Questões de Concurso
Sobre coesão e coerência em português
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I. Como a névoa estava muito fria, não foi possível assistir ao espetáculo.
II. Não foi possível apresentar o trabalho porque o projetor estava com defeito.
III. Os trabalhadores terão suas exigências analisadas, exceto se não voltarem ao trabalho.
Marque a opção CORRETA cujas semânticas estão de acordo com os conectivos.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.


I. É um período composto por subordinação, havendo três orações: uma principal e duas subordinadas; evidenciando-se apenas uma conjunção.
II. A palavra ‘que’ funciona como conjunção integrante.
III. A oração ‘passando a lei do divórcio’ poderia assumir a forma ‘embora passasse a lei do divórcio’, mantendo-se a correção do período.
Quais estão corretas?
A concordância nominal estabelece uma relação entre o gênero e número do substantivo com os demais elementos da sentença. Observe o fragmento do texto a seguir.
A esposa do Sueco __________ havia saído do salão de beleza com __________ dores de cabeça. __________, já as tivera anteriormente.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas. Atente ao uso da concordância nominal.
- Muitos analistas falam no aumento da quantidade de crianças e jovens que vão às escolas.
- Por trás desse avanço do ingresso de alunos ainda estão muitas distorções.
- O IBGE revelou que mais de 2,1 milhões de estudantes, com idade entre sete e 14 anos, podem ser considerados analfabetos.
Reunindo essas frases em um único período, com coesão, coerência e correção gramatical, ficará:
(Disponível em: https://www.bing.com/images/search?q=ambiguidade. Acesso em: 10/12/21.)
Na linguagem do dia a dia, é muito comum o uso de duplo sentido, o que prejudica o entendimento. Assinale a frase em que a ambiguidade NÃO foi desfeita.
A frase abaixo que mostra ilogicidade é:
De todos os termos destacados nesse segmento do texto 5, o único que tem antecedente claramente identificado é:
Nesse segmento do texto 3, há a substituição de um termo inicial (cocaína) por outro de valor geral (drogas); o mesmo acontece em:
Texto CG1A1-II
Amado nos levou com um grupo para descansarmos na fazenda de um amigo. Esta confirmava as descrições que eu lera no livro de Freyre: embaixo, as habitações de trabalhadores, a moenda, onde se mói a cana, uma capela ao longe; na colina, uma casa. O amigo de Amado e sua família estavam ausentes; tive uma primeira amostra da hospitalidade brasileira: todo mundo achava normal instalar-se na varanda e pedir que servissem bebidas. Amado encheu meu copo de suco de caju amarelo-pálido: ele pensava, como eu, que se conhece um país em grande parte pela boca. A seu pedido, amigos nos convidaram para comer o prato mais típico do Nordeste: a feijoada.
Eu lera no livro de Freyre que as moças do Nordeste casavam-se outrora aos treze anos. Um professor me apresentou sua filha, muito bonita, muito pintada, olhos de brasa: quatorze anos. Nunca encontrei adolescentes: eram crianças ou mulheres feitas. Estas, no entanto, fanavam-se com menos rapidez do que suas antepassadas; aos vinte e seis e vinte e quatro anos, respectivamente, Lucia e Cristina irradiavam juventude. A despeito dos costumes patriarcais do Nordeste, elas tinham liberdades; Lucia lecionava, e Cristina, desde a morte do pai, dirigia, nos arredores de Recife, um hotel de luxo pertencente à família; ambas faziam um pouco de jornalismo, e viajavam.
Simone de Beauvoir. A força das coisas. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 2018, p. 497-498 (com adaptações).
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CG1A1-II, julgue o seguinte item.
No último período do segundo parágrafo, a expressão “A
despeito” poderia ser substituída por Apesar, sem prejuízo
da correção gramatical e dos sentidos originais do texto.
Texto CG1A1-II
Amado nos levou com um grupo para descansarmos na fazenda de um amigo. Esta confirmava as descrições que eu lera no livro de Freyre: embaixo, as habitações de trabalhadores, a moenda, onde se mói a cana, uma capela ao longe; na colina, uma casa. O amigo de Amado e sua família estavam ausentes; tive uma primeira amostra da hospitalidade brasileira: todo mundo achava normal instalar-se na varanda e pedir que servissem bebidas. Amado encheu meu copo de suco de caju amarelo-pálido: ele pensava, como eu, que se conhece um país em grande parte pela boca. A seu pedido, amigos nos convidaram para comer o prato mais típico do Nordeste: a feijoada.
Eu lera no livro de Freyre que as moças do Nordeste casavam-se outrora aos treze anos. Um professor me apresentou sua filha, muito bonita, muito pintada, olhos de brasa: quatorze anos. Nunca encontrei adolescentes: eram crianças ou mulheres feitas. Estas, no entanto, fanavam-se com menos rapidez do que suas antepassadas; aos vinte e seis e vinte e quatro anos, respectivamente, Lucia e Cristina irradiavam juventude. A despeito dos costumes patriarcais do Nordeste, elas tinham liberdades; Lucia lecionava, e Cristina, desde a morte do pai, dirigia, nos arredores de Recife, um hotel de luxo pertencente à família; ambas faziam um pouco de jornalismo, e viajavam.
Simone de Beauvoir. A força das coisas. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 2018, p. 497-498 (com adaptações).
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CG1A1-II, julgue o seguinte item.
No segundo parágrafo, o vocábulo “suas”, em “suas
antepassadas”, refere-se a “crianças”.
Considere as propostas de reescrita do seguinte segmento do texto:
Ademais, isso é feito por brasileiras e brasileiros que têm a terra como fonte de sustento (...)
I. Ademais, isso é feito por brasileiras e brasileiros para quem a terra é fonte de sustento.
II. Além disso, essa modalidade de agricultura é feito por brasileiras e brasileiros que sua terra é fonte de sustento.
III. Além do mais, esse tipo de cultura é praticado por brasileiras e brasileiros que tiram da terra sua fonte de sustento.
Quais preservam o sentido do texto e a correção gramatical?

Em relação aos mecanismos de coesão do texto, considere as seguintes afirmações:
I - O pronome possessivo seu (l. 02) faz referência a um termo subsequente, Sêneca (l. 02).
II - O pronome relativo cuja (l. 04) tem por antecedente a expressão vida (l. 04).
III - O pronome oblíquo átono lo (l. 34) refere-se à expressão antecedente o caminho (l. 33).
Quais estão corretas?
Considere as seguintes afirmações sobre coerência e coesão no texto.
I - Os pronomes demonstrativos nas expressões todos aqueles (l. 03-04), Essa concepção da atividade filosófica (l. 19) e esse tipo de texto (l. 30) são recursos de coesão.
II - Há coerência quando o autor define a forma verbal Consolar (l. 35) no seu texto como “suavizar experiências emocionais”.
III - O autor encerra o último parágrafo, citando a expressão imperturbabilidade emocional (l. 52-53), sintetizando e retomando o tópico frasal do primeiro parágrafo, que é uma expansão do conceito de liberdade interior, já antecipado no título do texto.
Quais estão corretas?
Em relação à frase: ‘para lhes dar uma má notícia’ (l. 07), afirma-se que:
I. ‘Uma má notícia’ funciona como sujeito oracional.
II. O referente do pronome ‘lhes’ é identificado no parágrafo anterior.
III. ‘lhes’ é um pronome que funciona como complemento verbal.
Quais estão corretos?



