Questões de Concurso
Sobre advérbios em português
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Identifique nas palavras em destaque as classes de palavras e selecione a alternativa que apresenta correta relação.

Coluna 1
1. Pronome.
2. Adjetivo.
3. Advérbio.
Coluna 2
( ) “perversos” (l. 02).
( ) “francês” (l. 06).
( ) “hoje” (l. 06).
( ) “elas” (l. 10).
( ) “milimetricamente” (l. 27).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.
Texto 04
Disponível em: https://brainly.com.br/. Acesso em: 28 set. 2023.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura das falas que compõem o texto.
I - O termo “se”, na fala do médico, no primeiro quadro, insere nela uma ideia hipotética.
II - O advérbio “aqui” foi usado pelo médico com significado diferente do que foi entendido por Hagar.
III - A flexão no futuro do presente do indicativo do verbo “ficará” foi motivada pelo uso da expressão “se não mudar [...]”.
IV - No primeiro quadro, na fala do médico, as vírgulas intercalam uma oração subordinada adverbial condicional.
V - A forma verbal “vamos mudar”, na fala de Hagar, no segundo quadro, poderia ser substituída, com igual correção pela forma “mudaremos”, sem que haja alteração de sentido.
Estão CORRETAS as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 04

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura das falas que compõem o texto.
I - O termo “se”, na fala do médico, no primeiro quadro, insere nela uma ideia hipotética.
II - O advérbio “aqui” foi usado pelo médico com significado diferente do que foi entendido por Hagar.
III - A flexão no futuro do presente do indicativo do verbo “ficará” foi motivada pelo uso da expressão “se não mudar [...]”.
IV - No primeiro quadro, na fala do médico, as vírgulas intercalam uma oração subordinada adverbial condicional.
V - A forma verbal “vamos mudar”, na fala de Hagar, no segundo quadro, poderia ser substituída, com igual correção pela forma “mudaremos”, sem que haja alteração de sentido.
Estão CORRETAS as afirmativas
Assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE os termos destacados no fragmento acima.
Nos EUA, “divórcio grisalho” leva mais idosos a viverem sozinhos
Edith Heyck não esperava estar vivendo sozinha aos 72 anos. “Sempre pensei que ficaria casada”, conta. “Fui criada para ser uma esposa e nunca imaginei que estaria sozinha”. Heyck, artista e gerente de parques em meio período em Newburyport, Massachusetts, é um dos quase 38 milhões de adultos que vivem sozinhos nos Estados Unidos, país no qual a proporção de lares onde vive apenas uma pessoa atingiu um recorde, de acordo com dados do Censo. Ela também faz parte de uma população que especialistas dizem que deve subir dramaticamente nas próximas décadas.
O número de americanos mais velhos que vivem sozinhos está em ascensão. Nos EUA, na faixa de pessoas com 65 anos ou mais, cerca de 16 milhões viviam sozinhos em 2022, três vezes mais do que na década de 1960. Conforme os “baby boomers” (a geração nascida entre 1946 e 1964) envelhecem, espera-se que esse número cresça ainda mais, trazendo grandes questões sobre o futuro do país.
Há muitas razões para essa mudança na sociedade, incluindo os ganhos econômicos que as mulheres conquistaram ao entrar no mercado de trabalho e as novas atitudes em relação ao casamento. No entanto, um fator específico que alimenta o aumento do número de idosos vivendo sozinhos pegou especialistas de surpresa quando eles o encontraram pela primeira vez: o aumento nas taxas de divórcio entre adultos acima de 50 anos.
“Ficamos impressionados com nossas descobertas”, comenta Susan L. Brown, codiretora do Centro Nacional de Pesquisa Familiar e Matrimonial da Bowling Green State University. Já faz uma década que a pesquisa de Brown popularizou o termo “divórcio grisalho” para descrever esse fenômeno – algo que costumava ser uma raridade, mas agora se tornou muito mais comum. “Bem mais de um terço das pessoas que estão se divorciando agora têm mais de 50 anos”, diz Brown. “Não podemos mais ignorar esse grupo”.
A surpreendente separação de Al e Tipper Gore, ex-candidato democrata à presidência, que em 2010 anunciaram seus planos de divórcio após 40 anos de casamento, levou Brown e um colega a investigar os dados com uma pergunta que muitos americanos já se faziam: será que isso é comum?
A pesquisadora não tinha certeza, mas estava cética. “Pode ser apenas um fenômeno entre celebridades”, lembra-se de pensar. Não era. Brown e I-Fen Lin descobriram que, de 1990 a 2010, a taxa de divórcio entre pessoas com mais de 50 anos nos Estados Unidos havia duplicado. Eles a apelidaram de “a revolução do divórcio grisalho”.
A onda ainda está forte, tanto para celebridades quanto para pessoas não famosas. Mais recentemente, em 2021, Bill e Melinda Gates foram parar no noticiário quando anunciaram que estavam se divorciando após 27 anos de casamento. Ao norte da fronteira do país, nesta semana o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau, 51 anos, anunciou que ele e sua esposa estavam se separando.
Embora as taxas de divórcio para a população geral estejam em declínio, Brown diz que, “os mais velhos, a tendência é contrária”. Para adultos com mais de 65 anos, a taxa de divórcio segue subindo. “Ou seja, cada vez mais pessoas estarão envelhecendo provavelmente sozinhas e fora de um casamento”, relata a pesquisadora.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/nos-eua-divorciogrisalho-leva-mais-idosos-a-viverem-sozinhos/
Só quem pode me cancelar sou eu
Por Martha Medeiros

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/ – texto adaptado
especialmente para esta prova).
I. Trata-se de uma locução adjetiva. II. A expressão explica o modo como se deu a ação de “sair do ar”. III. Um sinônimo possível para a expressão seria “provisoriamente”.
Quais estão corretas?
Leia o texto.
TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)