Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q1809471 Português
As frases a seguir carecem de coerência lógica, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q1809244 Português

Imagem associada para resolução da questão

FONTE: https://acontecendoaqui.com.br/propaganda/marcca-cria-

campanha-publicitaria-de-dia-das-maes-para-fcdlsc


Considere as seguintes afirmações a respeito da propaganda:
I - “Ela” faz referência a “mãe”, articulando o texto com a imagem da publicidade. II - O pronome “que”, no texto, retoma, respectivamente, “Ela” e “você”. III - O uso da conjunção “mas” reforça “precisava” em contraposição a “não precisava”. IV - A locução “vai dizer” poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por “diria”.
É correto apenas o que se afirma em:
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Q1809239 Português
Leia o trecho da crônica “Hobbies” de Luis Fernando Veríssimo para responder à questão.

    A maior coleção particular de pizzas do mundo pertence ao jurista Domenico Corolário, de São Paulo, que desenvolveu um método para preservá-las, semelhante, segundo ele, ao embalsamamento. O doutor Corolário começou com uma de mussarela (sic) e molho de tomate simples, tamanho médio, para viagem. Levou para casa, esqueceu-se de comê-la e duas semanas mais tarde encantou-se com aquela coisa redonda, colorida e incomível e teve a ideia da coleção. Hoje viaja sempre que pode à procura de pizzas diferentes e tem correspondentes em todo o mundo, que lhe enviam espécimens novos. Quais são seus exemplares mais raros?

    - Bem, tenho uma pizza de bacalhau, páprica e creme de leite. Esta aqui de creme de abacate, anchovas, azeitona, rodelas de tomate e caramelo. Esta de mamão, bacon e... Mas você está ficando verde!

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Novas comédias da vida privada, Porto Alegre, L&PM, 1996, p.325.
Os referentes dos termos em destaque no texto são, respectivamente:
Alternativas
Q1808745 Português

Leia o texto e responda à questão.


    A China está se tornando um dos maiores produtores de vinho do mundo. Está investindo e daqui a dez, vinte anos deve ter grandes vinhos. Já em relação ao consumo, é preocupante. Se um dia os chineses resolverem beber uma taça de vinho cada um, não vai sobrar. Além disso, se o consumo chinês aumentar como está se desenhando, a bebida ficará mais cara. Por outro lado, é um mercado em potencial para o avanço das exportações de diversos países.

(VIANNA JÚNIOR, D. Revista Veja, Ed. 2666.)

Em relação aos recursos linguísticos e textuais, analise as afirmativas.


I- As locuções verbais com gerúndio no texto conferem ideia de continuidade, ou seja, de uma ação que ainda está em andamento, exprimindo a ideia de progressão indefinida.

II- A expressão Por outro lado funciona como operador argumentativo, estabelecendo ideia de contraposição ao que foi dito anteriormente no texto.

III- A expressão coesiva Além disso é uma locução adverbial pela qual algo é acrescentado ao que foi dito, pode ser substituída por Em adição a isso.

IV- No trecho Já em relação ao consumo, é preocupante., o advérbio tem sentido de prontamente, incontinente, e pode ser substituído por imediatamente.


Estão corretas as afirmativas

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Q1808744 Português

Leia o texto abaixo de Walcyr Carrasco, Revista Veja Ed. 2668, e responda à questão.


    Início de ano é sempre assim: a gente faz promessas, ambiciona novidades. Como o ano só começa realmente depois do Carnaval, costumo aguardar até lá. Mas aí já é tarde: o ano ganhou seu ritmo e eu deixo as mudanças para o futuro. Em 2019 pensei no que realmente desejaria para este 2020. Há uma palavra que não me sai da cabeça: segurança. É claro que o país tem problemas de todo tipo. Mas a segurança toca no meu cotidiano diretamente. [...] Eu me admiro ver as pessoas convivendo com a violência como se fosse absolutamente normal. Uma amiga sai sempre com dois celulares. Um velho e um bom, escondido. O mais antigo é para, no caso de assalto, entregar ao ladrão. Já ouvi um conhecido dizer que o “meliante” foi legal, pois o deixou ficar com os documentos. Ou seja: o sujeito assalta, ameaça, mas é “legal”? Recentemente, um amigo fez aniversário. Tínhamos um evento, mas queríamos nos reunir depois das dez da noite. Foi difícil achar um restaurante: a maioria está fechando mais cedo. Em São Paulo, no centro, as mulheres andam agarradas às bolsas. O pior, porém, repito, é nossa atitude passiva. Nós nos acostumamos ao absurdo. [...].

    Há alguns anos, eu saía do Leblon e andava até o Arpoador pela praia. É uma boa e saudável distância. Não tenho mais coragem. Quero voltar a andar pelo calçadão sem medo. Se caminhar, realizarei meu segundo desejo de Ano Novo: perder a barriga. Mas quando? A falta de segurança mudou a minha vida. Sem dúvida, continuarei barrigudo.

A respeito de elementos coesivos presentes no texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q1808736 Português
Leia as frases a seguir.
1- A esquizofrenia, ou distúrbio da mente dividida, é marcada por surtos em que o mundo real acaba substituído por delírios e alucinações. 2- Apesar de serem esses os sintomas mais famosos da condição, geralmente ela se inicia com uma simples apatia no final da adolescência e no começo da vida adulta. 3- Os cientistas do final do século XIX foram buscar inspiração na língua grega para caracterizar um transtorno que, até então, ficava jogado no limbo da loucura. 4- Por meio da junção dos termos esquizo, dividir no idioma dos filósofos clássicos, e frenia, algo próximo de mente, eles deram um nome perfeito para a doença que atinge 1% da população do planeta. 5- A esquizofrenia é investigada há décadas, mas segue cheia de mistérios. Unindo as frases em um único parágrafo, com coesão e coerência, a ordem correta é:
Unindo as frases em um único parágrafo, com coesão e coerência, a ordem correta é:
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Q1808712 Português


FONTE: https://www.estimulanet.com/2013/04/tirinhas-do-armandinho-conquistam-o.html

Assinale a alternativa que apresenta o texto do último quadro reescrito de acordo com a norma culta da língua portuguesa.
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Q1808706 Português
Leia o trecho da crônica Zaptiqueta, de Antônio Prata, publicada em 17/11/2019, para responder à questão.

Já que estamos viciados nos celulares e autocondenados a arrastá-los por aí como as bolas de chumbo dos prisioneiros nas histórias em quadrinhos, é mister entrarmos num acordo sobre algumas mínimas normas de etiqueta. Não me refiro aos trolls do Twitter, aos ogros da dark web, às almas sebosas que dedicam a vida a aprofundar, via redes sociais, o murundu em que nos encontramos (sic). Desses cuidará o capeta no décimo nono círculo do inferno atualizado de Dante. Falo aqui das pessoas de bom coração que, por falta de um protocolo, atrapalham-se com os talheres do WhatsApp.

FONTE: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2019/11/zaptiqueta.shtml

Considere as seguintes afirmações sobre o texto:


I - “Já que” denota o conformismo do autor do texto com a presença dos celulares em nossas vidas.

II - “como” estabelece uma comparação entre os celulares e as bolas de chumbo dos prisioneiros.

III - “Desses” retoma exclusivamente a expressão “almas sebosas” utilizada na frase anterior.

IV - A partícula “se” em “atrapalham-se” é um pronome reflexivo e refere-se a “talheres do WhatsApp”.


É correto apenas o que se afirma em:

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Q1805440 Português
TEXTO 02 - PARA A QUESTÃO

Roberlene,
Eu odeio e-mails de vendas.
Sim, estou enviando um neste exato momento, mas, em minha defesa, devo dizer que é porque você solicitou mais informações sobre o nosso produto.
Se não estiver mais interessada em nessas informações, me avise para eu parar de aborrecê-la.
Sério, sofro toda vez que eu clico em "Enviar". Ajude a aliviar meu sofrimento e encontre um horário na tua agenda para me responder se quer o nosso produto.

Atenciosamente,
Teu vendedor.
Na palavra “aborrecê-la”, o “la” é um exemplo, no plano coesivo, de:
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Q1805155 Português
Texto l ( Texto para a questão)

Instintos e descivilização

Quão robusta é a ordem civilizada ocidental? A julgar pelo século XX, e mesmo sem levar em conta as duas guerras mundiais, talvez menos do que pareça. O padrão é conhecido: situações de conflito armado, cataclismos naturais e colapso econômico agudo – como, por exemplo, a hiperinflação alemã no início dos anos 1920; o blecaute que atingiu Nova York no outono de 1965; a guerra civil iugoslava da década de 1990; ou a passagem do furacão Katrina por New Orleans em meados de 2005 – revelam a fragilidade da fina superfície de civilidade e decoro sobre a qual assenta a nossa civilização. Sob impacto do abalo provocado por desastres como esses , o comportamento das pessoas sofre uma drástica mutação: enquanto alguns, em geral poucos, agem de forma solidária e até mesmo heroica, a maior parte da população atingida regride a um estado de violência e selvageria no qual a lógica do “salve-se quem puder” deságua na rápida escalada dos furtos, assaltos, saques, crimes, estupros e vandalismo. Quase que num piscar de olhos, o cordato cidadão civilizado – “casado, fútil, cotidiano e tributável” – se transforma em besta feroz, capaz das piores atrocidades. – Como entender o perturbador fenômeno? A interpretação usual propõe o modelo hobbesiano. O ser humano no fundo é um animal selvagem e terrível. Remova os sustentáculos elementares da ordem civilizada; dispa a camisa de força social; suspenda, ainda que brevemente, a vigilância e a ameaça de punição aos infratores do código legal, e, em pouco tempo, retrocedemos ao “estado natural hobbesiano” e à “guerra de todos contra todos”. O civilizado sem máscara da civilidade não é outro senão o animal humano em sua versão nativa, sem amarras nem recalques, como que de volta à selva e aos estágios da evolução em que as faculdades de inibição erguidas ao longo do processo civilizatório dormiam ainda no embrião da mente. Os episódios de regressão à barbárie seriam, em suma, o psiquismo arcaico do animal humano posto a nu. – O modelo hobbesiano poderia ter tomado como plausível, não fosse uma falha capital do argumento. Que a regressão à barbárie revele alguma coisa do nosso psiquismo arcaico não há por que duvidar. Mas o que vem à tona no caso não é o “estado de natureza” do mundo pré-civilizado ou o animal homem tal como a evolução o teria produzido – o que vem à tona é o bicho-homem descivilizado, ou seja, o civilizado que se vê repentinamente fora da jaula e apto a dar livre curso aos impulsos e instintos naturais tolhidos e asfixiados pela ordem civilizada. O descivilizado é o civilizado à solta: livres das amarras e restrições da vida comum mas portador de um psiquismo arcaico que foi pesadamente macerado e em larga medida deformado pela renúncia instintual imposta pelo processo civilizatório. A ferocidade que tomou conta dos conquistadores europeus no Novo Mundo e o surto de bestialidade fascista que varreu a Europa no século passado são exemplos extremos dessa realidade. O equívoco do modelo hobbesiano é confundir o homem descivilizado feito lobo do homem – ávido de desafogo e revide contra tudo e contra todos – com um suposto estado primitivo ou de pura natureza do animal. – “Você pode expelir a natureza com um varapau pontiagudo”, adverte Horácio, “mas ela sempre retornará.” A verdade do poeta, “nem o fogo, nem o ferro, nem o tempo devorador poderão abolir”. Mas à luz do exposto acima não seria talvez de todo impróprio emendar: a natureza expelida não sai ilesa – ela traz em seu retorno as marcas e as feridas da violenta expulsão.

Eduardo Giannetti
(Trópicos utópicos: uma perspectiva brasileira da crise
civilizatória. São Paulo: Cia das Letras, 2016)
“a natureza expelida não sai ilesa – ela traz em seu retorno as marcas e as feridas da violenta expulsão”. No trecho, o travessão pode ser substituído por:
Alternativas
Q1805153 Português
Texto l ( Texto para a questão)

Instintos e descivilização

Quão robusta é a ordem civilizada ocidental? A julgar pelo século XX, e mesmo sem levar em conta as duas guerras mundiais, talvez menos do que pareça. O padrão é conhecido: situações de conflito armado, cataclismos naturais e colapso econômico agudo – como, por exemplo, a hiperinflação alemã no início dos anos 1920; o blecaute que atingiu Nova York no outono de 1965; a guerra civil iugoslava da década de 1990; ou a passagem do furacão Katrina por New Orleans em meados de 2005 – revelam a fragilidade da fina superfície de civilidade e decoro sobre a qual assenta a nossa civilização. Sob impacto do abalo provocado por desastres como esses , o comportamento das pessoas sofre uma drástica mutação: enquanto alguns, em geral poucos, agem de forma solidária e até mesmo heroica, a maior parte da população atingida regride a um estado de violência e selvageria no qual a lógica do “salve-se quem puder” deságua na rápida escalada dos furtos, assaltos, saques, crimes, estupros e vandalismo. Quase que num piscar de olhos, o cordato cidadão civilizado – “casado, fútil, cotidiano e tributável” – se transforma em besta feroz, capaz das piores atrocidades. – Como entender o perturbador fenômeno? A interpretação usual propõe o modelo hobbesiano. O ser humano no fundo é um animal selvagem e terrível. Remova os sustentáculos elementares da ordem civilizada; dispa a camisa de força social; suspenda, ainda que brevemente, a vigilância e a ameaça de punição aos infratores do código legal, e, em pouco tempo, retrocedemos ao “estado natural hobbesiano” e à “guerra de todos contra todos”. O civilizado sem máscara da civilidade não é outro senão o animal humano em sua versão nativa, sem amarras nem recalques, como que de volta à selva e aos estágios da evolução em que as faculdades de inibição erguidas ao longo do processo civilizatório dormiam ainda no embrião da mente. Os episódios de regressão à barbárie seriam, em suma, o psiquismo arcaico do animal humano posto a nu. – O modelo hobbesiano poderia ter tomado como plausível, não fosse uma falha capital do argumento. Que a regressão à barbárie revele alguma coisa do nosso psiquismo arcaico não há por que duvidar. Mas o que vem à tona no caso não é o “estado de natureza” do mundo pré-civilizado ou o animal homem tal como a evolução o teria produzido – o que vem à tona é o bicho-homem descivilizado, ou seja, o civilizado que se vê repentinamente fora da jaula e apto a dar livre curso aos impulsos e instintos naturais tolhidos e asfixiados pela ordem civilizada. O descivilizado é o civilizado à solta: livres das amarras e restrições da vida comum mas portador de um psiquismo arcaico que foi pesadamente macerado e em larga medida deformado pela renúncia instintual imposta pelo processo civilizatório. A ferocidade que tomou conta dos conquistadores europeus no Novo Mundo e o surto de bestialidade fascista que varreu a Europa no século passado são exemplos extremos dessa realidade. O equívoco do modelo hobbesiano é confundir o homem descivilizado feito lobo do homem – ávido de desafogo e revide contra tudo e contra todos – com um suposto estado primitivo ou de pura natureza do animal. – “Você pode expelir a natureza com um varapau pontiagudo”, adverte Horácio, “mas ela sempre retornará.” A verdade do poeta, “nem o fogo, nem o ferro, nem o tempo devorador poderão abolir”. Mas à luz do exposto acima não seria talvez de todo impróprio emendar: a natureza expelida não sai ilesa – ela traz em seu retorno as marcas e as feridas da violenta expulsão.

Eduardo Giannetti
(Trópicos utópicos: uma perspectiva brasileira da crise
civilizatória. São Paulo: Cia das Letras, 2016)
“O civilizado sem máscara de civilidade não é outro senão o animal humano em sua versão nativa”. Considerando o sentido global do trecho, a palavra “senão” é equivalente à seguinte expressão:
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Q1804948 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir para responder à questão.

TEXTO III

Incêndios na Austrália: por que a temporada de
queimadas está tão forte neste ano?

AAustrália está vivendo uma de suas piores temporadas de incêndios florestais, alimentados por temperaturas recorde e meses de seca extrema. Segundo trabalhadores de emergência que combatem as chamas, o pior ainda está por vir.
Shane Fitzsimmons, do Serviço de Bombeiros Rurais de New South Wales, Estado na costa leste da Austrália, advertiu que condições “voláteis” poderiam intensificar os incêndios.
Nesta segunda-feira (6/1/20), a chuva trouxe alívio a partes da Austrália e as temperaturas caíram. Mas autoridades disseram que os incêndios podem se intensificar de novo.
No sábado, os incêndios arderam fora de controle na costa leste, impulsionados por altas temperaturas e ventos poderosos, deixando milhares de casas sem eletricidade.
O primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, advertiu que os incêndios podem continuar ardendo por meses.

Onde estão acontecendo os incêndios?
Os incêndios estão acontecendo em regiões das costas leste e sul, que é onde vive a maioria das pessoas na Austrália.
Essas regiões incluem áreas ao redor de Sydney e Adelaide.
Desde setembro do ano passado, os incêndios deixaram um saldo de ao menos 24 mortos e dezenas de desaparecidos.
Até o momento, 1 200 casas foram destruídas.
Só em New South Wales, mais de 4 milhões de hectares foram queimados (um hectare tem o tamanho de aproximadamente um campo de futebol).

Por que essa temporada de incêndios está tão mais forte?
A Austrália sempre teve incêndios florestais, mas no ano passado e neste estão piores que o normal.
A causa imediata é o clima, especificamente um fenômeno conhecido como Dipolo do Oceano Índico (ou, também, como El Niño Índico, que causa um período de mais calor e seca).
Em 2019, a Austrália registrou duas vezes novos recordes de temperatura máxima. O dia 17 de dezembro alcançou uma máxima de 40,9º C e, no dia seguinte, 41,9º C.
Isso se soma a um prolongado período de seca.
Além disso, alguns incêndios foram iniciados de propósito.

Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/
internacional-51011488>. Acesso em: 10 jan. 2020
(Adaptação)
Releia este trecho.
“A Austrália está vivendo uma de suas piores temporadas de incêndios florestais, alimentados por temperaturas recorde e meses de seca extrema. Segundo trabalhadores de emergência que combatem as chamas, o pior ainda está por vir.”
Assinale a alternativa em que o conectivo inserido entre as frases mantém o sentido original do trecho.
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Q1804807 Português
TEXTO 04

https://www.google.com/search?q=tirinhas+sobre+p reconceito+lingu%C3%ADstico&tbm=isch&source=i u&ictx=1&fir=9UBmcHWJiNhvYM%252C2eB3iB4fK 5ya6M%252C_&vet=1&usg=AI4_-kQvDXu1xWr3p2 YnyqbkLAjiiqVI0A&sa=X&ved=2ahUKEwjg0P6i-KD wAhWkB9QKHZlCC90Q9QF6BAgREAE&biw=1242 &bih=597#imgrc=yhyy3symHHKpFM.
Acesso em 28/4/2021.
O efeito de humor nesse Texto 04 é produzido, entre outros aspectos, pelo uso repetitivo da palavra “tipo”. No plano coesivo, isso se chama:
Alternativas
Q1804475 Português

Camilo Vannuchi Galaxia. São Paulo, online, ISSN 1982 – 2553, n.º 38,
maio-ago./2018, p. 167-80.Internet:<https://www.doi.org/> (comadaptações).

No que se refere às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
Mantendo-se a correção e a coerência do texto, o período “Ao referir-se (...) o tema.” (l.35 a 37) poderia ser reescrito da seguinte forma: O PNDH-3, ao referir nominalmente ao ‘direito à comunicação’, contribuiu com a inauguração de uma nova etapa no debate sobre o tema.
Alternativas
Q1804473 Português

Camilo Vannuchi Galaxia. São Paulo, online, ISSN 1982 – 2553, n.º 38,
maio-ago./2018, p. 167-80.Internet:<https://www.doi.org/> (comadaptações).

No que se refere às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
O termo “estabelecendo” (l.19) foi empregado no texto com o mesmo sentido da expressão que estabelece.
Alternativas
Q1804472 Português

Camilo Vannuchi Galaxia. São Paulo, online, ISSN 1982 – 2553, n.º 38,
maio-ago./2018, p. 167-80.Internet:<https://www.doi.org/> (comadaptações).

No que se refere às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
A informação veiculada no texto seria preservada caso a locução “vem ganhando” (l.16) fosse substituída por tem ganhado.
Alternativas
Q1804469 Português

Camilo Vannuchi Galaxia. São Paulo, online, ISSN 1982 – 2553, n.º 38,
maio-ago./2018, p. 167-80.Internet:<https://www.doi.org/> (comadaptações).

No que se refere às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
A expressão ‘em que’ (l.8) poderia ser substituída por onde, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto.
Alternativas
Q1804458 Português

Clarice Lispector. A paixão segundo G. H. Rio

de Janeiro: Rocco, 2009 (com adaptações).


Julgue o item que se segue, relativo às ideia e ao aspecto linguístico do texto precedente.

Em “fugia-me” (l.5) e “lembrei-me” (l.7), a forma pronominal “me” poderia ser suprimida sem prejuízo da correção gramatical do texto.
Alternativas
Q1804456 Português

Clarice Lispector. A paixão segundo G. H. Rio

de Janeiro: Rocco, 2009 (com adaptações).


Julgue o item que se segue, relativo às ideia e ao aspecto linguístico do texto precedente.

A expressão “ao menos” (l.18) está empregada com o mesmo sentido de sequer.
Alternativas
Q1804323 Português
A frase abaixo que poderia ser vista como uma definição de coerência textual é:
Alternativas
Respostas
4501: B
4502: D
4503: D
4504: B
4505: C
4506: B
4507: D
4508: C
4509: C
4510: B
4511: C
4512: C
4513: C
4514: E
4515: C
4516: C
4517: E
4518: E
4519: C
4520: B