Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q148587 Português
A classificação sintática do pronome oblíquo em “que a faz viver” (L. 06) somente não é a mesma na oração
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2009 - UFBA - Cargos de Nível Superior |
Q141897 Português
TEXTO:
                         Recorrendo aos clássicos  da  teoria social, Habermas descreve a passagem
         das sociedades tradicionais para  as sociedades  modernas  como  sendo   a  expressão
         de um processo de crescente racionalização de  diferentes  dimensões  da  vida  social.
          Por um lado, manifesta-se uma dimensão de racionalização  cultural que  se  expressa
5 –     na secularização e no desencantamento do mundo. Isso significa que, com  a destruição
          de representações religiosas e metafísicas, é criada uma cultura profana caracterizada
          pela diferenciação de  diferentes esferas culturais de valor (ciência e técnica, direito e
          moral, arte e crítica  de arte), cada  uma das quais se desenvolvendo por meio de uma
          lógica própria. Por  outro  lado, ocorre   um  processo de racionalização social segundo
10 –    o  qual as estruturas sociais vão se  diferenciando  em  dois  sistemas  funcionalmente
           interligados: o sistema econômico, dirigido pelos mercados de trabalho, de bens e de
           capital e que se  reproduz pelo  meio  “dinheiro”, e o aparelho burocrático do  Estado,
           monopolizador da força, que se vale do meio “poder”.
                         À medida que essa racionalização cultural e social  se  estende para  a  vida
15 –     cotidiana, ocorre a dissolução da eticidade das formas  de  vida tradicionais, o que se
           reflete   na  decomposição das cosmovisões religiosas,  das  ordens estratificadas de
           dominação  e  das instituições definidoras  de  funções,  que  outrora  abarcavam   a
           sociedade   como    um todo. Habermas  descreve esse último processo por  meio  do
           conceito  de  mundo da vida racionalizado. Este caracteriza-se por uma relação crítica
20 –     e reflexiva  com  tradições que perdem sua autoridade natural, pela universalização de
           normas   e   generalização   de    valores, permitindo um leque maior de opções para o
           desenvolvimento da  ação comunicativa; e  por  modelos de socialização marcados por
           uma crescente  individualização  e pela formação  de  identidades do eu cada vez mais
           abstratas.
WERLE, D. L. Indivíduo e sociedade. Mente • Cérebro & Filosofia, São Paulo: Duetto, n. 8, 2008. p. 40-42.



As formas prepositivas “por” (l. 19), “pela” (l. 20) e “por” (l. 22) ligam-se sintaticamente a “caracteriza-se” (l. 19).
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2009 - UFBA - Cargos de Nível Superior |
Q141892 Português
Imagem associada para resolução da questão

A oração “que se vale do meio ‘poder’.” (l. 13) é adjetivadora de “o aparelho burocrático do Estado” (l. 12)
Alternativas
Q141804 Português
Assinale a opção que apresenta, respectivamente, as funções sintáticas que exercem os termos grifados na frase abaixo.

Dez dias depois , a capital do império recebia a notícia de que uma epidemia assolava a cidade baiana .”
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Q141158 Português
No Texto I, em “e controlar a epidemia crescente das doenças crônicas,” (l. 13-14), o termo destacado está ligado sintaticamente ao substantivo “epidemia”. O termo que desempenha função sintática idêntica ao destacado acima está no trecho:
Alternativas
Q141019 Português
É preciso corrigir, em nível estrutural, a redação da seguinte frase:

Alternativas
Q137570 Português
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Com relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os
seguintes itens.

O trecho “Caso você ainda não saiba” (L.1) tem função eminentemente discursiva no período e sua supressão não acarretaria prejuízo sintático para o texto.
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Q135962 Português
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A respeito das estruturas linguísticas e do desenvolvimento
argumentativo do texto, julgue os próximos itens.

Preservando-se a correção gramatical e a coerência argumentativa do parágrafo, a função que a expressão “mecanismos linguísticos” (L.8) exerce no texto poderia ser marcada apenas pela preposição “por”, sem necessidade de se recorrer ao emprego de “por meio de” (L.8).
Alternativas
Q135960 Português
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A respeito das estruturas linguísticas e do desenvolvimento
argumentativo do texto, julgue os próximos itens.

Considerando-se que, pela argumentação do texto, é possível tomar o “sujeito da enunciação” (L.5) como o referente do pronome “se” em “Usa-se, por exemplo, a terceira pessoa” (L.9-10), simplifica-se o texto, preservando- se sua correção gramatical, caso seja omitido o pronome: Usa, por exemplo, a terceira pessoa.
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Q125637 Português
Em que opção a expressão em negrito retoma a idéia de um termo para explicá-lo, desenvolvê-lo ou esclarecê-lo, assumindo a função sintática de aposto?

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Q122319 Português
“...o crescente monopólio da violência física e o autocontrole que os habitantes da cidade progressivamente se impuseram...”
Assinale a alternativa que NÃO apresenta correção em relação à norma culta devido ao erro no emprego da preposição.
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Q122232 Português
TEXTO 1

A FAVELA NÃO É CULPADA

Bernardete Toneto, Segurança pública

A ocupação dos morros pelas organizações criminosas
levou à criação de um estereótipo: favela é lugar de bandido. Será?
“Barracão de zinco, sem telhado, sem pintura, lá no morro
barracão é bangalô. Lá não existe felicidade de arranha-céu, pois
quem mora lá no morro já vive pertinho do céu.” Os versos do
samba “Ave-Maria no Morro”, composto em 1942 por Herivelto
Martins, revela uma época em que a favela era sinônimo de beleza
e melancolia. Da mesma forma que a visão era errada nas décadas
de 1930 a 1950, hoje também as favelas - em especial as do Rio de
Janeiro - não são reduto do crime organizado, como noticiam os
meios de comunicação social e faz supor a nossa vã filosofia.
Até a primeira metade do século XX, muitas músicas
enalteciam o morro como lugar de amizade e solidariedade. O
romantismo era tão grande que os compositores Cartola e Carlos
Cachaça (ambos moradores do Morro da Magueira, no Rio de Janeiro)
e Hermínio Bello de Carvalho compuseram o samba “Alvorada”, cuja
letra proclama: “Alvorada lá no morro que beleza. Ninguém chora,
não há tristeza, ninguém sente dissabor. O sol colorido é tão lindo, e
a natureza sorrindo, tingindo, tingindo a alvorada”.
A poesia foi uma forma de camuflar a realidade. A primeira
favela carioca foi a do Morro da Providência, antigo Morro da Favela.
A ideia da época era limpar as regiões centrais da cidade, dando um
ar de modernidade à capital da República. Por isso, em 1893, os
pobres que viviam em cortiços, como o da Cabeça de Porco, foram
enviados para os morros sem nenhum tipo de atendimento e de
infraestrutura habitacional. Logo depois chegariam os soldados
que haviam lutado na Guerra de Canudos, no sertão nordestino.
Assim, o Rio de Janeiro passou a ser sinônimo de
favelas, consideradas guetos de pobres e da marginalidade.

A alternativa abaixo em que o termo sublinhado representa o paciente (e não o agente) do termo anterior é:
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Q121915 Português
No primeiro verso, a expressão na terra exerce a função sintática de:
Alternativas
Q110987 Português
Quanto aos fenômenos gramaticais da língua, é correto afirmar que
Alternativas
Q95955 Português
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Com base nesse texto, julgue os próximos itens.

A vírgula empregada após “Rio de Janeiro” (L.21) separa elementos de mesma função sintática componentes de uma enumeração.
Alternativas
Q95809 Português
“E tanta coisa mais quero lhe oferecer” (v.17). A função sintática do lhe no verso destacado é de:
Alternativas
Q95803 Português
Nos versos 01 e 15, a palavra “coração” é corretamente classificada como:
Alternativas
Q95215 Português

Marcelo Viana Estevão de Moraes. Internet: https://conteudo.gespublica.gov.br/folder_produtos/pasta.2009-05-15.4365295963seges_artigo_secretario_uma_janela_de_oportunidade_para_a_gestao_publica.
pdf (com adaptações).
Acesso em 3/8/2009


Quanto aos aspectos gramaticais e semânticos do texto I, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q95096 Português
A vida após a morte

Muitos cientistas, talvez a maioria, não acreditam em
Deus,muito menos na vida após amorte.Os argumentos não
são fáceis de contestar. Um professor de matemática me
perguntou o que existia de mágico no número 2. "Por que
você não acredita que teremos três ou quatro vidas, cada uma
num estágio superior?" O que faria sentido, disse ele, seriam
o número zero, 1 e infinito. Zero vida seria a morte; uma vida,
aquela que temos; e infinitas vidas, justamente a visão
hinduísta e espírita.
Outro dia, um amigo biólogo me perguntou se eu
gostaria de conviver bilhões de anos ao lado dos ectoplasmas
de macaco, camundongo, besouro e formiga, trilhões de
trilhões de vidas após a morte. "Você vai passar a eternidade
perguntando: 'É você, mamãe?', até finalmente encontrá-la."
Não somos biologicamente tão superiores aos animais como
imaginávamos 2 000 anos atrás. "É uma arrogância humana",
continuou meu amigo biólogo, "achar que só nós merecemos
uma segunda vida."
O cientista Carl Sagan adverte, como muitos outros,
que vida só se tem uma e que devemos aproveitar ao máximo
a que temos. "Carpe diem", ensinava o ator Robin Williams,
"curtam o sexo e o rock and roll." Sociólogos e cientistas
políticos vão argumentar que o céu é um engenhoso truque
das classes religiosas para manter as massas "bem-
comportadas e responsáveis".
Aonde eu quero chegar é que, dependendo de sua
resposta a essa questão, seu comportamento em terra será
criticamente diferente. Resolver essa dúvida religiosa logo no
início da vida adulta é mais importante do que se imagina.
Obviamente, essa questão tem inúmeros ângulos e
dimensões mais completas do que este curto ponto de vista,
mas existe uma dimensão que poucos discutem, o que me
preocupa. Eu, pessoalmente, acredito na vida após a morte.
Acredito que existem até provas científicas compatíveis com
as escrituras religiosas. A genética mostra que você
continuará vivo, depois de sua morte, no DNA de seus filhos.
Seu DNA poderá ser eterno, ele continuará "vivo" em nossa
progênie, nos netos e bisnetos. "Nossa" vida continua;
geração após geração, teremos infinitas vidas, como pregam
os espíritas e os hindus.
Mais interessante ainda, seus genes serão
lentamente misturados, através do casamento de filhos e
netos, com praticamente os de todos os outros seres
humanos da Terra. Seremos lentamente todos irmãos ou
parentes, uma grande irmandade, como rezam muitos textos
místicos e religiosos. Por isso, precisamos ser mais
solidários, fraternos uns com os outros, e perdoar, como
pregam todas as religiões. A pessoa que hoje você está
ajudando ou perseguindo poderá vir a ser o bisavô daquela
moça que vai umdia se casar comseu bisneto.
Seremos todos um, católicos, anglicanos,
protestantes, negros, árabes e judeus, sem guerras religiosas
nem conflitos raciais. É simplesmente uma questão de tempo.
Por isso, temos de adotar um estilo de vida "bem-comportado
e responsável", seguindo preceitos éticos e morais úteis às
novas gerações.
Não há dúvida de que precisaremos curtir mais o dia
a dia, mas nunca à custa de nossos filhos, deixando um
planeta poluído, cheio de dívidas públicas e previdenciárias
para eles pagarem. Estamos deixando um mundo pior para
nós mesmos, são nossos genes que viverão nesse futuro.
Inferno nessa concepção é deixar filhos drogados, sem
valores morais, sem recursos, desempregados, sem uma
profissão útil e social. Se não transmitirmos uma ética robusta
a eles, nosso DNA terá curta duração.
“Estar no céu” significa saber que seus filhos e netos
serão bem-sucedidos, que serão dignos de seu sobrenome,
que carregarão seus genes com orgulho e veneração.
Ninguém precisa ter medo da morte sabendo que seus genes
serão imortais. Assim fica claro qual é um dos principais
objetivos na vida: criar filhos sadios, educá-los antes que
alguém os “eduque” e apoiá-los naquilo que for necessário.
Por isso, as mulheres são psicologicamente mais bem
resolvidas quanto a seu papel no mundo do que os homens,
com exceção das feministas.
Homens que têm mil outros objetivos nunca se
realizam, procurando a imortalidade na academia ou
matando-se uns aos outros. Se você pretende ser imortal,
cuide bem daqueles que continuarão a carregar seu DNA,
com carinho, amor e, principalmente, dedicação.

(Stephen Kanitz, in Veja, 21 de maio de 2008)


Assinale a opção que apresenta, respectivamente, a função sintática dos termos grifados no período abaixo.

“Homens que têm mil outros objetivos nunca se realizam, procurando a imortalidade na academia ou matando-se uns aos outros.”
Alternativas
Q94713 Português
Imagem 009.jpg

A partir da argumentação do texto acima, bem como das
estruturas linguísticas nele utilizadas, julgue os itens de 50 a 56.

O caráter explicativo do aposto nas linhas 3 e 4 permite que sejam inseridos os termos que é antes de “própria” (L.3), transformando-o em oração subordinada, sem se prejudicar a correção gramatical nem a coerência do texto.
Alternativas
Respostas
9201: E
9202: C
9203: C
9204: E
9205: B
9206: B
9207: E
9208: C
9209: E
9210: B
9211: A
9212: A
9213: C
9214: C
9215: C
9216: C
9217: B
9218: E
9219: B
9220: C