, no futuro, à energia nuclear, o que seria bem pior”, o pronome demonstrativo retoma a idéia contida em “teríamos que recorrer, no futuro, à energia nuclear”. ( ) No texto IV, predomina a seguinte construção sintática: verbo transitivo direto ou indireto+complemento. Por exemplo: “Sempre que possível, se deve preservar o ambiente”, “E o Brasil precisará cada vez mais de energia elétrica”, “Itaipu é uma prova da competência de nossa tecnologia”.
A sequência correta de cima para baixo é:

Alternativas
Respostas
12161: C
12162: C
12163: E
12164: D
12165: C
12166: C
12167: C
12168: E
12169: C
12170: E
12171: C
12172: C
12173: C
12174: E
12175: E
12176: E
12177: C
12178: A
12179: B
12180: D