Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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( ) No subtítulo, a escrita correta de “por que” (ℓ. 02) deveria ser “porque”, uma vez que introduz uma explicação.
( ) Na oração “a evasão escolar está mais relacionada [...] às dificuldades sociais ao redor da escola” (ℓ. 41-43), conforme as regras que orientam o uso da crase, é também aceita a construção “a dificuldades”.
( ) No trecho “O problema é que, na prática, não há condições materiais para instaurar todos os itinerários de maneira plena nas escolas públicas” (ℓ. 66-69), há a ocorrência de uma oração subordinada substantiva predicativa.
A sequência correta é
Levando em consideração que a oração consiste num enunciado em torno de um verbo, pode-se afirmar que nesse período em destaque há:

I- O termo “avião” foi usado como sujeito paciente da ação verbal “foi inventado”.
II- A locução verbal “foi inventado” indica que o verbo “inventar” está apassivado.
III- O termo “por um mineiro” exerce a função sintática de agente da ação “foi inventado”.
IV- A locução verbal “foi inventado” corresponderia à forma “inventou”, na voz ativa.
V- O termo “um mineiro” seria o agente da ação “inventou”, a qual estaria na voz ativa.
Estão CORRETAS as afirmativas
Disponível em: www.ziraldo.com.brNo último quadrinho da tirinha de Ziraldo, há uma fala da personagem que faz uso de uma oração subordinada que expressa valor semântico de
O olhar para o futuro do novo Propósito está também no reforço do conceito forte-e-gentil, que apresenta o equilíbrio entre a busca por resultados e a maneira com a qual a Suzano se relaciona com seus diversos públicos. Orientada sempre pela certeza de que o mundo que queremos depende do que fazemos e, também, do jeito como fazemos, buscando ser melhores a cada dia.”
Disponível em: https://www.suzano.com.br (adaptado)
Em relação ao texto, assinale a alternativa CORRETA.
Releia o trecho do texto I a seguir:
“O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes, em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.”
Com base na passagem transcrita do texto I, complete as lacunas sobre a análise sintática a seguir.
O período é composto por __________. A oração “muitas vezes, em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.” possui sujeito __________ e predicado __________. Em “para atender a padrões externos”, o termo destacado exerce a função de __________.
Assinale a sequência que preenche correta e respectivamente as lacunas da análise sintática apresentada.
“O amor bate na porta.”
Marque a alternativa que CORRETAMENTE classifica o tipo de predicado presente:
“Então era recado do Coronel Quincas, em cuja propriedade a família de Chiquinho vivia e trabalhava.”
Analise as afirmativas a seguir a respeito desse trecho:
I. A palavra “cuja” é um elemento de coesão textual que indica uma relação de posse. II. Os verbos “vivia” e “trabalhava” concordam com o sujeito implícito “Chiquinho”. III. A palavra “cuja” indica que a propriedade pertencia ao Coronel Quincas.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
I.O homem que encontrei na rua era meu antigo professor.
II.É necessário que você leia o manual antes de operar o equipamento.
III.Avise-me quando o evento começar, por favor.
IV.A casa cujas janelas estão quebradas será reformada.
V.É importante que você participe das reuniões.
Em quais das afirmativas lidas há o emprego de uma oração subordinada substantiva?
A chamada SecondSky, tecnologia que reduz as temperaturas dentro de estufas em até sete graus Celsius sem comprometer a entrada de luz, foi desenvolvida por Derya Baran, professora associada de ciência de materiais e engenharia na Universidade de Ciência e Tecnologia Rei Abdullah (KAUST).
Após alguns países adotarem a tecnologia, agricultores de regiões dos Estados Unidos, América Latina, México, Europa, África do Sul e Marrocos começaram a instalar as coberturas SecondSky. Esses são países que historicamente se beneficiaram de condições ambientais favoráveis, mas que agora estão mudando rapidamente: “Não se trata apenas de se preparar para o futuro, mas de se proteger no presente – é como assinar uma apólice de seguro”, afirmou.
Após o verão mais quente já registrado globalmente, este ano tem tudo para ser o mais quente da história, de acordo com o Serviço de Mudança Climática Copernicus da Europa. Eventos extremos de calor foram sentidos em várias partes do mundo, tornando-se cada vez mais prováveis devido às mudanças climáticas causadas pelo ser humano.
Essas condições exercem uma enorme pressão sobre a agricultura. Ondas de calor podem secar as plantações, matando-as rapidamente se nenhuma medida for tomada, ou enfraquecê-las, tornando-as mais vulneráveis a pragas e doenças. Evitar a redução da produção agrícola geralmente exige um aumento no consumo de recursos – mais água, mais resfriamento, mais fertilizantes – que podem estar escassos ou simplesmente indisponíveis.
“A missão desta empresa é viabilizar uma agricultura sustentável, e estamos avançando significativamente contra um desafio muito difícil”, disse John Keppler, presidente executivo da Iyris. “Quanto mais rápido conseguirmos fornecer soluções de fácil implementação para a agricultura convencional, melhor estaremos.”
A Iyris integrou a tecnologia SecondSky em um polifilme flexível, que pode ser usado em túneis agrícolas, coberturas plásticas para estufas rígidas e redes de sombreamento.
Segundo dispõe Keppler, os polifilmes normalmente são substituídos de três a cinco anos e podem ser trocados com facilidade. A empresa afirma que, ao contrário de algumas soluções tradicionais para bloquear o calor, como a aplicação de giz branco em filmes plásticos, seu aditivo não compromete a durabilidade do material.
A Iyris fez parcerias com fabricantes de plástico como SABIC (Arábia Saudita), Hyma Plastic (Egito) e Armando Álvarez (Espanha) para produzir e distribuir coberturas contendo seu aditivo bloqueador de calor. Até o momento, já foram vendidos 4,5 milhões de metros quadrados desses materiais.
Fonte: CNN. Adaptado.
Como as bets afetam a saúde mental dos brasileiros
Por Revista Pesquisa Fapesp

(Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/como-as-bets-afetam-a-saude-mental-dos-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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(Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/como-as-bets-afetam-a-saude-mental-dos-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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(Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/como-as-bets-afetam-a-saude-mental-dos-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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(Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/como-as-bets-afetam-a-saude-mental-dos-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
A alternativa que apresenta CORRETAMENTE a análise da colocação pronominal do pronome “lhes” é:
Leia o texto 1 a seguir para responder a questão.
Texto 1
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
COLASANTI. Marina. Crônicas para jovens. Editora Rocco - Rio de Janeiro, 2012.
A alternativa que apresenta CORRETAMENTE a análise do período acima é a seguinte: