Questões de Concurso
Comentadas sobre coesão e coerência em português
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Senado discute a necessidade de regulamentação dos cigarros eletrônicos
______proibidos desde 2009 ____ Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os cigarros eletrônicos, ____ consumo quadruplicou nos últimos quatro anos, são facilmente encontrados pelo país, segundo pesquisa Ipec, fortalecendo o mercado ilegal do produto, ____é vendido livremente sem controle de qualidade e procedência. ____ discutir o tema sob o ponto de vista regulatório e de saúde pública, o Senado Federal realizou uma audiência pública nessa quinta feira, 28 de novembro, na Comissão de Assuntos Sociais, com a presença de especialistas nacionais e internacionais.(Texto adaptado)
[...]
Disponível em: https://veja.abril.com.br/informe-publicitario/. Acesso em: 04 out. 2023.
Disponível em: https://www.geledes.org.br/o-papel-central-da-escola-noenfrentamento-do-racismo/. Acesso em: 02 out. 2023.
O sonho de ter um corpo perfeito e a busca por tratamentos milagrosos frequentemente leva ____ uso indiscriminado de medicamentos para emagrecer. Nesse contexto, dieta e atividade física, ____seriam as protagonistas _____história, vão sendo deixadas para depois. O que as pessoas não sabem é que esses medicamentos podem ocasionar efeitos colaterais e, ____ forem associados ___ uma mudança de estilo de vida, podem levar a resultados limitados e temporários.
Rosália Padovani ENDOCRINOLOGISTA | CRM 105552/SP
Todo o tempo ouvimos falar____ o quanto o racismo foi e é pernicioso, o _____ se faz presente no cotidiano dos brasileiros. A escola pública, por exemplo, é um espaço ____ se encontram pessoas que sofrem com a ação nefasta ____ tipo de preconceito a todo momento. São muitos os relatos feitos pelos estudantes, vítimas constantes dessa crueldade naturalizada ___ cultura colonial.
Em relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o seguinte item.
Estariam mantidos os sentidos e a correção do texto caso se
substituísse, no segundo período do primeiro parágrafo, “têm
enfatizado” por veem enfatizando.
1. O Promotor de Justiça aconselhou o servidor a evitar algazarra durante o expediente e que se dedicasse mais aos assuntos pendentes.
2. O Promotor de Justiça quis saber como que o servidor conseguiu prever de antemão o resultado do pleito.
3. O Promotor de Justiça pediu ao servidor que não só providenciasse a aquisição dos bilhetes para o transporte, como também reservasse o alojamento.
Quais enunciados estão inteiramente de acordo com a norma culta?
Analise o texto abaixo para responder o que é requerido.

Disponível em: https://twitter.com/SistemaFIEPA/status/1439948000730746888. Acesso em: 24 out. 2023.
O princípio da não-contradição que manifesta a coerência ao anúncio publicitário consiste em:
Feliz, alegre e forte
(Marisa Monte/Pretinho da Serrinha/Rachell Luz)
O que importa se o tempo passou O que importa se vai demorar O que importa se o dia chegou O que importa se nunca virá O que importa se alguém falou O que importa se ninguém falar O que importa é aqui e agora, Toda hora é hora, Enquanto eu posso estar. O que importa é ser aqui e agora, Toda hora é hora, Enquanto eu posso estar.
Sou feliz, alegre e forte Tenho amor e sorte Aonde quer que eu vá Sou feliz, alegre e forte Tenho amor e muita sorte Aonde quer que eu vá
Disponível em: https://www.marisamonte.com.br/discografia_/portas/. Acesso em 23 out. 2023. (trecho).
É CORRETO afirmar que o processo de coesão prevalente na canção refere-se:
“Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade
Publicação traz dossiê com artigos de especialistas que analisam modos de garantir a qualidade das informações.
Um dos maiores desafios da mídia contemporânea é conter a proliferação de notícias falsas, as chamadas “fake news”, que acabam fazendo da maneira de pensar atual uma reminiscência do modo de pensar de um camponês medieval, com base em fofocas, boatos e muita conversa. Com isso, o novo mundo se assemelha ao mundo de antes do período em que a imprensa criada por Gutemberg predominou na história da humanidade, entre o século 15 e o início do século 21, transformado então apenas numa “interrupção do fluxo normal da comunicação humana”.
Essa análise, inspirada nas ideias do professor Thomas Pettitt, da Universidade do Sul da Dinamarca, está exposta no artigo “Verdades e mentiras no ecossistema digital”, do jornalista e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) Caio Túlio Costa, publicado na edição número 116 da Revista USP, que acaba de ser lançada. Publicada trimestralmente pela Superintendência de Comunicação Social (SCS) da USP, a revista traz nesta edição o dossiê “Pós-Verdade e Jornalismo”, que inclui cinco artigos de pesquisadores e jornalistas, dedicados a analisar as formas de evitar as “fake news” e garantir a veiculação de informações de qualidade para a sociedade.
Garantir essa qualidade está cada vez mais difícil na era da “pós-verdade” – expressão que designa a circunstância em que fatos objetivos são menos influentes para moldar a opinião pública do que apelos à emoção e às crenças pessoais, de acordo com a definição do Oxford Dictionary. É o que aponta o professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP Eugênio Bucci, no artigo “Pós-política e corrosão da verdade”, também publicado no dossiê da Revista USP.
Bucci reitera que parte da responsabilidade pela desvalorização da verdade factual – aquela que se refere não a um valor transcendental, mas ao registro “precário” dos acontecimentos – se deve às redes sociais e à internet, “onde se acomodaram confortavelmente as forças dedicadas à produção das notícias fraudulentas”. Ressalvando o lado positivo dessas novas tecnologias, como a abertura de novos canais de diálogos, a facilidade de comunicação entre as pessoas e a exibição imediata de demandas públicas, Bucci destaca que o problema se encontra no fato de que, tendo se enraizado no mundo da vida e na esfera pública, elas não são públicas em seus controles e na sua propriedade. “Sob a malha tecnológica, elas promovem a tecnociência e o capital como substitutos da própria política.”
Para Bucci, redes sociais como Facebook e Twitter e sites de busca como Google aceleraram e fortaleceram a pós-verdade. Isso se deu, de acordo com o professor, por pelo menos dois motivos. O primeiro se refere ao incremento da velocidade e do alcance proporcionado por esses novos recursos. “Vários levantamentos mostram que as notícias fraudulentas repercutem mais do que as verdadeiras. E mais rapidamente. E arrebatam as amplas massas de um modo acachapante, num grau jamais atingido pelos meios jornalísticos mais convencionais”, escreve Bucci, citando como exemplo a campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, em 2016, que em dois dias conseguiu fazer com que boa parte da população do país acreditasse que Barack Obama tinha nascido no Quênia.
O segundo motivo por que as redes sociais e sites de busca favorecem a pós-verdade diz respeito ao fator econômico, continua o professor. “Notícias fraudulentas dão lucro. Dentro do ambiente virtual do Google e do Facebook, a fraude compensa. Quanto maior o número de cliques, mais o autor fatura. E, como a mentira é fácil de produzir (é barata) e desperta o furor das audiências, um dos melhores negócios da atualidade é noticiar acontecimentos que nunca aconteceram de verdade – e que, mesmo assim, despertam emoções fortes nos chamados internautas.”
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(CASTRO, Roberto C. G. “Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade. Jornal da USP. Em: maio de 2018.)
Como se referir a pessoas que possuem deficiência? A pergunta é feita com frequência ao Núcleo de Inclusão. A resposta é muito simples: Pessoa com Deficiência, que é a forma correta e oficial.