Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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Uma outra forma, monitorada e de acordo com a norma padrão, de se falar ou de se escrever a frase das linhas 5 e 6 é: Assim que nós estava entrando na festa, eu já falei:

Amado L. Cervo. Sob o domínio do pensamento
único. In: UnB Revista, ano III, n.º 7 (com adaptações).
Julgue o item que se segue, a respeito do texto acima.
O emprego do pronome “se”, nas linhas 1 e 16, marca a
formalidade da linguagem utilizada e indica, nas duas
ocorrências, que o sujeito da oração é indeterminado,
impessoal.
Texto I
Palavras e idéias

Essa frase classifica-se como um período simples, uma vez que possui uma única oração, denominada absoluta.
Texto I
Ética para meu filho

A partir das idéias e das estruturas do texto I, julgue o item a seguir.
Na passagem “Para esse autor, moral e ética são equivalentes, do
ponto de vista técnico, mas não têm significado idêntico”
(l.21-22), os dois substantivos abstratos sublinhados exercem a
função sintática de sujeito nas duas orações coordenadas.
Texto I
Ética para meu filho

A partir das idéias e das estruturas do texto I, julgue o item a seguir.
Em “Se a nossa vida fosse algo determinado e fatal,
não haveria o menor sentido” (l.11-12), há duas
orações subordinadas, unidas pela relação de
condição.

Tendo por base o texto acima, julgue os itens que se seguem.



A passagem “O trabalho é demasiado vasto para um único organismo, de modo que há comissões para o apoio em assuntos específicos, além das agências especializadas e dos programas” (L.30-33) constitui um período composto por coordenação e subordinação.
Texto 2

A vírgula que aparece logo depois da expressão “Mais grave ainda” (L.26) pode ser substituída por dois-pontos, sem que se incorra em erro.
Texto 2

O período “Nunca foi constituído a serviço da cidadania de 100% da Nação” (L.15-16) é uma oração sem sujeito.
Texto 2

Na linha 9, o pronome “lhe” exerce a função de objeto direto e tem como referente “justiça”.

Modificações propostas:
I. por se tratar de aposto explicativo, suprimir as vírgulas que isolam a expressão após "processos demorados" (L.1).
II. inserir vírgula antes de "talvez" (L.2) porque se inicia uma oração explicativa.
III. eliminar a vírgula após "No entanto" (L.3) para não isolar circunstância.
IV. inserir vírgula após "americana" (L.8) para isolar oração explicativa subseqüente.
V. inserir vírgula após "burocracia" (L.10), pois se trata de uma enumeração.
Para deixar o texto corretamente pontuado,

A respeito do texto acima, julgue os itens subseqüentes.

A respeito do texto acima, julgue os itens subseqüentes.

Em relação ao texto acima, julgue os itens que se seguem.
Apostando na leitura
1 Se a chamada leitura do mundo se aprende por aí, na tal escola da vida, a leitura de livros carece de aprendizado mais
regular, que geralmente acontece na escola. Mas leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma
plena, coletivamente, em troca contínua de experiências com os outros. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se
4 reajustam e se redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo
e de nós mesmos. Da proibição de certos livros (cuja posse poderia ser punida com a fogueira) ao prestígio da Bíblia, sobre a qual
juram as testemunhas em júris de filmes norte-americanos, o livro, símbolo da leitura, ocupa lugar importante em nossa sociedade.
7 Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a
cidadania, a sensibilidade, o imaginário. É ao texto escrito que se confiam as produções de ponta da ciência e da filosofia; é ele
que regula os direitos de um cidadão para com os outros, de todos para com o Estado e vice-versa. Pois a cidadania plena, em
10 sociedades como a nossa, só é possível - se e quando ela é possível - para leitores. Por isso, a escola é direito de todos e dever
do Estado: uma escola competente, como precisam ser os leitores que ela precisa formar. Daí, talvez, o susto com que se observa
qualquer declínio na prática de leitura, principalmente dos jovens, observação imediatamente transformada em diagnóstico de
13 uma crise da leitura, geralmente encarada como anúncio do apocalipse, da derrocada da cultura e da civilização. Que os jovens
não gostem de ler, que lêem mal ou lêem pouco é um refrão antigo, que de salas de professores e congressos de educação ressoa
pelo país afora. Em tempo de vestibular, o susto é transportado para a imprensa e, ao começo de cada ano letivo, a terapêutica
16 parece chegar à escola, na oferta de coleções de livros infantis, juvenis e paradidáticos, que apregoam vender, com a história que
contam, o gosto pela leitura. Talvez, assim, pacifique corações saber que desde sempre - isto é, desde que se inventaram livros
e alunos - se reclama da leitura dos jovens, do declínio do bom gosto, da bancarrota das belas letras! Basta dizer que Quintiliano,
19 mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos
estudantes de retórica. No século I da era cristã! Estamos, portanto, em boa companhia. E temos, de troco, uma boa sugestão: se
cada leitor preocupado com a leitura do próximo, sobretudo leitores-professores, montar sua própria biblioteca e sua antologia
22 e contagiar por elas outros leitores, sobretudo leitores-alunos, por certo a prática de leitura na comunidade representada por tal
círculo de pessoas terá um sentido mais vivo. E a vida será melhor, iluminada pela leitura solidária de histórias, de contos, de
poemas, de romances, de crônicas e do que mais falar a nossos corações de leitores que, em tarefa de amor e paciência, apostam
25 no aprendizado social da leitura.
Marisa Lajolo. Folha de S. Paulo, 19/9/1993 (com adaptações).
A partir da análise do emprego das classes de palavras e da
sintaxe das orações e dos períodos do texto I, julgue os itens que
se seguem.
quatro adjuntos preposicionados: de nós próprios, dos
outros, do mundo e do que os outros fazem do mundo.
expurgar a noção de igualdade inerente a este termo.
A cidadania é vista como uma outorgação do Estado ou, no
4 limite, o reconhecimento da igualdade jurídica, que
discrimina e escamoteia o fato de que os direitos, para serem
gozados, necessitam de uma certa homogeneidade social e
7 econômica. Assim, ao absolutizar o nivelamento jurídico dos
indivíduos, este raciocínio opera um escamoteamento das
desigualdades econômicas, sociais, políticas e culturais que
10 permeiam uma sociedade onde as classes sociais, os gêneros,
as etnias e os grupos têm acesso diferenciado e desigual aos
bens materiais e simbólicos.
João B. A. da Costa.
Democracia, cidadania e atores políticos de esquerda.
Internet: . Acesso em 16/7/2004 (com adaptações).
Acerca do texto acima, julgue os itens que se seguem.


