Questões de Concurso Comentadas sobre coesão e coerência em português

Foram encontradas 9.064 questões

Ano: 2011 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: BRB Prova: CESPE - 2011 - BRB - Escriturário |
Q204422 Português
De acordo com as informações do texto, a parcela da população brasileira que possui conta em banco é superior à da que não possui.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: BRB Prova: CESPE - 2011 - BRB - Escriturário |
Q204421 Português
Parcela significativa da população considera a concessão de empréstimos uma das funções principais das instituições bancárias.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: BRB Prova: CESPE - 2011 - BRB - Escriturário |
Q204420 Português



Com relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.


Preserva-se a correção gramatical do período ao se substituir “cuja” (L.12) por cuja a ou por da qual.
Alternativas
Q204315 Português
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No que se refere às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens
subsecutivos.

Os termos “pode-se” (L.14) e “É possível” (L.17) apresentam o mesmo sentido no texto; são, portanto, intercambiáveis, e a troca de um pelo outro — desde que feitas as necessárias alterações no emprego de iniciais maiúsculas e minúsculas — não acarretaria erro gramatical ao texto.
Alternativas
Q204314 Português
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No que se refere às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens
subsecutivos.

No trecho “era preferível consumir a economizar” (L.10-11), a substituição do vocábulo “a” pela expressão do que manteria o sentido do trecho, mas prejudicaria sua correção gramatical.
Alternativas
Q204312 Português
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Cada um dos próximos itens apresenta uma proposta de reescrita de
trecho do texto — indicado entre aspas —, que deve ser julgada
certa se estiver gramaticalmente correta e se conservar o sentido do
trecho original, ou errada, se a correção gramatical não se mantiver
na reescrita ou o sentido do trecho original for alterado.

“De acordo com (...) média mensal familiar” (L.13-17): É surpreendente que a maior parte das despesas familiares — cerca de 80% da despesa média mensal familiar — corresponda a habitação, alimentação, aluguel, consoante o resultado da Pesquisa de Orçamentos Familiares, realizada pelo IBGE.
Alternativas
Q204310 Português
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Cada um dos próximos itens apresenta uma proposta de reescrita de
trecho do texto — indicado entre aspas —, que deve ser julgada
certa se estiver gramaticalmente correta e se conservar o sentido do
trecho original, ou errada, se a correção gramatical não se mantiver
na reescrita ou o sentido do trecho original for alterado.

“Desde a formação (...) maioria dos indivíduos” (L.3-6): A população brasileira sempre se sujeitou à satisfação dos interesses de pequenos grupos de indivíduos que detinham o poder.
Alternativas
Q204309 Português
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Cada um dos próximos itens apresenta uma proposta de reescrita de
trecho do texto — indicado entre aspas —, que deve ser julgada
certa se estiver gramaticalmente correta e se conservar o sentido do
trecho original, ou errada, se a correção gramatical não se mantiver
na reescrita ou o sentido do trecho original for alterado.

“As instabilidades político-econômicas (...) assunto é investimento” (L25-28): Os brasileiros são conservadores ao fazer investimento, devido aos períodos de instabilidades políticas e econômicas vividas pelo país.
Alternativas
Q201589 Português
Atente para as seguintes afirmações:

I. As vocações se revelam desde muito cedo.

II. Não há vocações tardias.

III. Os jovens devem trabalhar logo.

Essas afirmações estão articuladas de modo correto, claro e coerente em:
Alternativas
Q200222 Português
Com base no texto e nas suas relações sintáticas e semânticas, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q199877 Português
                                                         PALAVRA PEJORATIVA
          O uso do termo “diferenciada” com sentido negativo ressuscita o preconceito de classe


“Você já viu o tipo de gente que fica ao redor das estações do metrô? Drogados, mendigos, uma gente diferenciada.” As palavras atribuídas à psicóloga Guiomar Ferreira, moradora há 26 anos do bairro Higienópolis, em São Paulo, colocaram lenha na polê- mica sobre a construção de uma estação de metrô na região, onde se concentra parte da elite paulistana. Guiomar nega ser a autora da frase. Mas a autoria, convenhamos, é o de menos. A menção a camelôs e usuários do transporte público ressuscitou velhos preconceitos de classe, e pode deixar como lembran- ça a volta de um clichê: o termo “diferenciada”. A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil. Habitava o jargão corporativo e publicitário, sendo usada como sinônimo vago de algo “especial”, “destacado” ou “diferente” (sempre para melhor). – Não me consta que já houvesse um “diferenciado” negativamente marcado. Não tenho nenhum conhecimento de existência desse “clichê”. Parece-me que a origem, aí, foi absolutamente episódica, nascida da infeliz declaração – explica Maria Helena Moura Neves, professora da Unesp de Araraquara (SP) e do Mackenzie. Para a professora, o termo pode até ganhar as ruas com o sentido negativo, mas não devido a um deslizamento semântico natural. Por natural, entenda-se uma direção semântica provocada pela configuração de sentido do termo originário. No verbo “diferenciar”, algo que “se diferencia” será bom, ao contrário do que ocorreu com o verbo “discriminar”, por exemplo. Ao virar “discriminado”, implicou algo negativo. Maria Helena, porém, não crê que a nova acepção de “diferenciado” tenha vida longa. – Não deve vingar, a não ser como chiste, aquelas coisas que vêm entre aspas, de brincadeira – emenda ela. [...] MURANO, Edgard. Disponível em: . Acesso em: 05 jul. 2011. Adaptado
Considere o trecho do Texto II abaixo.

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Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que
Alternativas
Q177262 Português
O trabalho dele não é dos mais gratificantes, pois, além de garantir um salário razoável, não permite as horas de lazer que necessita, para si e com os familiares.

O período acima está mal estruturado. Considere as novas formas de redigi-lo, apresentadas abaixo.

I. O trabalho dele não é dos mais gratificantes, pois, apesar de garantir a ele um salário razoável, não lhe permite as horas de lazer de que necessita para si e para o convívio com seus familiares.

II. O trabalho dele não é dos mais gratificantes, visto que lhe garante um salário razoável, não permitindo, mesmo assim, que usufrua das horas de lazer necessário a si próprio e junto aos familiares.

III. O trabalho dele não é dos mais gratificantes: garante-lhe um salário razoável, sim, contudo não permite que desfrute das horas de lazer necessárias a si e à convivência com seus familiares.

É correto afirmar que
Alternativas
Q173951 Português
Leia o texto que segue e responda às questões de números 18 a 24.


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Assinale a alternativa que completa, corretamente, a frase do primeiro parágrafo, preservando o sentido do texto – ... altos níveis de fosfatos, encontrados em refrigerantes e alimentos processados, podem...
Alternativas
Q173946 Português
Após a leitura do texto que segue, responda às questões de números 10 a 15.

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Releia o primeiro parágrafo para responder às questões de números 13 e 14.


Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.

A palavra Mas indica que a informação dos livros
Alternativas
Q164663 Português
Instruções: Caro candidato, a seguir, você encontrará sete textos. O primeiro, uma xilograf a, do artista Katsushika Hokusai; o segundo, uma charge de João Montanaro, jovem cartunista de 15 anos, publicada no jornal Folha de S.Paulo, que provocou grande repercussão, com opiniões favoráveis a ela e contra ela. O terceiro e o quarto, cartas de leitores sobre a charge de Montanaro. O quinto, um comentário crítico (texto adaptado) de Diogo Bercito, também publicado na Folha. O sexto, charge de Angeli, retirada do google, também impressa na Folha. O sétimo, publicação no site http://notapajos.globo.com/lernoticias. asp, sobre piadas desagradáveis relativamente ao tsunami vivido pelos japoneses. Leia os textos de I a VII com atenção. As questões de número 01 a 13 referem-se a eles; consulte-os sempre que necessário.
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Assinale a alternativa que NãO apresenta informação correta no que se refere à coesão textual que se verifica no trecho em destaque, parte do texto de Diogo Bercito.

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Alternativas
Q160014 Português
Analise as frases abaixo do ponto de vista da redação.

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Estão redigidas de acordo com a norma culta APENAS as frases
Alternativas
Q157020 Português
Analise as frases abaixo do ponto de vista da redação.

I. A Gestão por Competências, alternativa aos modelos gerenciais tradicionalmente utilizados pelas organizações, propõem-se a orientar esforços para planejar, captar, desenvolver e avaliar, nos diferentes niveis da organização, as competências necessárias à consecussão de seus objetivos.

II. A proposta da Gestão por Competências é compreender quais são as competências organizacionais críticas para o sucesso empresarial, desdobrá-las em termos de competências profissionais e desenvolvê- las junto ao quadro de funcionários internos.

III. Na Gestão por Competências, direcionam-se as ações prioritariamente para o gerenciamento da lacuna de competências eventualmente existente na organização ou equipe, procurando suprimi-la ou minimizá-la.

IV. Minimizar eventuais lacunas de competências significam orientar e estimular os profissionais a eliminar as discrepânsias entre o que eles são capazes de fazer e o que a organização espera que eles façam.
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Estão redigidas de acordo com a norma culta APENAS as frases
Alternativas
Q154619 Português
                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.
Embora no texto “Um pouco de silêncio" predomine o emprego da norma-padrão, em algumas passagens se cultiva um registro semiformal.

O fragmento transposto corretamente para a norma-padrão é:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: MPE-MS Órgão: MPE-MS Prova: MPE-MS - 2011 - MPE-MS - Promotor de Justiça |
Q148772 Português
Nasci com essa paixão, esse encantamento pelas palavras. Quando
pequena, repetia para mim mesma as que achava mais bonitas: pareciam
caramelos na minha boca. Colecionava mentalmente as mais doces, como
translúcido, magnólia, borbulha, libélula, e não sei quais outras.
Lembro que por um tempo detestei meu nome curtinho e sem graça:
pedia a minha mãe que o trocasse por algo belo como Gardênia, Magnólia,
Virgínia. Açucena me fascinou quando o li no meu livro de texto no 1º ano
da escola, e quis me chamar assim. Mas eu queria muitas coisas
impossíveis. Como lia muito (minha cama era embutida em prateleiras
onde, em horas de insônia, bastava estender a mão e ter a companhia de
um livro), a linguagem cedo fez parte da minha vida como as ficções. Eu lia
o que me caía nas mãos, desde gibis até complicados volumes que eu não
entendia mas pegava na biblioteca de meu pai, e lia achando
impressionante ou bonito, misterioso ou triste.
Comecei a trabalhar com a nossa língua bastante cedo, traduzindo
obras literárias do inglês e do alemão. Mais ou menos nessa época, início
dos 20 anos, passei a escrever crônica de jornal, e poemas avulsos, que aos
poucos foram sendo publicados em livros, até finalmente iniciar uma
carreira de ficcionista já beirando os 40 anos. Antes disso fiz mestrado em
lingüística, e fui professora dessa matéria em uma faculdade particular
durante dez anos. Não escrevo isso para dar meu currículo, mas para dizer
que não desconheço o assunto: ler e escrever são para mim tão naturais
quanto respirar, e conheço alguma teoria. Nosso idioma, o português do
Brasil, me é íntimo, querido, respeitado, amado – e está em mim como a
própria alma. Aliás, a psique se reconhece, se analisa e se expressa através
das palavras.
De vez em quando, inventa-se alguma reforma para essa sutil, forte
e independente engrenagem.
Passei por várias nesses muitos anos, as ortográficas em geral pífias,
algumas muito malfeitas. Porém a gente se adapta, até por razões de ofício.
Mas, por favor, não tentem defender nosso português de estrangeirismos: a
língua não precisa ser defendida. Ela é soberana. Ela é flexível. Ela é viva.
Nenhum gramático ou legislador, brilhante ou tacanho, poderá botar essa
dama em camisa de força, nem a conter num regime policialesco.
Ela continuará sua trajetória, talvez sacudindo a cabeça diante das
nossas desajeitadas tentativas de controlá-la.
Como dirá qualquer bom professor de português, ou qualquer
lingüista dedicado, estudioso, uma parcela imensa dos termos que hoje
usamos, que por muito usados pela classe culta foram dicionarizados – o
dicionário sempre corre atrás da realidade –, começou como
estrangeirismo. Não preciso citar, mas cito, garagem do francês, futebol do
inglês, coquetel da mesma forma.
A língua incorpora esses termos se são úteis, e os adapta ao seu
sistema. Botou o “m” final em miragem, por exemplo, porque no nosso
sistema as palavras não terminam em “age”.
Muitos termos não podem ser traduzidos: quem diz isso é esta velha
tradutora que dedicou a isso milhares de horas de sua vida. E não é
possível formar frases decentes, fluidas, claras, expressivas como devem
ser as frases, se a cada “estrangeirismo” tivermos de fazer um rodeio, uma
explicação da palavra intraduzível.
Isso, além do mais, nos colocaria na rabeira do mundo civilizado e
globalizado, onde palavras – como objetos de bom uso – circulam de um
lado para outro, pousam aqui ou ali, adaptam-se, ou simplesmente passam.
Quando não passam, é porque são necessárias, e acabam colocadas entre
aspas ou em itálico.
Línguas altamente civilizadas usam “estrangeirismos” livremente,
sem culpa nem preconceito, como fator de expressividade. Isso nem as
humilhou, nem as perverteu: ficaram enriquecidas.
Nós é que precisamos lutar contra uma onda terceiro-mundista, uma
postura de inferioridade que nos faz gastar energias que poderiam ser
aplicadas em algo urgente como um orçamento vinte vezes maior para a
educação do nosso povo. (Lya Luft, Revista Veja, 11 de maio, 2011, p. 26)

Marque a alternativa que preserva idêntico sentido ao trecho destacado a seguir:

Como dirá qualquer bom professor de português, ou qualquer lingüista dedicado, estudioso, uma parcela imensa dos termos que hoje usamos, que por muito usados pela classe culta foram dicionarizados – o dicionário sempre corre atrás da realidade –, começou como estrangeirismo.
Alternativas
Q133023 Português
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Julgue o item abaixo, com relação à ordem dos termos linguísticos nesse fragmento de poema.

Se os versos do fragmento fossem reescritos na ordem sujeito- verbo-complemento verbal-adjunto adverbial, a versão correta seria: No palácio da Cachoeira/Joaquim Silvério começa/ a redigir sua carta/ com pena bem aparada.
Alternativas
Respostas
8121: C
8122: E
8123: E
8124: C
8125: C
8126: E
8127: C
8128: C
8129: C
8130: E
8131: A
8132: C
8133: E
8134: A
8135: C
8136: B
8137: B
8138: C
8139: E
8140: E