Questões de Concurso
Sobre artigos em português
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Na frase em questão, é correto afirmar que há:
O número de artigos simples presentes na frase é de:
Assinale a alternativa correta que contenha apenas artigos simples.

“A cerimônia de abertura, com as presenças do patrono Sergio Faraco e da ministra da Cultura, Margareth Menezes ocorreu no Teatro Carlos Urbim, montado entre o Museu de Arte do RS (Margs) e o Memorial do RS”.
Assinale a alternativa correta em relação aos artigos simples.
Condições pós-covid ainda têm diagnóstico e tratamento difícil no Brasil


No período acima há
Nova tecnologia ajuda a identificar autismo com 95% de precisão
Uma criação inovadora pode mudar muito a vida de adultos e crianças pelo mundo. Pesquisadores da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma nova tecnologia que promete identificar o autismo com muito mais precisão.
Usando uma combinação inovadora de análise de imagens cerebrais e modelagem matemática, o sistema pode detectar marcadores genéticos que indicam a presença da condição, trazendo esperança para um diagnóstico mais rápido e preciso.
A grande novidade desse sistema está na capacidade de analisar variações genéticas específicas, conhecidas como "variações do número de cópias". Essas variações, que envolvem a deleção ou duplicação de segmentos do código genético, estão fortemente ligadas ao autismo. Segundo os pesquisadores, a precisão do sistema é impressionante, chegando a alcançar até 95% de acerto.
O novo sistema funciona de maneira bastante sofisticada, mas a base da operação é relativamente simples: identificar variações genéticas específicas no cérebro.
A equipe de pesquisadores utiliza equações matemáticas para transformar as imagens cerebrais em mapas visuais, permitindo uma análise detalhada.
Essas equações ajudam a distinguir as variações normais na estrutura cerebral das anomalias ligadas ao autismo. Após a criação dessas imagens, outro conjunto de métodos matemáticos é aplicado para analisar as informações associadas às variações genéticas.
Essa análise detalhada é o que permite aos cientistas identificar, com alta precisão, a presença ou ausência dos marcadores genéticos do autismo.
Uma das grandes vantagens desse sistema é a precisão. Com uma taxa de acerto que pode chegar a 95%, a tecnologia oferece uma confiabilidade que muitas vezes falta nos métodos tradicionais de diagnóstico.
Isso significa que mais famílias poderão obter diagnósticos precisos e em menos tempo, reduzindo a incerteza e o estresse envolvidos na busca por respostas.
O impacto dessa tecnologia é grande, especialmente para as famílias que buscam respostas mais claras e rápidas sobre o diagnóstico de autismo.
Ao combinar ciência de ponta com uma necessidade real e urgente, os pesquisadores abrem uma nova era no diagnóstico e tratamento do autismo, trazendo esperança para um futuro onde diagnósticos sejam mais rápidos, precisos e acessíveis para todos.
https://www.sonoticiaboa.com.br/2024/09/03/nova-tecnologia-ajuda-a-id entificar-autismo-com-95-de-precisao
Classifique morfologicamente as palavras destacadas no período:
“Exagerado
jogado aos teus pés
eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado”.
I – Maria tem horror ____ escorpião. II – Todos aspiramos ____ sucesso. III – Domingo assistimos ____ jogo juntos.
I – Que tal assistirmos ____ filme? II – Chegamos ____ local indicado no GPS. III – João tem horror ____ rato.
“Não parei de chorar desde a sua partida”
Como se classifica morfologicamente o termo acima em destaque?
Assinale a frase em que a forma sublinhada deve ser considerada um numeral e não um artigo indefinido.
ferramenta criativa para construção de moléculas

A respeito do texto, julgue o item a seguir.
Na linha 28, o “a” após o verbo “é” é um artigo.
TEXTO II
RAPIDINHO
Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias.
Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações?
Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor.
Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos.
Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?
(KONDER,Leandro,in O Globo,29 set.1996. Apud:A palavra:
expressão e criatividade. Gil Carlos Pereira. São Paulo: Moderna.
1997. P. 47. Texto adaptado.).