Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: IAPEN-AP Prova: FCC - 2018 - IAPEN-AP - Agente Penitenciário |
Q1025980 Português
Está correta a redação deste livre comentário:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: IAPEN-AP Prova: FCC - 2018 - IAPEN-AP - Agente Penitenciário |
Q1025978 Português

      A solidão é distinta do simples fato de se estar sem uma pessoa por perto; da mesma forma, estar acompanhado não é a garantia de eliminá-la. Nos grandes centros urbanos, estamos cercados por milhões de pessoas. Seria aceitável pensar que os solitários eram as antigas pessoas do campo, separadas por quilômetros de um aglomerado.

      Podemos dizer o contrário hoje: nas grandes cidades, o mal da solidão é ainda mais devastador. Concentração demográfica, sim, porém com esvaziamento de laços pessoais e significativos. Grandes condomínios que acumulam histórias paralelas que nunca se encontram. Vizinhos que trocam cumprimentos formais nas áreas comuns, mas sabem que não podem contar com ninguém. Pessoas que não criam vínculos afetivos que tornem a existência mais interessante.

      A solidão sempre deixa um gosto melancólico sobre a experiência da vida. Não estamos falando da doença chamada depressão, em que uma pessoa, contra a vontade, vai perdendo vínculos com o mundo. Estamos falando de algo que não é uma doença psíquica. A solidão é um problema contemporâneo. Isolamento social não é apenas uma situação atípica: transformou-se em verdadeira epidemia.

(Adaptado de: KARNAL, Leandro. O dilema do porco-espinho. São Paulo: Planeta do Brasil, 2018, edição digital.) 

... da mesma forma, estar acompanhado não é a garantia de eliminá-la. (1° parágrafo)

Grandes condomínios que acumulam histórias paralelas que nunca se encontram. (2° parágrafo)

Pessoas que não criam vínculos afetivos que tornem a existência mais interessante. (2° parágrafo)


Os pronomes sublinhados acima referem-se, na ordem dada, a: 

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: IAPEN-AP Prova: FCC - 2018 - IAPEN-AP - Agente Penitenciário |
Q1025975 Português

      As pessoas se odeiam no trânsito, seguram seus volantes como baterias antiaéreas, usam a buzina como o botão que dá a partida num míssil. Mas, no fundo, as pessoas são boas. E sou testemunha.

      Em trem, já fui carregado por um indiano que nunca mais vi. Desconhecidos me ajudaram a subir escadas sem pedir nada em troca. “Quer uma ajuda” é um mantra com que todo deficiente, como eu, que sou cadeirante, habitua-se rotineiramente.

      O ódio existe, sempre existiu. Algumas pessoas se desrespeitam na internet, discordam umas das outras, usam argumentos que consideram ofensivos, como “vai ler”, “vai estudar”. A não ser psicopatas, que não são poucos, algumas pessoas, quando flagradas, arrependem-se, pedem desculpas, são fotografadas de cabeça baixa, tristes.

      O homem tem empatia. Tem capacidade de sentir (e até prever) o que o outro sente. Foi Kant quem disse que o altruísmo é uma condição humana. E os evolucionistas, como Darwin, garantem que os genes humanos criaram um agente inédito, não biológico, ao comportamento animal: a cultura.

      Culinária, música, poesia, competições esportivas, folclore, religião, filosofia, noção da vida e da morte são próprios dos homens, nos distinguem, nos diferenciam, nos afastam do passado primata. Como o altruísmo.

      Kant insistia: conservar a própria vida é um dever; ser bom quando se pode é um dever. Existem pessoas tão capacitadas para o altruísmo, que, mesmo sem qualquer vaidade ou interesse, experimentam uma satisfação grande com o contentamento do outro; fazem o bem não por uma inclinação, mas por um dever. Daí nasceu a ideia de utopia. Eu prefiro acreditar que ela existe. E lutar por ela.

(Adaptado de: RUBENS PAIVA, Marcelo. Disponível em: cultura.estadao.com.br

No segmento Como o altruísmo (final do 5° parágrafo), estabelece-se uma
Alternativas
Q1025932 Português

   A ideia de dor e sofrimento foi se tornando marginal. Nossa cultura difunde a ideia de que você é mais autêntico e mais realizado quando sofre menos; você tem que ter boa saúde, boa forma... Do ponto de vista moral ocorre a mesma coisa. Queremos que as sensações psíquicas cumpram o mesmo modelo das sensações físicas agradáveis. Assim, vou sempre em busca de uma espécie de autossuficiência. Só me tornando autossuficiente eu não corro o risco do desprazer, porque o outro sempre pode me frustrar. Você tenta retirar da vida mental e sentimental as frustrações, as desilusões e os lutos, que são inevitáveis. O indivíduo hoje já nasce recebendo a indicação de que não deve sofrer. Vamos pegar duas "dores" comuns de hoje, as frustrações profissionais e as frustrações amorosas. Hoje, seja para o insucesso amoroso, seja para o profissional, receita-se um antidepressivo. Não há esforço nenhum dos indivíduos. Esse é o pior dos mundos. Mas podemos construir um mundo humano onde caiba o sofrimento, sem que ele seja dilacerante.

  (Adaptado de: COSTA, Jurandir Freire. Disponível em: www1.folha.uol.com.br

O segmento redigido com correção e lógica encontra-se em:
Alternativas
Q1025926 Português

      O mundo abriga hoje aproximadamente 500 mil pessoas centenárias, e esse número deverá aumentar na próxima década.

      Foi no final do século XIX que a expectativa de vida começou a aumentar nos países europeus que se industrializavam, apesar de continuar em patamares medíocres em diversas partes do mundo.

      Nas últimas décadas, no entanto, a desigualdade diminuiu e a expectativa de vida mundial praticamente duplicou. Hoje os países pobres têm expectativa média de vida semelhante à dos que eram considerados ricos nos anos 1900.

      Cem anos atrás, a expectativa de vida de quem nascia na Índia ou na Coreia era de apenas 23 anos. Atualmente, esse número quase triplicou. No Brasil, uma criança que completasse dez anos de idade em 1950 podia alimentar a esperança de viver mais 53 anos. As que chegaram aos dez anos em 2015 devem viver mais 67 anos.

      Esses aumentos na longevidade aconteceram graças a avanços no conhecimento. O declínio da mortalidade foi resultado de ideias novas no campo da saúde e dos benefícios trazidos por melhores condições de nutrição e saneamento básico, pela vacinação em massa e pela descoberta dos antibióticos.

      No decorrer do século XXI, será possível duplicar mais uma vez a expectativa de vida?

      Em um trabalho publicado na revista Nature, pesquisadores desmentiram essa hipótese. Os autores concluíram que aumentos da sobrevida tendem a declinar depois dos 100 anos. A longevidade atingiria um teto ao redor dos 115 anos.

                     (Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: folha.uol.com.br)

Está correta a redação do seguinte comentário:
Alternativas
Q1025925 Português

      O mundo abriga hoje aproximadamente 500 mil pessoas centenárias, e esse número deverá aumentar na próxima década.

      Foi no final do século XIX que a expectativa de vida começou a aumentar nos países europeus que se industrializavam, apesar de continuar em patamares medíocres em diversas partes do mundo.

      Nas últimas décadas, no entanto, a desigualdade diminuiu e a expectativa de vida mundial praticamente duplicou. Hoje os países pobres têm expectativa média de vida semelhante à dos que eram considerados ricos nos anos 1900.

      Cem anos atrás, a expectativa de vida de quem nascia na Índia ou na Coreia era de apenas 23 anos. Atualmente, esse número quase triplicou. No Brasil, uma criança que completasse dez anos de idade em 1950 podia alimentar a esperança de viver mais 53 anos. As que chegaram aos dez anos em 2015 devem viver mais 67 anos.

      Esses aumentos na longevidade aconteceram graças a avanços no conhecimento. O declínio da mortalidade foi resultado de ideias novas no campo da saúde e dos benefícios trazidos por melhores condições de nutrição e saneamento básico, pela vacinação em massa e pela descoberta dos antibióticos.

      No decorrer do século XXI, será possível duplicar mais uma vez a expectativa de vida?

      Em um trabalho publicado na revista Nature, pesquisadores desmentiram essa hipótese. Os autores concluíram que aumentos da sobrevida tendem a declinar depois dos 100 anos. A longevidade atingiria um teto ao redor dos 115 anos.

                     (Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: folha.uol.com.br)

Considerado o contexto, afirma-se corretamente:
Alternativas
Q1025921 Português

      O mundo abriga hoje aproximadamente 500 mil pessoas centenárias, e esse número deverá aumentar na próxima década.

      Foi no final do século XIX que a expectativa de vida começou a aumentar nos países europeus que se industrializavam, apesar de continuar em patamares medíocres em diversas partes do mundo.

      Nas últimas décadas, no entanto, a desigualdade diminuiu e a expectativa de vida mundial praticamente duplicou. Hoje os países pobres têm expectativa média de vida semelhante à dos que eram considerados ricos nos anos 1900.

      Cem anos atrás, a expectativa de vida de quem nascia na Índia ou na Coreia era de apenas 23 anos. Atualmente, esse número quase triplicou. No Brasil, uma criança que completasse dez anos de idade em 1950 podia alimentar a esperança de viver mais 53 anos. As que chegaram aos dez anos em 2015 devem viver mais 67 anos.

      Esses aumentos na longevidade aconteceram graças a avanços no conhecimento. O declínio da mortalidade foi resultado de ideias novas no campo da saúde e dos benefícios trazidos por melhores condições de nutrição e saneamento básico, pela vacinação em massa e pela descoberta dos antibióticos.

      No decorrer do século XXI, será possível duplicar mais uma vez a expectativa de vida?

      Em um trabalho publicado na revista Nature, pesquisadores desmentiram essa hipótese. Os autores concluíram que aumentos da sobrevida tendem a declinar depois dos 100 anos. A longevidade atingiria um teto ao redor dos 115 anos.

                     (Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: folha.uol.com.br)

Estabelece-se relação de causa e consequência, respectivamente, entre as seguintes ideias do texto:
Alternativas
Q1025863 Português

      Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.


Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?

− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.


Em casos como esse dá para guardar as emoções?

− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.


O que significa esse ofício de atriz?

– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?

                                                  (Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.) 

A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora.


O trecho acima encontra-se corretamente reescrito, com nível de linguagem formal e com impessoalidade, em:

Alternativas
Q1025810 Português

A Idade da Comunicação

        Foi-lhe posto o nome de Idade da Comunicação porque nela sucedeu a confusão da linguagem de toda a Terra. Ainda ficaria mais certo dizer: “das linguagens”, incluindo na confusão as comunicações orais, escritas, iconográficas, tácteis etc.

       Considerável parte da humanidade fala ou arranha o inglês. Intérpretes bem treinados reproduzem com fidelidade os pensamentos de antípodas. As notícias dão volta ao mundo antes que uma dona de casa faça chegar a uma vizinha a cortesia de um pedaço de bolo. Uma pessoa pode ocupar todas as horas do dia informando-se do que se passa no resto do mundo. As palavras básicas de todas as comunidades e nações são as mesmas: paz, amor, liberdade, fraternidade, justiça, democracia...

    Mas a comunicação não se estabelece. Dizemos paz e fazemos a guerra. Proclamamos o amor e puxamos as armas. Os continentes brigam, as raças se hostilizam, e o próprio idioma utilizado dos governos para com o povo sofre distorções. Apenas em um setor a eficiência da comunicação costuma atingir o ótimo: os produtos de consumo, mesmo quando inoperantes, são regularmente vendidos. Estamos por dentro, cada um de nós, cheios de ligações erradas, de informações falsas ou equívocas. Nossas paixões famélicas não se comunicam com o nosso tíbio amor pelo conhecimento da verdade; nosso egoísmo não nos transmite sinal algum do que se passa com o próximo em naufrágio. É a Idade da Comunicação.

(Adaptado de CAMPOS, Paulo Mendes. O amor acaba. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 174-175) 

Há observância das normas gramaticais, incluindo uma adequada pontuação, na seguinte frase:
Alternativas
Q1025808 Português

A Idade da Comunicação

        Foi-lhe posto o nome de Idade da Comunicação porque nela sucedeu a confusão da linguagem de toda a Terra. Ainda ficaria mais certo dizer: “das linguagens”, incluindo na confusão as comunicações orais, escritas, iconográficas, tácteis etc.

       Considerável parte da humanidade fala ou arranha o inglês. Intérpretes bem treinados reproduzem com fidelidade os pensamentos de antípodas. As notícias dão volta ao mundo antes que uma dona de casa faça chegar a uma vizinha a cortesia de um pedaço de bolo. Uma pessoa pode ocupar todas as horas do dia informando-se do que se passa no resto do mundo. As palavras básicas de todas as comunidades e nações são as mesmas: paz, amor, liberdade, fraternidade, justiça, democracia...

    Mas a comunicação não se estabelece. Dizemos paz e fazemos a guerra. Proclamamos o amor e puxamos as armas. Os continentes brigam, as raças se hostilizam, e o próprio idioma utilizado dos governos para com o povo sofre distorções. Apenas em um setor a eficiência da comunicação costuma atingir o ótimo: os produtos de consumo, mesmo quando inoperantes, são regularmente vendidos. Estamos por dentro, cada um de nós, cheios de ligações erradas, de informações falsas ou equívocas. Nossas paixões famélicas não se comunicam com o nosso tíbio amor pelo conhecimento da verdade; nosso egoísmo não nos transmite sinal algum do que se passa com o próximo em naufrágio. É a Idade da Comunicação.

(Adaptado de CAMPOS, Paulo Mendes. O amor acaba. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 174-175) 

O segmento Uma pessoa pode ocupar todas as horas do dia informando-se do que se passa no resto do mundo.


A frase do texto reproduzida acima ganha nova redação, sem prejuízo para seu sentido básico, sua coesão e sua correção, no seguinte enunciado:

Alternativas
Q1025804 Português

                                        Simbolismo da água: aspectos rituais

        Numa fórmula sumária, pode-se dizer que as águas simbolizam a totalidade das virtualidades; elas são “fons et origo”, fonte e origem, a matriz de todas as possibilidades de existência. “Àgua, tu és a fonte de todas as coisas”, diz um texto indiano. As águas são os fundamentos do mundo inteiro: elas são, nas mais variadas culturas, a essência da vegetação, o elixir da imortalidade, asseguram longa vida, força criadora, são o princípio de toda cura etc. etc.

       Princípio do indiferenciado e do virtual, fundamento de toda manifestação cósmica, receptáculo de todos os gérmens, as águas simbolizam a substância primordial de que nascem todas as formas e para a qual todas voltam. O contato com a água implica sempre regeneração: por um lado, porque à dissolução segue um novo nascimento; por outro lado, porque a imersão fertiliza e aumenta o potencial de vida e de criação. A água confere um “novo nascimento” por um ritual iniciático, cura por um ritual mágico, assegura o renascimento “post mortem” por rituais funerários.

   O caminho para a origem das águas e a sua obtenção implicam uma série de provas e desafios, exatamente como na busca aventurosa da “árvore da vida”. No Apocalipse, os dois símbolos encontram-se lado a lado: “Ele mostrou-me, em seguida, o rio da água da vida, límpida como cristal, que brota do trono de Deus. E nas duas margens do rio cresce a árvore da vida”. O simbolismo imemorial e ecumênico da imersão na água como instrumento de purificação e de regeneração foi aceito pelo cristianismo e enriquecido por novas valências religiosas.


(Adaptado de ELIADE, Mircea. Tratado de história das religiões. Lisboa: Cosmos, 1977, p. 231-237, passim

Está clara, coesa e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
Alternativas
Q1023503 Português

O aquecimento global pode se intensificar.

Medidas devem ser tomadas.

Frear o desmatamento pode evitar a intensificação do aquecimento global.

O desmatamento deve ser freado especialmente nas regiões tropicais do planeta.


Evitando repetições desnecessárias, o conteúdo principal das informações acima está articulado com correção e lógica em:

Alternativas
Q1023499 Português

      Com cerca de 16% da água doce disponível na Terra, o Brasil é um país rico nesse insumo que a natureza provê de graça. Cada habitante conta com mais de 43 mil m3 por ano dos mananciais, mas apenas 0,7% disso termina utilizado. Nações como a Argélia e regiões como a Palestina, em contraste, usam quase a metade dos recursos hídricos disponíveis, e outras precisam obter recursos hídricos por dessalinização de água do mar.

      Só em aparência, contudo, é confortável a situação brasileira. Em primeiro lugar, há o problema da distribuição: o líquido é tanto mais abundante onde menor é a população e mais preservadas são as florestas, como na Amazônia. No litoral do país, assim como nas regiões Sudeste e Nordeste (onde se concentra 70% da população), muitos centros urbanos já enfrentam dificuldades de abastecimento.

      Para anuviar o horizonte, sobrevêm os riscos de piora com o aquecimento global. Com as crescentes emissões de gases do efeito estufa, a atmosfera terrestre retém mais calor do Sol perto da superfície. Aumenta, assim, a temperatura das massas de ar, energia que alimenta os ventos e tempestades.

      Se os resultados das simulações do clima futuro feitas por modelos de computador estiverem corretos, algumas regiões poderão sofrer estiagens mais frequentes e graves, enquanto outras ficarão sujeitas a inundações.

      O Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, um comitê com alguns dos maiores especialistas do país em climatologia, fez projeções sobre as alterações prováveis nas várias regiões, mas com diferentes graus de confiabilidade. As mais confiáveis valem para a Amazônia (aumento de temperatura de 5°C a 6°C e queda de 40% a 45% na precipitação até o final do século), para o semiárido, no Nordeste (respectivamente 3,5°C a 4,5°C e − 40% a − 50%), e para os pampas, no Sul (2,5°C a 3°C de aquecimento e 35% a 40% de aumento de chuvas).

      Não é possível afirmar com certeza que recentes secas no Sudeste e no Nordeste ou as inundações em Rondônia tenham relação direta com a mudança global e regional do clima. Tampouco se pode excluir que tenham. Por outro lado, é certo que esses flagelos, assim como o custo bilionário que acarretam, constituem uma boa amostra do que se deve esperar nas próximas décadas para o caso de o aquecimento global se agravar.

      Ficar sem água, porém, é cena cada vez mais incomum no Nordeste, mesmo no semiárido, região onde moram 22 milhões de pessoas e onde as chuvas são pouco previsíveis. Um sistema improvisado de cisternas e açudes já supre, ainda que de forma irregular, as necessidades básicas da população, mesmo a mais isolada.

      É uma realidade muito diferente das muitas secas do passado. Algumas das piores estiveram associadas ao fenômeno El Niño, aquecimento anormal das águas do Pacífico que costuma ser acompanhado de estiagens severas na Amazônia e no Nordeste.

(Adaptado de: Projeto multimídia Líquido e Incerto. Autores: ALMEIDA, Lalo de. LEITE, Marcelo. GERAQUE, Eduardo. CANZIAN, Fernando. GARCIA, Rafael. AMORA, Dimmi. Disponível em: arte.folha.uol.com.br

A respeito do 1° parágrafo, afirma-se corretamente:
Alternativas
Q1023497 Português

      Com cerca de 16% da água doce disponível na Terra, o Brasil é um país rico nesse insumo que a natureza provê de graça. Cada habitante conta com mais de 43 mil m3 por ano dos mananciais, mas apenas 0,7% disso termina utilizado. Nações como a Argélia e regiões como a Palestina, em contraste, usam quase a metade dos recursos hídricos disponíveis, e outras precisam obter recursos hídricos por dessalinização de água do mar.

      Só em aparência, contudo, é confortável a situação brasileira. Em primeiro lugar, há o problema da distribuição: o líquido é tanto mais abundante onde menor é a população e mais preservadas são as florestas, como na Amazônia. No litoral do país, assim como nas regiões Sudeste e Nordeste (onde se concentra 70% da população), muitos centros urbanos já enfrentam dificuldades de abastecimento.

      Para anuviar o horizonte, sobrevêm os riscos de piora com o aquecimento global. Com as crescentes emissões de gases do efeito estufa, a atmosfera terrestre retém mais calor do Sol perto da superfície. Aumenta, assim, a temperatura das massas de ar, energia que alimenta os ventos e tempestades.

      Se os resultados das simulações do clima futuro feitas por modelos de computador estiverem corretos, algumas regiões poderão sofrer estiagens mais frequentes e graves, enquanto outras ficarão sujeitas a inundações.

      O Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, um comitê com alguns dos maiores especialistas do país em climatologia, fez projeções sobre as alterações prováveis nas várias regiões, mas com diferentes graus de confiabilidade. As mais confiáveis valem para a Amazônia (aumento de temperatura de 5°C a 6°C e queda de 40% a 45% na precipitação até o final do século), para o semiárido, no Nordeste (respectivamente 3,5°C a 4,5°C e − 40% a − 50%), e para os pampas, no Sul (2,5°C a 3°C de aquecimento e 35% a 40% de aumento de chuvas).

      Não é possível afirmar com certeza que recentes secas no Sudeste e no Nordeste ou as inundações em Rondônia tenham relação direta com a mudança global e regional do clima. Tampouco se pode excluir que tenham. Por outro lado, é certo que esses flagelos, assim como o custo bilionário que acarretam, constituem uma boa amostra do que se deve esperar nas próximas décadas para o caso de o aquecimento global se agravar.

      Ficar sem água, porém, é cena cada vez mais incomum no Nordeste, mesmo no semiárido, região onde moram 22 milhões de pessoas e onde as chuvas são pouco previsíveis. Um sistema improvisado de cisternas e açudes já supre, ainda que de forma irregular, as necessidades básicas da população, mesmo a mais isolada.

      É uma realidade muito diferente das muitas secas do passado. Algumas das piores estiveram associadas ao fenômeno El Niño, aquecimento anormal das águas do Pacífico que costuma ser acompanhado de estiagens severas na Amazônia e no Nordeste.

(Adaptado de: Projeto multimídia Líquido e Incerto. Autores: ALMEIDA, Lalo de. LEITE, Marcelo. GERAQUE, Eduardo. CANZIAN, Fernando. GARCIA, Rafael. AMORA, Dimmi. Disponível em: arte.folha.uol.com.br

Mantendo-se a correção e o sentido, sem que nenhuma outra alteração seja feita na frase, o termo sublinhado pode ser substituído pelo que se encontra entre parênteses em:
Alternativas
Q1021888 Português

                              

As conjunções “se” (na fala do pesquisador) e “pois” (na fala do entrevistado) têm o mesmo sentido e estabelecem a mesma relação entre orações que as destacadas, respectivamente, em:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMT Órgão: Prefeitura de Várzea Grande - MT Provas: UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Gestor Municipal | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Advogado | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Auditor Fiscal e Tributário da Receita Municipal | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Auditor Municipal de Controle Interno | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Técnico de Desenvolvimento Econômico e Social - Jornalista | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Técnico de Desenvolvimento Econômico e Social - Administrador | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Técnico da Previdência Social - Nível Superior | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Técnico de Desenvolvimento Econômico e Social - Analista de Rede | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Técnico de Desenvolvimento Econômico e Social - Analista Técnico em Gestão de Políticas Sociais | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - 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Q1021712 Português
A coerência textual é responsável pela unidade de sentido, pois estabelece uma relação harmônica entre as partes do texto. A ambiguidade é um dos casos de falta de coerência. Em qual alternativa a ambiguidade NÃO foi desfeita?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMT Órgão: Prefeitura de Várzea Grande - MT Provas: UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Gestor Municipal | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Advogado | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Auditor Fiscal e Tributário da Receita Municipal | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Auditor Municipal de Controle Interno | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Técnico de Desenvolvimento Econômico e Social - Jornalista | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Técnico de Desenvolvimento Econômico e Social - Administrador | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Técnico da Previdência Social - Nível Superior | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Técnico de Desenvolvimento Econômico e Social - Analista de Rede | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - MT - Técnico de Desenvolvimento Econômico e Social - Analista Técnico em Gestão de Políticas Sociais | UFMT - 2018 - Prefeitura de Várzea Grande - 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Q1021707 Português

INSTRUÇÃO: Leia o trecho a seguir, de um artigo de J. R. Guzzo, e responda a questão


Os elementos coesivos são responsáveis pela ligação semântica entre as partes de um texto. A respeito de elementos coesivos presentes no texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O termo Agora (linha 9) relaciona a ideia a que se liga a um tempo definido fora do texto, a exemplo de hoje e ontem. ( ) Em Reproduzem-se como coelhos; são pagos salários extravagantes, a coesão denomina-se elipse, mecanismo que consiste na omissão de um termo já dito anteriormente. ( ) A expressão dessa nova realidade (linha 12) retoma o sentido da expressão cidadãos encarregados de dar ou recusar as autorizações (linhas 3 e 4). ( ) O pronome ela (linha 2) refere-se ao termo situação, estabelecendo coesão referencial.
Assinale a sequência correta. 
Alternativas
Q1020966 Português

A questão diz respeito ao Texto.

Leia-o atentamente antes de respondê-la.


Acerca da partícula “que” presente no período abaixo retirado do Texto, é correto afirmar que:
“Não seria muito melhor se houvesse um único arquivo que, mediante sua autorização, pudesse ser acessado [...]” (linhas 5 a 7)
Alternativas
Q1020706 Português

    “(...) — O doutor é formado em Direito? indaguei por minha vez — Não. Formei-me em Línguas Orientais e Exegese Bíblica, na Universidade de Sófia, tendo começado o curso no Cairo. Disfarcei a vontade que me deu de rir, ouvindo tão extravagante titulo escolar. Havia alguma coisa de opereta, mas o homem era tão simpático, tinha sido tão amável e parecia tão ilustrado que me esforcei por sujeitar o meu ímpeto de rir, soltando uma frase à-toa: — Na Europa o homem de estudo tem campo, sabe onde deve chegar; aqui... — Qual, doutor! Não há como a sua terra! A questão é pendurar, quando se entra, a sobrecasaca de cavalheiro no Pão de Açúcar; e no mais — tudo vai às mil maravilhas! O padeiro ficou atônito com a cínica franqueza do julgamento do jornalista. Teve um assomo de virtude e objetou pudicamente: — Nem tanto, doutor! Nem tanto! olhe que ainda há homens honestos nesta terra e em altas posições — o que é mais raro! O doutor Gregoróvitch dardejou-lhe um breve olhar sarcástico e expelindo uma longa fumaça cheia de dúvida e de troça, disse devagar: — Pode ser, Laje! Quem sabe?”

Fragmento de “O triste fim de Policarpo Quaresma” Lima Barreto. p. 19.

Na frase “O doutor Gregoróvitch dardejou-lhe um breve olhar sarcástico (...)”, o termo em destaque apresenta um pronome: 

Alternativas
Q1020705 Português

Imagem associada para resolução da questão


Os decanos e diretores presentes à 102ª Reunião da Plenária de Decanos e Diretores da UFRJ reafirmam a defesa da plena gratuidade nos estabelecimentos oficiais, nos termos do Art. 206, IV, da Constituição Federal, um requisito para a democracia e o desenvolvimento nacional comprometido com o bem viver de todo o povo. A gratuidade é uma conquista republicana que assegura o direito de todos à educação e estabelece o dever do Estado no fomento da educação, cultura, ciência e tecnologia, tal como ocorre nos países que possuem elevada qualidade de vida.(...)”.

Trecho inicial do documento “Futuro da universidade federal ameaçado, futuro da nação ameaçado: nota da Plenária de Decanos e Diretores da UFRJ”, de 31 de julho de 2017.


Conforme a nota de Decanos e Diretores da UFRJ, entre a gratuidade do ensino como uma conquista republicana que assegura direitos e o que ocorre nos países que possuem elevada qualidade de vida, há uma relação de:

Alternativas
Respostas
7721: C
7722: C
7723: B
7724: E
7725: E
7726: D
7727: B
7728: C
7729: E
7730: B
7731: D
7732: A
7733: E
7734: D
7735: A
7736: D
7737: C
7738: C
7739: D
7740: E