Questões de Concurso
Sobre coesão e coerência em português
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Nessa frase, os conectores mas e caso podem ser adequadamente substituídos por
Nessa frase, o pronome-las
“No universo tudo procede por vias indiretas. Não existem linhas retas.”
Assinale a opção em que essa frase está escrita de modo incorreto.
“As árvores são o extremo esforço da terra para falar com o céu”.
Assinale a opção que indica a substituição adequada dos termos dessa frase.
“Tudo o que vem da terra, voltará a ela.”
As opções a seguir mostram substituições dos termos sublinhados. Assinale a única inadequada.
“Tudo acontece conforme a natureza.”
Assinale a opção que apresenta o termo que substitui corretamente conforme nessa frase.
“O tempo passa e o homem não percebe isso.”
O pronome isso se refere
Texto para o item

Julgue o item quanto à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto.
“Se o País recuperar pastagens e promover
integração lavoura‐pecuária ou integração
lavoura‐pecuária‐floresta, deixará de ser lançado na
atmosfera o equivalente a 1,8 bilhão de toneladas de
CO2” (linhas 6 e 7):Se caso o País recupere pastagens
e promova integração lavoura‐pecuária ou integração
lavoura‐pecuária‐floresta, deixaram de ser lançado na
atmosfera 1,8 bilhão de toneladas de CO2.
Texto para o item.

Julgue o item quanto à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto.
“O plano foi originalmente idealizado para recuperar 15
milhões de hectares degradados, mas poderia ser
estendido a 60 milhões de hectares.” (linhas 4 e 5): O
plano, originalmente idealizado para recuperar 15
milhões de hectares degradados, poderia ser estendido
a 60 milhões de hectares.
Texto para o item.

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Nas relações de coesão do texto, o vocábulo “a”, em “a que mais produz esses gases” (linhas 15 e 16), refere‐se ao termo
“cultura” (linha 15).
Texto para o item.


Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“a sua morte” (linhas 17 e 18) por levá‐las a óbito.
Texto para o item.


Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“em se tratando de” (linhas 4 e 5) por no que diz
respeito a.
Texto para o item.


A respeito do texto e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Na linha 16, quanto às relações de coesão do texto, o
vocábulo “o”, em “o que pode ocasionar”, retoma a
expressão “monitoramento de medicamentos”.
Texto para o item.


A respeito do texto e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência
do texto caso se substituísse o ponto final empregado
após o termo “erros” (linha 27) por vírgula, feito o
devido ajuste de maiúscula/minúscula no período.
LEIA OS TEXTOS DE 01 A 04 E RESPONDA A QUESTÃO.
TEXTO 01

Disponível em:http://focanaopiniao.blogspot.com/2017/06/sustentabilidade-ignorancia-e.html
TEXTO 02
COMPRA COMPULSIVA ON-LINE COLOCA USUÁRIO EM RISCO
Transtorno emocional diminui atenção e aumenta risco de fraudes e golpes
Comprar sem parar, sem medidas, equilíbrio, necessidade ou condição financeira. Combater esse impulso que causa graves consequências é o desafio de quem tem o transtorno da compra compulsiva. Não existem estatísticas oficiais, mas estima-se que cerca de 5% dos brasileiros sofram desse mal. Com sintomas semelhantes ao de qualquer vício, pode levar a pessoa a agir de forma descontrolada caso não seja tratado. E se o canal para acessar mais produtos for a internet, a segurança pessoal também estará ameaçada.
(...)
Disponível em: https://dialogando.com.br/seguranca/protecao-na-internet/compra-compulsiva-on-line-coloca-usuario-em-risco/

Vamos hoje para a escola
Aprender bem a lição
Com a merenda na _____________
E a mamãezinha no coração.
Para completar o verso, da parlenda a forma correta é:
Leia o texto para responder a questão.
Um roteiro literário por Belo Horizonte
Com desenho urbano moderno, a capital de Minas
Gerais inspirou muitas obras da literatura. Aqui,
roteiros que conduzem a lugares eleitos por
prosadores
Por Fabrício Marques
O primeiro roteiro pode ser percorrido a pé, na região que inspirou os modernistas e motiva os escritores contemporâneos, no seu traçado em xadrez. Andando, cada um inventa sua própria cidade: o Centro de BH é um emaranhado de avenidas diagonais superpostas às ruas ortogonais, com nome dos estados da União, entrelaçadas àquelas que remetem a tribos indígenas.
Se quiser, cantarole Ruas da Cidade, do antológico Clube da Esquina Nº 2, de 1978. “Para quem chega, a experiência é estonteante até que, mais dia, menos dia, o hábito se instala”, diz o poeta e tradutor baiano Duda Machado, que mora há 18 anos na capital mineira, admirado com o choque do planejamento dos traçados triangular e retangular com a elevação montanhosa e as muitas ladeiras.
Comece pela Rua Sapucaí, espécie de “orla” seca da região, com destaque para os restaurantes do italiano Massimo Battaglini, a Salumeria Central (carne de porco) e o Pecatore (frutos do mar) e o bar Dorsé.
Nas proximidades, curta o Petit Café, em um casarão dos anos 1920. Dali, da balaustrada da avenida, você tem uma bela visão do Centro: aviste a Praça da Estação em um ângulo diferente e, olhando para a esquerda, o Viaduto Santa Tereza, onde, no final dos anos de 1920, Carlos Drummond de Andrade, aos 27 anos, escalou um dos arcos.
Com revestimento de argamassa em tom de concreto, o viaduto foi criado para ligar o bairro da Floresta, onde morava o poeta, ao Centro – cumprindo, profeticamente, os desígnios da letra do compositor Rômulo Paes: “Minha vida é esta: subir Bahia e descer Floresta”. O “alpinismo urbano” foi repetido por algumas gerações de escritores, como a de Fernando Sabino, que recriou, em forma de ficção, o ritual em O Encontro Marcado (1956). Hoje, o viaduto conjuga aparência decadente e importância cultural e histórica. Só olhe, não precisa subir!
O próximo destino é o Edifício Maletta. Antes de chegar lá, no caminho, passe bem ao lado do Palácio das Artes, pelo Parque Municipal, um dos cenários de Os Novos (1971), de Luiz Vilela, prosador que frequentava o local em busca de inspiração.
Mas não perca o foco no Maletta: vire à esquerda na Rua da Bahia, que, nas palavras do poeta Paulinho Assunção, “inventou Belo Horizonte”. Famosa, a rua concentrou os bares favoritos de jornalistas e escritores e as redações dos principais jornais impressos – num deles trabalhou Rubem Braga, que, fazendo troça do caráter provinciano da metrópole, chamou-a de “Belorizontem” numa crônica. “Haja cidade, disse a Rua da Bahia em uma segunda-feira chuvosa, muito tediosa, sem nada para fazer, só com empadas nos mostruários e alguns udenistas de cachecol. E houve então a cidade”, completa Assunção.
O Edifício Maletta fica na confluência da Bahia com a Avenida Augusto de Lima. É um mundaréu de galeria, livraria, sebo, self-services, barbearia, lojas, escritórios e bloco residencial. Peça um bife à parmegiana na Cantina do Lucas, dê uma incerta no sebo Crisálida, na sobreloja, onde o varandão abriga happy hour e baladas noturnas, e considere bares e restaurantes como o Lua Nova, Objetoria, Dub, Nine e Arcângelo.
O paulista Mário de Andrade visitou Belo Horizonte em quatro ocasiões. Na segunda delas, em 1924, fez a leitura, na sacada do Grande Hotel, do poema que acabara de escrever, o Noturno de Belo Horizonte. O hotel foi demolido para a construção do Maletta, inaugurado em 1961.
O passeio termina seguindo pela Augusto de Lima até chegar ao Mercado Central (no número 744), que merece reiteradas visitas. Um dos lugares mais conhecidos da capital mineira, o mercado ganhou saborosas referências no livro “O Mundo Acabou”, de Alberto Villas, com o relato de incursões para comprar frutas e outros produtos, e também no poema de Ricardo Aleixo Cine-Olho, que flagra um menino, “um ponto riscado a laser na noite de rua cheia/ali para os lados do Mercado”.
Esse local tão querido também pelos turistas é tema de um dos livros, assinado pelo compositor Fernando Brant, da ótima coleção BH. A Cidade de Cada Um (Conceito Editorial), que reúne 28 títulos lançados sobre pontos importantes de “Belô”, “Belorizoo”, “Belzonte” – vá somando aí os apelidos da terra de escritores que já moraram aqui e voltam de vez em quando, como Silviano Santiago e Affonso Romano de Sant’Anna.
Disponível em
https://viagemeturismo.abril.com.br/destinos/belo
horizonte-um-roteiro-literario/
Texto para o item.

Considerando os mecanismos de coesão no texto, julgue o item com relação à correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência.
“essas” (linha 16) – [células] “mesenquimais” (linha 15).